vida consagrada - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png vida consagrada - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Eni Luz da Costa consagra sua vida à Deus, na Ordem das Virgens https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/eni-luiz-da-costa-consagra-sua-vida-a-deus-na-ordem-das-virgens/ Wed, 09 Nov 2022 18:41:15 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=64946 No último dia 04 de novembro, tivemos em nossa Diocese, a Celebração de Consagração de Eni Luz da Costa, presidida por Dom Giovani. Um pouco de sua História. Filha de Teresa Júlio da Costa e Valdeci Luz de Godoi. Perdeu a mãe com um ano de idade. Foi criada pela avó, Maria Leite da Costa. A avó faleceu em fevereiro de 2011. Vida marcada por muitas perdas. Mas nem por isso deixou de amar à Deus. Em tudo colocou o Senhor em primeiro lugar. Desde cedo sentia o chamado de Deus, mas não tinha coragem de decidir e até muitas vezes relutou para aceitar sua vocação. Certo dia, na igreja, olhou para o crucifixo e ouviu: “quero que seja minha esposa”. E isso aquietou ainda mais seu coração. Então começou seu caminho de discernimento vocacional. Aceitando assim o pedido de Jesus e se tornou esposa de Cristo em 4 de novembro de 2022.

Ela sendo Consagrada da Ordem das Virgens, abraça o Celibato em favor de Cristo e da Igreja. e sua Consagração a leva a servir na Diocese nas diversas realidades.
Hoje coordena a Casa de Apoio Madre Tereza, ajudando os necessitados e moradores de rua, com alimentação diária, banho, vestimenta. Missão árdua de ver nosso Senhor nos pobres.

Ordem das Virgens
Restaurada pelo Concílio Vaticano II, a Ordem das Virgens é a mais antiga forma de vida consagrada na Igreja. São consagradas a esta Ordem, as mulheres que emitem um propósito público de virgindade consagrada diante do bispo diocesano e, assim, são “misticamente desposadas com Cristo Filho de Deus e dedicadas ao serviço da Igreja” (CIC 604, §1).

Diferente de tantas outras formas de consagração na Igreja, as consagradas da Ordem das Virgens que se desposam em aliança nupcial com Cristo, não fazem votos dentro de uma comunidade, mas permanecem ligadas à diocese e exercem sua missão e se mantém através de seu trabalho. Na sociedade, são sal e luz de Jesus, testemunhando com o Cristo com a própria vida.

Rezemos pelas Vocações!

Grande Riqueza para a Igreja.

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Na sexta-feira (2/2), Papa presidirá missa para a vida consagrada https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/na-sexta-feira-2-2-papa-presidira-missa-para-a-vida-consagrada/ Wed, 31 Jan 2018 08:01:12 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50591 A Prefeitura da Casa Pontifícia, através do Departamento de Celebrações Litúrgicas Pontifícias, divulgou na manhã de segunda-feira, 29, um comunicado assinado por Mons. Guido Marini em que informa que sexta-feira, (02/02), Festa da Apresentação do Senhor, o Papa Francisco vai presidir uma missa na Basílica Vaticana.

No dia em que a Igreja celebra a Vida Consagrada, às 17h30, poderão concelebrar com o Papa todos os cardeais, arcebispos, bispos, sacerdotes de Ordens, Congregações e Institutos religiosos.

Na homilia pronunciada em 2017 para esta ocasião, o Papa falou sobre o apego à estabilidade, que pode ameaçar a missão do religioso.

O Vatican News transmite a celebração ao vivo, com comentários em português, também a partir dessa página.

Por Vatican News

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Rede Um Grito Pela Vida completa 10 anos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/rede-um-grito-pela-vida-completa-10-anos/ Mon, 03 Apr 2017 10:43:51 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45286 A Rede Intercongregacional da Vida Consagrada “Um Grito Pela Vida”, que atua no enfrentamento ao tráfico de pessoas, completou na quinta-feira, dia 30 de março, 10 anos de existência. Neste período foram promovidas diversas ações de prevenção e assistência e intervenção política, buscando instruir e instrumentalizar a sociedade a fim de coibir o crescimento da inserção de vítimas neste mercado do crime.

Constituída por religiosas e religiosos de diversas Regionais e Congregações, a Rede é um espaço de “articulação e ação profético-solidária da Vida Religiosa Consagrada do Brasil”. A iniciativa surgiu a partir de uma solicitação da União Internacional de Superioras Gerais à Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) de que fosse realizado um curso sobre o tráfico de pessoas. 

Após o encontro, 28 religiosas, de 20 congregações, sentiram o clamor das vítimas deste crime e decidiram atuar nesta realidade, buscando ser “presença solidária entre os empobrecidos e excluídos”. Com o tempo, de acordo com a Rede, diferentes congregações masculinas e femininas têm se juntado no trabalho. Atualmente, são 300 religiosos que estão presentes em todas as regiões do país no trabalho da Rede, que é “uma ação missionaria em conjunto”.

Desde 2006 a Rede “Um Grito Pela Vida” é parte constitutiva da CRB Nacional, atuando de forma descentralizada e articulada com as organizações e iniciativas afins, nas diversas localidades, estados e municípios brasileiros. Ela também integra a Rede internacional da Vida Religiosa Consagrada Talitha Kum.

O trabalho da Rede teve destaque em 2014, na ocasião da Campanha da Fraternidade daquele ano, cujo tema proposto foi “Fraternidade e tráfico humano”. A inciativa foi apontada como sinal do compromisso da Igreja no Brasil no enfrentamento ao tráfico de pessoas. Na ocasião, já eram significativas as ações de divulgação, formação de multiplicadores e prevenção nas comunidades mais vulneráveis ao tráfico de pessoas. 

Desde o início da semana várias atividades em todo o país marcaram as celebrações e renovação dos compromissos com o trabalho no enfrentamento ao tráfico de pessoas. Aconteceram palestras com pais de catequisandos, atividades em escolas e formação para grupos de religiosas, além de celebrações.

A grande comemoração dos 10 anos da Rede Um Grito pela Vida acontecerá em Brasília (DF) no mês de outubro, durante o encontro nacional.

A coordenadora da Rede Mundial da Vida Consagrada contra o tráfico de Pessoas Talitha Kum, irmã Gabriella Bottani, agradeceu por meio de mensagem a todas as irmãs “que tiveram a coragem de tecer os primeiros fios de solidariedade e compromisso da Rede Um Grito pela Vida”. Ela manifestou gratidão ainda aos que se juntaram à Rede e “continuam tecendo fios coloridos de liberdade e dignidade”. 

“Desejo que a celebração dos dez anos proporcione um tempo especial para renovar as forças e continuar com coragem, criatividade e ousadia o compromisso assumido de enfrentar o tráfico de pessoas, pois a conjuntura política e econômica mundial está evidenciando um aumento preocupante de todas as formas de exploração da vida e do tráfico de pessoas”, escreveu a religiosa.

Articuladoras da Rede também enviaram suas mensagens por ocasião dos 10 anos de compromisso contra o tráfico de pessoas. “Queremos tecer relações de amizade e troca de experiências com outras e outros que igualmente não se conformam com abusos de todo tipo contra mulheres, jovens e crianças, que diariamente sofrem exploração e maus tratos por conta de uma sociedade que não respeita os valores e a dignidade das pessoas”, escreveu um grupo de religiosas.

As consagradas refirmaram o compromisso de seguir anunciando a mensagem de libertação e esperança, não somente com palavras, “senão com a doação de nosso tempo e criatividade para que a vida tenha sempre prioridade sob qualquer tipo de abuso e poder”.

Para a coordenadora Nacional da Rede Um Grito pela Vida, Eurides Alves de Oliveira, este é um momento de “agradecer por tantas pessoas que têm colaborado nesse tempo, mas também de avaliar e encontrar o caminho a ser percorrido daqui pela frente, cada vez com maior determinação e coragem”.

Para conhecer melhor o trabalho, as campanhas e iniciativas da Rede e colaborar com as ações, acesse o blog ou siga pelas redes sociais.

Por CNBB

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Entenda por que o número de religiosos vem diminuindo no mundo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/entenda-por-que-o-numero-de-religiosos-vem-diminuindo-no-mundo/ Thu, 02 Feb 2017 09:03:22 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44213 Cerca de 2300 religiosos e religiosas abandonam o ministério todos os anos, uma realidade que o Papa Francisco já apelidou de “hemorragia” na Vida Consagrada, informou o Vaticano.

Em entrevista publicada nesta quarta-feira, 1º, no jornal L’Osservatore Romano, o secretário da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, Dom José Rodríguez Carballo, frisou que, apesar de uma parte dos religiosos abandonar os hábitos “para casar”, a primeira causa para o abandono é “a perda da fé”, são as “questões espirituais”.

“Entre 2015 e 2016 tivemos cerca de 2300 abandonos, incluindo 271 decretos de demissão de institutos, 518 dispensas do celibato concedidas pela Congregação para o Clero, de 141 sacerdotes religiosos em diferentes dioceses e 332 dispensas de votos de religiosas contemplativas”, explicou o bispo.

Hoje, 2, a Igreja Católica assinala o Dia Mundial da Vida Consagrada, que tem como ponto alto, no Vaticano, uma Missa do Papa Francisco com os Institutos de Vida Consagrada e das Sociedades de Vida Apostólica.

No dia 28, o Papa recebeu em audiência os membros desses organismos, na sequência de uma assembleia plenária dedicada precisamente ao tema da “fidelidade e dos abandonos”.

Na ocasião, Francisco destacou a importância deste debate e alertou para uma “hemorragia que enfraquece a vida consagrada e a própria vida da Igreja“.

Para Dom José Rodríguez Carballo, quando o Papa fala em hemorragia “quer dizer que se trata de um problema importante, não só pelo número mas também pela idade em que se verificam os abandonos”.

“A maior parte dos abandonos acontecem com religiosos e religiosas com idades entre os 30 e os 50 anos”, adiantou.

O secretário da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada revelou ainda que a maior parte das saídas acontecem entre as religiosas.

De acordo com os dados do último Anuário Pontifício, no ano 2000 o número de religiosas em todo o mundo era de 800 mil, e em 2014 passou para cerca de 683 mil; também em 2014, os religiosos não-sacerdotes eram 54 559.

Para Dom José Rodríguez Carballo, a questão do abandono na Vida Consagrada está muito relacionado com a fragilidade dos compromissos que hoje afeta a sociedade.

“Vivemos num tempo de zapping em que não assumimos compromissos a longo prazo”, aponta o responsável católico, que destacou ainda o traço de facilidades que marca a cultura atual.

“Num mundo onde tudo é fácil não há lugar para o sacrifício, nem para a renúncia, nem para outros valores. Por isso, abraçar uma vocação é ir contra a corrente”, assinalou.

Por Canção Nova, com Agência Ecclesia

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Papa aos membros da Vida Consagrada: fidelidade à vocação https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-aos-membros-da-vida-consagrada-fidelidade-a-vocacao/ Mon, 30 Jan 2017 09:26:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44159 O Santo Padre concluiu suas atividades, na manhã deste sábado (28/01), no Vaticano, recebendo na Sala Clementina, cerca de 100 participantes na Plenária da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica. [Na foto, Francisco com o Cardeal João Braz de Aviz.]

Em seu pronunciamento, o Papa expressou sua satisfação em receber os membros da Congregação que, nestes dias, em sua plenária, refletiram sobre o tema da “fidelidade e dos abandonos”:

“O tema que escolheram é importante. Podemos dizer que, neste momento, a fidelidade é colocada à prova: é o que demonstram as estatísticas que examinaram. Encontramo-nos diante de certa “hemorragia” que enfraquece a vida consagrada e a própria vida da Igreja. Os abandonos na vida consagrada nos preocupam muito. É verdade que alguns a deixam por um gesto de coerência, porque reconhecem, depois de um sério discernimento, que nunca teve vocação; outros, com o passar do tempo, faltam de fidelidade, muitas vezes a apenas alguns anos da sua profissão perpétua”.

Aqui, o Papa perguntou: o que aconteceu? Como vocês destacaram no seu encontro, são muitos os fatores que condicionam a fidelidade nesse tempo de mudança de época em que se torna difícil assumir compromissos sérios e definitivos. Neste sentido, Francisco destacou alguns desses fatores:

“O primeiro fator que não ajuda a manter a fidelidade é o contexto social e cultural em que vivemos. De fato, vivemos imersos na chamada “cultura do fragmento”, do  “provisório”, que pode levar a viver “à la carte” e ser escravo da moda. Esta cultura leva à necessidade de se manter sempre abertas as “portas laterais” para outras possibilidades, alimenta o consumismo e esquece a beleza de uma vida simples e austera, provocando muitas vezes um grande vazio existencial”.

Vivemos em uma sociedade onde as regras econômicas substituem as leis morais, ditam e impõem seus próprios sistemas de referência em detrimento dos valores da vida; uma sociedade onde a ditadura do dinheiro e do lucro defende sua visão de existência. Em tal situação, disse o Pontífice, é preciso primeiro deixar-se evangelizar e, depois, comprometer-se com a evangelização. Assim, apresentou outros fatores ao contexto sócio-cultural:

“Um deles é o mundo da juventude, um mundo complexo, rico e desafiador. Não faltam jovens generosos, solidários e comprometidos em nível religioso e social; jovens que buscam uma vida espiritual, que têm fome de algo diferente do que o mundo oferece. Mas, mesmo entre esses jovens, há muitas vítimas da lógica do mundanismo, como a busca do sucesso a qualquer preço, o dinheiro e o prazer fáceis”.

Essa lógica, advertiu o Papa, atrai muitos jovens, mas nosso compromisso é estar ao lado deles para contagiá-los com a alegria do Evangelho e de pertença a Cristo. Essa cultura deve ser evangelizada. Aqui, indicou um terceiro fator condicionante, que vem da própria vida consagrada, onde, além de uma grande santidade não faltam situações de contra testemunho que tornam difícil a fidelidade:

“Tais situações, entre outras, são: a rotina, o cansaço, o peso de gestão das estruturas, as divisões internas, a sede de poder… Se a vida consagrada quiser manter a sua missão profética e o seu encanto, continuando a ser escola de lealdade para os próximos e os distantes, deverá manter o frescor e a novidade da centralidade de Jesus, a atração pela espiritualidade e da força da missão, mostrar a beleza do seguimento de Cristo e irradiar esperança e alegria”.

Outro aspecto ao qual a vida consagrada deverá prestar especial atenção é a “vida fraterna comunitária”, que deve ser alimentada pela oração comum, a leitura da palavra, a participação ativa nos sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação, o diálogo fraterno, a comunicação sincera entre os seus membros, a correção fraterna, a misericórdia para com o irmão ou a irmã que peca, a partilha das responsabilidades. A seguir, o Santo Padre recordou a importância da vocação:

“A vocação, como a própria fé, é um tesouro que trazemos em vasos de barro, que nunca deve ser roubado ou perder a sua beleza. A vocação é um dom que recebemos do Senhor, que fixou seu olhar sobre nós e nos amou, chamando-nos a segui-lo mediante a vida consagrada, como também uma responsabilidade para quem a recebeu”.  

Falando de lealdade e de abandono, disse ainda Francisco, “devemos dar muita importância ao acompanhamento. A vida consagrada deve investir na preparação de assistentes qualificados para este ministério. E concluiu dizendo que “muitas vocações se perdem por falta de bons líderes. Todas as pessoas consagradas precisam ser acompanhados em nível humano, espiritual e profissional. Aqui entra o discernimento que exige muita sensibilidade espiritual.

Por Rádio Vaticano

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