vocações - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png vocações - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 “Cultivar vocações não significa procurar novos membros” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/cultivar-vocacoes-nao-significa-procurar-novos-membros/ Fri, 07 Jun 2019 12:03:54 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=55566 O Pontífice encontra no Vaticano os responsáveis pela pastoral vocacional na Europa e, improvisando, dirige palavras de encorajamento e indicações concretas para trabalhar com os jovens.

Para ajudar um jovem a descobrir sua vocação, é preciso “paciência e capacidade de escuta”, um desejo de “cansar-se”, sabendo que os jovens de hoje “sabem tanto sobre contatos, mas não se comunicam”. Ao acolher na Sala do Consistório os participantes do Congresso dos Centros Nacionais para as Vocações das Igrejas da Europa, o Papa Francisco decidiu entregar o discurso previsto e expressar alguns conceitos improvisando algumas palavras. Em primeiro lugar, recordou que trabalhar “pelas vocações” não significa “procurar novos membros para um clube”: “O crescimento da Igreja – assinalou, recordando as palavras de Bento XVI – é por atração, não por proselitismo”.

Uma vida sempre conectada
Os jovens, continuou, “são diferentes uns dos outros, são diferentes em todos os lugares, mas são os mesmos na inquietação, na sede de grandeza, no desejo de fazer o bem”. E para chegarmos ao coração deles é preciso, antes de mais nada, falar uma língua compreensível, sem esperar que compreendam “o esperanto”.

“Comunicar é talvez o desafio que devemos ter com os jovens. A comunicação, a comunhão. Ensinar-lhes que a informática é algo bom, sim, ter algum contato, mas não é essa a linguagem: é uma linguagem “gasosa”. A verdadeira linguagem é comunicar. Comunicar, falar… E esta é uma obra de filigrana, de fazer “renda” como dizem aqui. É um trabalho a ser feito passo a passo. Quem trabalha com os jovens, portanto, não deve impor, mas sim “acompanhar, guiar e ajudar para que o encontro com o Senhor os faça ver qual é o caminho da vida”.

Paciência e capacidade de rejuvenescimento
O Pontífice reconhece que “trabalhar com os jovens requer muita paciência”, “escuta” e, não menos importante, a capacidade de “rejuvenescer-se: isto é, pôr-se em movimento, mover-se com eles”.

“Hoje os jovens estão em movimento e devemos trabalhar com eles em movimento e tentar ajudá-los a encontrar sua vocação em suas vidas. Isso canasa… É preciso se cansar! Não se pode trabalhar pelas vocações sem se cansar.

Neste caminho articulado de partilha, não menos importante é a atitude de “recolher-se em si mesmo”, para poder dialogar com o Senhor.

“A escolha da vocação deve vir do diálogo com o Senhor, qualquer que seja a vocação. O Senhor inspira-me a avançar na vida desta forma, por este caminho. E isto significa um bom trabalho para vocês: ajudar o diálogo. É claro que, se não dialogarmos com o Senhor, será difícil ensinar os outros a dialogar sobre este ponto.

O Papa entregou aos presente um texto escrito. Eis a síntese do seu discurso:

Os jovens e a Exortação Apostólica Christus vivit foram tema da audiência que o Papa Francisco concedeu na manhã de quinta-feira (06/06) aos responsáveis pela pastoral vocacional na Europa.

A eles, o Pontífice indicou três palavras para impulsionar o trabalho no chamado “Velho Continente”: santidade, comunhão e vocação. A vida, recordou o Papa, é feita para produzir fruto na caridade e isso diz respeito à chamada de santidade que o Senhor faz a todos.

A pastoral, prosseguiu, se faz “caminhando juntos”, na sinodalidade. E a sinodalidade é fruto da comunhão. Trata-se, portanto, de viver mais a filialidade e a fraternidade. Mas foi à palavra “vocação” que Francisco dedicou a maior parte de seu discurso. Esta palavra, afirmou, não caiu em desuso; pelo contrário, foi retomada com ênfase no último Sínodo.

Vocações apaixonadas
Algumas comunidades escolheram não mais pronunciar a palavra “vocação” em suas propostas juvenis com medo de afastar os jovens. “Esta é uma estratégia falimentar: excluir do vocabulário de fé a palavra ‘vocação’ significa mutilar o léxico, correndo o risco, mais cedo ou tarde, da incompreensão. Ao invés, precisamos de homens e mulheres, leigos e consagrados, apaixonados.”

O Papa reconhece que a palavra “vocação” pode assustar os jovens, porque muitas é confundida com um projeto que tira a liberdade. “Deus, ao invés, encoraja a liberdade de cada um.” Sem liberdade não há crescimento, a vida fica sufocada e acaba por se tornar infantil.

A vocação é “para e com” os outros
Francisco recorda ainda que a vocação nunca é somente “minha”, mas é sempre “para e com os outros”. O Senhor nos chama no interior de uma comunidade e é um bem tê-lo presente porque renova a consciência de que na Igreja nada se faz sozinho. “A pastoral vocacional não pode ser tarefa somente de alguns líderes, mas da comunidade.”

Por fim, o Papa faz um encorajamento:

“ Não tenham medo de aceitar o desafio de anunciar ainda a vocação à vida consagrada e ao ministério ordenado. A Igreja necessita desta vocação! ”

Diante de um contexto em que a vida está fragmentada e, às vezes, ferida, inclusive no interior da Igreja, para Francisco acompanhar e formar a vocação é permitir que Cristo atue de forma artesanal. “Arraigar-se em Cristo é a via mestra para deixar que a sua obra nos recomponha. Então, coragem! Cristo nos quer vivos!”

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Com tema mariano, Igreja no Brasil celebra mês vocacional https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/com-tema-mariano-igreja-no-brasil-celebra-mes-vocacional/ Tue, 01 Aug 2017 11:38:57 +0000 http://teste.toqueto.com/com-tema-mariano-igreja-no-brasil-celebra-mes-vocacional.html Mês de agosto, mês vocacional para a Igreja Católica no Brasil. A partir de hoje até o dia 31, católicos brasileiros têm uma oportunidade a mais para refletir sobre as vocações, ao olhar para a riqueza dos vários chamados vocacionais e perceber como, de diferentes modos, é possível servir a Deus.

Neste ano de 2017, o mês vocacional é celebrado à luz de Maria. Com o tema “A exemplo de Maria, discípulos missionários” e o lema “Eis-me aqui, faça-se”, Nossa Senhora é a figura-chave das reflexões. A escolha foi motivada pelos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida.

“Achamos por bem fazer essa relação. Nós também estamos celebrando os 100 anos das aparições de Fátima, portanto temos aqui dois aspectos da mariologia, da vida de Maria, que nos motivaram na escolha desse lema”, explica o presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados da CNBB, Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre (RS).

O bispo destacou que Maria é mãe que acompanha os filhos ao longo de todo o percurso, ela foi a primeira discípula-missionária e se coloca a caminho para ir ao encontro do outro. Isso deve ser um estímulo para que cada fiel hoje siga seu exemplo. “Dentro desse contexto do mês vocacional, somos convidados a cultivar entre nós essa disponibilidade que Deus pede de todos nós: estarmos prontos, bem dispostos para aquilo que Deus solicitar de cada um de nós”.

Para cada mês vocacional, a CNBB propõe um subsídio a fim de auxiliar as comunidades na preparação das atividades. Em 2017, o subsídio é oracional: o material traz a proposta da realização de um tríduo de oração pelas vocações.

Trata-se de uma resposta à proposta da Igreja no Brasil de colocar justamente a Palavra de Deus como caminho para renovação das comunidades. “É dentro desse espírito que nós sugerimos o subsídio para esse mês de agosto. Através do encontro com a Palavra, da leitura orante da Palavra, encontrar indicações para responder de uma forma vigorosa àquilo que Deus nos pede. A Palavra que deve iluminar as nossas opções, as nossas escolhas, as nossas decisões”.

 

As diferentes vocações

Em cada semana do mês de agosto, a Igreja concentra sua atenção em uma vocação em especial: na primeira semana os ministros ordenados (padres e diáconos), na segunda semana a família (por ocasião do Dia dos Pais), na terceira semana os consagrados e na quarta semana os leigos, com o Dia do Catequista.

Mas de qual dessas vocações o Brasil é mais carente? Dom Jaime explica que, antes de tudo, é preciso resgatar a dignidade da vocação de batizado. Isso porque cada um foi amado por Deus e, por meio do Batismo, acolhido em uma comunidade de fé, onde existem ministérios distintos. O segundo aspecto é fomentar condições para que, sobretudo os jovens, possam intuir para qual ministério Deus os chama.

“Cultivar uma sensibilidade, uma sintonia para captar aquilo que Deus nos pede. Eu creio que esse é um grande desafio para nós na Igreja no Brasil hoje. Em outras palavras, fomentar espaços, momentos para aquilo que a tradição chama ‘experiência do encontro com Nosso Senhor’. É através do encontro com Nosso Senhor que nós podemos perceber para o que Ele nos chama”.

 

Os jovens e as vocações

O tema das vocações vai continuar perpassando a Igreja até 2018, uma vez que ela se prepara para realizar o Sínodo dos Bispos sobre os jovens, que terá como tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”.

A escolha dessa temática foi uma “agradável surpresa”, disse Dom Jaime. Ele observou que o Papa Francisco tem insistido na dignidade da juventude e da velhice: o jovem como aquele que tem diante de si o futuro e o idoso como aquele que conserva a memória. “Eu acho esses dois aspectos muito bonitos. O jovem ocupa, por assim dizer, o coração da Igreja, o futuro depende dos jovens”.

O segundo aspecto fundamental, segundo o arcebispo de Porto Alegre, é a proposta de apresentar aos jovens de hoje em que consiste a fé cristã. Por fim, ele destaca a questão do discernimento vocacional. “A vocação como resposta a essa experiência de encontro com esse Deus que veio ao nosso encontro por amor, por pura gratuidade e por isso também, gratuitamente, que eu correspondo”.

Por Canção Nova

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Visita do Papa Francisco à Colômbia: os temas que abordará em cada cidade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/visita-do-papa-francisco-a-colombia-os-temas-que-abordara-em-cada-cidade/ Thu, 01 Jun 2017 09:04:05 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46558 Dom Fabio Suescún Mutis, Bispo responsável pela preparação da visita do Papa Francisco à Colômbia, assinalou que cada uma das quatro cidades que receberão o Pontífice terá um tema específico como a paz, a reconciliação e as vocações.

Em declarações ao Grupo ACI/EWTN Notícias em 30 de maio, o Prelado afirmou que o povo colombiano espera “com grande alegria” a visita que o Santo Padre realizará de 6 a 11 setembro. “Estamos atentos, estamos ansiosos, queremos que o Papa venha e nos traga Jesus com a sua palavra e o seu testemunho”, expressou.

Nesse sentido, informou que “tivemos contatos com o Vaticano. Várias delegações estiveram conosco e organizamos o programa que será divulgado no próximo mês de junho”.

Francisco visitará Bogotá, Villavicencio, Medellín e Cartagena. O Prelado disse que o Pontífice chegará à capital colombiana em 6 de setembro, às 16h30.

“No dia 7, estará em Bogotá. Teremos uma grande concentração, uma Eucaristia com o tema da vida, da paz e Maria Mãe da vida. No dia seguinte, dia 8, o Papa viajará a Villavicencio, onde está o início das planícies orientais do nosso país com uma grande riqueza ecológica; então, o tema será a reconciliação: a reconciliação com Deus, a reconciliação entre nós e reconciliação com a natureza”, indicou.

No sábado, 9, visitará Medellín “e falará sobre o tema da vocação, da nossa vocação cristã como discípulos missionários que somos do Senhor Jesus”.

“Vamos agradecer porque Antioquia, e a Colômbia em geral, são regiões com muitas vocações consagradas, com muitas vocações de sacerdotes e bispos”, acrescentou o também Bispo Castrense.

Finalmente, no dia 10 de setembro, Francisco irá a Cartagena das Índias, “tão conhecida pela sua história, pelo seu valor turístico”, mas também “uma Cartagena visitada pelo Papa em sua dimensão de pobreza, de necessidades”.

Nesta cidade, o Santo Padre “estará com a população afro-americana”. Dom Suescún indicou que de Cartagena o Pontífice partirá para Roma, “deixando o nosso coração triste pela sua ausência, mas cheio de muitos ensinamentos e muita sabedoria no seguimento de Jesus Cristo”.

Durante a entrevista, o Prelado indicou que Francisco não poderá visitar Mocoa, capital da região de Putumayo, localizada no sudoeste do país, atingida por uma avalanche na madrugada do dia 1º de abril deste ano, que provocou a morte de mais de 300 pessoas.

“Infelizmente, por motivos técnicos, a presença do Papa não será possível em Mocoa”, explicou Dom Suescún.

Finalmente, o Bispo assinalou que a Igreja na Colômbia está “na expectativa” de uma possível surpresa do Papa Francisco.

“As pessoas comentam que de repente poderia ser a beatificação do Padre mártir de Armero (Pedro Maria Ramírez Ramos), mas não posso fazer nenhuma afirmação a respeito”, indicou.

Por ACI Digital

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Papa: jovens sejam portadores convictos da alegria do Evangelho https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-jovens-sejam-portadores-convictos-da-alegria-do-evangelho/ Thu, 30 Mar 2017 08:05:49 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45198 O Papa Francisco enviou uma mensagem aos participantes do Simpósio europeu sobre os jovens, que se realiza em Barcelona (Espanha) de 28 a 31 de março.

O evento é promovido pelo Conselho das Conferências Episcopais da Europa (Ccee), sobre o tema: “Acompanhar os jovens a responder livremente ao chamado de Cristo”.

Na mensagem, assinada pelo Secretário de Estado, Card. Pietro Parolin, o Pontífice encoraja os participantes a conduzirem uma reflexão sobre os desafios da evangelização e sobre o acompanhamento dos jovens para que, mediante o diálogo e encontro, “os jovens sejam portadores convictos da alegria do Evangelho em todos os âmbitos”.

O Simpósio reúne mais de 200 representantes dos episcopados de todo o continente e pretende ser preparatório para o Sínodo convocado pelo Papa Francisco para o próximo ano e que será centralizado na juventude.

Os participantes estão analisando como aumentar o número de vocações e como atrair os jovens ao catolicismo, a partir de cinco âmbitos cruciais: catequese, escola, universidade, vocações e tecnologia.

Por Rádio Vaticano

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