vaidade - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png vaidade - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa oferece uma receita para quando estivermos em momentos de escuridão https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-oferece-uma-receita-para-quando-estivermos-em-momentos-de-escuridao/ Fri, 09 Jun 2017 14:01:17 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-oferece-uma-receita-para-quando-estivermos-em-momentos-de-escuridao.html Rezar e ser paciente. Esta é a receita que o Papa Francisco ofereceu em sua homilia na Missa na Casa Santa Marta para enfrentar momentos difíceis e de escuridão.

O Pontífice também alertou contra a vaidade, que é uma “beleza maquiada” que não deixa entrar no coração a “alegria que é de Deus”.

Na Missa na capela da Casa Santa Marta, o Santo Padre convidou a agradecer pela “salvação” que nos dá, ao comentar sobre a primeira leitura da liturgia do dia.

Deus leva avante “a história” e “a vida das pessoas, inclusive a nossa”. Tobias e Sara, prosseguiu, viveram de fato “momentos difíceis” e “momentos belos”.

“Todos nós passamos por momentos difíceis, duros, não tão difíceis como este, mas nós sabemos o que se sente num momento difícil, de dor, no momento das dificuldades, nós sabemos”.

Mas Tobias e Sara rezam “e esta é a atitude que nos salva nos momentos difíceis: a oração. A paciência: porque os dois são pacientes com a própria dor. E a esperança que Deus nos ouça e faça passar esses momentos difíceis. Nos momentos de tristeza, pouca ou muita, nos momentos de escuridão: oração, paciência e esperança. Não esqueçam isto”, disse o Papa.

“Após a prova, o Senhor está próximo a eles e os salva. Mas há momentos bonitos, autênticos, como este, não aqueles momentos com beleza maquiada, que é tudo artificial, um fogo-de-artifício, mas não é a beleza da alma”.

“E o que fazem os dois nos momentos bons?”, perguntou-se. “Dão graças a Deus, alargam o seu coração na oração de agradecimento”.

Neste sentido, convidou a discernir que na vida há momentos de “cruz” e é necessário “rezar, ser paciente e ter pelo menos um pouquinho de esperança”: é preciso evitar cair “na vaidade”, porque “o Senhor está sempre ao nosso lado”.

“Peçamos a graça e saber discernir o que acontece nos maus momentos de nossas vidas e como ir avante, e o que acontece nos momentos bons e não se deixar enganar pela vaidade”.

Leitura comentada pelo Papa:

Primeira leitura

Tb 11, 5-17

Naqueles dias, 5Ana estava sentada, observando atentamente o caminho por onde devia chegar seu filho. 6Percebeu que ele se aproximava e disse ao pai: “Teu filho está chegando, e com ele o homem que o acompanhou”. 7Antes que Tobias se aproximasse do pai, Rafael lhe disse: “Estou certo de que seus olhos se abrirão. 8Aplica-lhe nos olhos o fel do peixe. O remédio fará com que as manchas brancas se contraiam e se desprendam de seus olhos. Teu pai vai recuperar a vista e enxergará a luz”. 9Ana correu, atirou-se ao pescoço do filho e disse: “Voltei à ver-te, meu filho, agora posso morrer!” E chorou.

10Tobit levantou-se e, tropeçando, atravessou a porta do pátio. 11Tobias foi ao seu encontro, tendo na mão o fel do peixe. Soprou-lhe nos olhos e, segurando-o, disse: “Confiança, pai!” Derramou o remédio e esfregou-o. 12Depois, com ambas as mãos, tirou-lhe as películas dos cantos dos olhos. 13Então Tobit caiu-lhe ao pescoço, chorando e dizendo: “Eu te vejo, meu filho, luz de meus olhos!” 14E acrescentou: “Bendito seja Deus! Bendito seja o seu grande nome! Benditos sejam todos os seus santos anjos por todos os séculos! 15Porque, se ele me castigou, agora vejo o meu filho Tobias!” A seguir, Tobit entrou com Ana em sua casa, louvando e bendizendo a Deus em alta voz, por tudo o que lhes tinha acontecido. E Tobias contou ao pai como tinha sido boa a viagem deles, por obra do Senhor Deus, como haviam trazido dinheiro e como se tinha casado com Sara, filha de Raguel. Aliás, ela já se aproximava das portas de Nínive. 16Tobit e Ana alegraram-se muito e saíram ao encontro da nora, às portas da cidade. Vendo-o andar a passos largos e com toda a firmeza, sem que ninguém o conduzisse pela mão, os ninivitas se admiraram. 17E diante deles Tobit louvava e bendizia a Deus em alta voz, por ter sido misericordioso para com ele e por lhe ter aberto os olhos. E, aproximando-se de Sara, mulher de seu filho Tobias, abençoou-a e disse: “Bem-vinda sejas, minha filha. E bendito seja o teu Deus, filha, que te trouxe para junto de nós! Abençoado seja o teu pai, abençoado o meu filho Tobias e abençoada sejas tu, minha filha! Entra em tua casa com saúde, a ti bênção e alegria! Entra, minha filha!” E naquele dia foi grande o contentamento entre todos os judeus que se encontravam em Nínive.

Por ACI Digital

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Papa: o amor de Jesus é sem medida, não seguir os “amores” mundanos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-o-amor-de-jesus-e-sem-medida-nao-seguir-os-amores-mundanos/ Thu, 18 May 2017 12:52:55 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-o-amor-de-jesus-e-sem-medida-nao-seguir-os-amores-mundanos.html “O amor de Jesus é sem medida, não como os amores mundanos, que buscam poder e vaidade”, afirmou o Papa Francisco na Missa matutina desta quinta-feira, 18, na Casa Santa Marta.

“Assim como o Pai me amou, também eu vos amei”: o Pontífice desenvolveu sua homilia partindo da afirmação de Jesus, que destaca como o seu amor seja infinito. O Senhor, observou ainda, nos pede que permaneçamos no Seu amor “porque é o amor do Pai” e nos convida a observar os Seus mandamentos. Para Francisco, “certamente os Dez Mandamentos são a base, o fundamento, mas é preciso seguir todas as coisas que Jesus nos ensinou, os mandamentos da vida cotidiana”, que representam “um modo de viver cristão”.

Uma coisa é querer bem, outra é amar

A lista dos mandamentos de Jesus é muito ampla, afirmou Francisco, mas “o cerne é um: o amor do Pai por Ele o amor Dele por nós”:

“Existem outros amores. Também o mundo nos propõe outros amores: o amor ao dinheiro, por exemplo, o amor à vaidade, exibir-se, o amor ao orgulho, o amor ao poder, inclusive cometendo muitas injustiças para ter mais poder… São outros amores, este não é de Jesus e não é do Pai. Ele nos pede para permanecer no seu amor, que é o amor do Pai. Pensemos também nesses outros amores que nos afastam do amor de Jesus. E também, existem outras medidas para amar: amar pela metade, isso não é amar. Uma coisa é querer bem, outra é amar.”

O amor de Deus é sem medida

“Amar – destacou – é mais do que querer bem”. Qual é, portanto, “a medida do amor”, se pergunta Francisco: “A medida do amor é amar sem medida”:

“E assim, realizando esses mandamentos que Jesus nos deixou, permaneceremos no Seu amor, que é o amor do Pai, é o mesmo. Sem medida. Sem este amor morno ou interesseiro. ‘Mas porque, Senhor, nos lembra dessas coisas?’, podemos perguntar. ‘Para que a minha alegria esteja em vocês e esta alegria seja plena’. Se o amor do Pai vai até Jesus, Jesus nos ensina o caminho do amor: o coração aberto, amar sem medida, deixando de lado outros amores”.

A missão do cristão é obedecer a Deus e doar alegria às pessoas

“O grande amor por Ele – acrescentou o Papa – é permanecer neste amo e se há alegria”; “o amor e a alegria são um dom”. Dons que devemos pedir ao Senhor:

“Pouco tempo atrás, um sacerdote foi nomeado bispo. Foi visitar seu pai, já idoso, para dar-lhe a notícia. Este homem idoso, aposentado, homem humilde, um operário durante toda a vida, não tinha frequentado a universidade, mas tinha a sabedoria da vida. Deu somente dois conselhos para o filho: ‘Obedeça e dê alegria às pessoas’. Este homem tinha entendido isso: obedeça ao amor do Pai, sem outros amores, obedeça a este dom e, depois, dê alegria às pessoas. E nós, cristãos, leigos, sacerdotes, consagrados, bispos, devemos dar alegria às pessoas. Mas por que? Por isso, pelo caminho do amor, sem qualquer interesse, somente pelo caminho do amor. A nossa missão cristã é dar alegria às pessoas.”

O Papa concluiu: “Que o Senhor proteja, como pedimos nas orações, este dom de permanecer no amor de Jesus para poder dar alegria às pessoas”.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Papa Francisco: Quaresma é forte chamado à conversão e abertura aos demais https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-quaresma-e-forte-chamado-a-conversao-e-abertura-aos-demais/ Tue, 07 Feb 2017 12:51:17 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-francisco-quaresma-e-forte-chamado-a-conversao-e-abertura-aos-demais.html A Quaresma é uma época propícia para a conversão, para se renovar por meio dos sacramentos, para reconhecer-se pecador, buscar o perdão de Deus e começar de novo o caminho para a Páscoa, “a vitória de Cristo sobre a morte”.

É o que assinala o Papa Francisco em sua mensagem por ocasião da Quaresma de 2017, que, com o título “A Palavra é um dom. O outro é um dom”, foi divulgada nesta terça-feira.

Francisco explica que, mediante o jejum, a oração e a esmola, a Quaresma é o tempo mais adequado “para intensificarmos a vida espiritual”.

Na mensagem, o Pontífice afirma que “a Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte”.

“E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus ‘de todo o coração’, não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor”, afirma o Santo Padre.

A mensagem do Papa se articula em torno da parábola do homem rico e o pobre Lázaro. A partir dessa parábola, o Pontífice estabelece três pontos temáticos: “O outro é um dom”; “O pecado cega-nos”; e “A Palavra é um dom”.

1. O outro é um dom

O Papa Francisco indica que, nesta parábola, “Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer, com gratidão, o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja ela o nosso vizinho ou o pobre desconhecido”.

Neste sentido, convida a “abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que se cruza conosco é um dom e merece aceitação, respeito, amor”.

2. O pecado cega-nos

Em sua reflexão a partir desta parábola, o Papa chama a atenção sobre como “a riqueza deste homem é excessiva, inclusive porque exibida habitualmente”.

Nessa atitude do rico se entrevê, “dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba”.

O Santo Padre insiste mais uma vez sobre os perigos do material: “o dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico”.

“Em vez de instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço ao amor e dificulta a paz”, adverte.

Quanto à vaidade, em sua mensagem afirma que “a ganância do rico fá-lo vaidoso”. “A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efêmera da existência”.

Em seguida, está a soberba, “o degrau mais baixo desta deterioração moral”. “O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição dum deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não caiem sob a alçada do seu olhar”.

3. A Palavra é um dom

O verdadeiro problema do rico, a raiz de seus males, “é não dar ouvidos à Palavra de Deus”, indica o Santo Padre. “Isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e orientar de novo a pessoa para Deus”.

O Pontífice alertou: “Fechar o coração ao dom de Deus que fala, tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão”.

Abrir o coração

A Sala de imprensa da Santa Sé apresentou a mensagem do Papa em uma coletiva de imprensa da qual participaram o Cardeal Peter Turkson, prefeito do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, e Chiara Amirante, fundadora da Comunidade Novos Horizontes, uma organização internacional que tem o objetivo de levar alegria a quem perdeu a esperança mediante ações solidárias com pessoas que se encontram em grave dificuldade.

O Cardeal Turkson sublinhou que “a chave da mensagem é como a pessoa se relaciona com o outro”. Explicou que Jesus condena o rico não por ser rico, “mas por ter o coração fechado ao outro”.

Recordou que a atitude de um cristão não deve ser fechar-se em si mesmo, mas “ser uma pessoa que se abre ao outro”.

Em sua intervenção, Chiara Amirante destacou a necessidade, apontada pelo Papa Francisco, de “abrir o coração” aos demais. Insistiu também no dom de Deus presente em sua Palavra, “um dom que leva a mudar a vida, a se converter”.

Esse dom se concretiza no “privilégio de encontro o pobre”. Amirante explicou que “há muitas novas formas de pobreza” e, em concreto, assinalou a situação em que muitos jovens e menores vivem, “vítimas do abuso das drogas, do abuso do álcool, do abuso da sexualidade…, jovens que são vítimas de violência, jovens que sofrem depressão”.

Diante disso, fez um chamado a desenvolver “a civilização do amor, baseada na força da caridade, da solidariedade, da fraternidade”.

Em sua análise da mensagem pontifícia, destacou três conceitos que, segundo assegurou, “me parece que afetam o homem de hoje: o apego ao dinheiro, a vaidade e a soberba”.

“O veneno do consumismo, que entrou no âmbito das relações entre pessoas, nos leva a problemas como o hedonismo, o relativismo ou o narcisismo, que nos impedem de nos relacionarmos com os demais”, ressaltou.

Por ACI Digital

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