tuíte - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png tuíte - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa no Twitter: abolir as armas nucleares que são “instrumentos de morte” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-no-twitter-abolir-as-armas-nucleares-que-sao-instrumentos-de-morte/ Tue, 26 Sep 2017 14:19:17 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-no-twitter-abolir-as-armas-nucleares-que-sao-instrumentos-de-morte.html O Papa tuitou nesta terça-feira (26) uma mensagem que diz: “Comprometamo-nos por um mundo sem armas nucleares, aplicando o Tratado de não-proliferação para abolir estes instrumentos de morte”. A exortação de Francisco recai sobre as recentes ameaças oriundas das crises da Coreia do Norte e do Irã, e também com o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares.

O professor italiano de Estudos Estratégicos da Universidade de Trieste, Arduino Paniccia, confirmou que a ameaça nuclear é o maior risco que a comunidade internacional está correndo. As trocas de ameaças entre os dois países, alimentadas pelos presidentes Donald Trump e Kim Jong-um, têm deixado o mundo em alerta.

Na semana passada, na Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente dos EUA declarou que o país estaria pronto para destruir a Coreia do Norte se fosse necessário. Na segunda-feira (25), o presidente Kim Jong-um respondeu, ameaçando derrubar aviões de tropas americanas, independente do local.

Além da Santa Sé, o combate às armas nucleares é tema prioritário da agenda global da ONU, desde 1946. O Tratado pela Proibição dos “instrumentos de morte”, salientado pelo Papa em mensagem pelo Twitter, foi firmado em 7 de julho e o Brasil se tornou signatário na quarta-feira passada, em 20 de setembro, junto a mais de 120 países. Mesmo assim, segundo a própria organização internacional, ainda restam cerca de 15 mil armas nucleares no mundo.

Por Rádio Vaticano

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Papa tuíta sobre a misericórdia: nela há sempre uma plenitude, diz Dom Zuppi https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-tuita-sobre-a-misericordia-nela-ha-sempre-uma-plenitude-diz-dom-zuppi/ Thu, 17 Aug 2017 12:09:51 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-tuita-sobre-a-misericordia-nela-ha-sempre-uma-plenitude-diz-dom-zuppi.html “Que nada vos impeça de viver e crescer na amizade do Pai Celeste e de testemunhar a todos a sua infinita bondade e misericórdia”.

Este é o tweet do Papa Francisco publicado esta quinta-feira em sua conta @Pontifex_, seguida por mais de 35 milhões de followers.

Assim, durante o período de verão europeu, o Pontífice volta a recordar a centralidade da misericórdia na vida do cristão. Sobre esta exortação de Francisco, a Rádio Vaticano conversou com o Arcebispo de Bolonha, Dom Matteo Zuppi:

“A misericórdia chama outra misericórdia, multiplica a misericórdia. Às vezes pensamos na misericórdia como em um preço a ser pago, nos equivocamos! A misericórdia é um amor a ser dado, o amor chama amor, multiplica amor, abre sucessivamente outros interesses, dá maior profundidade àqueles que a viveram. Me parece também muito importante a primeira parte: a amizade com Deus. De fato, nada nos impede isto; não há nada, a desilusão, o ceticismo, que nos impeça de viver a amizade com Deus. Se vivemos a amizade com Deus, entendemos a misericórdia e esta não se torna um sacrifício, mas exatamente o seu contrário: uma alegria”.

RV: Esta insistência do Papa em relação à misericórdia sublinha aquilo que é o coração do Evangelho, a mensagem trazida por Jesus: o perdão, o amor e a misericórdia de Deus…

“Exatamente, mas sempre num sentido positivo, não negativo. Olhar com misericórdia nos faz descobrir os outros, não é preço que se paga pelo qual depois de diz: “Agora está tudo certo”. Algumas vezes se costuma dizer: “Mas eu já fiz o bastante!”. Na realidade, quando se quer, nos damos conta do quanto temos o desejo de fazer ainda mais e se fica contente por aquilo que foi feito, obviamente, porque na misericórdia há sempre uma plenitude, uma saciedade, mas ao mesmo tempo existem também o desejo de que isto cresça, aumente e permaneça”.

Por Rádio Vaticano

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Papa: superar todas as formas de racismo e de intolerância https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-superar-todas-as-formas-de-racismo-e-de-intolerancia/ Tue, 18 Jul 2017 12:51:50 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-superar-todas-as-formas-de-racismo-e-de-intolerancia.html “É preciso superar todas as formas de racismo, de intolerância e de instrumentalização da pessoa humana.” Com um tuíte, o Papa Francisco recorda a celebração neste 18 de julho do Dia Internacional Nelson Mandela.

Se estivesse vivo, hoje Madiba – como era conhecido – completaria 99 anos. Considerado uma das personalidades mais ilustres do século XX, Mandela morreu em 5 de dezembro de 2013, aos 95 anos. Naquela ocasião, o Papa Francisco enalteceu o firme compromisso demonstrado por Mandela para “promover a dignidade humana de todos os cidadãos do país e forjar uma nova África do Sul construída sobre os pilares da não violência, da reconciliação e da verdade.

“Rezo para que o exemplo do ex-presidente inspire gerações de sul-africanos, para que coloquem a justiça e o bem comum à frente de suas aspirações políticas”, disse o Papa Francisco em telegrama.

S. João Paulo II 

Ao longo de sua vida, Nelson Mandela encontrou um único Pontífice: João Paulo II. A primeira vez foi em junho de 1990, pouco depois que deixou a prisão, onde transcorreu 27 anos de sua vida.

Em setembro de 1995, o Papa polonês visitou a África do Sul, sendo acolhido justamente por Nelson Mandela. Eis as palavras de João Paulo II na cerimônia de boas-vindas, em 16 de setembro: hoje a minha viagem me traz à África do Sul, à nova África do Sul, uma nação que se colocou firmemente no caminho da reconciliação e da harmonia entre todos os seus habitantes. No início da minha visita, desejo homenagear o Senhor, Presidente, que, depois de ter sido uma “testemunha” silenciosa e partícipe do anseio do seu povo à verdadeira libertação, agora assumiu a responsabilidade de inspirar e de desafiar cada um a ter êxito na tarefa de reconciliação e de reconstrução nacional.

Apartheid

Mais uma menção a Mandela foi feita ao regressar desta viagem, no Angelus de 24 de setembro de 1995 no Vaticano: “Infelizmente, mais uma vez pude tocar com as mãos os problemas deste Continente. A África carrega os sinais da sua longa história de humilhações. Muito se olhou para este Continente somente em nome de interesses egoístas. Hoje, a África pede para ser estimada e amada por aquilo que é. Não pede compaixão, pede solidariedade. Esta mensagem colhi em todos os lugares e, em especial, no encontro com Nelson Mandela, o homem que guiou a superação do apartheid, interpretando o desejo do seu povo, e de toda a África, de renascer na pacificação e na colaboração entre todos os seus filhos”.

Bento XVI

Bento XVI falou de Mandela ao se dirigir ao novo embaixador da África do Sul junto à Santa Sé, em 29 de maio de 2009.

“Ninguém pode duvidar que muitos méritos pelos progressos realizados devem ser atribuídos à extraordinária maturidade política e às qualidades humanas do ex-presidente Nelson Mandela. Ele foi promotor de perdão e de reconciliação e goza de grande respeito no seu país e junto à comunidade internacional.”

Maior nome da política sul-africana, Nobel da Paz, Nelson Mandela deixou um legado não só de convivência, mas também de luta e resistência. Primeiro presidente negro eleito da África do Sul, entre 1994 e 1999, cumpriu um só mandato – feito raro na política mundial.

Por Rádio Vaticano

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Domingo do Mar: a solidariedade do Papa aos marítimos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/domingo-do-mar-a-solidariedade-do-papa-aos-maritimos/ Mon, 10 Jul 2017 10:36:17 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47314 “Confio os marítimos, os pescadores e todos aqueles que estão em dificuldades e longe de casa à materna proteção de Maria, Estrela do Mar”, com este tuíte o Papa Francisco recordou a celebração neste 9 de julho do “Domingo do Mar”, em homenagem aos mais de um milhão e meio de marítimos espalhados por todo o mundo.

Para esta ocasião, o Prefeito do Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral, Card. Peter Turkson, enviou uma mensagem a todos os capelães, voluntários e parceiros do Apostolado do Mar, em que recorda a importância dos marítimos na nossa vida cotidiana.

“Somos continuamente circundados por objetivos e produtos que, num determinado momento de sua comercialização, foram transportados por via marítima”, escreve o Cardeal. Graças ao duro trabalho e ao sacrifício dos marítimos, “a nossa vida é mais confortável, pois transportam de um país a outro cerca de 90% de todo tipo de mercadoria”.

Distância familiar

Não obstante essa contribuição essencial para a economia mundial, muitos são os desafios vividos pelos marítimos, sendo o primeiro deles a distância da própria família. Já a utilização das redes sociais a bordo, se de um lado os conecta aos familiares em terra, por outro os isola do convívio fraterno na embarcação.

Suicídio

A nossa função, escreve o Cardeal Turkson, especialmente durante as visitas a bordo é tentar criar uma “conexão humana” e reforçar a “comunicação humana” entre os membros da equipagem, para evitar solidão, isolamento e depressão – todos fatores que podem levar ao suicídio. O Prefeito do Dicastério cita um recente estudo publicado na Grã-Bretanha, em que o suicídio resulta ser a principal causa de morte entre os marítimos.

Violação dos Direitos Humanos

Outra questão contida na mensagem é a segurança dos portos, que às vezes impede o acesso ao navio por parte de visitantes. “Embora compreendendo de um lado a necessidade de tornar os portos ‘um local seguro’ para as pessoas e as mercadorias, de outro devemos garantir que ninguém seja vítima de discriminação ou que não possa desembarcar por motivo de nacionalidade, raça ou religião.”

A mensagem denuncia ainda a persistente violação dos acordos internacionais, e a consequente baixa retribuição, exploração e abusos no local de trabalho. Outro risco é a pirataria e os ataques armados.

Congresso Mundial

Por fim, o Cardeal ganês recorda a realização do XXIV Congresso Mundial, que se realizará Kaohsiung – Taiwan, no próximo mês de outubro. O tema será concentrado na pesca e nos pescadores – “uma das profissões mais perigosas do mundo”, assim a define o Cardeal Turkson . Ele cita casos de tráfico de seres humanos e trabalho forçado, que serão analisados no Congresso, assim como uma tentativa de reforçar o trabalho do Apostolado do Mar.

“Peçamos a Maria, Stella Maris, que ampare o nosso serviço e nossa dedicação aos marítimos, aos pescasores e a suas famílias, e que proteja todo o povo do mar para que alcance o ‘porto seguro’ do céu”, assim se conclui a Mensagem.

Por Rádio Vaticano

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Papa no Twitter: como Jesus, cuidemos uns dos outros e dos doentes https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-no-twitter-como-jesus-cuidemos-uns-dos-outros-e-dos-doentes/ Wed, 01 Feb 2017 08:07:57 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44190 No tuíte publicado nesta terça-feira (31) na conta @Pontifex e compartilhado em nove línguas, o Papa Francisco escreve: “Imitemos a atitude de Jesus para com os doentes. Ele cuida de todos, compartilha seus sofrimentos e abre o coração à esperança”.

Mensagem do Papa para o Dia Mundial do Enfermo

Na próxima semana, em 11 de fevereiro, a Igreja recorda Nossa Senhora de Lourdes e celebra o XXV Dia Mundial do Enfermo. Em ocasião da data, o Papa Francisco dedicou uma mensagem em que expressa a sua proximidade, feita de oração e encorajamento, a quem vive a experiência do sofrimento junto à sua família e a quem se compromete a amenizar e curar as doenças: “todos aqueles que,  nos diversos papéis e em todas as estruturas sanitárias espalhadas pelo mundo trabalham com competência, responsabilidade e dedicação” para o conforto e o bem-estar dos doentes.

O Vaticano publicou a mensagem em dezembro que traz como tema: “Admiração pelo que Deus faz: ‘o Todo-Poderoso fez em mim maravilhas” (Lc 1, 49). No texto, Francisco, junto aos doentes, profissionais da saúde e voluntários, encoraja a elevar “juntos, a nossa oração a Maria, para que a sua materna intercessão sustente e acompanhe a nossa fé e nos obtenha de Cristo, seu Filho, a esperança no caminho da cura e da saúde, o sentido da fraternidade e da responsabilidade, o compromisso pelo desenvolvimento humano integral e a alegria da gratidão sempre que Ele nos maravilha com a sua fidelidade e a sua misericórdia”.

Difundir a cultura da vida

Perante os desafios atuais em âmbito sanitário e tecnológico, o Papa reitera a inalienável dignidade de cada doente que tenha sempre uma missão na vida e nunca se transforme em mero objeto, mesmo se portador de deficiências graves. O Pontífice convida ainda a “encontrar novo impulso a fim de contribuir para a difusão de uma cultura respeitadora da vida, da saúde e do meio ambiente; encontrar um renovado impulso a fim de lutar pelo respeito da integridade e dignidade das pessoas, inclusive mediante uma abordagem correta das questões bioéticas, a tutela dos mais fracos e o cuidado pelo meio ambiente”.

Por Rádio Vaticano

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