sinodalidade - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png sinodalidade - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Sinodalidade, 'o caminhar juntos' da Igreja no Brasil https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/sinodalidade-o-caminhar-juntos-da-igreja-no-brasil/ Wed, 20 Sep 2017 09:11:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48567 Os participantes do 4º Congresso Missionário Nacional aprovaram no final do evento, na manhã de domingo, 10/09, uma mensagem enviada às Comunidades Eclesiais do Brasil. Na mensagem, os congressistas reafirmam o compromisso com uma Igreja sinodal, de comunhão e em saída, que leva a alegria do Evangelho a todos os povos.

“Impulsionados pela Santíssima Trindade, viveremos esta nossa vocação na sinodalidade e na comunhão, comprometidos com a Igreja em saída que promove o encontro e anuncia a alegria do Evangelho a todos”, diz um dos trechos da mensagem.

Organizado pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM), em parceria com a Comissão Episcopal Pastoral para Animação Missionária da CNBB e a arquidiocese de Olinda e Recife, o Congresso teve início na quinta-feira, (07/09), em Recife (PE), e reuniu 700 pessoas de todo o Brasil.

Padre Maurício da Silva Jardim, Diretor Nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM), afirma que um dos principais temas levantados no evento foi precisamente a vocação da sinodalidade, o ‘caminhar juntos’ que melhor representa a Igreja no Brasil.

“A temática “A Alegria do Evangelho” estava muito presente no rosto das pessoas, no entusiasmo, na alegria do encontro. Eram 700 pessoas de todos os regionais do Brasil. A temática despertou muito interesse, vimos que o Papa Francisco esteve muito presente em todas as falas, o magistério do Papa tem influenciado bastante a Igreja no Brasil, a Igreja em saída. E isso as pessoas querem, queriam ver isso e experimentar um pouco esta Alegria do Evangelho com outros missionários e missionárias de todo o país”.

“As pessoas vieram, experimentaram no conteúdo, na forma como eles foram trabalhados nas conferências e depois nas oficinas, criou um clima de muita comunhão, de muita alegria”.

“Uma das temáticas que gostaria de destacar é a sinodalidade, um tema pouco falado. O Presidente da CNBB, Cardeal Sérgio da Rocha, desenvolveu este tema de uma forma muito próxima, muito fácil, para as pessoas entenderem que sinodalidade é ‘caminhar juntos’. E isto não é só uma característica da Igreja, mas é parte de sua identidade. Tudo isso teve uma repercussão positiva”. 

Confira a mensagem na íntegra.

Por Rádio Vaticano

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Dom Renna sobre reforma de Francisco: sinodalidade e discernimento https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dom-renna-sobre-reforma-de-francisco-sinodalidade-e-discernimento/ Tue, 29 Aug 2017 08:24:12 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48175 “Sinodalidade e discernimento: essas são as palavras-chave do ministério episcopal na Igreja na reforma conduzida pelo Papa Francisco.” Foi o que afirmou o bispo de Cerignola-Ascoli Satriano, Dom Luigi Renna, no âmbito da Semana teológica do Meic (Movimento eclesial de cunho cultural), concluída na sexta-feira (25/08) no mosteiro de Camaldoli – região italiana da Toscana.

Pastor com cheiro das ovelhas e sorriso de pai

Participando da iniciativa dedicada ao tema “Forma e reforma da Igreja”, o prelado explicou que “a figura do bispo é fundamental no processo de reforma da Igreja traçado pelo Papa”. “A identidade episcopal é a que foi traçada num processo de fidelidade dinâmica do Concílio Vaticano II, mas o Papa Francisco a relançou com duas expressões: o pastor que tem o cheiro das ovelhas e que tem o sorriso de um pai.”

Para o bispo da região italiana da Puglia “essas imagens se traduzem num estilo que se caracteriza pela sinodalidade e pela proximidade às pessoas, mas também por instrumentos muito precisos de governo da diocese, em primeiro lugar, o discernimento, que é o método no centro da Amoris Laetitia”.

Discernimento e fidelidade ao kerigma

Segundo ele, isso “leva o bispo a não ser simplesmente um executor de documentos, mas aquele que, num estilo sinodal com o seu povo, escolhe aquilo que é prioritário no anúncio, mantendo juntos estilo do discernimento e fidelidade ao kerigma, que é fidelidade ao coração da missão da Igreja, a evangelização”.

Formação dos presbíteros: mais qualidade que quantidade

“Essas duas dinâmicas, a sinodalidde e o discernimento, incidem sobre toda a vida da Igreja. O Papa, com seus gestos diários e suas escolhas de governo, deu um lineamento particular ao episcopado indicando concretamente novos caminhos: por exemplo, sobre a formação dos presbíteros, convidando a fazer muito discernimento e a investir mais na qualidade do que nos números.”

Atenção particular aos pobres e à casa comum

Ademais, concluiu o bispo, “impulsionando rumo a uma relação de misericórdia e diálogo com o mundo contemporâneo, pedindo para se ter uma atenção particular aos pobres, e também uma grande atenção às dinâmicas econômicas que colocam em crise a resistência da casa comum. Tudo isso numa relação renovada e reforçada entre pastor e povo de Deus”.

Por Rádio Vaticano

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Periferias tornam-se centrais no Pontificado de Francisco https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/periferias-tornam-se-centrais-no-pontificado-de-francisco/ Wed, 22 Mar 2017 08:02:26 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45056 Domingo passado, 19 de março, teve início o quinto ano de Pontificado do Papa Francisco. Após um intenso 2016, vivido no signo da misericórdia, no próximo sábado, 25 de março, o Santo Padre fará uma visita pastoral a Milão, em 2 de abril a Carpi – ambas no norte da Itália –, em 27 de maio irá Gênova – noroeste da Península.

No âmbito das próximas viagens apostólicas internacionais, em abril irá ao Egito, em maio a Portugal e em setembro à Colômbia. Trata-se de um Pontificado que se perfaz no signo da misericórdia e da atenção aos últimos, passando pelas periferias do mundo.

A propósito, a Rádio Vaticano entrevistou o bispo de Albano, Dom Marcello Semeraro, que é também administrador apostólico da Abadia de Santa Maria de Grottaferrata e secretário do grupo dos 9 cardeais, o C9, formado por Francisco para estudar o projeto de reforma da Cúria Romana:

Dom Marcello Semeraro:- “O tema da periferia o encontramos desde o início na linguagem do Papa Bergoglio, mesmo antes, nas homilias feita em Buenos Aires. O Papa tem muito a peito uma Igreja que sai de si mesma rumo às periferias. Aliás, o Evangelho teve início numa periferia, a Palestina era um canto periférico do grande Império Romano. Portanto, a periferia tem também um valor teológico, além do geográfico e, depois, também antropológico, obviamente, porque o Papa fala de “periferias existenciais”. Diria, então, que não podemos perder de vista o fato de o Evangelho ser periférico, porque parte propriamente de uma periferia. Temos várias periferias, como as periferias da alma: a ausência de luz, a ausência de amizade, a solidão, a angústia e outros medos. Depois, as periferias da existência: temos em nossas mãos a Exortação Amoris laetitia, aí temos as famílias feridas, as relações interrompidas. Ademais, tantas outras situações de dor, as periferias sociais, onde há pessoas que não contam nada e onde as decisões são tomadas em outros lugares.”

RV: O magistério do Papa se caracteriza também por seus gestos de comunicação humana…

Dom Marcello Semeraro:- “Não nos esqueçamos que de certo modo todos os Papas, ao menos aqueles dos quais me recordo, realizaram gestos que tocaram profundamente o nosso ânimo. Mas, em particular, recordaria alguns de Francisco. O gesto com o qual o Papa curvou-se na noite na qual se apresentou no balcão central da Basílica de São Pedro, antes de abençoar, pedindo a oração dos fiéis. E esse gesto do Papa que pede para ser abençoado e que toda vez pede sempre para que rezem por ele, é um gesto de grande simplicidade e humildade. Penso também em suas viagens, que quis começar em lugares de periferia. Penso também no simples fato de morar na Casa Santa Marta. Mediante gestos ordinários da vida, o Papa mostra, sobretudo, ser, ele mesmo, um homem como nós.”

RV: Uma das chaves do Pontificado é a presença da misericórdia na vida cotidiana e na relação com Deus…

Dom Marcello Semeraro:- “Celebramos um Ano inteiro sobre o tema da misericórdia e a misericórdia está no coração do Evangelho. A misericórdia é atrativa, tem força interior porque é o coração do Evangelho, o pilar do Evangelho.”

RV: Os valores da Doutrina social da Igreja mudaram no modo de ser comunicados e defendidos?

Dom Marcello Semeraro:- “Penso que não. Temos uma Encíclica do Papa Francisco que retomou, diria, levou adiante, instâncias que já estavam na Caritas in veritate de Bento XVI. Na Laudato si vemos um alargamento desses valores sociais. É claro, todavia, que o Papa nos recorda que não é desses valores que parte o anúncio do Evangelho, o Evangelho parte do encontro com Cristo.” É daí que depois, consequentemente, vem tudo, como o compromisso público, na Igreja, e todos os outros valores irrenunciáveis que dizem respeito à vida, dignidade do homem, à consciência e liberdade do homem. Mas têm um sentido porque brotam do Evangelho.”

RV: Podemos dizer que os cristãos vivem com Francisco um espécie de novo Concílio?

Dom Marcello Semeraro:- “Diria que sim. A grande herança que o Concílio nos deixou foi a de viver de modo ‘conciliar’. Hoje, usamos muito a palavra “sinodalidade”. Também esta, a meu ver, não significa comprometer-nos a fazer Concílios e Sínodos, mas viver de modo “sinodal’ significa encontrar-nos, começando por escutar-nos reciprocamente. Se falarmos sem antes empenhar-nos na escuta, se falarmos sem ouvir, corremos o risco de dizer palavras inúteis.”

Por Rádio Varticano

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Cardeal Parolin: 4 anos com Francisco, o Papa da "reforma do coração" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-parolin-4-anos-com-francisco-o-papa-da-reforma-do-coracao/ Tue, 14 Mar 2017 09:13:46 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44839 Celebrou-se ontem (13/3) o quarto aniversário da eleição do Papa Francisco. Quatro anos vividos com intensidade pelo Pastor que veio de longe e que está realizando uma obra profunda de renovação da Igreja.

Este quarto ano foi denso de momentos e documentos do magistério. Foi o ano da Exortação Apostólica Amoris Laetitia e do abraço histórico com o Patriarca Kirill em Cuba, o ano da JMJ de Cracóvia, e da visita ao campo de concentração de Auschwitz, da canonização de Madre Teresa de Calcutá e da viagem ecumênica a Lund, na Suécia, pelos 500 anos da Reforma Protestante.

A misericórdia uniu estes pontos e teve o seu ápice com a celebração do Jubileu Extraordinário, concluído em dezembro passado. 

Para uma reflexão sobre os temas fortes destes primeiros quatro ano de pontificado e sobre o horizonte que o Papa Francisco está abrindo na vida da Igreja, o Secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin, concedeu uma entrevista à Rádio Vaticano – Secretaria para a Comunicação.
 
Parolin: “No dia 13 de março de 2013, eu não estava em Roma, estava ainda em Caracas, como Núncio Apostólico na Venezuela.  Recebemos a notícia lá ao meio-dia. O primeiro sentimento foi de surpresa por este nome, pela eleição do Cardeal Bergoglio de quem ouvi falar, mas não se previa naquele momento que seria o novo Papa, pelo menos a imprensa não o apresentava entre os papáveis.  Portanto, uma grande surpresa e uma surpresa também em relação ao nome. O nome Francisco não constava na série dos Papas e prefigurava quais seriam as características do novo Pontífice. Tocou-me o seu discurso feito com muita simplicidade, muita paz e serenidade. Esta confiança recíproca, o fato que ele tenha se confiado ao povo, pedindo-lhe orações para que Deus o abençoasse, “o povo santo de Deus”, como ama dizer o Papa Francisco. Portanto, o confiar-se do pastor ao povo, do povo ao pastor e todos juntos a Deus. Dali saiu esta imagem de Igreja que é um caminhar juntos, pastor e povo, com confiança e confiando-se todos à oração, graça e misericórdia do Senhor.” 

O Santo Padre desde o inicio acentuou a necessidade de ser uma “Igreja em saída”, Igreja a caminho.  Está afirmando em vários níveis da Igreja este estilo sinodal, esta visão que o Papa quer tanto? 

Parolin: “Evidentemente, é um caminho longo, um caminho progressivo, um caminho que teve o seu início com o Concílio Vaticano II e que o Papa Francisco quer continuar sua aplicação na vida da Igreja. Parece-me importante esta Igreja a caminho, esta Igreja que se abre: uma Igreja que se abre sobretudo ao Senhor, uma Igreja em saída em direção ao seu Senhor, rumo a Jesus Cristo. Próprio porque a Igreja é em saída rumo a Jesus Cristo consegue também acompanhar as pessoas, encontrar as pessoas, acompanhar as pessoas em sua realidade cotidiana. Isso me parece muito importante e acredito que este caminho deve ser feito juntos. Eis a sinodalidade! A Igreja a caminho deve ser feita juntos, sob a guia do Espírito Santo. Portanto, uma Igreja reunida pelo Espírito onde cada um está atento à voz do Espírito e onde cada um coloca em comum também os dons que o Espírito Santo lhes dá para a realização desta missão.“

O Papa Francisco está realizando uma reforma profunda da Cúria Romana. Muitas vezes sublinha que todos precisamos de uma reforma, também muito importante, “a reforma do coração”. Na Evangelii gaudium invoca uma reforma da Igreja em saída missionária. Porque este processo de reforma é tão importante para este pontífice em vários âmbitos?

Parolin: “Na história, o Concílio depois retomou, a Igreja semper reformanda! É uma dimensão fundamental da Igreja a de estar em processo de reforma, de ‘conversão’, para usar o termo evangélico. É justo que seja assim. É necessário que seja assim. O Papa recorda isso com insistência para que a Igreja se torne cada vez mais si mesma, se torne cada vez mais autêntica, tire as crostas que se acumularam no caminho da história e resplandeça realmente com a transparência do Evangelho. Este é fundamentalmente o sentido da reforma. É por isso que o Papa insiste na ‘reforma do coração’! No âmbito da Cúria Romana houve várias decisões. O Papa recordou no último discurso à Cúria Romana que estas reformas estão causando transformações, uma renovação. Porém, tudo parte do coração, tudo parte de dentro. E o Papa insiste nisso. É importante, como ele mesmo diz, insistindo na reforma do coração: “não são os critérios funcionais que devem guiar esta reforma, mas os critérios de um retorno autêntico a Deus e uma manifestação autêntica da natureza verdadeira da Igreja.”

Por Rádio Vaticano

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Texto-base do Congresso Missionário Nacional será enviado às dioceses https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/texto-base-do-congresso-missionario-nacional-sera-enviado-as-dioceses/ Fri, 17 Feb 2017 13:00:37 +0000 http://teste.toqueto.com/texto-base-do-congresso-missionario-nacional-sera-enviado-as-dioceses.html As dioceses de todo o país vão receber ainda em março o texto-base do 4º Congresso Missionário Nacional (4º CMN) que será realizado na arquidiocese de Olinda e Recife (PE), entre os dias 7 e 10 de setembro. O documento será enviado aos regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para que façam a distribuição para suas dioceses. O material, para ser trabalhado nas comunidades, traz diretrizes gerais para impulsionar as Igrejas particulares para um dinamismo de saída e caminhar juntos no testemunho da alegria do Evangelho, da comunhão e do profetismo.

O tema “A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída” será trabalhado em três eixos: a Alegria do Evangelho; Sinodalidade e comunhão; Testemunho e profetismo. Além disso, há um eixo transversal que percorre todo o documento “Igreja em saída na perspectiva ad gentes”.

O documento traz textos de estudos que fazem referência para todos os processos de preparação de congressos missionários, tais como: congressos diocesanos e regionais, simpósios, assembleias e encontros nas comunidades. No final de cada capítulo, o texto-base traz questões para aprofundar os eixos temáticos. Todo o material foi preparado por uma equipe de missiólogos membros da Rede Latino-americana de Missiólogos e Missiólogas (Relami) a partir do documento enviado pela Comissão teológica da Bolívia.

Durante o 4º CMN a metodologia do evento deverá girar em torno de quatro palavras inspiradoras, uma para cada dia: encontrar, contemplar, discernir e propor. O processo de preparação, iniciado em junho de 2016, com reuniões em Recife (PE), está em sintonia com a realização do 5º Congresso Americano Missionário (CAM 5), marcado para julho de 2018, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.

O evento reunirá 600 delegados representantes dos 18 regionais da CNBB e outros 100 convidados, que serão hospedados pelas famílias da arquidiocese de Olinda e Recife. As inscrições devem ser efetuadas por meio dos Conselhos Missionários Regionais (Comires), conforme vagas disponibilizadas.

O 1º Congresso Missionário Nacional aconteceu em Belo Horizonte (MG) (2003). Já 2º aconteceu em Aparecida (SP) (2008) e o 3º em Palmas (TO) (2012).

Cartaz

O Cartaz destaca o conteúdo do Congresso em seus três eixos: Alegria do Evangelho; Sinodalidade e comunhão; Testemunho e profetismo. A arte evidencia a Igreja, Povo de Deus, formada por diferentes sujeitos da missão, de diversas idades e etnias (leigos e leigas, consagrados e consagradas, padres, diáconos, bispos e o papa). Todos caminham juntos depois de terem sido encontrados por Jesus Cristo como Igreja em saída ad gentes, enviada a testemunhar a alegria do Evangelho até os confins da terra. A Igreja peregrina traz a Palavra de Deus, fonte da missão. Carrega também, a Cruz das missões jesuíticas, que marcou a Bolívia e toda a América Latina, o principal símbolo do 5º Congresso Missionário Americano (CAM 5). A arte é uma criação do Ateliê15.

Poesia

O material traz ainda a poesia “Missão é partir” escrita por dom Hélder Câmara. O texto é uma homenagem ao bispo que, por duas décadas, esteve à frente da diocese de Olinda e Recife (PE). 

 

Missão é partir, caminhar,
deixar tudo, sair de si,
quebrar a crosta do egoísmo 
que nos fecha no nosso Eu.

É parar de dar voltas ao redor de nós mesmos,
como se fôssemos o centro do mundo e da vida.

É não se deixar bloquear nos problemas
do pequeno mundo a que pertencemos:
a humanidade é maior.

Missão é sempre partir,
mas não devorar quilômetros.

É sobretudo abrir-se aos outros como irmãos,
descobri-los e encontrá-los.

E, se para encontrá-los e amá-los é preciso atravessar os mares
e voar lá nos céus,
então Missão é partir
até os confins do mundo.

Dom Helder Câmara

Por CNBB, com Pontifícias Obras Missionárias

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Papa se reúne com C9 para primeiro encontro de 2017 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-se-reune-com-c9-para-primeiro-encontro-de-2017/ Mon, 13 Feb 2017 12:54:16 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-se-reune-com-c9-para-primeiro-encontro-de-2017.html A partir de hoje (13/02), o Papa Francisco se reúne com o Conselho dos Nove Cardeais (C9), para o primeiro encontro de 2017.

Trata-se da 18ª reunião do Pontífice com os cardeais que auxiliam na reforma da Cúria Romana.

Do último encontro, realizado em meados de dezembro, emergiram dois temas fundamentais: impulso missionário e sinodalidade. 

Os cardeais concluíram o estudo sobre as Congregações para a Doutrina da Fé, Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, Causas dos Santos e o Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e entregaram a sua proposta definitiva ao Papa Francisco. Um tempo consistente foi dedicado aos projetos de dois novos dicastérios. 

Serão três dias de reuniões, até quarta-feira, 15 de fevereiro.

Por Rádio Vaticano

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