tentação - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png tentação - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa na TV: "Deus não nos induz em tentação; não nos deixa cair" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-na-tv-deus-nao-nos-induz-em-tentacao-nao-nos-deixa-cair/ Thu, 07 Dec 2017 15:07:33 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-na-tv-deus-nao-nos-induz-em-tentacao-nao-nos-deixa-cair.html O Papa participou nesta quarta-feira (06/12) da 7ª parte da série TV ‘Pai Nosso’, conduzida pelo Padre Marco Pozza, capelão do cárcere de Pádua, norte da Itália. O programa vai ao ar às 21h05, semanalmente, no canal TV2000, de propriedade da Conferência Episcopal Italiana, CEI.

Na conversa, em tom informal, o capelão questiona o Papa sobre o significado do trecho do Pai Nosso ‘não nos induzais em tentação’. Segundo Papa, esta é uma tradução ‘não boa’ de ‘não nos deixeis cair em tentação’, como usado em português e espanhol.

Já no último domingo (03/12), a Igreja Católica na França alterou o trecho, que sempre foi pronunciado no país como “não nos submeteis à tentação”, para “não nos deixeis cair em tentação”.  

“Não é Deus que nos induz em tentação, mas Satanás”, explicou o Papa.  “Um pai ajuda rapidamente o filho a se levantar”.

“Na oração do ‘Pai Nosso’, Deus que nos induz em tentação ‘não é uma boa tradução. Os franceses também mudaram o texto e agora é ‘não me deixeis cair na tentação’. Eu é que caio, não é Ele que me joga na tentação para ver como caio; um pai não faz isso, um pai ajuda o filho a se levantar”, afirmou o Papa.

O programa, que surgiu da colaboração entre a Secretaria para a Comunicação da Santa Sé e TV2000, é estruturado em 9 capítulos, todas as quartas-feiras, com a participação também de expoentes leigos do mundo da cultura e do espetáculo. Neste sétimo capítulo, o hóspede foi o filósofo Umberto Galimberti.

A série com as perguntas e respostas do Papa a Pe. Marco, deu origem ao livro‘Pai Nosso’, da Editora Rizzoli, publicado pela Livraria Editora Vaticana.

Por Rádio Vaticano

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Evangelho se anuncia com humildade, não com o poder https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/evangelho-se-anuncia-com-humildade-nao-com-o-poder/ Tue, 25 Apr 2017 15:26:37 +0000 http://teste.toqueto.com/evangelho-se-anuncia-com-humildade-nao-com-o-poder.html No dia que a Igreja recorda São Marcos evangelista, Francisco dedicou a Missa celebrada na manhã de terça-feira (25/04) na capela da Casa Santa Marta ao Patriarca dos coptas Tawadros II e aos fiéis coptas, os quais encontrará daqui poucos dias em sua viagem apostólica ao Egito.

“Hoje – disse o Papa no início da celebração – é São Marcos evangelista, fundador da Igreja de Alexandria. Ofereço esta missa pelo meu irmão Papa Tawadros II, Patriarca de Alexandria dos Coptas, pedindo a graça que o Senhor abençoe as nossas duas Igrejas com a abundância do Espírito Santo.”

Em sua homilia, o Pontífice comentou o Evangelho do dia, em que Jesus convida os discípulos a saírem para anunciar. Um pregador, disse, deve estar sempre a caminho.

No dia que a Igreja recorda São Marcos evangelista, Francisco em sua homilia comentou o Evangelho em que Jesus convida os discípulos a saírem para anunciar. Um pregador, disse, deve estar sempre a caminho.

Sair para anunciar

Para Francisco, é preciso “ir onde Jesus não é conhecido e onde Jesus é perseguido ou desfigurado, para proclamar o verdadeiro Evangelho”:

“Sair para anunciar. E nesta saída está a vida, se joga a vida do pregador. Ele não está protegido, não há seguro de vida para o pregador. E se um pregador busca um seguro de vida, não é um verdadeiro pregador do Evangelho: não sai, permanece protegido. Primeiro: ir, sair. O Evangelho, o anúncio de Jesus Cristo, se faz em saída, sempre; em caminho, sempre. Seja em caminho físico, seja em caminho espiritual do sofrimento: pensemos no anúncio do Evangelho que tantos doentes fazem – tantos doentes! – que oferecem a dor pela Igreja, pelos cristãos. Mas sempre saem de si mesmos”.

Mas como é “o estilo deste anúncio?”, se questiona o Papa. “São Pedro, que foi propriamente o mestre de Marcos – responde – é muito claro na descrição deste estilo”: “O Evangelho deve ser anunciado em humildade, porque o Filho de Deus se humilhou, se aniquilou. O estilo de Deus é este” e “não existe outro”. “O anúncio do Evangelho não é um carnaval, uma festa”. Este “não é o anúncio do Evangelho”.

Vencer a tentação da mundanidade

“O Evangelho não pode ser anunciado com o poder humano, não pode ser anunciado com o espírito de escalada, de subir”, “este não é o Evangelho”. Portanto, todos somos chamados a revestir-se de “humildade uns pelos outros”, porque “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”:

“E por que esta humildade é necessária? Justamente porque nós levamos avante um anúncio de humilhação, de glória, mas através da humilhação. E o anúncio do Evangelho sofre a tentação: a tentação do poder, a tentação da soberba, a tentação da mundanidade, de tantas mundanidades que existem e nos levam a pregar ou a recitar; porque não é pregação um Evangelho aguado, sem força, um Evangelho sem Cristo crucificado e ressuscitado. E por isso Pedro diz: ‘Cuidado…o inimigo de vocês, o diabo, assim como um leão faminto circula buscando alguém para devorar. Resistam, firmes na fé, sabendo que os mesmos sofrimentos são impostos aos seus irmãos espalhados pelo mundo’. O verdadeiro o anúncio do Evangelho sofre a tentação”.

Francisco acrescentou que se um cristão afirma que anuncia o Evangelho, “mas nunca sofre tentação”, significa então que o “diabo não se preocupa” porque “estamos pregando algo que não serve”.

A graça de sair

“Por isso, na pregação verdadeira, há sempre algo de tentação e também de perseguição”. O Papa destacou que, quando estamos no sofrimento, será “o Senhor a nos resgatar, a dar força, porque é isto que Jesus prometeu quando enviou os Apóstolos”:

“Será o Senhor a nos confortar, a nos dar força para ir avante, porque Ele age conosco se formos fiéis ao anúncio do Evangelho, se sairmos de nós mesmos para pregar Cristo crucificado, escândalo e loucura, e se nós fizermos isso com um estilo de humildade, de verdadeira humildade. Que o Senhor nos dê esta graça, como batizados, todos, de empreender o caminho da evangelização com humildade, com confiança Nele, anunciando o verdadeiro Evangelho: ‘O Verbo se fez carne’. O Verbo de Deus se fez carne. E esta é uma loucura, é um escândalo; mas fazê-lo na consciência de que o Senhor está do nosso lado, age conosco e confirma o nosso trabalho”. 

A missa foi concelebrada pelos cardeais conselheiros que compõem o C9 – o grupo de trabalho instituído pelo Papa Francisco para a reforma da Cúria Romana.

Por Rádio Vaticano

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Diante da tentação, peçamos a graça de ser “justos” e “misericordiosos” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/diante-da-tentacao-pecamos-a-graca-de-ser-justos-e-misericordiosos/ Fri, 24 Feb 2017 15:18:44 +0000 http://teste.toqueto.com/diante-da-tentacao-pecamos-a-graca-de-ser-justos-e-misericordiosos.html Na homilia da Missa celebrada na manhã de hoje na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco convidou a ser justo e misericordioso ao mesmo tempo, pois ambas as coisas estão unidas e indicam o caminho do cristão.

Ao convidar a fugir da casuística dos fariseus, o Pontífice explicou que “quando a tentação toca o coração, este caminho de sair da casuística à verdade e à misericórdia não é fácil: é necessária a graça de Deus para que nos ajude a ir assim avante e devemos pedi-la sempre: ‘Senhor, que eu seja justo, mas justo com misericórdia. Não justo, coberto com a casuística’”.

Também assinalou que “uma pessoa de mentalidade casuística pode se perguntar: ‘Mas o que é mais importante em Deus? Justiça ou misericórdia?’. Este também é um pensamento doente… o que é mais importante? Não são duas: é somente uma, uma só coisa. Em Deus, justiça é misericórdia e misericórdia é justiça”.

O Santo Padre recordou a pergunta que os fariseus fazem a Jesus para colocá-lo à “prova”: “É lícito para um marido repudiar a própria mulher?”.

“Jesus não responde se é lícito ou não; não entra na lógica casuística deles. Porque eles pensavam na fé somente em termos de ‘pode’ ou ‘não pode’, até onde se pode, até onde não se pode”. “Jesus sempre diz a verdade”, “explica as coisas como foram criadas”, sublinhou o Papa.

O Bispo de Roma disse que no Evangelho os fariseus perguntam novamente sobre o adultério e Jesus responde: “Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. E se a mulher se divorciar de seu marido e casar com outro, cometerá adultério”.

Em seguida, afirmou que este pecado é “grave”, mas recordou que quando Jesus se encontrou com uma adúltera disse: “Eu não te condeno”, e a convidou a não pecar mais.

“O caminho de Jesus é o caminho da casuística à verdade e à misericórdia. Jesus deixa a casuística de fora. Aos que queriam colocá-lo à prova, aos que pensavam com esta lógica do ‘pode’, os qualifica como hipócritas. Também com o quarto mandamento eles negavam de assistir os pais com a desculpa de que tinham dado uma bela oferta à Igreja. Hipócritas. A casuística é hipócrita”.

“Que o Senhor nos ajude a entender esta estrada, que não é fácil, mas nos fará felizes, a nós, e fará feliz muitas pessoas”, concluiu.

Evangelho comentado pelo Papa:

Marcos 10, 1-12

Naquele tempo, Jesus foi para o território da Judeia, do outro lado do rio Jordão. As multidões se reuniram de novo em torno de Jesus. E ele, como de costume, as ensinava. Alguns fariseus se aproximaram de Jesus. Para pô-lo à prova, perguntaram se era permitido ao homem divorciar-se de sua mulher.

Jesus perguntou: “O que Moisés vos ordenou?” Os fariseus responderam: “Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e despedi-la”. Jesus então disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos escreveu este mandamento. No entanto, desde o começo da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. Assim, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe!”

Em casa, os discípulos fizeram, novamente, perguntas sobre o mesmo assunto. Jesus respondeu: “Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. E se a mulher se divorciar de seu marido e casar com outro, cometerá adultério”.

Por ACI Digital

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Que a vergonha vença a tentação da ambição, pede Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/que-a-vergonha-venca-a-tentacao-da-ambicao-pede-papa/ Tue, 21 Feb 2017 13:05:23 +0000 http://teste.toqueto.com/que-a-vergonha-venca-a-tentacao-da-ambicao-pede-papa.html Que o Senhor nos dê a graça da ‘santa vergonha’ diante da tentação da ambição que envolve todos, inclusive os bispos e as paróquias. Esse foi o pedido do Papa Francisco na missa desta terça-feira, 21, na Casa Santa Marta.

Francisco recordou que quem quer ser o primeiro, seja o último e o servidor de todos.
“Todos seremos tentados”: é o ponto de partida da homilia, inspirada nas leituras do dia. A primeira lembra que quem quer servir o Senhor deve se preparar para a tentação. Já o Evangelho fala de Jesus quando anuncia aos discípulos a sua morte, eles não entendem e têm medo de interrogá-lo. “Esta é a tentação de não cumprir a missão”, disse o Papa, lembrando que também Jesus foi tentado: no deserto, três vezes pelo diabo, e depois por Pedro, ante o anúncio da sua morte.

Mas há outra tentação narrada no Evangelho: os discípulos discutem sobre quem deles é o maior e se calam quando Jesus os interpela sobre o motivo da discussão. Calam-se porque se envergonham. 

“Mas eram pessoas boas, que queriam seguir o Senhor, servir o Senhor, mas não sabiam que o caminho do serviço ao Senhor não era assim tão fácil, não era como filiar-se numa organização, numa associação de beneficência, para fazer o bem. Não, é outra coisa. Eles temiam isso. E depois, a tentação da mundanidade: desde o momento que a Igreja é Igreja e até hoje isto aconteceu, acontece e acontecerá. Por exemplo, as lutas nas paróquias. ‘Eu quero ser presidente desta associação, quero me promover um pouco’. Quem é o maior, aqui? Quem é o maior nesta paróquia? Não, eu sou mais importante do que ele; aquele não porque fez aquilo… e assim por diante… a corrente dos pecados”.

A tentação que leva a ‘falar mal do outro’ e a ‘se promover’. Francisco deu outros exemplos concretos para explicar esta tentação. “Algumas vezes nós, padres, dizemos com vergonha, nos presbitérios: ‘Eu gostaria daquela paróquia… Eu queria aquela…’. É o mesmo: este não é o caminho do Senhor, mas o caminho da vaidade, da mundanidade. Inclusive entre nós, bispos, acontece o mesmo: a mundanidade chega como tentação. Muitas vezes ‘Eu estou nesta diocese mas estou de olho naquela, porque é mais importante, e articulo buscando influências, faço pressão, empurro neste ponto para chegar lá’. ‘Mas o Senhor está lá’. O desejo de ser mais importante nos leva ao caminho da mundanidade”.

Jesus inverte aquela lógica. Sentado entre eles, lhes recorda que ‘quem de vocês quer ser o primeiro, seja o último e o servidor de todos’. E pega um menino e o coloca no meio deles.
O Papa pediu para rezar pela Igreja, por todos, para que o Senhor defenda os homens das ambições, da mundanidade e do sentimento de ser maior que os outros. 

“Que o Senhor nos dê a graça da vergonha, aquela santa vergonha, quando nos encontrarmos nesta situação, diante da tentação. ‘Sou capaz de pensar assim? Quando vejo meu Senhor na cruz e quero usar o Senhor para me promover? E nos dê a graça da simplicidade de uma criança: entender que somente o caminho do serviço… E ainda, imagino ainda outra pergunta: ‘Senhor, eu te servi toda a vida, fui o último toda a vida. E agora, o que nos diz o Senhor?’. ‘Diga de você mesmo: ‘sou um servo inútil’”.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano 

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