Yangun - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:03:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Yangun - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa conclui viagem a Mianmar em Missa com os jovens https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-conclui-viagem-a-mianmar-em-missa-com-os-jovens/ Thu, 30 Nov 2017 12:53:54 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-conclui-viagem-a-mianmar-em-missa-com-os-jovens.html O Papa Francisco presidiu a Santa Missa com os jovens nesta quinta-feira, 30, na Catedral de Santa Maria, em Yangun, concluindo, assim, sua viagem apostólica a Mianmar. O Santo Padre se despediu do país com uma mensagem de encorajamento à futura geração.

Com a capacidade para acolher 1.500 pessoas, inúmeros fiéis acompanharam a celebração do lado de fora da Catedral e até mesmo pelas ruas. Comoventes cantos da tradição local animaram a cerimônia, vivida em espírito de recolhimento pelos jovens vestidos todos com trajes típicos.

“Vocês são uma boa-nova, porque são sinais concretos da fé da Igreja em Jesus Cristo, que nos traz uma alegria e uma esperança que jamais terão fim”, disse o Papa em italiano, intercalando a homilia com a tradução em birmanês.

Francisco disse que alguns se perguntam se é possível falar de boas-novas em meio a tanta injustiça, pobreza e miséria. “Contudo gostaria que deste lugar partisse uma mensagem muito clara. Gostaria que as pessoas soubessem que vós, homens e mulheres jovens do Myanmar, não tendes medo de acreditar na boa-nova da misericórdia de Deus, porque essa boa-nova tem um nome e um rosto: Jesus Cristo”.

O Pontífice pediu que os jovens sejam mensageiros desta boa-nova a todos que precisam de suas orações, solidariedade e paixão pelos direitos humanos, pela justiça e pelo crescimento daquilo que Jesus dá: amor e paz.

Comentando a primeira Leitura, em que São Paulo formula perguntas sobre o anúncio da boa-nova, Francisco disse que como “avô” gostaria de apontar aos jovens o caminho para serem mensageiros de Cristo.

Antes de tudo, que falem com Deus na oração, compartilhando com Ele os medos e as preocupações, os sonhos e as esperanças. “Não tenham medo de colocar perguntas que façam as pessoas a pensar! Gostaria de pedir para gritar, mas não com a voz; gostaria que gritassem com a vida, com o coração, de modo a ser sinais de esperança para quem está sozinho”.

Não se atirem para a frente com as próprias forças, acrescentou Francisco, mas sigam Cristo. “Seja qual for a vocação, eu os exorto: sejam corajosos, sejam generosos e, sobretudo, sejam alegres!”.

O Papa confiou todos os jovens à intercessão de Maria e com a saudação em birmanês – Myanmar pyi ko Payarthakin Kaung gi pei pa sei (Deus abençoe Mianmar) – concluiu sob aplausos a sua homilia.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Papa pede a budistas de Mianmar superar preconceitos, ódio e curar feridas https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-pede-a-budistas-de-mianmar-superar-preconceitos-odio-e-curar-feridas/ Wed, 29 Nov 2017 15:44:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49661 O Papa Francisco pediu aos budistas de Mianmar (antiga Birmânia) superar “preconceitos” e o “ódio” e curar as feridas para levar esperança às pessoas.

No Kaba Aye Center da cidade de Yangun, o Santo Padre pronunciou o seu discurso depois que os monges budistas fizeram algumas orações e, logo depois destacou que o encontro “é também uma oportunidade para afirmar o nosso compromisso pela paz, o respeito da dignidade humana e a justiça para todo o homem e mulher”.

Em sua opinião, “o grande desafio dos nossos dias é ajudar as pessoas a abrir-se ao transcendente; ser capazes de olhar-se dentro em profundidade, conhecendo-se de tal modo a si mesmas que sintam a sua interconexão com todas as pessoas”.

“Se devemos estar unidos, como é nosso propósito, precisamos superar todas as formas de incompreensão, intolerância, preconceito e ódio”, expressou.

Francisco afirmou que “que as pessoas precisam deste testemunho comum dos líderes religiosos” e pediu que estes “ofereçam uma palavra de esperança”.

Ao mesmo tempo, os exortou a curar as feridas “causadas pelos conflitos, pela pobreza e pela opressão persistem e criam novas divisões”. “Sabemos que há um caminho que nos permite avançar, que leva à cura, à compreensão mútua e ao respeito. Um caminho baseado na compaixão e no amor”, acrescentou.

O Santo Padre também reconheceu que os birmaneses foram formados “nos valores da paciência, tolerância e respeito pela vida, bem como numa espiritualidade solícita e profundamente respeitadora do meio ambiente”.

“Estes valores são essenciais para um desenvolvimento integral da sociedade, começando pela família para depois se estender à rede de relações que nos põem em estreita conexão”.

“Em uma verdadeira cultura do encontro, estes valores podem fortalecer as nossas comunidades e ajudar o conjunto da sociedade a irradiar a tão necessária luz”.

Portanto, pediu “curar as feridas dos conflitos que, ao longo dos anos, dividiram pessoas de diferentes culturas, etnias e convicções religiosas”.

“Certamente, “para que estes esforços produzam frutos duradouros, tornar-se necessária uma maior colaboração entre os líderes religiosos”. A este respeito, o Papa manifestou a disponibilidade da Igreja Católica.

Por ACI Digital

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Papa celebra em Mianmar: só o perdão cura as feridas da violência https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-celebra-em-mianmar-so-o-perdao-cura-as-feridas-da-violencia/ Wed, 29 Nov 2017 11:48:46 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-celebra-em-mianmar-so-o-perdao-cura-as-feridas-da-violencia.html “O caminho da vingança não é o caminho de Jesus”: num país ferido por conflitos internos, o Papa falou do perdão e da compaixão na missa desta quarta-feira (29/11), que marcou o tão aguardado encontro de Francisco com a comunidade católica de Mianmar.

Cerca de 150 mil fiéis participaram da celebração no complexo esportivo de Kyaikkasan Ground, a poucos quilômetros do Arcebispado de Yangun, para a primeira e única missa pública no país.

Caravanas de inúmeras partes do país compareceram cedo ao local e, mesmo após horas de espera, saudaram calorosamente Francisco do papamóvel, antes do início da cerimônia.

Em sua homilia, comentando as leituras do dia, o Pontífice recordou que Jesus não nos ensinou a sua sabedoria com longos discursos ou por meio de grandes demonstrações de poder político ou terreno, mas com a oferta da sua vida na cruz. O Senhor crucificado é a nossa bússola segura.

E da cruz vem também a cura, acrescentou o Papa. “Sei que muitos em Mianmar carregam as feridas da violência, quer visíveis quer invisíveis. A tentação é responder a estas lesões com uma sabedoria mundana que, como a do rei na primeira leitura, está profundamente deturpada. Pensamos que a cura possa vir do rancor e da vingança. Mas o caminho da vingança não é o caminho de Jesus.”

O caminho de Jesus é radicalmente diferente, afirmou Francisco, pois quando o ódio e a rejeição conduziram Cristo à paixão e à morte, Ele respondeu com o perdão e a compaixão.

O Pontífice falou do empenho da Igreja em Myanmar, que faz o que pode para levar o “bálsamo salutar da misericórdia de Deus” aos outros, especialmente aos mais necessitados.

“Há sinais claros de que, mesmo com meios muito limitados, numerosas comunidades proclamam o Evangelho a outras minorias tribais, sem nunca forçar ou constringir, mas sempre convidando e acolhendo. No meio de tanta pobreza e inúmeras dificuldades, muitos de vocês prestam assistência prática e solidariedade aos pobres e aos doentes”, destacou o Papa.

Ressaltando a missão caritativa “sem distinções de religião ou de origem étnica” da Caritas local e das Pontifícias Obras Missionárias, Francisco encorajou os católicos a continuarem a partilhar com os demais “a inestimável sabedoria” de Deus, que brota do coração de Jesus.

A mensagem de perdão e misericórdia de Cristo, disse ainda Francisco, obedece a uma lógica que nem todos querem compreender e que encontra obstáculos. E concluiu usando mais uma de suas metáforas:

“Contudo, o seu amor é definitivamente inabalável. É como um GPS espiritual que nos guia infalivelmente rumo à vida íntima de Deus e ao coração do nosso próximo. Deus abençoe a Igreja em Mianmar! Abençoe esta terra com a sua paz!”

Após a celebração, o Papa regressou ao Arcebispado. Depois do almoço, Francisco tem oficialmente mais dois eventos: o encontro com o Conselho Supremo Budista e com os Bispos de Mianmar.

Por Rádio Vaticano

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Papa preside missa no arcebispado em Yangun https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-preside-missa-no-arcebispado-em-yangun/ Tue, 28 Nov 2017 07:48:17 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49623 No fim da tarde de ontem, 27, o Papa Francisco presidiu uma missa na capela da sede do Arcebispado em Yangun, na presença de religiosas e alguns sacerdotes.

Yangun, ex-capital de Mianmar, conta com cerca de 5 milhões de habitantes e os problemas inerentes a todos grandes centros urbanos. Situada no continente asiático, é uma realidade desconhecida à maioria dos brasileiros.

Francisco chegou a Mianmar após uma viagem de 14 horas.

O Santo Padre teve um encontro nesta segunda-feira, 27, com lideranças das Forças Armadas de Mianmar, General Min Aung Hlaing, máximo responsável militar birmanês. O encontro, previsto para quinta-feira, 30, foi antecipado. O Papa ficará em Mianmar até esta quinta-feira, 30. De lá segue para Bangladesh, onde ficará até sábado, 2.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Pela primeira vez Papa Francisco visita Miamar, país de maioria budista https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pela-primeira-vez-papa-francisco-visita-miamar-pais-de-maioria-budista/ Mon, 27 Nov 2017 12:53:17 +0000 http://teste.toqueto.com/pela-primeira-vez-papa-francisco-visita-miamar-pais-de-maioria-budista.html O Papa Francisco chegou no início da tarde desta segunda-feira (27/11) em Yangun, Mianmar, primeira etapa desta sua nova viagem à Ásia, que dura até dia 30/11. Enquanto me preparo para visitar Mianmar e Bangladesh, desejo enviar uma palavra de saudação e de amizade aos seus povos. Não vejo a hora de poder encontrá-los!”, escreveu o papa Francisco em seu perfil do Twitter, no último sábado.

“Uma Igreja insignificante, mas muito engajada: assim o Arcebispo de Yangun, Cardeal Bo, define a presença católica em Mianmar.  Minoria num país budista, diferente de outras realidades os católicos não pertencem à elite nem política nem econômica da nação. A Igreja é periférica em todos os sentidos e já põe em prática o sonho do Papa Francisco: uma Igreja pobre para os pobres. De fato, a caridade ocupa grande parte das atividades eclesiais.

Agora que o país está se abrindo ao mundo depois de décadas de isolamento, a Igreja está seguindo os mesmos passos da população. Em entrevista à Rádio Vaticano, a coordenadora de Talitha Kum em Mianmar, Ir. Rebecca Kay, explica que a vulnerabilidade social faz dos birmaneses possíveis vítimas do tráfico.

“Sim, esta é a primeira visita e nós estamos muito orgulhosos disto. Em meio à crise em Mianmar, e o Papa escolheu este país, então estamos muito felizes porque ele nos ama e nos concede seu tempo ao nos visitar. A Igreja Católica em Mianmar é muito pequena, nós somos uma minoria, mas a fé dos católicos é forte. É uma bênção de Deus para nós, porque por muito muito tempo vivemos desconectados da Igreja por causa da situação do país.

A religiosa reitera que o país por um longo período sofreu muito, especialmente as minorias. “A visita do Papa irá nos unir, não só os católicos estão aguardando o Papa, mas também os budistas e outras denominações cristãs darão as boas-vindas ao Papa”, disse.

Neste primeiro dia, Francisco descansa, em preparação aos encontros oficiais da terça-feira, quando se deslocará para a capital Nay Pyi Taw. Eis a agenda do Papa na ex-Birmânia:

PROGRAMAÇÃO:

Terça-feira, 28 de novembro

No início da manhã o Santo Padre celebra de forma privada no Arcebispado, onde almoça. Logo após, se transfere ao Aeroporto de Yangun, distante 18,5 km.

Às 14 horas, o Papa parte para Nay Pyi Taw, onde será recebido às 15h10 pelo Ministro Delegado do Presidente e passa em revista a Guarda..

Às 15h50, a cerimônia de boas-vindas no Palácio Presidencial, com a visita de cortesia ao Presidente às 16 horas, o encontro com os Conselheiros de Estado e Ministros dos Assuntos Externos, às 16h30.

O encontro com as autoridades, com a sociedade civil e o Corpo Diplomático às 17h15 no International Convention Centre, conclui as atividades do Pontífice em Nay Pyi Taw, que retorna para Yangun às 18h20, transferindo-se então para o Arcebispado.

Quarta-feira, 29 de novembro

Às 9h30 o Papa Francisco preside a celebração da Santa Missa no Kyaikkasan Ground.

Às 16h15 encontra o Conselho Supremo “Sangha” dos monges budistas no Kaba Aye Centre e às 17h15 os Bispos de Mianmar na Catedral de St. Mary.

Quinta-feira, 30 de novembro

Às 10h15 o Papa celebra a Missa com os jovens na Catedral de Santa Maria e às 12h45 se despede de Mianmar no Aeroporto internacional de Yangon, de onde parte para a capital de Bangladesh, próxima etapa de sua viagem, às 13h05.

* Os horários indicados são sempre os locais

Por CNBB, com Rádio Vaticano

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