ser cristão - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:04:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png ser cristão - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Cinco filmes recomendados para a Semana Santa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cinco-filmes-recomendados-para-a-semana-santa/ Tue, 27 Mar 2018 10:29:19 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51460 A Semana Santa é um período propício para conhecer e refletir mais sobre o sentido de ser cristão, o que é melhor com a ajuda de um bom filme. A seguir, cinco obras cinematográficas com temática de fé que marcaram e mudaram a vida de muitos de seus telespectadores.

Ressurreição (2016)

De acordo com a Sony, “Ressurreição” apresenta “a épica história bíblica da ressurreição contada pelos olhos de um incrédulo. Clavius (Joseph Fiennes), um poderoso tribuno militar romano, e seu assistente, Lucius (Tom Felton), têm a tarefa de resolver o mistério do que aconteceu com Jesus nas semanas seguintes a crucificação, a fim de refutar os rumores de um Messias ressuscitado e evitar uma revolta em Jerusalém”.

A Paixão de Cristo (2004)

É uma adaptação dos últimos dias de Jesus Cristo realizada por Mel Gibson. Filmado em latim e aramaico, idiomas que Jesus falou, e projetado em todo o mundo em versão original por desejo do diretor, o filme atraiu a atenção de todos pela crueza e realismo de suas imagens.

Ben Hur (1959)

William Wyler assinou uma épica superprodução protagonizada por Charlton Heston, Stephen Boyd e Jack Hawkins que obteve onze prêmios Oscar. Narra a história de dois velhos amigos que se enfrentam e na qual não se mostra o rosto de Jesus Cristo, embora sua presença marque toda a vida de Judah Ben-Hur.

Um remake deste filme estreará ainda este ano, dirigido por Timur Bekmambetov e com Jack Huston como o personagem principal. O brasileiro Rodrigo Santoro também faz parte do elenco, no papel de Jesus Cristo. O primeiro trailer deste remake foi divulgado na semana passada.

Jesus de Nazaré (1977)

Embora se trate de uma minissérie de televisão e não de um filme, o trabalho de Franco Zeffirelli é talvez o melhor relato sobre o nascimento, feitos e morte de Jesus Cristo. O Beato Paulo VI, depois de assistir essa produção, recebeu em audiência o diretor de cinema Franco Zeffirelli e agradeceu-lhe por este trabalho sobre a vida do Senhor. O Papa Francisco também recebeu o diretor na Casa Santa Marta em Audiência Privada na terça-feira, 15 de março.

Os Dez Mandamentos (1956)

Charlton Heston volta a aparecer neste épico com a adaptação da passagem de Moisés e os Dez Mandamentos, dirigida pelo lendário Cecil B. DeMille. A superprodução é de proporções bíblicas: possui quase quatro horas de duração e seus avançados efeitos especiais renderam um Oscar aos diretores. A cena da abertura do Mar Vermelho entrou para a história da sétima arte como uma das mais impressionantes do cinema até então.

Por ACI Digital

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Papa Francisco: o que nos torna cristãos é a proposta do amor de Deus https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-o-que-nos-torna-cristaos-e-a-proposta-do-amor-de-deus/ Mon, 09 Oct 2017 07:42:57 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48885 No Ângelus deste domingo, o Papa Francisco falou sobre a parábola dos vinhateiros, convidou os fiéis a não ter a atitude dos vinhateiros, mas servir os outros, rejeitando assim a arrogância e recordou que o que nos torna cristãos é o amor de Deus.

Há um só impedimento diante da vontade tenaz e tenra de Deus: a nossa arrogância e a nossa presunção, que por vezes se torna também violência!”.

“Há apenas um impedimento para a tenaz e tensa vontade de Deus: nossa arrogância e nossa presunção, que às vezes se torna violência”.

“Os vinhateiros refutam entregar a colheita aos servos do dono da vinha matando inclusive o filho deste pensando assim apoderar-se da herança, o Pontífice ressaltou que esta narração ilustra de modo alegórico aquelas recriminações que os Profetas haviam feito sobre a história de Israel”.

“É uma história que fala da aliança que Deus quis estabelecer com a humanidade e à qual também nos chamou para participar”. Esta história “conhece seus momentos positivos, mas é marcada também por traições e por rejeições”.

Mas diante da atitude dos vinhateiros estão os cristãos e “um Deus que, mesmo desiludido com nossos erros e nossos pecados, jamais falta com a sua palavra, não se detém e, sobretudo, não se vinga!”.

“Através das “pedras de descarte”, através de situações de fraqueza e de pecado, Deus continua colocando em circulação o “vinho novo” da sua vinha, ou seja, a misericórdia”.

O Pontífice destacou a “urgência de responder com frutos de bem ao chamado do Senhor, que nos chama a tornar-nos vinha, nos ajuda a entender o que há de novo e de original na fé cristã”.

E “não é tanto a soma de preceitos e de normas morais, mas é, sobretudo, uma proposta de amor que Deus, através de Jesus, fez e continua fazendo à humanidade”.

“É um convite a entrar nesta história de amor, tornando-se uma vinha vivaz e aberta, rica de frutos e de esperança para todos. Uma vinha fechada pode tornar-se selvagem e produzir uva selvagem. Somos chamados a sair da vinha para colocar-nos a serviço dos irmãos que não estão conosco, para mexer conosco reciprocamente e encorajar-nos, para recordar-nos de ser vinha do Senhor em todo ambiente, inclusive naqueles mais distantes e em condições difíceis”.

Por ACI Digital

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Discípulos do Crucificado-Ressuscitado https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/discipulos-do-crucificado-ressuscitado/ Wed, 12 Apr 2017 09:04:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45436 A celebração do Tríduo Pascal, da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo, preparada com empenho no tempo quaresmal, toca os pontos centrais de nossa vida cristã. A Páscoa permite que compreendamos quem é Jesus Cristo e quem somos nós, seus seguidores. 

O grande anúncio da ressurreição tem sua importância não somente pela sua absoluta novidade mas, também, porque aquele que agora vive é o mesmo que foi injustamente condenado, morto como um maldito no madeiro, “desprezado como o último dos mortais, homem coberto de dores, cheio de sofrimentos”(Is 53,3). Após as aparições do Ressuscitado, os discípulos compreenderam, como Pedro que “Deus constituiu Senhor e Cristo, a esse Jesus que vós crucificastes” (At 2, 36). O homem de Nazaré, que falou com autoridade e fez prodígios e sinais, foi entregue nas mãos dos poderosos de Israel e condenado à morte na cruz. Mas este mesmo Jesus, crucificado, Deus o ressuscitou e o constituiu Senhor e Cristo. Não somente a ressurreição, em si, foi a grande notícia, mas o fato de ter sido exatamente aquele que fora crucificado. A ressurreição manifesta que Jesus e Senhor estão unidos como sujeito e predicado, pois a humilhado foi exaltado. Ao se apresentar, como ressuscitado, logo quis fazer-se reconhecer pelos seus. “Por que vocês estão perturbados e por que o coração de vocês está cheio de dúvidas? Vejam minhas mãos e o meus pés: sou eu mesmo” (Lc 24, 38-39). Como ressuscitado, traz consigo as marcas da sua história de fidelidade e, também,do pecado humano, simbolizado nas chagas que mostra solenemente ao incrédulo Tomé. O acontecimento maravilhoso e inesperado da ressurreição possibilita aos discípulos verdadeira compreensão de Jesus: é o Crucificado-Ressuscitado; o Humilhado-Exaltado. O reconhecimento evidencia, ao mesmo tempo, a continuidade e a novidade do ressuscitado em relação ao abandonado da cruz.

O discípulo de Jesus, de todos os tempos, vive guiado pelo dinamismo da Ressurreição de Cristo, qual “força de vida que penetrou o mundo. […] Esta é a força da ressurreição, e cada evangelizador é um instrumento desse dinamismo” (EG 276). Com os olhos iluminados pela luz da ressurreição, o discípulo compreende o significado das palavras, do estilo de vida e do projeto do Reino de Jesus Cristo. Esta certeza sustenta a fé e move a caridade e torna-o capaz de ser evangelizador. Na Páscoa renovamos nosso batismo e, por isso, comprometemo-nos, mais uma vez neste caminho do amor que se doa até o fim (cf. Jo 13,1). Atualizam-se em cada fiel as palavras de Jesus: “se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, permanecerá ele só; mas se morrer produzirá muito fruto” (Jo 12,24). 

O convite é que a celebração pascal renove em nós este dinamismo da ressurreição, que faz assumir com coragem, na força do Espírito Santo, a cruz de cada dia, pois uma semente de esperança foi depositada em nossos corações. O cristão não pode fugir da cruz, nem dos crucificados de nossa história, pois tem um horizonte maior diante de si, que a tudo dá sentido, o Pai que ressuscitou o Crucificado, fonte de nossa esperança e de nossa fé. Quando os apóstolos tiveram esta certeza, viveram com fidelidade até a entrega da própria vida através do martírio. É a partir da Páscoa que os discípulos de Jesus de ontem e de hoje compreendem o que é ser cristão.

Desejo que o dinamismo renovador do Ressuscitado encontre eco em cada cristão, em cada família, em nossas comunidades e, assim, “faça novas todas as coisas” (Ap 21,3).

Feliz e abençoada Páscoa do Crucificado-Ressuscitado a todos.

Por Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta

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