trabalho - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png trabalho - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa Francisco e o livro-entrevista "Deus é jovem" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-e-o-livro-entrevista-deus-e-jovem/ Tue, 20 Mar 2018 09:32:14 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51324 O livro-entrevista tem lançamento hoje (20/3) em vista da Jornada Mundial da Juventude, que será celebrada no próximo Domingo de Ramos, no Vaticano e nas dioceses dos cinco continentes. Mais de 20 países lançam simultaneamente o segundo livro do Papa Francisco. Após ‘O nome de Deus é misericórdia’ (2016), que ultrapassou a cifra de 200.000 exemplares vendidos só no Brasil, a Editora Planeta traduziu com exclusividade a edição em português para o Brasil e a confiou ao Pe. João Carlos Almeida, scj (Padre Joãozinho).

Os jovens são profetas com asas

O jovem tem algo de profeta, e deve perceber isso. Deve estar ciente de ter as asas de um profeta, a atitude de um profeta, a capacidade de profetizar, de dizer mas também de fazer. Um profeta do hoje tem a capacidade, sim, de condenação, mas também de perspectiva. Os jovens têm essas duas qualidades. Eles sabem condenar, mas muitas vezes eles não expressam bem a sua condenação. E eles também têm a capacidade de examinar o futuro e olhar para frente.

Os jovens de hoje estão crescendo em uma sociedade desenraizada

Para entender um jovem hoje você tem que entendê-lo em movimento, não pode ficar parado e pretender estar no seu comprimento de onda. Se queremos dialogar com um jovem, devemos ser “móveis”, e então será ele a diminuir a velocidade para nos ouvir, será ele a decidir fazê-lo. E quando diminuirá a velocidade, começará outro movimento: um movimento no qual o jovem começará a seguir o passo mais lentamente para ser ouvido, e os idosos acelerarão para encontrar o ponto de encontro. Ambos se esforçarão: os jovens a caminharem mais lentamente e os idosos a irem mais rápidos. Isso poderia marcar o progresso. (…) Os adultos muitas vezes desenraízam os jovens, erradicam suas raízes e, em vez de ajudá-los a serem profetas pelo bem da sociedade, os tornam órfãos e descartados. Os jovens de hoje estão crescendo em uma sociedade desarraigada.

Pedir perdão aos nossos jovens

Devemos pedir perdão aos nossos jovens porque nem sempre os levamos a sério. Nós nem sempre os ajudamos a ver a estrada e a construir os meios que podem permitir a eles de não serem descartados. Muitas vezes, não sabemos como fazê-los sonhar e não somos capazes de entusiasmá-los. É normal procurar dinheiro para construir uma família, um futuro, e para sair do papel de subordinação aos adultos que os jovens hoje têm por muito tempo. O que importa é evitar experimentar a ânsia da acumulação.

É o trabalho, a comida da alma e não dinheiro

O trabalho deveria ser para todos. Todo ser humano deve ter a possibilidade concreta de trabalhar, de demonstrar a si mesmo e a seus entes queridos que ele pode ganhar a vida. Não se pode aceitar a exploração, não se pode aceitar que muitos jovens sejam explorados pelos empregadores com falsas promessas, com pagamentos que nunca chegam, com a desculpa de que são jovens e devem fazer experiência. Não se pode aceitar que os empregadores pretendam dos jovens um trabalho precário e até mesmo gratuito, como acontece (…). Os jovens nos pedem para serem ouvidos e nós temos o dever de escutá-los e acolhê-los, não de explorá-los. Não há desculpas para isso.

Muitos pais criam seus filhos à cultura do efêmero

Parece que crescer, envelhecer, amadurecer, é ruim. É sinônimo de vida terminada, insatisfeita. Hoje, parece que tudo é manipulado e mascarado. Como se o fato de viver não tivesse sentido. Recentemente eu falei sobre o quão seja triste que alguém queira fazer o “lifting” também ao coração! Como é doloroso que alguém queira cancelar as rugas de tantos encontros, de tantas alegrias e tristezas! Muitas vezes, há adultos que brincam de ser jovens, que sentem a necessidade de colocarem-se ao nível do adolescente, mas não entendem que é um engano. É um jogo do diabo. Não consigo entender como é possível que um adulto se sinta em competição com um jovem, mas, infelizmente, acontece cada vez mais isso. (…) Há muitos pais adolescentes na cabeça, que querem viver a vida efêmera eterna e, conscientemente ou não, fazem suas crianças vítimas deste perverso jogo do efêmero. Porque, de um lado, criam crianças encaminhadas à cultura do efêmero e, do outro, as fazem crescer sempre mais enraizadas, numa sociedade que eu chamo de “desarraigada”.

Velhos sonhadores e jovens profetas são a salvação da nossa sociedade desarraigada

Os adultos muitas vezes desarraigam os jovens, erradicando suas raízes e, em vez de ajudá-los a serem profetas pelo bem da sociedade, os tornam órfãos e descartados. Os jovens de hoje estão crescendo em uma sociedade desarraigada. (…) Hoje, as redes sociais parecem nos oferecer esse espaço de conexão com os outros; a web faz os jovens se sentirem parte de um único grupo. Mas o problema que a Internet comporta é a sua virtualidade: a web deixa os jovens no ar e por esta razão extremamente voláteis. (…) Um caminho forte para no salvar, creio seja o diálogo, o diálogo dos jovens com os idosos: uma interação entre idosos e jovens, até ultrapassando provisoriamente, os adultos. Jovens e idosos devem conversar uns com os outros e devem fazer isso cada vez mais frequentemente: isso é muito urgente! E devem ser os idosos, como também os jovens, a tomarem a iniciativa. (…) Mas esta sociedade descarta uns e outros, descarta os jovens como também descarta os idosos. No entanto, a salvação dos idosos é dar aos jovens a memória, isso torna os idosos verdadeiros sonhadores do futuro; enquanto a salvação dos jovens é pegar esses ensinamentos, esses sonhos e levá-los avante na profecia. (…) Os idosos sonhadores e os jovens profetas são o caminho da salvação da nossa sociedade desarraigada: duas gerações de descartados podem salvar todos.

Deus é jovem porque “faz novas todas as coisas” e é social

Deus é Aquele que renova sempre, porque Ele é sempre novo: Deus é jovem! Deus é o Eterno que não há tempo, mas é capaz de renovar, rejuvenescer-se continuamente e rejuvenescer tudo. As características mais peculiares dos jovens são também as Suas. É jovem porque “faz novas todas as coisas” e gosta de novidades; porque surpreende e ama o estupor; porque sabe sonhar de deseja os nossos sonhos; porque ele é forte e entusiasmado; porque constrói relacionamentos e nos pede para fazermos o mesmo, é social. Penso na imagem de um jovem e vejo que ele também tem a possibilidade de ser “eterno”, colocando em jogo toda a sua pureza, criatividade, coragem, energia, acompanhado pelos sonhos e sabedoria dos idosos. É um ciclo que se fecha, que cria uma nova continuidade e me recorda a imagem da eternidade.

Por Vatican News

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Papa ao Fórum de Davos: o homem no centro para uma economia inclusiva https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/papa-ao-forum-de-davos-o-homem-no-centro-para-uma-economia-inclusiva-3/ Tue, 23 Jan 2018 13:12:18 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-ao-forum-de-davos-o-homem-no-centro-para-uma-economia-inclusiva-3.html As inovações tecnológicas devem ser utilizadas “para a proteção da nossa casa comum”. Em especial, a inteligência artificial e a robótica devem estar a serviço da humanidade, e não ser uma ameaça “como algumas avaliações infelizmente preveem”. Este é o apelo lançado pelo Papa Francisco na carta enviada ao Fórum Econômico Mundial, que se realiza em Davos de 23 a 26 de janeiro.

O texto foi lido pelo prefeito do Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral, card. Peter Kodwo Appiah Turkson. A mensagem é endereçada ao presidente-executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, que este ano acolhe um número recorde de líderes políticos, inclusive o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Sociedade inclusiva

Na mensagem, o Pontífice exorta: o homem deve estar no centro da economia. Para isso, é preciso criar “uma sociedade inclusiva, justa e que seja de apoio”.

Francisco cita as recorrentes crises financeiras, que causaram novos desafios e problemáticas para os governos, “como o crescimento do desemprego, de novas formas de pobreza e o aumento do abismo socioeconômico e novas formas de escravidão”, muitas vezes relacionadas a conflitos e migrações.

Neste contexto, “é fundamental salvaguardar a dignidade da pessoa humana”, sobretudo “oferecendo a todos reais oportunidades para um desenvolvimento humano integral, através de políticas econômicas que favoreçam a família”.  

Nova direção ao destino do mundo

O Papa exorta: os modelos econômicos são chamados a “observar uma ética de desenvolvimento sustentável e integral, baseada em valores que colocam no centro a pessoa humana e os seus direitos”. 

Somente deste modo “podemos dar uma nova direção ao destino do mundo”. 

E assim também “a inteligência artificial, a robótica e outras inovações tecnológicas devem ser utilizadas para contribuir a serviço da humanidade e para a proteção da nossa casa comum e não o contrário, como infelizmente preveem algumas avaliações”. 

Francisco destaca ainda que “não podemos permanecer silenciosos diante do sofrimento de milhões de pessoas cuja dignidade está ferida”. É uma “responsabilidade que diz respeito a todos, criar as justas condições para viver com dignidade”.  

Fim da “cultura descartável”

O Pontífice reforça a exortação para rejeitar uma “cultura descartável”. Além disso, convida os empresários a criarem emprego, “aumentando a qualidade da produtividade, respeitando as leis do trabalho e lutando contra a corrupção e promovendo a justiça social”. Trata-se de uma “importante responsabilidade a ser exercitada com discernimento, porque será decisiva para dar forma ao mundo de amanhã e ao das gerações futuras”. 

O Papa faz votos de que sejam superadas as divisões entre Estados e instituições e que colaborem entre si para ter uma política mais inclusiva num mundo sempre mais globalizado.  

“Se quisermos um futuro mais seguro, que encoraje a prosperidade de todos, então é necessário manter o compasso sempre orientado para os valores autênticos”, conclui o Santo Padre.

Por Vatican News

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Papa ao Fórum de Davos: o homem no centro para uma economia inclusiva https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/papa-ao-forum-de-davos-o-homem-no-centro-para-uma-economia-inclusiva/ Tue, 23 Jan 2018 13:02:18 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-ao-forum-de-davos-o-homem-no-centro-para-uma-economia-inclusiva.html As inovações tecnológicas devem ser utilizadas “para a proteção da nossa casa comum”. Em especial, a inteligência artificial e a robótica devem estar a serviço da humanidade, e não ser uma ameaça “como algumas avaliações infelizmente preveem”. Este é o apelo lançado pelo Papa Francisco na carta enviada ao Fórum Econômico Mundial, que se realiza em Davos de 23 a 26 de janeiro.

O texto foi lido pelo prefeito do Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral, card. Peter Kodwo Appiah Turkson. A mensagem é endereçada ao presidente-executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, que este ano acolhe um número recorde de líderes políticos, inclusive o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Sociedade inclusiva

Na mensagem, o Pontífice exorta: o homem deve estar no centro da economia. Para isso, é preciso criar “uma sociedade inclusiva, justa e que seja de apoio”.

Francisco cita as recorrentes crises financeiras, que causaram novos desafios e problemáticas para os governos, “como o crescimento do desemprego, de novas formas de pobreza e o aumento do abismo socioeconômico e novas formas de escravidão”, muitas vezes relacionadas a conflitos e migrações.

Neste contexto, “é fundamental salvaguardar a dignidade da pessoa humana”, sobretudo “oferecendo a todos reais oportunidades para um desenvolvimento humano integral, através de políticas econômicas que favoreçam a família”.  

Nova direção ao destino do mundo

O Papa exorta: os modelos econômicos são chamados a “observar uma ética de desenvolvimento sustentável e integral, baseada em valores que colocam no centro a pessoa humana e os seus direitos”. 

Somente deste modo “podemos dar uma nova direção ao destino do mundo”. 

E assim também “a inteligência artificial, a robótica e outras inovações tecnológicas devem ser utilizadas para contribuir a serviço da humanidade e para a proteção da nossa casa comum e não o contrário, como infelizmente preveem algumas avaliações”. 

Francisco destaca ainda que “não podemos permanecer silenciosos diante do sofrimento de milhões de pessoas cuja dignidade está ferida”. É uma “responsabilidade que diz respeito a todos, criar as justas condições para viver com dignidade”.  

Fim da “cultura descartável”

O Pontífice reforça a exortação para rejeitar uma “cultura descartável”. Além disso, convida os empresários a criarem emprego, “aumentando a qualidade da produtividade, respeitando as leis do trabalho e lutando contra a corrupção e promovendo a justiça social”. Trata-se de uma “importante responsabilidade a ser exercitada com discernimento, porque será decisiva para dar forma ao mundo de amanhã e ao das gerações futuras”. 

O Papa faz votos de que sejam superadas as divisões entre Estados e instituições e que colaborem entre si para ter uma política mais inclusiva num mundo sempre mais globalizado.  

“Se quisermos um futuro mais seguro, que encoraje a prosperidade de todos, então é necessário manter o compasso sempre orientado para os valores autênticos”, conclui o Santo Padre.

Por Vatican News

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Papa aos funcionários: “Não quero trabalho irregular no Vaticano” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-aos-funcionarios-nao-quero-trabalho-irregular-no-vaticano/ Fri, 22 Dec 2017 16:01:17 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-aos-funcionarios-nao-quero-trabalho-irregular-no-vaticano.html O Papa Francisco, encontrando os funcionários do Vaticano por ocasião das felicitações de Natal, fala com o coração, mas acima de tudo com grande humildade e pede desculpas pelos “maus exemplos” também dentro da Igreja e pelo trabalhar informal, irregular que ainda existe dentro da Santa Sé.

Trabalho

“A primeira palavra que eu gostaria de lhes dizer – disse o Papa falando de improviso na Sala Paulo VI – é trabalho. Mas não para dizer trabalhem mais, e mais rápido. Não! É para agradecer-lhes!”.

“Mas também há no Vaticano, falando de trabalho, um problema: uma senhora entre vocês apontando para um jovem disse: “Ajude os trabalhadores precários”. Outro dia eu tive um encontro com o cardeal Marx, que é o presidente do Conselho da Economia e eu disse: não quero trabalho irregular no Vaticano”.

“Peço desculpas a vocês se isso ainda existe. Para mim, este é um problema de consciência, porque não podemos pregar a doutrina social da Igreja e depois ter situações de trabalho irregular. Isto nunca mais!. Entende-se que é necessário testar uma pessoa, mas um ano, ou dois, depois basta”.

“O trabalho é o caminho de santidade, de felicidade de vocês, de seguir em frente. Hoje talvez a pior maldição que existe, é não ter trabalho”. “O trabalho nos dá dignidade e a segurança do trabalho nos dá dignidade”.

“Não quero dizer os nomes, mas nos jornais vocês os encontraram. Hoje eu vi em dois jornais, duas empresas importantes, aqui na Itália, que estão a risco, mas para salvar a empresa se deve “racionalizar” o trabalho, ou seja, despedir 3-4.000 pessoas. É muito ruim porque assim se perde a dignidade. E isso é um problema não só aqui no Vaticano, na Itália, na Europa, mas é um problema mundial”.

Família

“A segunda palavra que gostaria de dizer é ‘família” – disse o Papa – assegurando que sofre ao saber quando uma família está em crise, “que existem crianças que se angustiam, porque veem que a família é…, é um problema!”.

O Papa recomendou então a estas famílias, para deixarem-se ajudar. ‘Por favor, salvar a família. Eu sei que não é fácil, há tantos problemas em um matrimônio. Mas procurem pedir ajuda enquanto há tempo. Enquanto há tempo. Proteger a família!”.

E, “nunca briguem diante das crianças, nunca!” – foi seu conselho – pois as “crianças sofrem”. Se há dificuldades, “que ao menos as crianças não sofram”.

“A família é um grande tesouro, porque Deus nos criou família. A imagem de Deus é o matrimônio, homem e mulher, fecundos, “multiplicai-vos”, façam filhos, sigam em frente”.

As fofocas

A terceira palavra que me vem em mente – “talvez alguém possa ter a vontade de dizer: ‘Mas acabe com isto!’”: as fofocas, uma palavra recorrente.

“Talvez eu me engane, no Vaticano não se faz fofoca…talvez, não sei”.

Alguém me disse certa vez depois de eu falar sobre as fofocas em uma Missa: “Mas padre, se não se fofoca no Vaticano se fica isolados!”. Eh…pesado, hein?!”. É como uma bomba – recordou. “Não façam terrorismo!” – pediu – “mordam a língua”.

Perdão

A quarta palavra é o perdão. O Pontífice pediu desculpas aos funcionários do Vaticano pelos “maus exemplos da fauna clerical, nós [sorri]”: “perdão e desculpas porque nem sempre damos um bom exemplo. Na vida há erros, pecados, injustiças que também nós clérigos cometemos.

Às vezes, tratamos mal as pessoas, somos um pouco “neuróticos”. Perdão por todos esses exemplos não bons. Eu também devo pedir perdão”, disse Francisco.

Felicitações de Natal

A última palavra é o augúrio de Natal: “Feliz Natal, no coração, na família e também na consciência. Não tenham medo, também vocês, de pedir perdão se a consciência acusa de alguma coisa. Procurem um bom confessor e façam uma boa limpeza, hein!”.

“Dizem que o melhor confessor é o padre surdo. Não te faz passar vergonha! Mas mesmo não sendo surdo, existem tantos misericordiosos, tantos! Que te escutam e te perdoam. Vai em frente. O Natal é uma boa oportunidade para se fazer as pazes também dentro de nós. Todos somos pecadores, hein! Todos! Ontem, eu fiz minha confissão de Natal. Veio o confessor…e me fez bem, todos devemos confessar-nos”.

E não esqueçamos – disse Francisco ao concluir – os doentes que talvez existam em nossas famílias, que sofrem: “enviar uma bênção também a eles”.

Por Vatican News

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Pesquisa diz que 36% dos brasileiros com mais de 50 anos ainda trabalham https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pesquisa-diz-que-36-dos-brasileiros-com-mais-de-50-anos-ainda-trabalham/ Wed, 11 Oct 2017 10:15:38 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48959 Pesquisa sobre o perfil de pessoas com 50 anos ou mais indica que 36% estão presentes no mercado de trabalho. Desses, 36% trabalham por conta própria, 32% são empregados do setor privado, 15% são funcionários públicos, 9% são domésticos e 8% empregadores. Os dados foram apresentados ontem (10), em São Paulo, pelo Instituto Locomotiva.

Segundo o levantamento, 36% têm sua renda vinda da aposentadoria e 51% dependem da renda do trabalho. Entre os que estão no mercado de trabalho, 35% têm medo do desemprego.

“No momento em que se discute a mudança da aposentadoria, que os governantes se preocupem com a empregabilidade das pessoas com 50 anos ou mais. Do contrário, parece que eles são culpados pela situação ruim que vivemos atualmente”, disse Renato Meirelles, presidente do instituto.

Apesar de atuantes no mundo corporativo, 81% acreditam existir preconceito contra os mais velhos. Entre os entrevistados, 65% responderam que trabalham mais que 30 horas semanais e 55% acreditam que trabalham numa intensidade igual ou maior do que anos atrás.

Na vida pessoal, 61% acreditam que a vida hoje está melhor do que há 10 anos e 69% avaliam o Brasil como ótimo lugar para se viver. Além disso, 47% viajam igual ou mais que há 10 anos.

Saúde preocupa 70%

Entre o público na faixa etária acima de 50 anos, um quarto tem plano de saúde. O estudo mostra ainda que 70% estão mais preocupados com a saúde atualmente do que há 10 anos, 34% têm medo de ficar doente e 26% admitem medo de morrer.

As pessoas com 50 anos ou mais movimentam R$ 1,6 trilhão por ano. “É o principal mercado consumidor do nosso país, que vai comprar móveis, notebook, tablet, fazer viagens nacionais e que não se enxerga nas propagandas”, disse Meirelles. A pesquisa aponta que 75% do público nessa faixa etária não se identificam com jovens vistos em propagandas de televisão e que 78% dos atores e figurantes têm menos de 50 anos de idade.

A maioria (59%), acredita que paga muitos impostos e 79% avaliam que os impostos são muito mais altos do que deveriam ser. Além disso, 77% preferem ter melhores serviços do que pagar menos impostos.

Mundo digital muda a vida para melhor

A internet mudou para melhor a vida de 87% dos internautas com 50 anos ou mais. Nos últimos oito anos, o Brasil ganhou mais de 4 milhões de usuários nessa faixa etária.

Participar de redes sociais é a maior preferência desse público, com 98% de acessos ao Facebook e 40% ao Whatsapp. O smartphone é preferência de 20% dos mais velhos.

Por Agência Brasil

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Dignidade de trabalhador jamais será tirada da pessoa, diz especialista https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dignidade-de-trabalhador-jamais-sera-tirada-da-pessoa-diz-especialista/ Fri, 06 Oct 2017 09:04:14 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48869 O drama dos desempregados é tema das intenções de oração do Papa Francisco para este mês de outubro. Só no Brasil, o problema atinge cerca de 13,1 milhões de pessoas, segundo dados do IBGE divulgados no final de agosto.

Quem já sentiu na pele o desemprego lembra da dificuldade de superar o choque inicial e dar a volta por cima.

A universitária Euliny Fernanda Fradique de Oliveira, 23 anos, recorda que em 2015 perdeu seu emprego, o que a abalou tanto financeira, quanto emocionalmente, desenvolvendo um quadro de ansiedade e depressão. “Não conseguia lidar com as contas vencendo sem ter condições de pagar. Isso me perturbava”, lembra.

Apesar de jovem, sua realidade foi sofrida. Pernambucana, mudou-se para o Espírito Santo há três anos, após o suicídio de sua mãe. No início morava na casa de um familiar, mas com o desemprego, precisou desocupar a casa, não tinha o que comer e nem dinheiro para voltar ao seu estado de origem, onde tinha conhecidos que a ajudariam.

Mesmo com as dificuldades, ela destaca as motivações que a ajudaram a driblar o problema: “A esperança de superar os traumas do passado, de dar orgulho pra ‘mainha’, de conquistar meu espaço, de sobreviver dignamente num lugar que mal conheço (…) Deus me deu muita resiliência para enfrentar as dificuldades pelas quais passei estando desempregada”.

A volta por cima veio através de um novo empreendimento. Seu noivo, contabilista, a convidou para abrirem juntos um escritório de consultoria contábil, e mesmo recente, têm conseguido captar novos clientes.

Aos que passam hoje pelo desemprego, Fernanda pede que não se deixem levar pelo medo ou desespero, mas acreditem na vida, pois tudo tem o dedo de Deus. “Ele sabe das nossas dificuldades e aflições, por isso, a saída mais inteligente nessa hora é manter a calma, os pés no chão, fazer sua parte (buscar novas oportunidades, se reinventar) e entregar o que você não pode resolver sozinho nas mão de Deus. Na hora dEle tudo se resolve”, sugere.

Empenho de todos para driblar o problema

Um dos pedidos do Papa, em sua intenção de oração, é que “sejam assegurados a todos o respeito e a tutela dos direitos”.

Sobre isso o mestre em Ciências Sociais com especialização em Doutrina Social da Igreja, padre Antonio Aparecido Alves, conhecido como padre Toninho, esclarece que a busca dessa proteção não deve ser feita a partir de afirmações simplistas, como por exemplo, colocar a culpa na legislação trabalhista ou invocar o crescimento econômico como gerador de novos postos de trabalho.

Para o especialista, os números do desemprego impressionam porque por trás deles existem pessoas, afrontadas em sua dignidade. Ele indica que os caminhos para o pleno emprego devem ser buscados em uma atitude de diálogo entre governo, empresas, sindicatos e sociedade civil organizada. 

Da parte do empresariado, o especialista destaca a necessidade de medidas estruturais que favoreçam o emprego, como investimento no setor produtivo, ao invés do mercado financeiro.

Quanto ao desempregado, o sacerdote diz que este deve manter o ânimo, acreditar que a situação poderá ser melhor e procurar atividades alternativas para geração de renda.

E, por fim, da parte das comunidades, organizar-se em rede de assistência aos desempregados, ajudando-os com a doação de alimentos, pagamentos das tarifas públicas, balcão de empregos onde sejam disponibilizados pelas mídias paroquiais sua oferta de mão-de-obra, entre outras coisas, sugere padre Toninho.

Dignidade do trabalhador

O especialista destaca que há diferença entre trabalho e emprego. Este último refere-se à atividade remunerada por certo número de horas, destinado à produção de bens e serviços. Já o trabalho trata da capacidade criativa do ser humano, desde a criança que transforma tinta da caneta em letra, até o trabalho de um metalúrgico que transforma o aço em um automóvel.

Diante disso, padre Toninho destaca que a “dignidade de trabalhador jamais será tirada da pessoa. É preciso alimentar a autoestima de que se é um trabalhador, mesmo que esteja desempregado”.

Justamente a fim de manter essa dignidade, o Papa pede ainda, em sua intenção de oração, que “seja dada aos desempregados a possibilidade de contribuírem para a edificação do bem comum”.

“São necessárias políticas públicas que possibilitem aos desempregados contribuírem para o bem da sociedade, em frentes de trabalho, onde se assegure o mínimo necessário para sua vida e de suas famílias, bem como ações solidárias nas comunidades que abram espaço para que estas pessoas possam ajudar de alguma maneira, colocando ali seus dons e talentos a serviço de todos”, aponta.

Por Canção Nova

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Brasil registra mais de 700 mil acidentes de trabalho por ano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/brasil-registra-mais-de-700-mil-acidentes-de-trabalho-por-ano/ Mon, 18 Sep 2017 13:23:20 +0000 http://teste.toqueto.com/brasil-registra-mais-de-700-mil-acidentes-de-trabalho-por-ano.html A segurança é algo indispensável em qualquer atividade profissional. Mesmo sabendo disso, o Brasil apresenta muitas falhas nesse sentido.  O país registra mais de 700 mil acidentes de trabalho por ano. Em todos os casos, uma simples prevenção pode evitar o pior.

Assista à matéria completa aqui.

Por Canção Nova

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Especialista comenta vantagens e desvantagens da reforma trabalhista https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/especialista-comenta-vantagens-e-desvantagens-da-reforma-trabalhista/ Tue, 01 Aug 2017 11:51:57 +0000 http://teste.toqueto.com/especialista-comenta-vantagens-e-desvantagens-da-reforma-trabalhista.html Algumas dúvidas surgem no que se refere a uma série de reformas que o país necessita passar. Quando algo não vai bem, reformas devem ser realizadas para modificar e corrigir algo. Entretanto, as reformas sempre trazem vantagens e desvantagens.

No que se refere à história da economia brasileira, embora em um governo polêmico, a Era Vargas cuidou de organizar os direitos trabalhistas. Algumas organizações do passado não queriam pagar os direitos dos trabalhadores. Tornou-se necessário então a criação de regras em um texto de lei para reger tais direitos. Na ocasião, Getúlio Vargas constituiu uma comissão para estudar a legislação trabalhista para a elaboração da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Desta forma, importantes direitos foram estabelecidos, como: férias anuais remuneradas, descanso semanal, jornada de 8 horas diárias, regulamentações de trabalho para mulheres e menores, Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) para trabalhadores ligados ao comércio, agricultura, indústria e outras atividades laborais de natureza diversas.

Com o passar do tempo outros benefícios surgiram em prol do trabalhador, por exemplo: salário família, décimo terceiro, Programa de Integração Social (PIS), Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), hora extra de no mínimo 50%, jornada semanal de 44 horas, licença maternidade e paternidade entre outros. Mesmo com vários direitos criados, ainda existem vários trabalhadores que não possuem a carteira de trabalho assinada.

A economia informal atualmente é constituída por muitas pessoas, algumas que não tiveram oportunidade de se qualificar e outras que em função da crise acabaram aderindo a este tipo de mercado. Mas existe algo pior do que permanecer na marginalidade da formalidade da conhecida economia informal, ou seja, o trabalho escravo. Pessoas comentam que países emergentes como a China se utilizam de mão de obra escrava. Porém, mesmo com a Abolição da Escravatura, no Brasil lamentavelmente também existe o trabalho escravo que tem sido inclusive o pesadelo para alguns brasileiros e também para diversos imigrantes que chegam ao país fugindo da miséria.

Para quem costuma frequentar a cidade de São Paulo, atualmente é comum esbarrar em estrangeiros que vieram em busca de uma vida melhor e acabaram por se tornar vítimas da escravidão contemporânea sofrendo agressões e exposição a condições humilhantes de trabalho.

Algo mais agravante do que isto é a escravidão infantil no Brasil que ainda atinge milhões de menores.

 

Presente

Uma empresa tem de pagar diversos impostos caso queira atuar no mercado de forma correta e sem problemas com o fisco. Os encargos trabalhistas constituem-se uma parcela destes impostos. Com a reforma trabalhista alguns pontos positivos e negativos surgiram. No que se refere ao pagamento da contribuição sindical a mesma será opcional. Este fato é bom porque no decorrer da história muitos sindicatos pareciam atuar muito mais em prol do empregador do que do empregado, isto quando atuava, pois muitos empregados não se sentiam devidamente representados pelos seus sindicatos de categoria.

Outro fator decorrente das mudanças é que empregador terá de estar mais atento para não cometer atitudes enquadradas como danos morais, como: assédios, abusos, constrangimentos, desrespeitos ou ofensas.

Em contrapartida, diversos pontos podem constituir desvantagens, a exemplo de acordos que poderão predominar a vontade do empregador considerando que muitos se submeterão pela necessidade de trabalhar. Estas negociações envolvem questões sobre descansos, remunerações, jornadas, adicionais e até percentuais de hora extra.

Outras alterações em artigos da CLT podem ser desvantajosas aos empregados. De maneira resumida, mudanças foram propostas para modernizar e adequar os direitos trabalhistas com o mercado atual.

Para não diminuir os impostos trabalhistas arrecadados, algumas ações destas mudanças atingirão o trabalhador. Já por parte do empregador, as mudanças poderão proporcionar um aumento de contratações considerando que estas poderão diminuir parte do ônus trabalhista da empresa.

Espera-se com isto que pelo menos uma parcela dos milhões de desempregados que surgiram na última crise volte a ser contratada.

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Por André Prado
Mestre em Educação com Menção em Gestão pela Universidad Politécnica Salesiana Ecuador, pós-graduado em Engenharia da Qualidade e bacharel em Administração de Empresas. Desenvolve atividades na Escola de Engenharia de Lorena da Universidade de São Paulo e Centro Universitário Teresa D’Ávila.

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Cansaço no trabalho pode ser amenizado com exercícios rotineiros https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cansaco-no-trabalho-pode-ser-amenizado-com-exercicios-rotineiros/ Wed, 10 May 2017 11:12:37 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46175 Você já se sentiu cansado no trabalho? Essa fadiga é consequência da falta de movimento do corpo durante o expediente. Além dos benefícios à saúde o exercício garante melhor desempenho profissional.

Assista à matéria completa aqui.

Por Canção Nova

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Papa faz apelo por desempregados: "trabalho traz dignidade" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-faz-apelo-por-desempregados-trabalho-traz-dignidade/ Wed, 15 Mar 2017 15:20:49 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-faz-apelo-por-desempregados-trabalho-traz-dignidade.html O Papa Francisco voltou a denunciar nesta quarta-feira, 15, o problema do desemprego que atinge milhões de pessoas em todo o mundo.

Após o tradicional encontro semanal com os peregrinos na Praça São Pedro, no Vaticano, ele saudou os funcionários de uma empresa televisiva italiana que correm o risco de ficar sem trabalho. Francisco deixou o seu apelo em prol dos desempregos, recordando que o trabalho traz dignidade.

“Quem por manobras econômicas, para fazer negociações não completamente claras, fecha fábricas, fecha iniciativas empresariais e tira o trabalho aos homens, esta pessoa comete um pecado gravíssimo”, disse.

O Santo Padre destacou ainda que os responsáveis pelos povos têm a obrigação de garantir um trabalho a cada homem e a cada mulher. Isso é necessário para que as pessoas possam ter a cabeça erguida e olhar para os outros com dignidade.

A dignidade trazida pelo trabalho é um dos pontos que Francisco tem ressaltado desde o início de seu pontificado. Em viagens e visitas apostólicas na própria Itália o Santo Padre gosta de se encontrar com o “mundo do trabalho”, falando a patrões e empregados.

Na viagem ao México, por exemplo, em fevereiro de 2016, o Papa se reuniu com o mundo do trabalho de Ciudad Juárez e destacou que um dos maiores flagelos a que estão expostos os jovens é a falta de oportunidades de instrução e trabalho sustentável e rentável, que lhes permitam “lançar-se na vida”. Na ocasião, ele frisou que isso gera, em muitos casos, situações de pobreza, que torna-se, por sua vez, um terreno favorável para “cair na espiral do narcotráfico e da violência.

Em mensagem à Argentina em agosto do ano passado por ocasião da festa de São Caetano, padroeiro, no país, do ‘pão e do trabalho’, o Papa destacou que uma coisa é ter pão para comer, outra é levá-lo para casa como fruto do trabalho.

“Nesta celebração de São Caetano pedimos esta dignidade que o trabalho nos dá: poder levar o pão para casa. O trabalho (junto com o teto e a terra) é a base dos direitos humanos. Quando pedimos trabalho para levar o pão para casa, estamos pedindo dignidade”, disse na ocasião.

Por Canção Nova, com informações do Vaticano

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