rito do lava-pés - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png rito do lava-pés - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Missa da Ceia do Senhor e Rito do Lava-pés: Jesus nos dá lição de humildade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-diocesana/missa-da-ceia-do-senhor-e-rito-do-lava-pes-jesus-nos-da-licao-de-humildade/ Fri, 30 Mar 2018 17:10:10 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51542 No dia em que a Mãe Igreja celebra a instituição da Sagrada Eucaristia, e faz memória do gesto do Lava-Pés, Dom Messias presidiu a Santa Missa na Catedral Imaculado Coração de Maria na noite desta Quinta-feira Santa (29 de março). Todos esses atos compõem os momentos finais da vida de Jesus, antes de sua Páscoa.

Dom Messias, em sua homilia, comentou as passagens bíblicas do dia, explicando que nesta celebração fazemos memória da instituição da Eucaristia. Segundo ele, Jesus fez a celebração da Última Ceia já no contexto pascal. A Primeira Leitura relata que as pessoas, para serem libertas, fizeram uma celebração pedida por Deus por meio de Moisés e Abraão. Tratava-se do sacrifício de um cordeiro, para que comecem sua carne e se colocassem de pé para a viagem que os libertaria.

Lava-pés

Na Nova Aliança, porém, Dom Messias explicou que Jesus é o Cordeiro que dá a vida para a libertação das pessoas. “Naquele contexto de Páscoa, Cristo tendo a certeza de que a sua hora havia chegado, sabendo já que um dos seus discípulos o trairia, e ali celebrando a Páscoa com os seus discípulos naquela Ceia, ele tem uma atitude que surpreende a todos. Ele depõe o manto, se levanta e começa a lavar os pés dos discípulos”.

A atitude de lavar os pés dos discípulos demonstra o amor profundo de Jesus pela humanidade. É um gesto, no entanto, que não é entendido por Pedro. “Lavar os pés tem um significado profundo de acolhida. Normalmente naquela época, às pessoas peregrinas que chegavam em uma casa, era oferecido água para lavar os pés; se assim fosse feito, ela sentia-se acolhida naquela casa. Jesus, primeiramente, num gesto de serviço, demonstra a seus discípulos este acolhimento. Inclusive, acolhe aquele que o iria trair porque lavou os pés de Judas também. Pedro não compreende aquela situação e oferece resistência para que Jesus lavasse seus pés. Mas o Senhor diz naquele momento que Pedro não compreendia o que Jesus estava fazendo, mas, mais tarde ele compreenderia”, explicou.

Amor gratuito

O bispo também enfatizou em sua homilia que o amor gratuito de Jesus nada quer em troca. “Pedro, em sua fragilidade, negou Jesus e o Mestre o amou, o acolheu, lhe confiou uma grande missão de conduzir e apascentar o rebanho. Jamais Jesus jogou no rosto de Pedro: ‘você me traiu, você me traiu’. Não, pelo contrário, Jesus o amou e lhe confiou uma missão”. Em nossos dias, continuou o bispo, “Somos nós hoje que em nossa fragilidade, em nossa condição de seres peregrinos e pecadores, também encontramos acolhida em Jesus que lava os nossos pés e pede que todo discípulo faça o mesmo gesto que ele fez. É preciso ter humildade para por os pés na bacia de Jesus. É preciso ter humildade para receber e acolher o seu amor”.

Assessoria de Comunicação Diocesana

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Papa no cárcere de Regina Caeli: toda pena deve ser aberta à esperança https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-no-carcere-de-regina-caeli-toda-pena-deve-ser-aberta-a-esperanca/ Thu, 29 Mar 2018 15:26:04 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-no-carcere-de-regina-caeli-toda-pena-deve-ser-aberta-a-esperanca.html Entre os encarcerados da prisão romana de Regina Caeli o Papa Francisco celebrou nesta Quinta-feira Santa a Missa da Ceia do Senhor, com o rito do Lava-pés.

A cerimônia foi feita em caráter reservado, sem transmissão ao vivo pela televisão.

Antes da celebração, o Papa visitou a enfermaria, para saudar os detentos doentes. Já em sua homilia, Francisco recordou o costume daquele tempo, de os escravos lavarem os pés dos hóspedes antes de entrarem à casa.

“Era o trabalho dos escravos, mas era também um serviço. E Jesus quis fazer este serviço para nos dar um exemplo de como devemos servir uns aos outros.”

Jesus pede aos discípulos que não façam como os chefes das nações, reis e imperadores, que eram servidos pelos escravos.

“ Entre vocês isso não deve acontecer. Quem comanda deve servir. Jesus inverte o costume histórico, cultural daquela época e também de hoje. Quem comanda, para ser um bom patrão, seja onde estiver, tem que servir. ”

Pensando na história, acrescentou o Papa, se muitos reis, imperadores e chefes de estado tivessem compreendido esse ensinamento de Jesus, muitas guerras teriam sido evitadas.

Serviço

Francisco prosseguiu recordando o modo amoroso de agir de Cristo. Às pessoas que sofrem, descartadas pela sociedade, Jesus vai e diz: você é importante para mim. Jesus aposta em cada um de nós. “Jesus se chama Jesus, não Pôncio Pilatos. Jesus não sabe lavar as mãos, sabe somente arriscar”, afirmou o Pontífice.

“ Eu sou pecador como vocês, mas hoje represento Jesus. Sou embaixador de Jesus. Quando eu me ajoelho diante de cada um de vocês, pensem: Jesus apostou neste homem, um pecador, para vir até mim e dizer que me ama. Este é o serviço, este é Jesus. Jamais nos abandona, jamais se cansa de nos perdoar, nos ama muito. ”

Lava-pés

A cerimônia prosseguiu com o rito do lava-pés a 12 homens provenientes de sete países: quatro italianos, dois filipinos, dois marroquinos, um moldavo, um colombiano, um nigeriano e um de Serra Leoa.

Oito são de religião católica, dois muçulmanos, um ortodoxo e um budista.

No momento do abraço da paz, o Papa improvisou mais algumas palavras para dizer que em nosso coração vivemos sentimentos contrastantes. É fácil estar em paz com quem queremos bem, mas é mais difícil com que nos ofendeu e a quem ofendemos.

“Peçamos ao Senhor, em silêncio, a graça de dar a todos, bons e maus, o dom da paz”, convidou o Santo Padre.

Esperança

Além da saudação aos doentes e a celebração da missa, a visita ao cárcere de Regina Caeli previa também um encontro com outros detentos e a saudação aos diretores e funcionários.

Como em outras ocasiões, Francisco reiterou que não se pode conceber uma prisão sem a dimensão da esperança, da recuperação e da ressocialização:

“Aqui os hóspedes estão para aprender, para semear esperança: não existe qualquer pena justa – justa! – sem que seja aberta à esperança. Uma pena que não seja aberta à esperança não é cristã, não é humana!”

O Papa falou ainda da pena de morte, que não é humana nem cristã justamente porque a condenação se insere num horizonte de esperança.

“Água de ressurreição, olhar novo, esperança: é isso que desejo a vocês.”

Por Vatican News

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Pela terceira vez, Papa lavará os pés a detentos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pela-terceira-vez-papa-lavara-os-pes-a-detentos/ Fri, 07 Apr 2017 08:26:41 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45354 O Papa Francisco escolheu novamente a prisão para presidir à Santa Missa na Ceia do Senhor, na Quinta-feira Santa, com o rito do lava-pés.

O local designado é a Casa de Reclusão de Paliano, localidade ao sul de Roma. Trata-se de um Instituto particular, dedicado aos colaboradores da Justiça. Há duas sessões  – masculina e feminina – e outra sessão para os doentes de tuberculose. Tem uma capacidade para 140 reclusos. A filosofia educativa é empregar o máximo do tempo em trabalhos de restauração, em hortas e outras atividades produtivas, como por exemplo uma pizzaria interna. 

Terceira vez em seu pontificado

A celebração será realizada na tarde de quinta-feira, 13 de abril, e terá um caráter “estritamente privado”. Trata-se da terceira vez que Francisco celebra este rito numa prisão. Em 2015, a missa foi realizada no Presídio de Rebibbia, em Roma. Em 2013, o local foi o Cárcere para Menores “Casal del Marmo”, também em Roma.

No ano passado, o Papa lavou os pés dos refugiados no centro de acolhimento de Castelnuovo, município ao norte de Roma. Em 2014, a cerimônia foi no Centro Santa Maria da Providência, na periferia romana, que acolhe pessoas com deficiências.

Por Rádio Vaticano

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