Signis Brasil - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Signis Brasil - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Inscrições para os prêmios de comunicação se encerram em 31/1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/inscricoes-para-os-premios-de-comunicacao-se-encerram-em-31-1/ Tue, 23 Jan 2018 07:59:14 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50313 A 51ª edição dos prêmios de Comunicação da CNBB teve início no mês de setembro de 2017 quando foram abertas as inscrições para trabalhos de Cinema, Rádio, Imprensa, TV e Internet. A responsabilidade de fazer a gestão do processo do concurso é da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, presidida pelo arcebispo de Diamantina (MG), dom Darci José Nicioli. Grande incentivador do projeto, ele tem manifestado constante preocupação e chamado a atenção dos coordenadores regionais da pastoral da comunicação em todo o Brasil e dos bispos referenciais para que divulguem e incentivem tanto os comunicadores da Igreja como aqueles que atuam na sociedade para se inscreverem. Até o meio do mês de janeiro de 2018, o número de inscrições é expressivo em relação aos últimos anos, mas ainda há espaço para mais trabalhos.

“Ao observar as inscrições já feitas, percebemos que o Brasil está significativamente representado uma vez que temos candidaturas vindas de todas as regiões do país“, diz P. Rafael Vieira, assessor da Comissão para a Comunicação e encarregado de acompanhar o trabalho de organização dos inscritos. “Outra característica que se pode verificar nas listas de candidatos é a diversidade de veículos de comunicação que veicularam os trabalhos. Praticamente toda a chamada grande mídia impressa e de TV estão presentes“, acrescenta. Nota-se, no entanto, segundo assessor uma necessária divulgação mais intensa do prêmio criado o ano passado pela CNBB, o prêmio de internet “Dom Luciano Mendes de Almeida”. Esse prêmio favorece a apresentação de portais, sites e blogs, iniciativas em redes sociais e aplicativos. “O prêmio ainda não é muito conhecido e, por isso, muita gente confunde se tratar de material jornalístico publicado na internet. Na verdade, não é isso. Mas quem fez a inscrição de uma matéria jornalística publicada na internet no prêmio Dom Luciano Mendes de Almeida não deve se preocupar. Todo o trabalho jornalístico está sendo encaminhado para o prêmio Dom Helder Câmara, que é o prêmio de imprensa“, esclarece o assessor.

Cinquentenário

O mais antigo prêmio de comunicação da CNBB é o de cinema e tem o nome de “Margarida de Prata”. No ano passado foi celebrado seu cinquentenário com uma inciativa curiosa: a cerimônia de entrega das estatuetas teve um tratamento bem no estilo dos famosos prêmios de cinema mundo afora. O cenário foi uma antiga sala de cinema restaurada no interior de Goiás. E, durante o espetáculo, grandes obras do cinema mundial que destacaram os temas da fé foram relembrados como “Jesus Cristo Superstar”de Normam Jewison, “Jesus de Nazaré” e “irmão sol e irmã lua” de Franco Zefirelli, “Paixão de Cristo” de Mel Gibson e “Evangelho segundo São Mateus” de Pier Paolo Pasolini.

“Tivemos ainda uma belíssima demonstração de apreço da Conferência pelo cinema nacional”, disse P. Rafael. “Três atores que bem representam a sétima arte no Brasil foram agraciados com uma estatueta de Honra ao Mérito por terem participado de filmes premiados pela CNBB: Fernanda Montenegro, Dira Paes e Rodrigo Santoro“, explica. “E todos eles foram muito gentis ao receber a homenagem na Cúria da arquidiocese do Rio de Janeiro“, conclui. Durante essa cerimônia no Rio também foram homenageados o diretor Silvio Tendler, ganhador de seis prêmios de cinema da CNBB e um comovente reconhecimento foi manifestado pelos bispos ao maior responsável pela organização do “Margarida de Prata” nos seus 50 anos de existência, o crítico e professor de cinema da Pontifícia Universidade Católica do Rio, professor Miguel Pereira. O cardeal dom Orani Tempesta foi o anfitrião da noite e representou a presidência e a comissão de comunicação da CNBB junto aos homenageados.

Próximas fases

Depois de encerradas as inscrições no final de janeiro, tem início o trabalho de avaliação das obras inscritas com o júri dos especialistas. Professores da Universidade Católica de Brasília (DF) julgam os inscritos para o prêmio de Imprensa; professores da Universidade Católica de Salvador (BA) avaliam os candidatos ao prêmio de internet; uma comissão formada sob a responsabilidade da Signis Brasil e a da Rede Católica de Rádio (RCR), em São Paulo, julgam os prêmios de Rádio; professores da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (GO) são responsáveis pela apreciação dos inscritos ao prêmio de TV e professores da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro avaliam os inscritos para o prêmio de cinema.

No meado desse primeiro semestre de 2018, os três trabalhos escolhidos pelos especialistas em cada uma das categorias dos prêmios de comunicação da CNBB serão apresentados a um júri composto por bispos escolhidos pelo Conselho Episcopal de Pastoral da Conferência. Eles escolherão os ganhadores. Este ano, em uma experiência provisória, os três finalistas também serão apresentados para uma votação popular online e os ganhadores receberão a estatueta de Honra ao Mérito que é uma homenagem à Ir. Dorothy Stang, assassinada em Amapu, no Pará, em 2005.

A cerimônia de entrega dos prêmios está prevista para ser realizada durante o 6º Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação, em julho, com transmissão pelas redes de TV de inspiração católica do Brasil.

Por CNBB

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Signis realiza congresso e grupo brasileiro apresenta experiência do rádio https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/signis-realiza-congresso-e-grupo-brasileiro-apresenta-experiencia-do-radio/ Tue, 20 Jun 2017 08:20:05 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46859 A Mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial das Comunicações Sociais deste ano é a base das reflexões e oficinas do Congresso Internacional da Signis Mundial, que começou ontem e vai até o dia 22 de junho, em Québec, no Canadá. Membros da Associação Católica Internacional para a Comunicação de todo o mundo estão presentes no evento cujo tema é “Promover histórias de esperança”.

Sessões plenárias e oficinas serão oferecidas nestes três dias para debater, descobrir e trocar experiências sobre o mundo da mídia e das comunicações. Logo de início, um painel de discussão em que quatro representantes de organizações católicas explicam como contar histórias de esperança. Na sequência, profissionais do audiovisual contam “como encontrar Deus em todas as coisas e filmá-lo”. Uma sessão específica será dedicada a aprofundar a reforma da comunicação do Vaticano.

Também serão aprofundados o envolvimento religioso e espiritual dos jovens nas redes sociais, onde compartilham a fé, e a relação entre música e esperança. O evento ainda contará com a exibição do filme “Silêncio”, que conta a história de três padres jesuítas perseguidos por causa de sua fé, no século XVII, no Japão. O diretor da produção, o cineasta Martin Scorsese, receberá o “Prêmio Signis pela excelência de produção cinematográfica”.

Em mensagem enviada ao prefeito da Secretaria para a Comunicação do Vaticano, monsenhor Dario Edoardo Viganò, e assinada pelo Secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, o pontífice fez votos de que o Congresso possa inspirar “uma esperança, acessível a todos, precisamente no lugar onde a vida conhece a amargura do fracasso”.

Participação do Brasil

A Signis Brasil terá um momento dedicado à apresentação de experiências, como a produção colaborativa no rádio, em uma formatação já conhecida e aceita nacionalmente, com a regionalização das redes de emissora e a formatação da rede Católica no Brasil, com a distribuição de conteúdos.

“Vamos apresentar ‘A vida nos Trilhos’ – do qual foi feito um documentário em pauta conjunta com todas as mídias brasileiras, e nós vamos falar exatamente desse case, que é bem original do Brasil e que tem essa característica de comunhão e partilha da produção de conteúdos, com ênfase na realidade brasileira onde a vida está mais fragilizada”, conta o presidente da Signis Brasil, frei João Carlos Romanini.

Os interessados poderão acompanhar o congresso pela internet no site e nas redes sociais da Signis.

Por CNBB

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“Que vocês sejam os microfones de Deus, do Evangelho e do Reino” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/que-voces-sejam-os-microfones-de-deus-do-evangelho-e-do-reino/ Thu, 30 Mar 2017 08:57:42 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45200 Emissoras Católicas de Rádio participaram do I Congresso de Rádio Católica do Brasil, promovido pela Rede Católica de Rádio (RCR), em Aparecida (SP), nos dias 28 e 29 de março. A temática do evento abordou o processo de migração das emissoras que utilizam a frequência AM para a faixa FM. Além disso, trouxe painéis sobre a audiência no rádio, linguagens e soluções para a crise. A solenidade de abertura do evento contou com as presenças do arcebispo de Aparecida (SP), dom Orlando Brandes; do bispo auxiliar de São Paulo, dom Devair Araújo da Fonseca; representantes da Signis Brasil e da RCR.

Nas palavras de abertura, o arcebispo de Diamantina, dom Darci Nicioli mandou uma mensagem aos congressistas por meio de um vídeo ressaltando a relevância do rádio, o amor à comunicação, à evangelização, e falando principalmente de estar a serviço da comunicação numa cultura do encontro: “Precisamos olhar para o futuro com amor e esperança. Radiodifusores, reflitam sobre a urgentíssima necessidade: é preciso caminhar com a Igreja”, afirmou.

Dom Orlando Brandes também se manifestou sobre a abertura do Congresso:  “Aprendi que primeiro vem a comunicação interpessoal e depois os meios de comunicação. Que nós conversemos bastante! Que a comunicação autenticamente católica ajude a recompor tudo aquilo que está quebrado, que vocês sejam os microfones de Deus comunicador, do evangelho e do Reino”, falou.

Palestras

No primeiro dia de palestras, o evento contou com vários temas de relevância para o atual momento do rádio.  Foram apresentados dados estatísticos que apontam novos caminhos às emissoras e que podem ser úteis para mudanças significativas para ouvintes, radiodifusores e para os setores comerciais.

Para o painel que tratou de soluções para o momento de crise vivido no país de uma forma geral, a professora Glaucya Tavares enfatizou a importância de se manter em movimento, de acompanhar as transformações da sociedade e da comunicação, bem como aproveitar as oportunidades que a tecnologia e as tendências oferecem: “Os jovens assistem youtubers como referências até para suas próprias dúvidas, eles também não conseguem se manter assistindo um vídeo por muito tempo. Um minuto e meio. Nem mesmo nós gostamos de programas longos. Isso é um desafio: manter o pico de atenção, falar da necessidade do outro, do que interessa. Nesse momento de crise, há muitos temas dos quais a Igreja pode tratar para trazer uma solução para seus ouvintes.  Assim, cria-se um vínculo com o público e um pico de atenção. Precisamos usar novos formatos para levar a doutrina”, declarou.

Ela ainda ressaltou que é preciso fazer investimentos assertivos e verificar se a audiência está correspondendo aos programas: “Se não estamos sendo ouvidos, não estamos fazendo rádio. É a era da resolução. O que estamos resolvendo para nossos ouvintes?  Também temos que falar para novos públicos porque quem quer falar para os mesmos acaba falando para ninguém. Porque os mesmos mudam”, disse. Glaucya concluiu afirmando que é preciso também dar espaço para prioridades, entender a própria identidade (o que é e para quem), além de investir em uma administração colaborativa.

O presidente da Rádio Renascença de Portugal, padre Américo Aguia falou sobre novas linguagens. Ele sublinhou que não se deve ter medo das novas linguagens, mas sim observá-las, estudá-las e agir com base nisso. Na sequência, a presidente da RCR, Angela Morais, falou sobre como trabalhar em rede. Ela destacou que o essencial “é o compartilhamento de conteúdo, a reunião de forças. São oito bases geradoras na RCR, mas hoje todas as rádios são geradoras de conteúdo. O importante é termos uma sintonia juntos enquanto instituição”, finalizou.

Migração e avanços tecnológicos

O último dia do Congresso, 29, contou com a celebração eucarística presidida por dom Darci e concelebrada por dom Devair. Logo após, abrindo as exposições, na parte da manhã, foram tratadas as intensas mudanças do meio digital e a urgência das rádios em estarem presentes nos dispositivos.  A questão da migração de AM para FM também ganhou destaque. De acordo com a advogada, Tathiana Noleto, é menos oneroso fazer a alteração para FM do que promover a digitalização. Ela também elucidou todo o histórico e processos da migração, como passos da adaptação, prazos de editais, entre outras particularidades.

Por CNBB, com RCR

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