sede - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png sede - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Nona meditação: escutar a sede das periferias https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/nona-meditacao-escutar-a-sede-das-periferias/ Thu, 22 Feb 2018 15:54:26 +0000 http://teste.toqueto.com/nona-meditacao-escutar-a-sede-das-periferias.html “É essencial estar com olhos bem abertos à realidade do mundo que está em torno a nós.”

Com estas palavras, o padre José Tolentino iniciou a nona meditação no retiro do Papa Francisco com seus colaboradores da Cúria Romana. Ele ressaltou que a “voz de Deus deverá sempre confrontar-se com a pergunta feita as origens: onde está o teu irmão?”

Um dos exemplos importantes que o pregador chamou à reflexão foi o problema da falta de água nas grandes periferias do mundo. Cita um pequeno trecho da Encíclica de Papa Francisco, Laudato Si, sobre este tema: “Um problema particularmente sério é aquele da qualidade da água disponível para os pobres, que provoca mortes a cada dia”.   E afirma que “diante da sede das periferias, urge adotar uma autêntica conversão dos estilos de vida e de coração”.

Em outro tema importante da meditação sobre as periferias, o padre José recorda que Jesus é um “homem periférico”, de que Ele também foi um homem de periferia.

Jesus “não nasceu cidadão romano, não pertencia ao primeiro mundo da época, nasceu em Belém, e em Nazaré, de onde recebeu o nome, é tão insignificante em ser uma das raras localidades da Palestina. Quem escutava falar de Nazaré mostrava um ar sarcástico e perguntava, fingindo uma perplexidade: de Nazaré pode vir alguma coisa de bom? ” (Jo 1.46)

Jesus viveu completamente esta realidade de periferia, desde o seu nascimento até o momento de sua morte. Era da periferia de Israel e consequentemente da periferia do Império, do domínio romano.

Porém “a mensagem de Jesus, pega aquela via do mundo periférico. Marcos, autor da primeira narração evangélica, põe o encontro de Jesus ressuscitado com os seus discípulos ainda na periferia: ‘Ele os precede na Galileia. Ali os verão, como os disse’” (Mc 16,7).

E convidou a recordarem que a partir de Jesus, o cristianismo também se encontra em uma realidade periférica.

“O território transformou-se, e não é mais o que era antes. A população mudou de lugar. Em torno às catedrais, por exemplo, não há mais a verdadeira vida: os centros urbanos se tornaram um polo de atividades burocráticas e comerciais.”

“Também nestes lugares a Igreja é chamada a sair de si mesma e descobrir um novo ardor missionário.”

Segundo o pregador, a Igreja do Século XXI será certamente mais periférica, e nos desafiará a redescobrir que as periferias não são vazias do religioso, mas os endereços de Deus.

Dentre todas as periferias, o pregador relata várias experiências nas diversas partes da cidade, desde o abandono aos índices de criminalidade, doentes e presidiários, que para ele são periferias onde a Igreja está presente.

“Ali onde se encontra a vulnerabilidade humana devemos ser cada mais o rosto de Cristo.”

Padre José fala do perigo da separação da vivência do Sacramento da Eucaristia do Altar, com o sacramento da vida  dos pobres, citando Dom Helder Câmara, que com estas palavras exortava a Igreja do seu tempo: “O que fizemos da Igreja de Cristo? Como pode a multidão dos excluídos, dos esquecidos, dos sem tetos, dos sem nada, crer ainda que o Criador é um Pai que os ama, se nós, nós que ousamos dizer-se cristãos, nós que temos tudo, continuamos a deixar seus pratos vazios…, não sejamos somente crentes. Busquemos ser credíveis”.   

Por fim, recorda que a humanidade necessita ser abraçada, principalmente aquela que está ferida, quando se sente leprosa, diminuída, sufocada pela exclusão e pelos estigmas. E podemos dizer com a nossa presença simples e fraterna: Estou aqui, não estás sozinho.

Por Vatican News

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Quinta meditação: "A sede de Jesus" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/quinta-meditacao-a-sede-de-jesus/ Wed, 21 Feb 2018 09:01:48 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50901 O Papa Francisco e seus colaboradores da Cúria Romana prosseguem os exercícios espirituais na Casa Divino Mestre, em Ariccia.

“A sede de Jesus” foi o tema proposto na quinta meditação pelo pregador do retiro, Pe. José Tolentino de Mendonça, na tarde desta terça-feira (20/02).

O sacerdote português iniciou a meditação com um trecho do Evangelho de João em que Jesus, após ter sido pregado na cruz, diz: “Tenho sede.”

Os Padres da Igreja interpretaram essa sede de Jesus sobretudo como “sede corporal”, não dando muito valor ao sentido  metafórico contido nessa declaração.

“A sede física documentava de forma convincente que Jesus era de carne e osso como toda pessoa”, mas tinha sede “da salvação dos homens”.

A sede da samaritana e a sede de Jesus

No encontro com a samaritana, Jesus pede água, mas é ele quem dá de beber e promete-lhe a “água viva”. A samaritana não entende imediatamente as palavras de Jesus, “as interpreta como sede física, mas desde o início Jesus dava um sentido espiritual”.  

“O seu desejo sempre visava outra sede”, conforme explicou à samaritana: «Se você conhecesse o dom de Deus, e quem lhe está pedindo de beber, você é que lhe pediria. E ele daria a você água viva.»

Segundo Pe. Tolentino, “a sede Jesus parece se extinguir somente quando ele se proclama fonte de água viva e abre à promessa do dom do Espírito”.

“A sede é o selo do cumprimento de sua obra e, ao mesmo tempo, do forte desejo de doar o Espírito, verdadeira água viva capaz de saciar radicalmente a sede do coração humano.”

O pregador do retiro explicou que a sede da qual Jesus fala é uma sede existencial que se extingue, quando a nossa vida se converge em direção ao Senhor.

“Ter sede, é ter sede Dele. Somos chamados a viver de uma centralidade cristológica: sair de nós mesmos para buscar em Cristo aquela água que sacia a nossa sede, vencendo a tentação da autorreferencialidade que nos deixa doentes e tiraniza”.

“A sede de Jesus é a sede de dar água viva, a sede de conceder à Igreja o dom da água viva. Para os fiéis, a sede de água viva é a sede de aprofundamento da fé, sede de penetrar no mistério de Jesus, sede do Espírito. Para Jesus, a sede é o desejo de comunicar todos esses dons.”

A sede de Jesus revela a sede humana

Segundo Pe. Tolentino, “a sede de Jesus ilumina e responde à sede de Deus à falta de sentido e verdade, ao desejo de todo ser humano de ser salvo, mesmo que seja um desejo oculto ou enterrado debaixo dos detritos existenciais”.

O “Tenho sede”, proclamado por Jesus, envolve a Igreja de todos os tempos, em particular a nossa.

A esse propósito, o sacerdote português citou como exemplo Madre Teresa de Calcutá, que em 10 de setembro de 1946, a bordo de um trem que ligava Siliguri a Darjeeling, na Índia, viveu uma forte experiência espiritual: “de forma quase física sentiu a sede de Jesus que a chamava a dar a vida a serviço da sede dos pobres e rejeitados, dos últimos dos últimos. O coração e a alma das Missionárias da Caridade é somente este: a sede do coração de Jesus escondido no pobre.”

Acolher o Espírito, dom da sede

O Espírito continua nos fazendo ouvir a voz de Jesus que nos diz: “Tenho sede!”

“Ele é o dinamismo do Ressuscitado em nós. O Espírito é a continuação dessa história, uma continuação que não é repetida, não é sempre a mesma. É a fantasia do Espírito, a sua criatividade que difunde em nós dons diferentes, carismas diferentes, competências complementares a fim de construirmos o Reino de Deus onde quer que estejamos.”

O Espírito “é a força motriz da vida da Igreja e da vida de todo cristão. Por isso, precisamos do Espírito Santo e devemos redescobrir a fé em seu poder. Muitas vezes o Espírito Santo permanece completamente esquecido. Devemos redescobrir o Espírito Santo, porque sem Ele a Igreja é somente memória, o que fazemos é somente uma recordação do que foi. É o Espírito que diz: o cristianismo é também presente e futuro”, disse Pe. Tolentino.

“Somos chamados a viver na esperança toda situação da vida. Às vezes, somos uma Igreja em que falta a vivacidade do Espírito, a juventude do Espírito. É o Espírito que nos dá o sentido de plenitude, o sentido da missão e que nos torna uma Igreja em saída.”

Por Vatican News

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Segunda meditação da Quaresma: "A ciência da sede" https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/segunda-meditacao-da-quaresma-a-ciencia-da-sede/ Mon, 19 Feb 2018 12:55:44 +0000 http://teste.toqueto.com/segunda-meditacao-da-quaresma-a-ciencia-da-sede.html Durante toda esta semana, o Papa Francisco se encontra em Ariccia, nas proximidades de Roma, para os Exercícios Espirituais de Quaresma. Até o próximo domingo (25/02), estão suspensas todas as audiências públicas do Santo Padre, inclusive a Audiência Geral de quarta-feira, e as homilias na Casa Santa Marta.

Na manhã de segunda-feira, após as orações, o Pontífice e os colaboradores prosseguiram o retiro iniciado no domingo. Este ano, pela primeira vez, o pregador vem de Portugal.

A segunda meditação proposta pelo Pe. José Tolentino de Mendonça ao Papa e aos seus colaboradores foi dedicada ao tema “A ciência da sede”.

O tema foi inspirado na última frase pronunciada por Jesus no livro do Apocalipse (Ap 22, 17), “Quem tem sede, venha”.

O sacerdote português alternou citações bíblicas a obras de teólogos, escritores, poetas e dramaturgos como Milan Kundera, Padre Henri de Lubac, Emily Dickinson, Eugène Ionesco, Saint-Exupéry.

No trecho do Apocalipse, as palavras usadas são “quem tem sede”, “quem quiser” – expressões que se referem a nós, afirmou Pe. Tolentino. “Estamos tão próximos da fonte e vamos para tão longe, perdidos em desertos, em busca da torrente que nos mate a sede e ignorando assim ‘o dom que Deus tem para nos dar’.”

A dor da nossa sede

Não é fácil reconhecer que sentimos sede, prosseguiu o sacerdote, “porque a sede é uma dor que se descobre pouco a pouco dentro de nós”, por trás das nossas habituais narrações defensivas ou idealizadas.

Há uma violência no mundo e em nós mesmos que vem da sede, do medo da sede, do pânico de não ter as condições de sobrevivência garantidas. “Nós nos revoltamos uns contra os outros. A dor da nossa sede é a dor da vulnerabilidade extrema, quando os nossos limites nos comprimem.”

O sacerdote português citou o consumismo dos centros comerciais, mas ressaltou que não devemos nos esquecer que existe também um consumismo na vida espiritual. As sociedades que impõem o consumo como critério de felicidade transformam o desejo numa armadilha.

O objeto do nosso desejo é uma entidade ausente, um objeto inesgotável. O Senhor, porém, não cessa de nos dizer: «Quem tem sede, venha; quem quiser, tome de graça da água da vida».

O caminho da nossa sede

Para o Pe. Tolentino, existem muitos modos de enganar as necessidades que nos dão vida e adotar uma atitude de evasão espiritual sem jamais, porém, se conscientizar de que estamos em fuga.

Também aqui, como em outros âmbitos da vida, afimou, a verdadeira conversão não consistirá em belas teorias, mas em decisões que resultem de uma efetiva conscientização das nossas necessidades.  

Nem que fosse um único copo de água

O trecho do Apocalipse volta ao final da meditação. «Quem tiver sede, venha …» Certamente não bebemos para matar a sede. Jesus sabe que um simples copo de água que damos ou recebemos não é algo banal. É um gesto que dialoga com dimensões profundas da existência, porque vai ao encontro daquela sede que está presente em todo ser humano, e é sede de relação, de aceitação e de amor.

“Carregamos conosco tantas sedes. A sede é um patrimônio biográfico que somos chamados a reconhecer e do qual somos gratos. Depositemos em Deus a nossa sede.”

Por Vatican News

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CNBB mobiliza Brasil com campanha sobre coleta para a reforma de sua sede https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cnbb-mobiliza-brasil-com-campanha-sobre-coleta-para-a-reforma-de-sua-sede/ Thu, 24 Aug 2017 08:00:17 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48091 A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou a Campanha “Juntos com a CNBB pela Evangelização”com o intuito de mobilizar as paróquias e dioceses do Brasil a realizarem uma Coleta Nacional, dia 10 de setembro, cujo o objetivo é levantar recursos para a reforma do seu prédio sede em Brasília (DF).  A campanha conta com material de divulgação (vídeos, banners, cartazes, etc) especialmente para as redes sociais. Desde sua inauguração 15 de novembro de 1977, o prédio nunca sofreu uma reforma.

“Esta sede nacional da CNBB acolhe bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas, leigos e leigas, pessoas de outras religiões que aqui vem para trocar ideias, se enriquecerem e renovarem a disposição de evangelizar este Brasil. Esta sede foi construída há mais de quarenta anos, precisa de uma reforma urgente e contamos com a sua colaboração para concretizar esse nosso desejo”, diz dom Murilo Krieger, vice-presidente da CNBB no vídeo oficial da campanha de divulgação da Coleta Nacional que será realizada em 10 de setembro.

O cardeal Sergio da Rocha, presidente da Conferência, explica, no vídeo, o que é a CNBB e a sua missão dentro da Igreja no Brasil: “A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil é um instrumento muito valioso de comunhão, de unidade da Igreja no Brasil e da ação evangelizadora e a CNBB está organizada em doze comissões pastorais que têm a finalidade, justamente, de animar a ação pastoral, a ação evangelizadora e promover a unidade pastoral nas dioceses e nos diversos setores da vida da Igreja no Brasil”.

O sentido da existência de uma sede nacional

A sede da matriz da CNBB está localizada, em Brasília, ao lado da Nunciatura Apostólica, no setor de embaixadas. Um prédio amplo de três pavimentos que abriga salas de trabalho da presidência; salas da secretaria geral que conta subsecretaria geral adjunta e subsecretaria de pastoral, com a assessorias específicas como política e imprensa e um salão de entrevistas coletivas; salas das comissões episcopais pastorais; espaço para a biblioteca; salas para comportar toda a administração que compreende a gestão de 18 regionais espalhados por todos o Brasil incluindo setores de trabalho social; além de uma ampla área de acolhimento para os bispos que se hospedam em Brasília durantes as reuniões regulares dos conselhos da Conferência. Tudo isso, além da estrutura de cozinha, lavanderia e de serviços gerais. A sede ainda tem a residência de uma comunidade de religiosas.

O prédio foi inaugurado em 15 de novembro de 1977 para acolher os bispos e trabalhadores que trabalhavam no Rio de Janeiro. No dia do início das atividades na nova sede, em Brasília, o então presidente da CNBB, cardeal Aloísio Lorscheider, segundo informações de reportagem da Canção Nova, fez a seguinte afirmação: “esta Casa quer ser um sinal. E como tal, um ponto de chegada e um ponto de partida. (…) Para os que vierem, ela será sempre uma forte memória de um passado vivido em meio à crise de uma sentida transformação com um poderoso impulso motivador para um futuro ainda envolto no mistério das múltiplas interrogações”.

O cardeal ainda acrescentou: “A Casa que hoje inauguramos no coração da nossa Pátria, num dia de festa nacional, deseja apresentar-se como a oficina sagrada em que o material informe – trabalhos e problemas nacionais comuns, ideias e pontos de vista divergentes, atividades isoladas nem sempre harmoniosas – receba em Cristo, na luz do Seu Espírito, a unidade de orientação, a força irresistível de evangelização, o dinamismo espiritual animador de todas as nossas Igrejas espalhadas pelo Brasil”.

A Reforma

Na última Assembleia Geral da CNBB, realizada entre 26 de abril e 5 de maio deste ano, os bispos receberam, em plenário, um amplo relatório sobre as condições gerais que se encontram o prédio. Foram apresentadas, inclusive, as urgências em relação a questões estruturais, além de informações sobre as intervenções feitas nos últimos anos. A conclusão a que chegou a presidência foi de que uma reforma ampla e substancial é necessária e urgente. Nessa reforma, também foi contemplada a melhoria de algumas instalações para atender as necessidades novas da administração.

O assunto já havia sido amplamente discutido no Conselho Permanente da Conferência que o encaminhou à Assembleia Geral. Um estudo detalhado das intervenções a serem realizadas no período de um ano e meio também foi levado ao conhecimento dos bispos de modo que, depois de suficiente debate foi aprovada a reforma juntamente com a decisão de que será feita uma Coleta Nacional para este fim.

A campanha de divulgação

Atendendo a uma solicitação dos bispos para que o sentido da coleta fosse amplamente conhecido, a CNBB preparou uma plataforma na internet com todo o material da campanha que pode ser baixado pelas dioceses, paróquias e todos os que puderem ajudar no seguinte link: http://edicoescnbb.rds.land/kit-coleta-nacional.

“Juntos com a CNBB pela evangelização” é o mote de preparação para a Coleta Nacional. Dom Leonardo Steiner, secretário-geral, no vídeo promocional faz o seguinte apelo: “Meus irmãos e minha irmãs: na última Assembleia Geral dos Bispos do Brasil conversamos longamente sobre como ajudarmos a CNBB ser mais evangelizadora e mais missionária criando, assim, espaços maiores na sua sede para podermos ajudar ainda mais as nossas dioceses, os nossos regionais, as nossas comunidades. Os bispos tomaram a decisão de fazer uma Coleta nas nossas dioceses, nas nossas paróquias e comunidades. E essa coleta acontecerá no dia 10 de setembro. Nós convidamos a todas as pessoas, a todos os irmãos e irmãs a generosamente contribuírem para que a nossa Igreja no Brasil continue a ser cada vez mais missionária, continue a ser cada vez mais presente e, desse modo, podermos prestarmos um serviço fecundo para a transformação da sociedade brasileira”.

Por CNBB

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CNBB mobiliza o Brasil com campanha sobre Coleta Nacional para a reforma do seu prédio sede https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cnbb-mobiliza-o-brasil-com-campanha-sobre-coleta-nacional-para-reforma-do-seu-predio-sede/ Wed, 23 Aug 2017 14:40:57 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48081
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou a Campanha “Juntos com a CNBB pela Evangelização”com o intuito de mobilizar as paróquias e dioceses do Brasil a realizarem uma Coleta Nacional, dia 10 de setembro, cujo o objetivo é levantar recursos para a reforma do seu prédio sede em Brasília (DF).  A campanha conta com material de divulgação (vídeos, banners, cartazes, etc) especialmente para as redes sociais. Desde sua inauguração 15 de novembro de 1977, o prédio nunca sofreu uma reforma.
Esta sede nacional da CNBB acolhe bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas, leigos e leigas, pessoas de outras religiões que aqui vem para trocar ideias, se enriquecerem e renovarem a disposição de evangelizar este Brasil. Esta sede foi construída há mais de quarenta anos, precisa de uma reforma urgente e contamos com a sua colaboração para concretizar esse nosso desejo”, diz dom Murilo Krieger, vice-presidente da CNBB no vídeo oficial da campanha de divulgação da Coleta Nacional que será realizada em 10 de setembro.
O cardeal Sergio da Rocha, presidente da Conferência, explica, no vídeo, o que é a CNBB e a sua missão dentro da Igreja no Brasil: “A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil é um instrumento muito valioso de comunhão, de unidade da Igreja no Brasil e da ação evangelizadora e a CNBB está organizada em doze comissões pastorais que têm a finalidade, justamente, de animar a ação pastoral, a ação evangelizadora e promover a unidade pastoral nas dioceses e nos diversos setores da vida da Igreja no Brasil”.
O sentido da existência de uma sede nacional
A da matriz da CNBB está localizada, em Brasília, ao lado da Nunciatura Apostólica, no setor de embaixadas. Um prédio amplo de três pavimentos que abriga salas de trabalho da presidência; salas da secretaria geral que conta subsecretaria geral adjunta e subsecretaria de pastoral, com a assessorias específicas como política e imprensa e um salão de entrevistas coletivas; salas das comissões episcopais pastorais; espaço para a biblioteca; salas para comportar toda a administração que compreende a gestão de 18 regionais espalhados por todos o Brasil incluindo setores de trabalho social; além de uma ampla área de acolhimento para os bispos que se hospedam em Brasília durantes as reuniões regulares dos conselhos da Conferência. Tudo isso, além da estrutura de cozinha, lavanderia e de serviços gerais. A sede ainda tem a residência de uma comunidade de religiosas.
O prédio foi inaugurado em 15 de novembro de 1977 para acolher os bispos e trabalhadores que trabalhavam no Rio de Janeiro. No dia do início das atividades na nova sede, em Brasília, o então presidente da CNBB, cardeal Aloísio Lorscheider, segundo informações de reportagem da Canção Nova, fez a seguinte afirmação: “esta Casa quer ser um sinal. E como tal, um ponto de chegada e um ponto de partida. (…) Para os que vierem, ela será sempre uma forte memória de um passado vivido em meio à crise de uma sentida transformação com um poderoso impulso motivador para um futuro ainda envolto no mistério das múltiplas interrogações”.
O cardeal ainda acrescentou: “A Casa que hoje inauguramos no coração da nossa Pátria, num dia de festa nacional, deseja apresentar-se como a oficina sagrada em que o material informe – trabalhos e problemas nacionais comuns, ideias e pontos de vista divergentes, atividades isoladas nem sempre harmoniosas – receba em Cristo, na luz do Seu Espírito, a unidade de orientação, a força irresistível de evangelização, o dinamismo espiritual animador de todas as nossas Igrejas espalhadas pelo Brasil”.
A Reforma
Na última Assembleia Geral da CNBB, realizada entre 26 de abril e 5 de maio deste ano, os bispos receberam, em plenário, um amplo relatório sobre as condições gerais que se encontram o prédio. Foram apresentadas, inclusive, as urgências em relação a questões estruturais, além de informações sobre as intervenções feitas nos últimos anos. A conclusão a que chegou a presidência foi de que uma reforma ampla e substancial é necessária e urgente. Nessa reforma, também foi contemplada a melhoria de algumas instalações para atender as necessidades novas da administração.
O assunto já havia sido amplamente discutido no Conselho Permanente da Conferência que o encaminhou à Assembleia Geral. Um estudo detalhado das intervenções a serem realizadas no período de um ano e meio também foi levado ao conhecimento dos bispos de modo que, depois de suficiente debate foi aprovada a reforma juntamente com a decisão de que será feita uma Coleta Nacional para este fim.
A campanha de divulgação
Atendendo a uma solicitação dos bispos para que o sentido da coleta fosse amplamente conhecido, a CNBB preparou uma plataforma na internet com todo o material da campanha que pode ser baixado pelas dioceses, paróquias e todos os que puderem ajudar no seguinte link: http://edicoescnbb.rds.land/kit-coleta-nacional.
“Juntos com a CNBB pela evangelização” é o mote de preparação para a Coleta Nacional. Dom Leonardo Steiner, secretário-geral, no vídeo promocional faz o seguinte apelo: “Meus irmãos e minha irmãs: na última Assembleia Geral dos Bispos do Brasil conversamos longamente sobre como ajudarmos a CNBB ser mais evangelizadora e mais missionária criando, assim, espaços maiores na sua sede para podermos ajudar ainda mais as nossas dioceses, os nossos regionais, as nossas comunidades. Os bispos tomaram a decisão de fazer uma Coleta nas nossas dioceses, nas nossas paróquias e comunidades. E essa coleta acontecerá no dia 10 de setembro. Nós convidamos a todas as pessoas, a todos os irmãos e irmãs a generosamente contribuírem para que a nossa Igreja no Brasil continue a ser cada vez mais missionária, continue a ser cada vez mais presente e, desse modo, podermos prestarmos um serviço fecundo para a transformação da sociedade brasileira”.
Confira o vídeo da campanha
https://www.facebook.com/pg/diocesedeuruacu/videos/

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Papa Francisco exorta a saciar a sede com a "água viva" da Palavra de Jesus https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-exorta-a-saciar-a-sede-com-a-agua-viva-da-palavra-de-jesus/ Mon, 20 Mar 2017 07:57:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44997 Durante a oração do Ângelus neste domingo, o Papa Francisco exortou os fiéis reunidos na Praça de São Pedro do Vaticano a aproximar-se de Jesus e a saciar a sua sede na fonte de “água viva” que é a Sua Palavra.

O Evangelho deste terceiro domingo da Quaresma apresenta o diálogo de Jesus com a mulher samaritana. “O encontro acontece quando Jesus atravessava a Samaria, região entre a Judeia e a Galileia, habitada por pessoas que os Judeus desprezavam, considerando-as cismáticas e heréticas. Entretanto esta população uma das primeiras a aderir à pregação cristã dos Apóstolos”, explicou o Santo Padre.

Francisco destacou o encontro de Jesus com a samaritana como um exemplo que pode ajudar a renovar-se espiritualmente: “este tempo da Quaresma é ocasião propícia para aproximar-nos d’Ele, encontrá-lo na oração num diálogo de coração para coração, falar com Ele, escutá-lo; é a ocasião para ver o seu rosto também no rosto de um irmão ou de uma irmã que sofre. Desse modo podemos renovar em nós a graça do Batismo, saciar-nos na fonte da Palavra de Deus e de seu Espírito Santo; e assim descobrir também a alegria de tornar-nos artífices de reconciliação e instrumentos de paz na vida cotidiana”.

“Enquanto os discípulos vão à cidade procurar alimento, Jesus permanece onde se encontrava o poço de Jacó e ali pede água a uma mulher, que chegara para tirar água. Desse pedido tem início um diálogo. Como, sendo judeu, tu me pedes de beber, a mim que sou samaritana? Jesus lhe respondeu: ‘Se conhecesses o dom de Deus e quem é que te diz dá-me de beber, tu é que lhe pedirias e ele te daria água viva!’, uma água que sacia toda sede e se torna fonte inesgotável no coração de quem a bebe”.

“Ir ao poço apanhar água é cansativo e monótono – reconheceu o Papa -, seria bom ter a disposição uma fonte que jorra água! Mas Jesus fala de uma água diferente. Quando a mulher se deu conta de que aquele homem com quem estava falando era um profeta, abriu-se a ele e lhe fez perguntas religiosas. A sua sede de afeto e de vida repleta não lhe foi satisfeita pelos cinco maridos que teve, aliás, experimentou desilusões e enganos”.

“Por isso a mulher fica impressionada com o grande respeito que Jesus tem por ela e quando Ele lhe fala da verdadeira fé, como relação com Deus Pai ‘em espírito e verdade’, então intui que aquele homem poderia ser o Messias, e Jesus – coisa raríssima – o confirma: ‘Sou eu, que falo contigo’. Ele diz ser o Messias a uma mulher que tinha uma vida tão desordenada”.

Neste sentido, o Bispo de Roma, recordou que “a água que dá a vida eterna foi infundida em nossos corações no dia do nosso Batismo, mediante o qual nos transformou e encheu-nos com a sua graça. Mas pode acontecer que este grande dom o tenhamos esquecido, ou reduzido a um mero acontecimento da nossa vida”.

“Talvez vamos em busca de ‘poços’ cujas águas não nos saciam. Então esse Evangelho é propriamente para nós! Não somente para a Samaritana, mas para nós. Jesus nos fala como à Samaritana. Sabemos quem é Jesus, mas talvez não o tenhamos encontrado pessoalmente, falando com Ele, e não o tenhamos ainda reconhecido como o nosso Salvador”.

Por ACI Digital

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Na sede da CNBB realiza-se momento penitencial “24 horas para o Senhor” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/na-sede-da-cnbb-realiza-se-momento-penitencial-24-horas-para-o-senhor/ Fri, 17 Mar 2017 13:24:49 +0000 http://teste.toqueto.com/na-sede-da-cnbb-realiza-se-momento-penitencial-24-horas-para-o-senhor.html “A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa da Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte”. Com esta motivação extraída de uma homilia do papa Francisco a comunidade da sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF), vivencia, nesta sexta-feira, dia 17 de março, o momento especial de Penitência “24 horas para o Senhor”. 

A iniciativa é promovida pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, no Tempo da Quaresma. Em todo o mundo, as paróquias são convidadas a participarem das celebrações, que consistem em adoração ao Santíssimo Sacramento e atendimento de confissões. Na Santa Sé, o momento realiza-se nos dias 24 e 25 deste mês. O tema deste ano é “Eu quero misericórdia”, extraído do Evangelho de Mateus (Mt 9,13).

Assim como o papa, que presidiu a liturgia penitencial na Basílica de São Pedro, nesta sexta-feira, a comunidade da CNBB antecipou em uma semana a data em que todas as comunidades paroquiais colocarão o Sacramento da Reconciliação no centro do caminho da nova evangelização em toda a Igreja. 

A atividade em Brasília teve início com a celebração eucarística, presidida pelo bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner. Como de costume, alguns temas foram refletidos com os colaboradores da matriz: o tempo de conversão quaresmal; a Campanha da Fraternidade 2017, cujo tema é “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”; e o Dia Internacional da Mulher. Após a missa, teve início a exposição do Santíssimo e o atendimento de confissões pelos padres Deusmar Jesus da Silva, Rafael Vieira Silva e Paulo Renato de Campos. Em grupos, os colaboradores revezaram-se nos momentos de adoração na capela. 

Por CNBB

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A fonte de água viva: Jesus https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/a-fonte-de-agua-viva-jesus/ Fri, 17 Mar 2017 08:26:32 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44953 Na Missa deste terceiro domingo da Quaresma é lido o Evangelho da Samaritana – Jo 4,5-42. Na Samaria, povo considerado herege pelos judeus, deu-se uma abundante colheita de convertidos à fé em Jesus. Foi assim, Jesus descia de Jerusalém à Galiléia pelo caminho mais curto, que normalmente era evitado pelos judeus por preconceito aos samaritanos, pois que passava pela Samaria. Na cidade de Sicar, aos pés do monte Garizin, ficava o poço de Jacó, no qual os samaritanos abasteciam-se de água boa. Ora, Jesus chegou ao poço pelo meio-dia e ali se sentou esperando que os apóstolos fossem à cidade buscar alguma coisa para comer. Naturalmente, Jesus estava com sede, mas devia esperar porque não tinha com que puxar a água do poço, que era fundo. Eis que uma samaritana se aproxima para pegar água. Embora no contexto daquele tempo fosse absolutamente estranho, Jesus pede à mulher: “Dá-me de beber”. A resposta da mulher não podia ser outra senão perguntar-lhe: “Como é que tu, sendo judeu, pedes de beber a mim, uma mulher samaritana?” Mas foi assim desta maneira que Jesus criou uma excelente oportunidade para estabelecer um diálogo com uma mulher com quem nem deveria conversar. O diálogo tornou-se frutuoso, paradigmático, porque possibilitou questionar e romper preconceitos e, ao final da conversa, despertar naquela mulher uma fé espontânea, uma adesão livre a Jesus. Ela se sentiu cheia de alegria e, retirando-se, voltou à cidade e foi logo levar a notícia do que acontecera aos seus mais próximos que espalharam a novidade ao povo. 

Como foi a conversa de Jesus com a samaritana? Na conversa Jesus se revelou como “água viva” que jorra para a vida eterna. Quem beber dessa água nunca mais terá sede. Naquele que a beber se tornará uma fonte de igual água que jorra para a vida eterna. A mulher, então, pede a Jesus: “Senhor, dá-me dessa água, para que eu não tenha mais sede nem tenha de vir aqui para tirá-la”. Poder-se-ia dizer que a mulher com essa sua disposição abriu a guarda que mantinha a sua alma fechada. Então, Jesus se permitiu de tocá-la no mais profundo de si mesma e lhe pede: “Vai chamar teu marido e volta aqui”. Admirada, ela respondeu: “Eu não tenho marido”. Jesus sabia que ela já tivera cinco maridos e que com o atual nem era casada. Jesus, porém, a elogia porque foi sincera, verdadeira. A mulher reage, dizendo: “Senhor, vejo que és um profeta”. Então, ela lhe põe uma questão de fé que diferenciava judeus e samaritanos, sobre a questão do lugar onde se devia adorar a Deus, no monte Garizin como os samaritanos ou em Jerusalém como os judeus. Jesus lhe diz que está chegando a hora em que nem neste monte nem em Jerusalém se adorará a Deus. Jesus não nega, ao contrário confirma que a salvação vem dos judeus, mas doravante os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade, ou seja, não importa o lugar, cada fiel é o lugar e o templo em que se pode adorar ao Pai. O lugar primeiro de adoração a Deus é o próprio homem, que O adorará em espírito e em verdade. Os homens todos poderão adorar a Deus em espírito e em verdade onde se reunirem, não importa o lugar. Diz Jesus, “De fato, esses são os adoradores que o Pai procura. Deus é espírito, e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade”. A mulher disse a Jesus: “Sei que o Messias vai chegar”. Jesus lhe revelou: “Sou Eu, que estou falando contigo”. Nesse instante, os discípulos chegaram, admiraram-se de ver Jesus conversando com a mulher, mas nada lhe perguntaram. E a mulher se retirou voltando à cidade.

Na cidade a mulher foi contando com quem ia se encontrando: “Vinde ver um homem que me disse tudo o que eu fiz. Será que ele não é o Cristo?” Muitos samaritanos acreditaram na mulher, mas foram ao encontro dEle e pediram para que permanecesse com eles. Jesus acabou ficando por lá dois dias. E muitos creram em Jesus por causa da sua palavra e disseram à mulher: “Já não cremos por causa das tuas palavras, pois nós mesmos ouvimos e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo”.

Jesus comentou com os discípulos a respeito dessa colheita de convertidos, citando o ditado que diz: “Um é o que semeia e outro o que colhe”. Assim sendo, “Eu vos enviei para colher aquilo que não trabalhastes. Outros trabalharam, e vós entrastes no trabalho deles”. O importante é fazer a vontade de Deus, que é inclusive um alimento desconhecido por vocês, mas é o meu alimento preferencial, a saber: “fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra”. Foi por estar saciado com esse alimento, o pão do fazer a vontade do Pai, que Jesus inclusive nem provou dos alimentos que os discípulos trouxeram da cidade, não obstante eles tenham insistido: “Mestre, come”. Jesus não comeu do pão que mata a fome do corpo, porque já estava satisfeito na alma com o pão do Pai que acabara de comer. Realizando a obra do Pai, Jesus estabeleceu um diálogo enternecedor com uma mulher de vida complicada, ofereceu-lhe a beber água viva como dom de Deus, para que nunca mais tivesse sede e nela brotasse uma fonte de água que jorra para a vida eterna. Bebendo dessa água, a samaritana proclamou a sua fé em Jesus e tornou-se a sua testemunha, anunciando Jesus aos habitantes da cidade. 

Nós necessitamos saciar a nossa sede de vida plena e eterna na verdadeira fonte que é Jesus Cristo. A Quaresma é este tempo propício para pedirmos a Jesus: “Senhor, dá-nos dessa água, para que não tenhamos mais sede”.

Por Dom Caetano Ferrari – Diocese de Bauru

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