simpósio - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png simpósio - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Simpósio Internacional no Vaticano sobre desarmamento nuclear https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/simposio-internacional-no-vaticano-sobre-desarmamento-nuclear/ Wed, 08 Nov 2017 08:14:17 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49414 Sexta-feira e sábado próximos, 10 e 11 de novembro, vai se realizar na Sala Nova do Sínodo, no Vaticano, o Simpósio Internacional intitulado “Perspectivas por um mundo livre das armas nucleares e por um desarmamento integral”, organizado pelo Dicastério vaticano para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral.

O prefeito do Dicastério, Cardeal Peter Turkson, observa que “o evento responde às prioridades do Papa Francisco para a paz e pelo uso dos bens da criação em favor do desenvolvimento e uma justa qualidade de vida para todos, indivíduos e povos, sem distinção”.

O secretário do Dicastério, Mons. Bruno Marie Duffé, ressaltou na Conferência da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), realizada em Viena, na Áustria, de 18 a 22 de setembro passado, a importância da “responsabilidade moral dos Estados” e do desafio de uma “estratégia comum de diálogo”, evocadas pelo Santo Padre.

Tratado sobre banimento das armas nucleares assinado após anos de intensas e árduas negociações

Trata-se do primeiro encontro global sobre o desarmamento atômico após a aprovação do “Tratado sobre o banimento das armas nucleares”, assinado por 122 países da comunidade internacional (entre os quais a Santa Sé), em Nova York, em 7 de julho de 2017, após anos de intensas e árduas negociações, e aberto para assinatura na metrópole estadunidense em 20 de setembro passado.

A esse propósito, o Simpósio terá a participação conjunta de 11 Prêmios Nobel da Paz, de expoentes da Onu e da Otan, de diplomatas representantes dos Estados entre os quais a Rússia, EUA, Coreia do Sul e Irã, bem como dos máximos especialistas no campo dos armamentos e expoentes de fundações, organizações e da sociedade civil há tempo engajados ativamente sobre o tema.

Estarão igualmente presentes, além de representantes das Conferências episcopais e de Igrejas, a nível ecumênico e de outros credos, também delegações de docentes e estudantes provenientes de Universidades dos EUA, Rússia e União Europeia.

Simpósio terá testemunho de um dos últimos sobreviventes do bombardeio de Hiroshima

Será particularmente significativo o testemunho de Masako Wada – secretário geral assistente da Nihon Hidankyo –, um dos últimos sobreviventes do bombardeio de Hiroshima, que se pronunciará representando as vítimas das armas atômicas, e todas as vítimas dos outros experimentos nucleares.

A Santa Sé será representada pelo secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin, e por expoentes do Dicastério. O Papa Francisco receberá os participantes em audiência na Sala Clementina, na sexta-feira, dia 10, ao meio-dia (hora local), aos quais dirigirá um discurso.

Por Rádio Vaticano

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No Vaticano, Simpósio debate acesso à internet como direito de todos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/no-vaticano-simposio-debate-acesso-a-internet-como-direito-de-todos/ Tue, 10 Oct 2017 13:26:25 +0000 http://teste.toqueto.com/no-vaticano-simposio-debate-acesso-a-internet-como-direito-de-todos.html A internet é atualmente o principal meio de capacitação para o aprendizado, divulgação de conhecimento, prestação de cuidados de saúde, meio ambiente e geração de empregos. No entanto, cerca de três bilhões de pessoas no mundo não tem acesso à rede.

Para refletir sobre o tema “conexão à Internet é um direito humano?”, estudiosos e especialistas de vários países reúnem-se no Vaticano, nesta terça-feira, 10, para um Simpósio organizado pela Pontifícia Academia das Ciências.

A análise parte do pressuposto que a conectividade é um direito gratuito: a sociedade deve acessá-lo.

Como as escolas públicas, as luzes das ruas, as estradas e as calçadas, é responsabilidade da sociedade civil gerenciar, manter, oferecer e subcontratar as partes envolvidas de uma maneira competitiva, inovadora e em um mercado livre. Do mesmo modo como os cuidados de saúde primários, a educação pública, o Estado de direito, as forças policiais e de defesa.

Segundo a Academia, “a educação, um caso especial e importante, é o caminho mais rápido para a dignidade e a liberdade. E não pode ser uma estrada com pedágio”.

Internet para todos

Segundo estudiosos, o custo para conectar os seres humanos em todo o mundo é inferior a 0,1% da despesa destinada atualmente às guerras. Uma dádiva para eliminar a ignorância, aliviar a pobreza, compartilhar conhecimentos básicos e trabalhar para a paz mundial, com um melhor entendimento recíproco.

Sobre o acesso à rede nas escolas, os estudiosos defendem que todos os alunos e professores têm o direito de se conectar. “Uma escola sem conectividade não é uma escola para o século 21”, enfatizam. E o mesmo se aplica para idosos e pobres, que são os mais excluídos dos recursos digitais.

Sobre a Academia

O trabalho da Pontifícia Academia das Ciências compreende seis grandes áreas: ciência fundamental, ciência e tecnologia de problemas globais; ciência para os problemas do mundo em desenvolvimento, política científica; bioética, epistemologia.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Centesimus Annus: dignidade e bem comum ao centro da economia https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/centesimus-annus-dignidade-e-bem-comum-ao-centro-da-economia/ Fri, 19 May 2017 11:04:13 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46343 Não observadores, mas protagonistas que deem respostas concretas para que a economia e o mercado na época atual, marcada por uma conturbação global, estejam sempre mais a serviço da dignidade humana.

Esta é a proposta dos cerca de 300 participantes do simpósio aberto esta quinta-feira (18/05) em Roma, com a presença de representantes de 18 países, em resposta aos pedidos do Papa Francisco feito pela Fundação Centesimus Annus em 2016. O Coordenador do Comitê Científico, Professor Giovanni Marguerra, conversou com a Rádio Vaticano:

“A nossa Fundação, fiel a sua identidade – que por um lado é dada pela Encíclica Centesimus Annus “ e por outro pelo “ensinamento do Papa Francisco – procura, com as suas convenções e nos  seus encontros territoriais – quer na Itália como no exterior –   prosseguir enfrentando as emergências globais que neste momento sacodem o mundo, olhando porém para elas como momentos em que se tenta fazer mais integração, se procura introduzir um modelo social em que a inclusão das pessoas seja a norma. Nós temos uma sociedade profundamente desintegrada, profundamente desigual, entre quem está dentro e quem está fora. E o que nos diz o Papa é para promover a participação e a responsabilidade. A integração não é algo que acontece por si só, mas acontece se alguém que está dentro assume a responsabilidade de fazer participar quem está fora”.

Partindo da orientação da Doutrina Social da Igreja, três sessões de trabalho debaterão temas prioritários, verdadeiras “emergências planetárias”.

Se começará pelos desafios apresentados pela digitalização ao mundo do trabalho, não somente ameaça de desemprego e exclusão, porque mais dados, mas serviços, mais produtos também podem – dizem os participantes – “servir oa bem comum” e ser “uma oportunidade para aprender e envolver”.

Fundamental neste contexto é a educação, como explica o Prof Giovanni Marguerra:

“O desemprego é um problema que atinge a carne viva de nossa sociedade, não é somente uma questão de jovens ou de idosos. É também uma questão de quem tem as competências para conseguir resistir a uma mudança tecnológica impactante e quem, pelo contrário, não a tem e é expulso do meio do trabalho. Sob este aspecto, procurar dar uma maior valorização à educação – não somente à formação, durante toda a vida de trabalho – porque isto é já  aquilo que devemos fazer se quisermos sobreviver em um mundo que muda assim tão rapidamente – é sempre mais crucial o papel da família, como crucial sempre foi em termos educativos, evidentemente”.

Perguntaremos aos participantes nas sessões sucessivas do encontro – refere o Presidente da Fundação, Domingo Bickel – também propostas concretas sobre como enfrentar os efeitos de uma economia criminal – como o tráfico de seres humanos – e de como incentivar a solidariedade e as virtudes sociais.

Participarão, nestes casos, expoentes da Europol, do voluntariado e renomados economistas. “O tema é empenhativo e requer coragem e aliança – explica ainda, o Prof. Giovanni Marguerra – mas para dar seguimento ao ideal de fraternidade que tantas vezes o Papa nos recomenda, não temos outro caminho senão este:

“Assistimos a contextos em que o homem e a mulher são instrumentalizados, não sendo valorizada a sua dignidade. Cada um tem a sua dignidade e acredito que o ensinamento a ser seguido com mais atenção da doutrina social é justamente este da valorização e da promoção da dignidade humana em cada circunstância”.

Por Rádio Vaticano

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Encontro no Vaticano: perspectiva histórica da Reforma e Lutero https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/encontro-no-vaticano-perspectiva-historica-da-reforma-e-lutero/ Fri, 24 Mar 2017 10:27:33 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45094 O Papa Francisco quer “reabilitar” a figura de Lutero? “Não sei. Sei porém que Lutero foi percebido nos séculos do passado como a encarnação do diabo, aquele que rompeu a comunhão e assim por diante. Hoje não se trata de dizer que aquilo que fez Lutero tenha sido uma coisa boa, porém, podemos explicar os acontecimentos que levaram à Reforma e os desdobramentos que se seguiram”.

Assim o Presidente do Pontifício Comitê das Ciências Históricas, Padre Bernard Ardura, ao apresentar o Simpósio Internacional de Estudos “Lutero 500 anos depois. Uma releitura da Reforma luterana em seu contexto histórico eclesial”,  a ter lugar no Instituto de Maria SS.ma Bambina, em Roma, de 29 a 31 de março próximo.

Para ele, as polêmicas e “interpretações pessoais” vieram mais tarde, mas o que interessa é “a busca da verdade” de um contexto histórico, econômico e político, que motivou uma reforma inicialmente marcada por “boas intenções”, mas que acabou provocando uma “ruptura” que durou cinco séculos e ainda hoje apresenta-se como “uma ferida aberta”.

Releitura histórica e eclesial

Trata-se de “uma releitura histórica e eclesial dos acontecimentos que levaram à reforma dentro da Igreja. Isto é, ver qual é o contexto histórico e eclesial em que viveu Lutero, pois sem este conhecimento não se pode entender o que aconteceu sucessivamente em todo o continente europeu”, explica o Presidente do Pontifício Comitê, no encontro realizado na Sala de Imprensa da Santa Sé.

Um evento, portanto, que pretende “abrir perspectivas” e esclarecer alguns aspectos que até agora permanecem obscuros. Como por exemplo, o fato de que Lutero “não chega em uma Igreja a ser completamente transformada, mas em uma Igreja que já desde o final do século XV conhece elementos de reforma, não somente do ponto de vista teológico: havia, para exemplificar, reformas dentro das Ordens religiosas, na Inglaterra, na Boêmia, na Itália, na Espanha”, onde estava em curso a obra do Cardeal Francisco Jimenez de Cisneros, que de qualquer forma, acabou antecipando a contra-Reforma.

A crise do homem Lutero

O encontro em Roma será também a ocasião para indagar sobre “implicações psicológicas” do “drama” vivido pelo homem Lutero: um homem “pecador”. Portanto, aquela “crise pessoal, interior” que levou o monge alemão a romper com a vida religiosa e com aquela Igreja na qual havia se consagrado.

“Lutero também casou-se com uma religiosa. Tudo isto não pode acontecer, senão após uma crise profunda”, evidencia Ardura. “São elementos que devemos levar em consideração, porque deram início à reforma que encontrou o seu ponto de difusão entre os principados europeus” e também porque sua história pessoal “tornou-se, de uma forma ou outra, um modelo que forjou a cultura protestante que se vê, por exemplo, hoje nos Estados Unidos, onde os próprios católicos são um pouco contaminados por este modo de conceber a vida cristã, o pecado nas áreas da vida, da sexualidade…”.

Romper não era o objetivo

As intenções iniciais do teólogo, porém, não eram estas. A reforma era principalmente “interna”. “Lutero não queria a cisão”, assegura Padre Ardura. “No início ele queria fazer uma reforma dentro da Igreja, algo que sempre ocorreu no decorrer dos séculos. Ele cumpre um caminho espiritual. O ponto de partida, neste sentido, é bom. Depois, porém, houve pressões de todas as partes, elementos intervieram de fora – historiadores, políticos e empresários – que influenciaram a “involução” da própria reforma, desembocando posteriormente em uma ruptura”.

Ferida ainda aberta, mas mudou o olhar

A “ferida ainda está aberta”, afirma Padre Ardura, mas “o olhar não é mais o mesmo”. “Temos um olhar de caridade, uma olhar recíproco, que vê no outro alguém que tem boa vontade e que procura responder à sua profissão de fé”.

 Chegou-se a este resultado certamente graças ao impulso ecumênico do pontificado de Bergoglio, mas o caminho iniciou bem antes: “Os resultados que vemos hoje são o fruto de um processo iniciado já com João XXIII, primeiro Papa da história recente a querer dar estes passos. Recordemos o seu encontro com o Primaz anglicano. Não se fala ainda de unidade ou comunhão, mas se inicia a ver o outro como um irmão. E este é o ponto de partida, um bom ponto de partida”.

Dar passos e aprofundar releituras

O Presidente do Pontifício Comitê das Ciências Históricas também recorda os passos dados com as Igrejas “irmãs” Ortodoxas, enquanto nas costas dos católicos e protestantes “existem cinco séculos de separações, durante os quais as duas Igrejas se desenvolveram seguindo dois caminhos diferentes. Isto deve ser levado em consideração. Quinhentos anos de afastamento não podem ser resolvidos em poucos anos”. Porém podem ser dados passos e serem aprofundadas “as releituras que permitem redescobrir que houve mal-entendidos”.

Ecumenismo cotidiano

Essencial, em tal contexto, é “o diálogo entre teólogos”, que porém é diferente “do ecumenismo da vida cotidiana: aquele vivido por tantas comunidades. Temos por exemplo, em Moscou, um centro cultural criado pela Igreja Católica no qual os trabalhadores são quase todos ortodoxos; um local de encontro em que não se fala de teologia, mas se pratica ecumenismo no respeito de um pelo outro. Mesmo nós, não fazemos ecumenismo, porém com os historiadores, os teólogos que pertencem a diversas Igrejas, podemos fazer um pouco do caminhos juntos. Fazer uma história absolutamente neutra me parece difícil, mas é necessário fazer uma história honesta, alicerçada em documentos. E isto é importante”.

 E ajuda também a prudência em manter sob controle as “interpretações pessoais”, um outro modo para definir as críticas. Como aquelas dirigidas ao Pontífice pela sua viagem a Lund, Suécia, em novembro de 2016, ou aquelas contra o Patriarca de Moscou Alexis II, que durante uma viagem à França havia celebrado as Vésperas ecumênicas na Catedral de Notre Dame e recitado o Pai Nosso com os anglicanos. “Alguns bispos russos haviam pedido a deposição do Patriarca porque para eles era uma heresia”, conta Padre Ardura. “Não devemos nos deixar levar pelas interpretações. Certamente devemos ser prudentes nas nossas palavras e permanecer sempre fieis à própria fé. Abrir-se é um risco, mas acredito que valha a pena sermos corajosos”.

Por Rádio Vaticano

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Simpósio discute teologia da missão e destaca as Bem-aventuranças do Reino https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/simposio-discute-teologia-da-missao-e-destaca-as-bem-aventurancas-do-reino/ Fri, 24 Feb 2017 08:13:52 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44580 Termina hoje, sexta-feira (24), o 6º Simpósio de Missiologia. Cerca de 70 pessoas entre teólogos, missiólogos, pesquisadores, representantes de instituições missionárias e agentes de pastoral de todo o Brasil trabalham o tema “(Des)compassos de uma Igreja em saída. Dez anos de Aparecida à luz de uma Igreja sinodal e martirial”. O evento ocorre no Centro Cultural Missionário (CCM), em Brasília (DF).

Além do debate missiológico, o grupo faz reflexões sobre o 4º Congresso Missionário Nacional a ser realizado nos dias 7 a 10 de setembro de 2017, em Recife (PE), com o tema “A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída”.

Na terça-feira, 21, a missionária Xaveriana irmã Tea Frigerio, do Centro de Estudos Bíblicos (Cebi), refletiu sobre as Bem-aventuranças no Evangelho de Mateus. “Viver as Bem-aventuranças numa Igreja em saída” é o farol que deve orientar “uma nova maneira de ser, crer e evangelizar”, afirmou a religiosa ao apresentar as Bem-aventuranças como um caminho com propostas radicais de discipulado em vista de novas relações que incluem o cuidado de toda a criação.

Irmã Tea mostrou que estas palavras ecoam na Evangelii Gaudium, na Laudato si’ e em outros pronunciamentos do papa Francisco. “Nossa vocação como comunidades cristãs é de sermos povo das Bem-aventuranças, tendo Jesus Cristo como única segurança. Somos chamados (as) a criar comunidades alternativas ao sistema de morte”, destacou.

Ao aprofundar o Evangelho de Mateus, a conferencista mostrou as semelhanças entre seus destinatários e os cristãos de hoje. No I século, “a ‘Boa Notícia’ enfrentava problemas muito semelhantes aos nossos: descaso com os pobres, tendências, discordâncias e conflitos nas nossas igrejas, lentidão em comprometer-se com as questões sociais e da justiça, e marginalização do diferente”. Para viver a Boa Notícia, “os discípulos do 1º século deviam proclamar um evangelho diferente do evangelho do império, isto é, o evangelho do Reino que promove a justiça, a paz, a integridade da vida e da criação”, observou a religiosa.

Em Mateus temos uma espiritualidade evangélica baseada na metáfora da ‘oikos’ que significa ‘casa’. O caminho espiritual é permitir que Deus estabeleça sua moradia em nossos corações. Isso vai determinar nossa maneira de estar no mundo.

A programação do Simpósio inclui exposições, debates e grupos de estudo sobre o Texto-base do 4º Congresso Missionário Nacional. Contempla também plenários, testemunhos missionários, apresentações de iniciativas e publicações.

O Simpósio é promovido todos os anos pela Rede Ecumênica Latino Americana de Missiólogos e Missiólogas (Relami), o Centro Cultural Missionário de Brasília (CCM) e as Pontifícias Obras Missionárias (POM).

Por CNBB, com Assessoria de Imprensa das Pontifícias Obras Missionárias

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