superação - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png superação - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Dignidade de trabalhador jamais será tirada da pessoa, diz especialista https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dignidade-de-trabalhador-jamais-sera-tirada-da-pessoa-diz-especialista/ Fri, 06 Oct 2017 09:04:14 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48869 O drama dos desempregados é tema das intenções de oração do Papa Francisco para este mês de outubro. Só no Brasil, o problema atinge cerca de 13,1 milhões de pessoas, segundo dados do IBGE divulgados no final de agosto.

Quem já sentiu na pele o desemprego lembra da dificuldade de superar o choque inicial e dar a volta por cima.

A universitária Euliny Fernanda Fradique de Oliveira, 23 anos, recorda que em 2015 perdeu seu emprego, o que a abalou tanto financeira, quanto emocionalmente, desenvolvendo um quadro de ansiedade e depressão. “Não conseguia lidar com as contas vencendo sem ter condições de pagar. Isso me perturbava”, lembra.

Apesar de jovem, sua realidade foi sofrida. Pernambucana, mudou-se para o Espírito Santo há três anos, após o suicídio de sua mãe. No início morava na casa de um familiar, mas com o desemprego, precisou desocupar a casa, não tinha o que comer e nem dinheiro para voltar ao seu estado de origem, onde tinha conhecidos que a ajudariam.

Mesmo com as dificuldades, ela destaca as motivações que a ajudaram a driblar o problema: “A esperança de superar os traumas do passado, de dar orgulho pra ‘mainha’, de conquistar meu espaço, de sobreviver dignamente num lugar que mal conheço (…) Deus me deu muita resiliência para enfrentar as dificuldades pelas quais passei estando desempregada”.

A volta por cima veio através de um novo empreendimento. Seu noivo, contabilista, a convidou para abrirem juntos um escritório de consultoria contábil, e mesmo recente, têm conseguido captar novos clientes.

Aos que passam hoje pelo desemprego, Fernanda pede que não se deixem levar pelo medo ou desespero, mas acreditem na vida, pois tudo tem o dedo de Deus. “Ele sabe das nossas dificuldades e aflições, por isso, a saída mais inteligente nessa hora é manter a calma, os pés no chão, fazer sua parte (buscar novas oportunidades, se reinventar) e entregar o que você não pode resolver sozinho nas mão de Deus. Na hora dEle tudo se resolve”, sugere.

Empenho de todos para driblar o problema

Um dos pedidos do Papa, em sua intenção de oração, é que “sejam assegurados a todos o respeito e a tutela dos direitos”.

Sobre isso o mestre em Ciências Sociais com especialização em Doutrina Social da Igreja, padre Antonio Aparecido Alves, conhecido como padre Toninho, esclarece que a busca dessa proteção não deve ser feita a partir de afirmações simplistas, como por exemplo, colocar a culpa na legislação trabalhista ou invocar o crescimento econômico como gerador de novos postos de trabalho.

Para o especialista, os números do desemprego impressionam porque por trás deles existem pessoas, afrontadas em sua dignidade. Ele indica que os caminhos para o pleno emprego devem ser buscados em uma atitude de diálogo entre governo, empresas, sindicatos e sociedade civil organizada. 

Da parte do empresariado, o especialista destaca a necessidade de medidas estruturais que favoreçam o emprego, como investimento no setor produtivo, ao invés do mercado financeiro.

Quanto ao desempregado, o sacerdote diz que este deve manter o ânimo, acreditar que a situação poderá ser melhor e procurar atividades alternativas para geração de renda.

E, por fim, da parte das comunidades, organizar-se em rede de assistência aos desempregados, ajudando-os com a doação de alimentos, pagamentos das tarifas públicas, balcão de empregos onde sejam disponibilizados pelas mídias paroquiais sua oferta de mão-de-obra, entre outras coisas, sugere padre Toninho.

Dignidade do trabalhador

O especialista destaca que há diferença entre trabalho e emprego. Este último refere-se à atividade remunerada por certo número de horas, destinado à produção de bens e serviços. Já o trabalho trata da capacidade criativa do ser humano, desde a criança que transforma tinta da caneta em letra, até o trabalho de um metalúrgico que transforma o aço em um automóvel.

Diante disso, padre Toninho destaca que a “dignidade de trabalhador jamais será tirada da pessoa. É preciso alimentar a autoestima de que se é um trabalhador, mesmo que esteja desempregado”.

Justamente a fim de manter essa dignidade, o Papa pede ainda, em sua intenção de oração, que “seja dada aos desempregados a possibilidade de contribuírem para a edificação do bem comum”.

“São necessárias políticas públicas que possibilitem aos desempregados contribuírem para o bem da sociedade, em frentes de trabalho, onde se assegure o mínimo necessário para sua vida e de suas famílias, bem como ações solidárias nas comunidades que abram espaço para que estas pessoas possam ajudar de alguma maneira, colocando ali seus dons e talentos a serviço de todos”, aponta.

Por Canção Nova

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A vida sempre continua https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/a-vida-sempre-continua/ Thu, 05 Oct 2017 09:08:36 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48852 Podem tirar tudo que você tem, exceto a sua essência e as coisas boas que você fez para alguém. Pode estar muito difícil, mas seu coração é forte, tem Deus dentro dele. Eu sei que as feridas são muitas e parece que seu barco vai naufragar, mas a sua fé inabalável vai fazer essa enorme tempestade passar.

Tem dias que você quer fazer do teu peito um lugar ensolarado, mas as situações nubladas te fazem desanimar. Só te peço que não perca a esperança que tudo vai se ajeitar. As coisas estão meio fora de ordem, mas no tempo certo, tudo vai voltar para o seu devido lugar. Vai ter sorriso sim, muitos. Vai ter boas surpresas no caminho e essa fase ruim vai se desfazer também.

Eu sei que parece que está tudo parado, que nada muda, os dias passam, a rotina continua a mesma, mas nada acontece na sua vida que te faça acreditar novamente. Mas calma, tenha mais um pouquinho de paciência e perseverança. O que for para a sua verdadeira felicidade, em breve chegará.

Só não queira ser feliz pela metade, é o que mais tem nessa vida, pessoas que te fazem feliz momentaneamente. Mas do que adianta, se elas sempre vão embora?! Não se engane, espere mais um pouco, guarde os seus sonhos, valorize o seu coração, desfaça tudo que te faz mal, e só permita em sua vida o que te leva pra frente.

Sabe, nem sempre as coisas vão sair exatamente do jeito que a gente gostaria que acontecesse. O caminho não é fácil, principalmente pra quem carrega um mundo de amor no peito e espalha o bem porque só tem o bem no coração. Vai ter momentos que você vai querer desistir, se isolar, desacreditar de tudo. Mas não deixe que o mal se instale na sua vida que sempre foi de luz.

Mesmo que os obstáculos sejam muitos, você é capaz de superar todos. Mesmo que te joguem espinhos, você tem o poder de florescer novamente. Sempre que algo não der certo, recomece. Se não está se sentindo bem, se reinvente. Você sempre vai poder mudar a situação que a sua vida se encontra. Com sorriso no rosto, força de vontade e confiando em si mesmo!

Por Proseando Poesia, via Aleteia

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Os desafios enfrentados pelos cristãos no dia a dia https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/os-desafios-enfrentados-pelos-cristaos-no-dia-a-dia/ Tue, 30 May 2017 10:19:17 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46504 Os cristãos e seus desafios

O cristianismo se difundiu a partir da experiência da primeira Comunidade de Jerusalém, conduzida pelo Espírito Santo, tendo à frente o grupo dos Apóstolos, sendo Simão Pedro sinal de unidade. A partir daí, as perseguições contribuíram para a positiva dispersão dos primeiros cristãos, fazendo com que a Semente da Boa Nova se espalhasse por toda parte (Cf. At 8,5-8.14-17).

Fundamental foi a participação de São Paulo, a grande figura de convertido, cuja pregação, testemunho e viagens alargaram as fronteiras do Evangelho, já nos primeiros decênios. Não foram pequenas as dificuldades encontradas pelos cristãos de todas as gerações.

No entanto, desde o início, o Espírito Santo prometido e enviado por Jesus (Cf. Jo 14,15-21) consolida a fé em Jesus Cristo, fortalece para o martírio, ilumina as mentes para o testemunho coerente do Evangelho.

Como os cristãos de ontem e hoje se colocam diante dos desafios que se apresentam?

Podemos começar dentro de casa, em nosso coração e no âmbito de nossos limites pessoais. Há que contar com o fato de sermos pecadores, limitados em nossa vontade, pusilânimes nas decisões. Deus, que não se cansa de perdoar, sabe quem somos e como somos, e está sempre pronto a manifestar sua misericórdia e seu perdão. Ninguém se desespere das próprias fraquezas. A sabedoria popular dizer que “perdão foi feito prá gente pedir”. Contar com as fraquezas dos outros e as nossas, não imaginar que em qualquer lugar do mundo encontraremos um grupo de perfeitos e impecáveis!

Do outro lado, a coragem para recomeçar do zero se for necessário. E, uns com os outros, ter a coragem para dizer: “quando você falhar, saiba que antes de julgar ou condenar, encontrará em mim disposição para empreender e perdoar, assim como a ajuda necessária para se erguer dos próprios fracassos”.

Para tanto, ter clareza dos valores em que acreditamos, não perder de vista os grandes ideais que norteiam os nossos passos, ser radicais na busca da verdade e do bem, o que significa superar todo tipo de acomodamento.

Ninguém se renda diante do mal circunstante, mas lute bravamente para superá-lo. Quem nivela a própria vida pelo rodapé da existência e se acomoda com os pequenos ou grandes defeitos bloqueia a ação da graça de Deus que pode e quer vir ao encontro da pessoa fragilizada.

Olhe ao seu redor

Com certeza o mar dos contravalores existentes e propagandeados lhe causa uma forte impressão. E que dizer da repisada corrupção que se espalha e contagia pequenos e grandes? Em torno a nós floresce um relaxamento geral das consciências, a prática dos escambos mais escandalosos, a propaganda do pecado, a da impureza e da injustiça. É hora da rendição diante do inimigo? Absolutamente, não! Cristão que se preze luta até derramar, se for preciso, o seu sangue, pela verdade, a justiça e o amor.

Faz-se necessário ter a coragem de nadar contra a correnteza, plantando valores diferentes, acreditando no bem que podem fazer os considerados pequenos na luta pela vida, apoiar as iniciativas de solidariedade, comunhão e participação. Acredito muito mais nas pessoas que arregaçam as mangas e começam a fazer diferente do que as e rumorosas manifestações públicas, nas quais o ódio e a revolta podem se impor.

O cristão tem que abrir os olhos para o horizonte. Até a volta do Senhor, cabe a nós a visibilidade da ação de Deus a favor de seu povo. Só que não estamos sozinhos, pois Jesus prometeu e enviou o Espírito Santo, o amor do Pai e do Filho.

Um roteiro de coragem e ousadia pode ser assim resumido:

– Amar a Jesus é guardar os seus mandamentos. Não falatório, mas vida concreta, de fidelidade ao Senhor.

– Acolher o Espírito Santo Consolador, o Paráclito, o Defensor, que permanece sempre em nós. Ele nos concede a audácia dos mártires, a força dos profetas e confessores da fé, a simplicidade das virgens. São forças que desmontam os poderes do maligno!

– Buscar os caminhos de diálogo e de escuta com quem pensa diferente de nós. Para isso, valorizar o bem que o Espírito Santo já plantou no coração das pessoas, mesmo onde nosso fraco julgamento julga impossível. Não imaginar que exista um mundo ou um pedaço de mundo em que todos pensam como nós.

– Nunca alimentar um espírito de orfandade e tristeza. Cristão olha para frente, aponta para o alto, sabe que a vitória final pertence a Deus.

– Enfim, a sábia recomendação de São Pedro: “Quem é que vos fará mal, se vos esforçais por fazer o bem? Mais que isso, se tiverdes que sofrer por causa da justiça, felizes de vós! Não tenhais medo de suas intimidações, nem vos deixeis perturbar. Antes, declarai santo, em vossos corações, o Senhor Jesus Cristo e estai sempre prontos a dar a razão da vossa esperança a todo aquele que a pedir. Fazei-o, porém, com mansidão e respeito e com boa consciência. Então, se em alguma coisa fordes difamados, ficarão com vergonha aqueles que ultrajam o vosso bom procedimento em Cristo. Pois será melhor sofrer praticando o bem, se tal for a vontade de Deus, do que praticando o mal. De fato, também Cristo morreu, uma vez por todas, por causa dos pecados, o justo pelos injustos, a fim de nos conduzir a Deus. Sofreu a morte, na existência humana, mas recebeu nova vida no Espírito” (1Pd 3, 15-18).

Por Dom Alberto Taveira Corrêa – Arcebispo da Arquidiocese de Belém – PA

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Novidade da Páscoa https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/novidade-da-pascoa/ Mon, 10 Apr 2017 14:56:17 +0000 http://teste.toqueto.com/novidade-da-pascoa.html Desde os inícios da constituição do Povo de Deus, Abraão foi visto como o pai da fé e da esperança em Javé. Em Jesus Cristo essa fé em Deus tem uma dimensão de novidade, porque é plenificada com o fato concreto da Ressurreição. Fé que se transforma em dom divino, e nela a esperança se renova sempre, imprimindo novo dinamismo na trajetória que fazemos na vida terrena.

A novidade da Páscoa é a Ressurreição de Jesus Cristo, fato histórico comprovado por testemunhas oculares, como os apóstolos e pessoas presentes naquele tempo. É constatação do cumprimento da aliança, como está relatado nas palavras bíblicas: “Estabeleço minha aliança entre mim e ti e teus descendentes para sempre, uma aliança eterna, para que eu seja Deus para ti e para os teus” (Gn 17,7).

A Páscoa, quando bem observada, faz com que as pessoas vivam de modo novo, sem interesses egoístas, e mais preocupadas com “as coisas do alto” (Col 3,1). Deve ser para nós uma festa de equilíbrio, de superação das violências e práticas que desarmonizam a identidade cristã das pessoas. É festa de novidade, de quem luta por justiça e pela construção da dignidade humana na sociedade.

Passada a Semana Santa, os cristãos são convocados para viver uma fé pascal e coerente com os ensinamentos de Jesus Cristo ressuscitado. A raiz dessa fé está assentada em quatro pilares: na morte, na ressurreição, na exaltação à direita de Deus e na volta do Senhor. É justamente essa convicção que caracteriza o novo modo de viver do cristão, e que deve marcar sua trajetória de vida.

A Ressurreição de Jesus Cristo foi como a luz do sol. Os que estavam nas trevas, na escuridão da morte, agora viram uma grande e brilhante luz presente em seus corações. Abriram suas mentes e conseguiram enxergar a beleza do encontro pessoal com Deus. Superaram a dureza de coração, de mente e de estruturas pétricas. O amor gratuito e contagiante de Deus modifica a vida humana.

Através da leitura assídua da Palavra de Deus conseguimos compreender, como também compartilhar, as riquezas que envolvem uma verdadeira experiência de fé cristã e de crescimento de vida fraterna. É nessa convivência que as barreiras vão caindo por terra. Assim podemos dizer que a vida pascal nunca é a mesma, é sempre cheia de novidades e rica por causa do mergulho em Jesus Cristo.

Por Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba (MG)

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Papa: cristãos devem superar mentalidade egoísta https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-cristaos-devem-superar-mentalidade-egoista/ Fri, 20 Jan 2017 15:52:19 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-cristaos-devem-superar-mentalidade-egoista.html Vencer a mentalidade egoísta dos doutores da lei, que condena sempre. Esta é a advertência de Francisco na Missa matutina na Casa Santa Marta (20/01).

Inspirando-se na Primeira Leitura, extraída da Carta aos Hebreus, o Papa destacou que a nova aliança que Deus faz conosco em Jesus Cristo nos renova o coração e nos muda a mentalidade.

Deus renova tudo “na raiz, não somente na aparência”, disse o Papa, afirmando que esta nova aliança tem as suas características. A primeira: “a lei do Senhor não é um modo de agir externo”, entra no coração e “nos muda a mentalidade”. Na nova aliança, afirmou, “há uma mudança de mentalidade, há uma mudança de coração, uma mudança no sentir, no modo de agir”, “um modo diferente de ver as coisas”.

Superar e mentalidade egoísta

Francisco cita como exemplo uma obra à qual um arquiteto pode olhar com frieza, com inveja ou, pelo contrário, com uma atitude de alegria e “benevolência”:

“A nova aliança nos muda o coração e nos faz ver a lei do Senhor com este novo coração, com esta nova mente. Pensemos nos doutores da lei que perseguiam Jesus. Eles faziam tudo, tudo o que estava prescrito pela lei, tinham o direito em mãos, tudo, tudo, tudo. Mas sua mentalidade era uma mentalidade distante de Deus. Era uma mentalidade egoísta, centrada sobre si mesmos: o coração deles era um coração que condenava, sempre condenando. A nova aliança nos muda o coração e nos muda a mente. Há uma mudança de mentalidade”.

Deus perdoa os nossos pecados; a nova aliança muda a nossa vida

O Senhor, acrescentou o Papa, vai avante e nos garante que perdoará as iniquidades e não se recordará mais dos nossos pecados. Às vezes, comentou, “gosto de pensar, brincando um pouco com Deus: “O Senhor não tem boa memória”… É a fraqueza de Deus, explicou, que, quando perdoa, esquece:

“Ele esquece porque perdoa. Diante de um coração arrependido, ele perdoa e esquece: ‘Eu esquecerei e não lembrarei dos seus pecados’. Este também é um convite a não levar o Senhor a lembrar dos pecados, ou seja, não pecar mais. O Senhor me perdoou, esqueceu, mas eu tenho uma dívida com o Senhor… mudança de vida. A Nova Aliança me renova e me faz mudar de vida; não mudar apenas a mentalidade e o coração, mas a vida. Logo, viver sem pecado, distante do pecado. Eis a verdadeira recriação do Senhor”.

Enfim,  o Papa voltou a atenção ao terceiro ponto, a “mudança de pertença”. “Nós pertencemos a Deus, os outros deuses não existem”, “são bobeiras”.  

O Senhor muda o nosso coração para mudar a nossa mentalidade

“Mudança de mentalidade, mudança de coração, mudança de vida e mudança de pertença”. “Esta é a recriação que o Senhor faz melhor que a primeira criação”. “Peçamos ao Senhor para ir adiante nesta aliança de ser fiéis”, disse o Papa acrescentando:

“O sigilo desta aliança, desta fidelidade. Ser fiel a este trabalho que o Senhor faz para mudar a nossa mentalidade, mudar o nosso coração. Os profetas diziam: ‘O Senhor transformará o seu coração de pedra em coração de carne’. Mudar o coração, mudar a vida, não pecar mais ou não fazer o Senhor se lembrar do que já tinha se esquecido em relação aos nossos pecados de hoje e mudar de pertença: nunca pertencer à mundanidade, ao espírito do mundo, às coisas efêmeras do mundo, mas somente ao Senhor”.

Assista o vídeo: https://youtu.be/GBIl9eCKYx8

Por Rádio Vaticano

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