voluntariado - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:41 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png voluntariado - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Presidente do Grupo Esquel Brasil enaltece a força do trabalho voluntário na Igreja Católica https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/presidente-do-grupo-esquel-brasil-enaltece-a-forca-do-trabalho-voluntario-na-igreja-catolica/ Mon, 24 Aug 2020 13:50:25 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58959 O diretor presidente da Fundação Grupo Esquel Brasil (FGEB), Silvio Sant’Ana, publicou artigo que fala do tamanho da força de trabalho voluntário no Brasil. No artigo, o autor que e dirige programas de combate à pobreza rural e desertificação, de promoção do desenvolvimento sustentável e de atendimento a criança pequena elogiou a atuação da Pastoral da Criança, classificada como boa organização na gestão de recursos públicos.

No Brasil, destaca Silvio, o trabalho voluntário é exercido por cerca 8 milhões de pessoas trabalhando solidariamente com a população em todos os rincões do País, quase sempre com extrema dificuldade, com baixo reconhecimento e as vezes muita incompreensão. O autor destaca que, neste conjunto, a contribuição da Igreja Católica é imensa.

Pesquisa sobre a ação social da Igreja identificou que as Pastorais e Obras Sociais da Igreja Católica (sem considerar escolas e hospitais), oferecem um voluntariado de mais de 400.000 pessoas, disseminado em cada rincão do País, atendendo demandas sociais – de múltiplos tipos, de 44 milhões de brasileiros.

“A contribuição dos voluntários – em tempo de trabalho equivalente a um servidor público; significa R$ 2,6 bilhões em contribuições financeiras, sem contar com as doações da tradicional “Campanha da Fraternidade”, que alcançam R$144 milhões. Junto com as contribuições das ordens religiosas, a contribuição global da Igreja atinge, em valores atuais, R$3,4 bilhões/ano. É, sem dúvida, uma inequívoca demonstração da força transformadora das comunidades e suas lideranças”, reforçou. Leia o artigo na íntegra.

Pesquisa CNBB: Igreja no Brasil tem exército de caridade dedicado a ações sociais
Até muito recentemente, as organizações da sociedade civil OSC (associações, pastorais sociais, institutos, fundações) têm sido acusadas de múltiplos crimes, principalmente por lideranças políticas. Na maioria das vezes, sem provas ou com denúncias e meras suspeitas. No entanto, mesmo os detratores (acusadores), sempre tentam amenizar suas denúncias afirmando a existência de “boas entidades”; entre estas “boas entidades”, o nome da Pastoral da Criança é sempre citado.

No entanto, se somarmos todas as acusações (não as condenações, que são mínimas) contra as entidades nos últimos 20 anos, veremos que o eventual desvio de atuação das entidades é infinitamente menor do que os desvios observados anualmente nos aparelhos de Estado (dos três poderes) e até mesmo nas empresas privadas.

No cotidiano, milhares de pequenas entidades (quase 90% das entidades) – com maior ou menor eficiência – trabalham de forma anônima, discreta, em favor de suas comunidades. E, quase nunca, reconhecidas ou valorizadas. São milhões de pessoas empregadas e voluntárias.

O Mapa das OSC do IPEA sinaliza que 90% destas pequenas organizações são baseadas em trabalhos voluntários. Descontados os empregados em grandes instituições de educação e saúde, mais de 1 milhão de empregados estão em contato direto com a população. Ademais, o IBGE (PNAD) identificou, no conjunto da população brasileira, mais de 7,2 milhões de voluntários. Destes, 5,7 milhões se voluntariam em organizações religiosas. A maioria dos trabalhadores e voluntários (mais de 60%), são mulheres.

Em condições normais temos então pelo menos 8 milhões de pessoas trabalhando solidariamente com a população em todos os rincões do País, quase sempre com extrema dificuldade, com baixo reconhecimento e as vezes muita incompreensão. Neste conjunto, a contribuição da Igreja Católica é imensa. Pesquisa sobre a ação social da Igreja identificou que as Pastorais e Obras Sociais da Igreja Católica (sem considerar escolas e hospitais), oferecem um voluntariado de mais de 400.000 pessoas, disseminado em cada rincão do País, atendendo demandas sociais – de múltiplos tipos, de 44 milhões de brasileiros.

A contribuição dos voluntários – em tempo de trabalho equivalente a um servidor público; significa R$ 2,6 bilhões em contribuições financeiras, sem contar com as doações da tradicional “Campanha da Fraternidade”, que alcançam R$144 milhões. Junto com as contribuições das ordens religiosas, a contribuição global da Igreja atinge, em valores atuais, R$3,4 bilhões/ano. É, sem dúvida, uma inequívoca demonstração da força transformadora das comunidades e suas lideranças.

Nesta pandemia, o papel destas organizações foi ampliado de forma extraordinária. Por estarem localizadas e servindo diretamente as comunidades, estão sendo essenciais para garantir às populações mais vulneráveis acesso a informação, benefícios de auxílios emergenciais, alimentos, equipamentos de proteção individual e até mesmo apoio emocional. Entidades que operam normalmente com diferentes finalidades e objetivos, na pandemia, se juntaram para captar doações e garantir estes acessos.

Pouco ou nenhum apoio financeiro receberam dos governos; buscaram este apoio na própria comunidade (sociedade). Se estima que empresas e pessoas físicas doaram (em dinheiro e bens) mais de 6 bilhões de reais para esta luta solidária e fraterna pela sobrevivência. Se contarmos iniciativas individuais de famílias e amigos dos líderes destas entidades, este valor seria seguramente duplicado.

E algo notável parece estar se repetindo: pesquisas conduzidas por associações de moradores de favelas do Rio de Janeiro indicam que são as famílias mais pobres que (proporcionalmente à suas rendas) mais contribuem para o atendimento. É a manifestação mais clara da fraternidade e da solidariedade cristãs.

Em muitíssimo casos e situações, onde aparelhos de governos não conseguem ou não desejam atuar, são elas que estão garantindo a manutenção da vida.

Silvio R. Sant’Ana
Diretor presidente da Fundação Grupo Esquel Brasil (FGEB)

Conheça a pesquisa citada pelo diretor presidente da Fundação Grupo Esquel Brasil:

Pesquisa CNBB: Igreja no Brasil tem exército de caridade dedicado a ações sociais

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Voluntários do Santuário de Fátima prontos para a chegada do Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/voluntarios-do-santuario-de-fatima-prontos-para-a-chegada-do-papa/ Wed, 19 Apr 2017 08:26:32 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45548 No ano do seu centenário e na iminência da canonização dos Pastorzinhos, o Santuário de Fátima se prepara para a chegada do Papa Francisco, prevista para a tarde de 12 de maio. A estada não passa de 24 horas, mas é o suficiente para que a dimensão da operação logística assuma grandes proporções, como o incremento do aparato policial. Ao lado das forças da ordem, funcionários e voluntários do Santuário devem garantir o normal decorrer da programação.

Além de 311 funcionários, o Santuário de Fátima dispõe de 431 voluntários que colaboram regularmente. Dez deles vão trabalhar com os 558 jornalistas já credenciados para participar dos eventos. Ao longo do ano, os voluntários oferecem assistência os peregrinos, servem como ministros extraordinários para a comunhão, participam no coro, apoiam nas procissões, fazem leituras e prestam auxílio nos postos de socorro, entre outras tarefas.  Muitos deles já têm anos de serviço.

A Associação dos Servitas de Nossa Senhora de Fátima é pioneira no serviço de voluntariado, tendo começado em  1924, ano de sua fundação. Desde então e até hoje, os Servitas são parte importante do apoio aos fiéis que chegam a Fátima, desempenhando as mais variadas funções, que vão desde serviços de saúde à simples prestação de informações a quem chega.

Os serviços de saúde incluem o auxílio na bênção dos doentes, o posto de socorro e o lava-pés, que assume uma particular carga simbólica para os católicos. O ato de significação bíblica é também uma das tarefas dos Servitas no acolhimento aos peregrinos.

Por Rádio Vaticano

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Sem desperdício: número de “geladeiras solidárias” cresce no Brasil https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/sem-desperdicio-numero-de-geladeiras-solidarias-cresce-no-brasil/ Tue, 07 Feb 2017 08:53:20 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44262 A ideia começou na Europa, mas está, cada vez mais, ganhando novos adeptos no Brasil. O projeto “Geladeira Solidária” visa arrecadar alimentos que são doados a quem precisa. Tudo ao estilo “self-service”.

Funciona assim: o voluntário que aderir ao projeto disponibiliza uma geladeira em bom estado de conservação e instala o aparelho em um ponto de fácil acesso, geralmente nas calçadas de casas ou estabelecimentos comerciais. Quem quer doar vai até o local e deposita o alimento na geladeira. E quem precisa, retira sua comida gratuitamente. Não precisa de cadastro, nem de triagem social. Aqui, o que vale é o bom-senso para deixar comida também para outras pessoas que não têm condições de comprar.

Qualquer doação é bem-vinda. Mas os voluntários sugerem que os alimentos doados estejam em embalagens fechadas, dentro do prazo de validade e com a data de fabricação visível. Não é permitido colocar ovos, carnes ou peixes crus. E o principal: a geladeira não aceita bebidas alcoólicas.

No Brasil, há geladeiras instaladas em vários pontos das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Divinópolis, Curitiba, Goiânia, Assis, Campo Grande, Sorocaba, Taubaté etc. Não há um número exato de voluntários ligados ao projeto, mas é visível o aumento da quantidade de pessoas que aderem à iniciativa.

As geladeiras podem ficar até 24 horas abastecidas, de acordo com o espírito de solidariedade de quem mora ou trabalha perto dos locais onde foram fixadas. Para arrecadar alimentos, os voluntários fazem campanhas pelo Facebook. Em um dia, o dono de uma padaria doou mais de 1.000 pães de queijo que fizeram a alegria de quem precisa. A boa ação foi comemorada nas redes sociais.

Uma iniciativa, que, além de ajudar quem tem fome, desperta o espírito de solidariedade e evita o desperdício de alimentos.

Por Aleteia

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