tema central - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png tema central - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Dom Leonardo comenta como será 55ª Assembleia Geral da CNBB https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-leonardo-comenta-como-sera-55a-assembleia-geral-da-cnbb/ Mon, 24 Apr 2017 12:54:11 +0000 http://teste.toqueto.com/dom-leonardo-comenta-como-sera-55a-assembleia-geral-da-cnbb.html A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) inicia nesta quarta-feira, 26, os trabalhos de sua 55ª Assembleia Geral. O evento que se estende até 5 de maio vai reunir cerca de 350 bispos de todo o país em Aparecida (SP) e tem como tema central “iniciação à vida cristã”.

O secretário-geral da entidade, Dom Leonardo Ulrich Steiner, conversou com a equipe do noticias.cancaonova.com sobre essa próxima Assembleia. Ele explica como foi escolhido o tema central e conta como deve ser a rotina de trabalho dos bispos nos 10 dias de reunião.

Paralelo ao tema central, a exortação do Papa Francisco sobre o amor na família, Amoris laetitia; o caminho ecumênico, as novas formas de consagração e as novas comunidades, os 10 anos da Conferência de Aparecida e a 15ª Assembleia do Sínodo dos Bispos estão entre os temas prioritários. Confira na entrevista:

A Assembleia da CNBB 2017 começa na próxima semana e terá como tema central a iniciação à vida cristã. Como esse tema foi escolhido?

Dom Leonardo Steiner – O Tema Central das assembleias gerais é escolhido pelo Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB. Esse Tema centraliza as preocupações e ocupa um bom espaço dos dias da Assembleia Geral. A Conferência de Aparecida havia apontado algumas preocupações em relação à evangelização na América Latina. Essas preocupações foram acolhidas nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil no quadriênio 2011 a 2015 como cinco urgências. Entre essas Urgências estava “Igreja: casa da iniciação à vida cristã”. Nas Diretrizes do quadriênio atual, essas urgências permaneceram. Em Assembleia anteriores, abordamos “Igreja: comunidade de comunidades”, “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na Sociedade”. Os bispos, no diálogo, escolheram a realidade da iniciação à vida cristã, para ser refletida e debatida durante a 55ª Assembleia Geral. O Tema nos despertará para uma vida cristã mais misericordiosa, missionária e fraterna. Estamos sempre sendo iniciados na vida de Jesus Cristo.

Como será a rotina de trabalho dos bispos durante a Assembleia? Quantos bispos devem participar?

Dom Leonardo – A rotina é de muito trabalho, oração e diálogo. A rotina: levantar, café da manhã celebração da eucaristia, trabalho, intervalo, trabalho, oração, almoço, descanso, oração, trabalho, intervalo, trabalho, oração, jantar. À noite acontecem encontros de grupos. A Assembleia expressa a comunhão entre os bispos, por isso temos momentos de escuta no plenário, diálogo no trabalho de grupo, troca de ideia e experiências nos intervalos, momentos celebrativos intensos. Naturalmente que os bispos também descansam e se alimentam. Participarão cerca de 350 bispos, contando com os eméritos.

A CNBB discute, nessas assembleias, temas referentes à vida da Igreja, mas questões do cenário político-econômico-social do Brasil não ficam de fora. Para este ano, que tipo de assuntos dessa categoria devem entrar na pauta?

Dom Leonardo – Acontece sempre uma análise de conjuntura política social e também eclesial. Como o Dia do Trabalho acontecerá durante a Assembleia, os bispos deverão fazer um pronunciamento. Depender da decisão do plenário pode haver alguma outra manifestação sobre a realidade do país. Temos sempre recordado a realidade indígena e dos mais pobres, como também a realidade da Amazônia.

Uma das grandes riquezas da Assembleia é a partilha das várias realidades da Igreja no Brasil. Para além dessa colegialidade e troca de experiências, o que mais o senhor destaca como importância dessas reuniões realizadas anualmente?

Dom Leonardo – É o encontro das igrejas particulares na pessoa dos bispos. A Assembleia é a oportunidade de nos encontrarmos. Às vezes é o único momento em que nos vemos como bispos, mas temos o mesmo ministério, estamos a serviço da mesma Igreja e trazemos as alegrias e as angústias do nosso povo. É extraordinário participar da celebração onde estão presentes os pastores desse imenso Brasil com sua diversidade cultural; onde ecoam as vozes de tantas igrejas; onde todos estão com o olhar voltado para Jesus, cuidados pelo amor da Trindade. E em Aparecida acompanhados pela Virgem feita Igreja.

O que deve ser feito/discutido na Assembleia com relação ao Ano Mariano?

Dom Leonardo – A celebração do Ano Mariano continua nas nossas comunidades e dioceses. Ele será celebrado também na Assembleia. Faremos uma peregrinação até a imagem no Santuário durante o retiro. Os bispos devem oferecer às nossas comunidades uma reflexão que aborde a devoção à Nossa Senhora.

Um dos temas prioritários será o próximo Sínodo dos Bispos, dedicado aos jovens. O questionário para levantamento de informações já foi enviado para as dioceses. Como isso tem sido trabalhado aqui no Brasil?

Dom Leonardo – O Sínodo dos Bispos será abordado durante a Assembleia, mas como um momento de reflexão, pois ainda não teremos as respostas ao questionário que as dioceses e comunidades estão respondendo. Elas poderão enviar as respostas até o fim de julho quando faremos na CNBB uma síntese que será enviada ao Secretariado do Sínodo em Roma.

Por Canção Nova

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Texto do tema central da 55ª AG segue para avaliação final https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/texto-do-tema-central-da-55a-ag-segue-para-avaliacao-final/ Mon, 03 Apr 2017 09:09:36 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45282 Neste ano, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil irá realizar a sua 55ª Assembleia Geral. O encontro anual do episcopado brasileiro será em Aparecida (SP), entre os dias 26 de abril e 5 de maio. O tema central abordará a “Iniciação à vida cristã”. Em preparação para a reflexão da temática, uma comissão foi montada e elaborou um texto que será debatido pelos bispos durante os dez dias de trabalho, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Após receber contribuições, a segunda versão do documento foi enviada nesta semana aos membros da CNBB.

A iniciação à vida cristã é uma das cinco urgências da ação evangelizadora da Igreja no Brasil para o período de 2015 a 2019. As Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE) apontam a necessidade de desenvolver nas comunidades do brasil “um processo de iniciação à vida cristã, que conduza ao encontro pessoal com Jesus Cristo, no cultivo da amizade com Ele pela oração, no apreço pela celebração litúrgica, na experiência comunitária e o compromisso apostólico, mediante um permanente serviço ao próximo”, em consonância com o Documento de Aparecida.

Neste sentido, o arcebispo de Curitiba (PA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, dom José Antônio Peruzzo, que também presidiu a Comissão do Tema Central, explica que os redatores trabalharam para elaborar um documento que sirva de estímulo às mais ampliadas lideranças comunitárias e eclesiais, “na implementação de caminhos evangelizadores que contemplem experiências consistentes e vivenciais de encontro com o Senhor”.

Dom Peruzzo explicou ainda que esta segunda versão do texto, mais unificada na sua redação, foi largamente abreviada. “Não se pretendeu um documento com todas as completudes que a temática comporta. Afinal não é uma obra para fins acadêmicos”, considera. 

A proposta, assim como indicado nas DGAE, é a aplicação da Iniciação à Vida Cristã com inspiração catecumenal. “Já no documento conciliar Sacrossantum Concilium a Igreja propunha-se a dar passos em direção à Iniciação à Vida Cristã com inspiração catecumenal. Em importantes documentos sobre Evangelização e Catequese a temática se reapresentou. Passou quase desapercebida nas assembleias do episcopado latino-americano. Mas, graças a Deus, surgiu com grande força em Aparecida”, sublinha dom Peruzzo.

O arcebispo recorda com gratidão as “muitas, promissoras e criativas experiências” de Iniciação. Ele, porém, reconhece que há um caminho longo a percorrer no sentido do desenvolvimento do processo que será estudado durante a Assembleia Geral deste ano. “Há que mudar mentalidades, há que crescer na integração entre catequese e liturgia, há que envolver a inteireza das comunidades. Mas o caminho já começou, há muitos sinais”, pontua confiante.

O que é

A iniciação à vida cristã é, objetivamente, todo processo de conhecimento e encontro com Jesus Cristo e de inserção na comunidade cristã. Ela contempla também três sacramentos que formam unidade: batismo, eucaristia e crisma (confirmação).

Por CNBB

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Assessores da CNBB contribuem para texto do tema central da 55ª AG https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/assessores-da-cnbb-contribuem-para-texto-do-tema-central-da-55a-ag/ Fri, 10 Feb 2017 09:25:26 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44313 Reunido desde o dia 6 de fevereiro, quando iniciou retiro espiritual, o Grupo de Assessores (GA) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza, desde ontem e até hoje, momentos de estudos sobre o tema central da 55ª Assembleia Geral da entidade e sobre elementos da eclesiologia do papa Francisco. Este é o primeiro encontro do GA neste ano de 2017.

As atividades tiveram início no Centro Marista de Formação Vila Campagnat, em Brasília (DF), onde aconteceu o retiro, entre os dias 6 e 8 de fevereiro. Na ocasião, os assessores das Comissões Episcopais de Pastoral da CNBB refletiram sobre o itinerário do discípulo de Jesus, considerando os processos do “encontro, da conversão, do discipulado, da comunhão e da missão”, a partir do Documento de Aparecida e dos Evangelhos.

Iniciação cristã

Na manhã de ontem, 9, os assessores partiram para mais uma fase do encontro, que no início do ano tem duração de uma semana, envolvendo o retiro, a reunião em si e estudo. A pauta do dia são as contribuições para o texto do tema central da 55ª Assembleia Geral da CNBB: “Iniciação à vida cristã no processo formativo do discípulo missionário de Jesus Cristo”. A assembleia acontecerá em Aparecida (SP), de 26 de abril a 5 de maio.

“Os assessores têm dado uma boa contribuição aos outros textos que se tornaram depois documentos da CNBB. Ao discutirem agora, ao proporem emendas, sugestões e mudanças, poderão ajudar a melhorar e aprofundar o sentido do texto”, afirma o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, que ressalta que as contribuições maiores virão, naturalmente, das Comissões que estão mais envolvidas com o tema da iniciação à vida cristã, como Liturgia, Animação Bíblico-Catequética e os setores Universidades e Cultura, ambos da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e a Educação da CNBB. 

De acordo com o subsecretário adjunto de Pastoral da CNBB, monsenhor Antonio Luiz Catelan Ferreira, o texto preparativo para a 55ª Assembleia Geral foi enviado no dia 5 de dezembro a mais de 700 pessoas, entre bispos, assessores e especialistas na temática. Após esta etapa, a Comissão responsável pelo texto irá reunir-se para estudar as propostas que tiverem chegado e preparar o texto que será entregue à Assembleia.

Eclesiologia do papa

Hoje, o padre Vitor Feller Galdino, da arquidiocese de Florianópolis (SC),  conduz um estudo sobre a eclesiologia do papa Francisco. Dom Leonardo Steiner aponta a inspiração que emana do papa argentino. “O papa tem servido de inspiração para todos nós: uma Igreja mais missionária, que vai ao encontro das pessoas, misericordiosa, reconciliadora, mais transparente – em todos os sentidos, não apenas em questões morais. Uma Igreja que realmente saiba ser fermento na massa, ser sal da terra e luz do mundo”, pontua. Para o secretário geral da CNBB, a reflexão sobre a eclesiologia do papa Francisco poderá ajudar os envolvidos com as atividades da CNBB a terem mais lucidez à própria ação evangelizadora. “Mas porque também não na nossa inserção nas nossas Igrejas? Cada um com seu ministério, cada um com seu serviço dentro da Igreja”, conclui.

Por CNBB

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