Unicef - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Unicef - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Unicef divulga pesquisa sobre crianças e o ambiente digital https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/unicef-divulga-pesquisa-sobre-criancas-e-o-ambiente-digital/ Wed, 13 Dec 2017 10:19:07 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50013 O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) publicou na segunda-feira, 11, um relatório intitulado “Situação Mundial da Infância 2017: Crianças e adolescentes em um mundo digital”, no qual examina a presença on-line de crianças e adolescentes. Segundo os dados apontados pela pesquisa, um em cada três usuários na internet em todo o mundo tem menos de 18 anos de idade.

A pesquisa mostrou ainda que a tecnologia digital apresenta perigos e oportunidades. “Para o bem e para o mal, a tecnologia digital é agora um fato irreversível em nossa vida”, disse o diretor executivo do UNICEF, Anthony Lake. “Em um mundo digital, nosso duplo desafio é como mitigar os danos maximizando os benefícios da internet para cada criança e cada adolescente”, reiterou.

A internet também é um terreno fértil para o desenvolvimento socioeconômico. Atualmente, porém, 346 milhões de crianças e adolescentes, entre 15 e 24 anos, não estão on-line. São crianças que crescem na pobreza e estão cada vez menos aptas a participar de uma economia cada vez mais digital.

Privacidade ameaçada

O relatório também mostrou que diversas crianças estão expostas a ataques virtuais, incluindo o uso indevido de suas informações privadas, o acesso a conteúdos prejudiciais e o cyberbullying. A onipresença de dispositivos móveis, segundo o estudo, fez o acesso online ser menos supervisionado para muitos meninos e meninas ― e potencialmente mais perigoso. Cerca de 92% dos ataques contra crianças envolvendo abusos sexuais no mundo todo têm origem em cinco países, segundo a Internet Watch Foundation: Holanda, Estados Unidos, Canadá, França e a Rússia.

Ainda que as respostas a esses crimes possam variar de cultura para cultura, um ponto em comum é que os menores, com frequência, relatam os casos de ameaças on-line primeiro aos seus amigos. Isto acaba dificultando que os pais protejam seus filhos.

Na pesquisa duas perguntas foram feitas a elas: o que você gosta e o que você não gosta na rede mundial de computadores. Cerca de 23% das crianças responderam que violência era o aspecto que menos gostavam. As meninas, por sua vez, foram as mais sensíveis contra a violência e 27% delas disseram que já se sentiram ameaçadas contra 20% dos meninos. Mas ambos os sexos foram igualmente atingidos por conteúdo pornográfico indesejado, sendo 32% às meninas e 33% aos meninos.

A pesquisa, disponível apenas em inglês, pode ser lida aqui.

Por Canção Nova, com Unicef

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Dia 20 de outubro: dedicado à conscientização para evitar prática do “bullying” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dia-20-de-outubro-dedicado-a-conscientizacao-para-evitar-pratica-do-bullying/ Fri, 20 Oct 2017 12:13:33 +0000 http://teste.toqueto.com/dia-20-de-outubro-dedicado-a-conscientizacao-para-evitar-pratica-do-bullying.html O dia 20 de outubro é dedicado, em todo mundo, ao tema do “bullyng”, expressão em inglês para caracterizar práticas de agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas, especialmente no ambiente escolar.

A data é um alerta internacional para o problema do bullying com que muitos jovens vivem. Segundo a UNICEF, braço das Organizações das Nações Unidas para a Infância e Adolescência (ONU), uma em cada três crianças do mundo, entre os 13 e os 15 anos, é vítima de bullying na escola regularmente.

O termo bullying tem origem na palavra inglesa “bully”, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maus tratos.

A educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz da Editora Verus, Cléo Fante, alerta que a prática “é uma das formas de violência que mais cresce no mundo”. Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),  em 2010, apontou Brasília como a capital do bulliyng. Segundo o estudo, 35,6% dos estudantes entrevistados disseram ser vítimas constantes da agressão. Belo Horizonte, em segundo lugar com 35,3%, e Curitiba, em terceiro lugar com 35,2 %, foram, junto com Brasília, as capitais com maior frequência de estudantes que declararam ter sofrido bulliyng alguma vez.

Aproximadamente um em cada dez estudantes brasileiros é vítima frequente de bullying nas escolas. São adolescentes que sofrem agressões físicas ou psicológicas, que são alvo de piadas e boatos maldosos, excluídos propositalmente pelos colegas, que não são chamados para festas ou reuniões. O dado faz parte do terceiro volume do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2015, dedicado ao bem-estar dos estudantes.

Jesus Cristo: modelo a seguir

Segundo o arcebispo coadjutor de Montes Claros (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a Educação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom João Justino de Medeiros Silva, o agir de Jesus Cristo é modelar, em primeiro lugar, para as Igrejas cristãs. Não se justifica, defende o relgioso, qualquer prática de bullying, em qualquer espaço de relações, e muito menos nas Igrejas que devem comunicar por atitudes o Evangelho que anunciam. “Quanto mais os membros da Igreja beberem na fonte do Evangelho e se deixarem moldar pelos valores cristãos, menos bullying haverá”.

Querer ser mais popular, sentir-se poderoso e obter uma boa imagem de si mesmo. Isso tudo leva o autor do bullying a atingir o colega com repetidas humilhações ou depreciações. É uma pessoa que não aprendeu a transformar sua raiva em diálogo e para quem o sofrimento do outro não é motivo para ele deixar de agir. Pelo contrário, sente-se satisfeito com a opressão do agredido, supondo ou antecipando quão dolorosa será aquela crueldade vivida pela vítima.

A Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia) sugere as seguintes atitudes para um ambiente saudável na escola:- Conversar com os alunos e escutar atentamente reclamações ou sugestões;- Estimular os estudantes a informar os casos;- Reconhecer e valorizar as atitudes da garotada no combate ao problema;- Criar com os estudantes regras de disciplina para a classe em coerência com o regimento escolar;- Estimular lideranças positivas entre os alunos, prevenindo futuros casos;- Interferir diretamente nos grupos, o quanto antes, para quebrar a dinâmica do bullying.Todo ambiente escolar pode apresentar esse problema.

Nas comunidades e paróquias a primeira atitude, segundo o dom João Justino, é a prevenção. “Quando se identificar uma prática de bullying na Igreja será preciso buscar os caminhos fraternos de correção e de acompanhamento da situação para que cesse a prática. É fundamental a sensibilidade dos responsáveis e a urgência no modo de atuação para evitar que alastre entre outros a danosa prática que desrespeita o outro em sua identidade e traços”, disse.

Consciencializar a população mundial para esta forma de violência, apoiar e incentivar as vítimas a denunciarem estas graves situações e encontrar formas de as prevenir, são os desafios colocados por esta data, visto que a luta contra o bullying não é uma tarefa de um dia, nem de um grupo de pessoas, mas sim de todos os dias do ano e de todas as pessoas. Nesta data são promovidas campanhas de prevenção e combate ao bullying, sobretudo nas escolas, e são revelados relatórios de estudo sobre este problema social.

Por CNBB

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Água (direito humano) para o crescimento sustentável https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/agua-direito-humano-para-o-crescimento-sustentavel/ Wed, 30 Aug 2017 08:01:39 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48192 Às vésperas do Dia Mundial de oração pelo Cuidado com a Criação, cerca de 3.00 pessoas de mais de 230 países estão na capital sueca, Estocolmo, reunidas em torno do tema ‘Água para o Crescimento Sustentável’,  na 26ª Semana Mundial da Água. O evento é o maior encontro anual para questões relacionadas à água e ao desenvolvimento.

Participam representantes de governos, setor privado, organizações multilaterais, sociedade civil e academia buscam soluções para problemas globais relacionados à água.

Em fevereiro deste ano, o Papa Francisco participou no Vaticano do encontro’Direito Humano à Água’ promovido pela Pontifícia Academia das Ciências. Especialistas do mundo inteiro debateram o tema inspirado, inclusive, em passagens da Encíclica Laudato si.

No seu discurso, o Papa Francisco saudou a iniciativa de debater a problemática do direito humano à água e a exigência de políticas públicas no setor, para dar uma resposta à essa necessidade que vive o homem de hoje.

Na ocasião, o Papa mencionou o Livro do Gênesis para tratar a questão de maneira fundamental e urgente: “A água está no princípio de todas as coisas”, fonte de vida e de fecundidade.

Francisco citou dados “graves” das Nações Unidas que não podem nos deixar indiferentes: “mil crianças morrem todos os dias por causa de doenças ligadas à água e milhões de pessoas consomem água contaminada”. “Ainda não é tarde demais”, disse o Papa, “mas é urgente estarmos cientes da necessidade da água e do seu valor essencial para o bem da humanidade”. O Pontífice também abordou o tema do respeito à água como “condição para o exercício dos outros direitos humanos”.

Um relatório conjunto da Organização Mundial da Saúde, OMS, e do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, mostra que 2,1 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso seguro à água. O número de pessoas sem acesso ao esgotamento sanitário seguro é de 4,5 bilhões.

A ONU News conversou com relator das Nações Unidas para o direito humano à água e ao saneamento, Leo Heller, sobre os dados do documento.

Leo Heller fala sobre a situação em países de língua portuguesa. Segundo o relatório, 62% da população de Portugal tem acesso seguro ao esgotamento sanitário; no Brasil a proporção é de 39%.

O relator da ONU falou ainda sobre dados em Moçambique onde houve um progresso na questão da defecação a céu aberto: 36% da população em 2015 em comparação a 57% em 2000.

Ouça a reportagem completa aqui.

Por Rádio Vaticano

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Relatório da ONU revela que 2,1 bilhões não têm água potável em casa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/relatorio-da-onu-revela-que-21-bilhoes-nao-tem-agua-potavel-em-casa/ Thu, 13 Jul 2017 09:01:38 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47412 Um relatório das Nações Unidas indica que o número de pessoas sem acesso à água potável em casa é de 2,1 bilhões em todo o mundo.

O documento foi divulgado, nesta quarta-feira, 12, pela Organização Mundial da Saúde, OMS, e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef. Esta é a primeira vez que as agências fazem um levantamento global sobre água, saneamento básico e higiene.

Áreas rurais

O número de pessoas sem acesso a saneamento básico, gerenciado de forma segura, é de 4,5 bilhões. Já a quantidade de moradores do planeta com algum saneamento básico é de 2,3 bilhões.

A maioria dessas pessoas vive em áreas rurais.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que água potável encanada, saneamento e higiene não deveriam ser privilégios apenas daqueles que vivem em centros urbanos e em áreas ricas. Para o chefe da agência, os governos são responsáveis por assegurar que todos tenham acesso a esses serviços.

Desde 2000, quando foi lançada a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, bilhões de pessoas ganharam acesso à água potável e saneamento, mas esses serviços não garantem necessariamente o saneamento seguro, aquele que é ligado a uma rede de esgoto tratado, e à água potável.

Crianças

Esse quadro gera doenças que podem ser mortais para crianças com menos de cinco anos de idade.

Todos os anos, mais de 360 mil menores morrem de diarreia, uma doença evitável. Já o saneamento mal feito causa cólera, disenteria, hepatite A e febre tifoide entre outros problemas.

O diretor-executivo do Unicef, Anthony Lake, disse que ao melhorar esses serviços para todos, o mundo dará às crianças a chance de um futuro melhor.

Em 90 países, o avanço na área de saneamento básico é muito lento, o que leva a crer que a cobertura universal não será alcançada até 2030, quando encerra o prazo para a Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável.

Lares

Dos 4,5 bilhões de pessoas sem acesso a esgoto tratado, 600 milhões de pessoas têm que compartilhar um toalete ou uma latrina com outros lares. Já o número de pessoas que defecam a céu aberto é de 892 milhões.

E devido ao aumento da população, essa situação tem crescido na África Subsaariana e na Oceania.

O relatório indica ainda que me países que passam por conflitos, as crianças têm quatro vezes menos chance de usar serviços de abastecimento de água, e duas vezes menos o saneamento básico que crianças em outros países.

Os serviços de água potável, saneamento básico e higiene são essenciais para que o mundo alcance o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 3 sobre assegurar vidas saudáveis e a promoção do bem-estar em todos as faixas etárias.

Rádio ONU

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Cepal e Unicef pedem proteção à infância na América Latina https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cepal-e-unicef-pedem-protecao-a-infancia-na-america-latina/ Tue, 23 May 2017 13:34:24 +0000 http://teste.toqueto.com/cepal-e-unicef-pedem-protecao-a-infancia-na-america-latina.html A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) fizeram nesta segunda-feira, 22, um chamado a reforçar os sistemas de proteção social da infância nos países da América Latina devido à sua vulnerabilidade perante os desastres naturais. As informações são da agência EFE.

“Os meninos e as meninas da América Latina e o Caribe, particularmente os que vivem em contextos de pobreza, são altamente vulneráveis aos desastres e experimentam os seus efeitos de forma desproporcionada e crescente”, disseram a Cepal e o Unicef em uma nota conjunta.

Desastres na América Latina e no Caribe

“A frequência de desastres na América Latina e no Caribe aumentou 3,6 vezes em meio século. Na década de 1960 houve, em média, 19 desastres por ano e na primeira década do século XXI essa média aumentou para 68 fenômenos anuais”, disseram os dois órgãos das Nações Unidas. A maior parte dos desastres na região está relacionada a fenômenos meteorológicos e hidrológicos, como furacões, tempestades, inundações e secas.

A catástrofe com maior número de mortos na região, no entanto, foi o terremoto do Haiti, em 2010, que deixou mais de 222 mil mortos, destaca a publicação. Garantir níveis básicos de investimento e acesso a serviços como saúde, educação e moradia, entre outros, fortalece a prevenção e a capacidade de resposta e reduz a vulnerabilidade aos desastres, diz o documento.

A proteção social

“A proteção social constitui uma política pública fundamental para fazer frente aos desastres antes, durante e após sua ocorrência”, destacaram a Cepal e Unicef. Para os organismos é crucial aumentar a coordenação entre instituições para atender os pontos vulneráveis das crianças e adolescentes perante os desastres, bem como promover a inclusão das experiências dos menores na elaboração de políticas sobre o tema.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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