vulnerabilidade - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png vulnerabilidade - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Na ONU, Santa Sé defende respeito pela dignidade dos idosos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/na-onu-santa-se-defende-respeito-pela-dignidade-dos-idosos/ Thu, 06 Jul 2017 13:09:39 +0000 http://teste.toqueto.com/na-onu-santa-se-defende-respeito-pela-dignidade-dos-idosos.html Deve-se promover o respeito pela dignidade dos idosos, que são uma fonte de riqueza para a sociedade. Essa é uma das prioridades indicadas pelo representante da Santa Sé na ONU, Dom Bernadito Auza, que participa, em Nova Iorque, de um grupo de trabalho centralizado na questão do envelhecimento da população mundial.

Falando sobre a contribuição das pessoas idosas ao desenvolvimento social, Dom Auza destacou que a atenção para essas pessoas é sempre mais crítica, porque o número de idosos cresce rapidamente. Ele mencionou como prioridades urgentes responder às exigências dos idosos e desenvolver medidas concretas para assegurar que seus direitos sejam protegidos.

Dom Auza recordou ainda uma declaração do Papa Francisco sobre o assunto em 4 de março de 2015, na audiência geral, a tradicional catequese. “Graças aos progressos da medicina a vida se alongou: mas a sociedade não se ‘alargou’ à vida! O número dos idosos multiplicou, mas as nossas sociedades não se organizaram o suficiente para dar lugar a eles, com justo respeito e concreta consideração por sua fragilidade e dignidade”, disse o Pontífice na ocasião.

Vulnerabilidade

O representante da Santa Sé na ONU destacou que os idosos são mais vulneráveis em vários aspectos, entre os quais aqueles ligados à pobreza, ao isolamento e à saúde. Também catástrofes naturais, conflitos armados e crises financeiras trazem efeitos mais críticos, porque o acesso aos serviços de emergência, para as pessoas idosas, encontra maiores limitações devido, por exemplo, a uma reduzida mobilidade e à idade.

Os idosos também são, muitas vezes, excluídos da participação ativa na sociedade. Segundo Dom Auza, políticas e comportamentos podem colocar à margem pessoas que uma vez estiveram no centro das comunidades. Na verdade, como diz o Papa Francisco – ressalta o núncio – os idosos são “a reserva de sabedoria do nosso povo”.

Na conclusão de sua intervenção, Dom Auza enfatizou que é imprescindível trabalhar para promover políticas e práticas que reforcem o envolvimento das pessoas idosas na política e nos processos de decisão. Com relação aos idosos afetados por doenças, deficiências cognitivas e aqueles que vivem em situação de isolamento, o bispo explicou que essas pessoas estão em fase de necessidade, sendo necessário demonstrar a elas amor e respeito.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano em italiano

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Cepal e Unicef pedem proteção à infância na América Latina https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cepal-e-unicef-pedem-protecao-a-infancia-na-america-latina/ Tue, 23 May 2017 13:34:24 +0000 http://teste.toqueto.com/cepal-e-unicef-pedem-protecao-a-infancia-na-america-latina.html A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) fizeram nesta segunda-feira, 22, um chamado a reforçar os sistemas de proteção social da infância nos países da América Latina devido à sua vulnerabilidade perante os desastres naturais. As informações são da agência EFE.

“Os meninos e as meninas da América Latina e o Caribe, particularmente os que vivem em contextos de pobreza, são altamente vulneráveis aos desastres e experimentam os seus efeitos de forma desproporcionada e crescente”, disseram a Cepal e o Unicef em uma nota conjunta.

Desastres na América Latina e no Caribe

“A frequência de desastres na América Latina e no Caribe aumentou 3,6 vezes em meio século. Na década de 1960 houve, em média, 19 desastres por ano e na primeira década do século XXI essa média aumentou para 68 fenômenos anuais”, disseram os dois órgãos das Nações Unidas. A maior parte dos desastres na região está relacionada a fenômenos meteorológicos e hidrológicos, como furacões, tempestades, inundações e secas.

A catástrofe com maior número de mortos na região, no entanto, foi o terremoto do Haiti, em 2010, que deixou mais de 222 mil mortos, destaca a publicação. Garantir níveis básicos de investimento e acesso a serviços como saúde, educação e moradia, entre outros, fortalece a prevenção e a capacidade de resposta e reduz a vulnerabilidade aos desastres, diz o documento.

A proteção social

“A proteção social constitui uma política pública fundamental para fazer frente aos desastres antes, durante e após sua ocorrência”, destacaram a Cepal e Unicef. Para os organismos é crucial aumentar a coordenação entre instituições para atender os pontos vulneráveis das crianças e adolescentes perante os desastres, bem como promover a inclusão das experiências dos menores na elaboração de políticas sobre o tema.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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