Rezemos juntos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 03:58:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Rezemos juntos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 6 de agosto, Dia de rezar pelos Cristãos Perseguidos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/6-de-agosto-dia-de-rezar-pelos-cristaos-perseguidos/ Wed, 05 Aug 2020 21:09:30 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58890 Nesta quinta-feira, 6 de agosto, somos convidados a rezar pelos Cristãos Perseguidos. A ACN (Ajuda à Igreja que Sofre) motiva a todos com o Dia de Oração pelos Cristãos Perseguidos, que neste ano, por conta da pandemia do coronavírus, realiza uma programação totalmente online.

Segundo a ACN, ainda hoje existem pessoas que são perseguidas por conta da fé que professam e, 80% das pessoas que são perseguidas pertencem à fé cristã. Na imagem em destaque, cristãos da região destruída de Ghouta Oriental, na Síria, rezam em frente ao ícone de Nossa Senhora das Dores, consoladora dos sírios. O ícone foi abençoado pelo papa Francisco no dia 15 de setembro de 2019 e enviado para peregrinar nas paróquias da Síria como um alvorecer de esperança.

Como Fundação Pontifícia, a ACN sempre faz o possível para ajudar esses cristãos em suas necessidades mais urgentes. Neste dia 6 de agosto, além de ajuda-los, vamos rezar por eles com todo o nosso coração!

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“Eu não consigo respirar”: oração on-line pelos povos que sofrem com a Covid-19 é dia 23 de julho https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/eu-nao-consigo-respirar-oracao-on-line-pelos-povos-que-sofrem-com-a-covid-19-e-dia-23-de-julho/ Tue, 21 Jul 2020 15:07:52 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58842 Mais um momento para fortalecer a fé e testemunhar a presença de Deus unindo o mundo que enfrenta a pandemia de Covid-19. Nesta quinta-feira, dia 23 de julho, a oração on-line intitulada “Eu não consigo respirar” será direcionada especialmente às pessoas dos países que estão sofrendo drasticamente com as consequências do coronavírus. A iniciativa partiu da União Internacional das Superioras Gerais (UISG), da Confederação Latino-americana de Religiosos (CLAR) e da Conferência das Líderes de Congregações de Mulheres Religiosas (LCWR).

Como participar da oração on-line
A oração on-line está marcada para às 15h, no Horário de Verão da Europa Central (CEST), isto é, 10h no horário de Brasília. Para participar, basta seguir as indicações no site da UISG, acessando o link do App Zomm, já que o encontro mundial vai acontecer em modalidade de videoconferência (https://us02web.zoom.us/j/89788103343 Meeting ID: 897 8810 3343).

A iniciativa motiva para rezar sobretudo pelos países mais afetados pela pandemia, como: Estados Unidos, Brasil, Índia, Rússia, África do Sul, Peru, México, Chile, Reino Unido e Irã. Dessa forma, a oração será feita em português, espanhol, italiano e inglês.

A “santa inquietação” da pandemia
A presidente da UISG, Ir. Jolanta Kafka, em mensagem pública divulgada no final do mês de junho no portal da organização para manifestar comunhão e contribuir com o discernimento neste período de pandemia, descreveu o momento vivido como de “santa inquietação” pela privação de projetos e de poder administrar a própria vida. Um tipo de “pobreza” e de “incerteza” que “levam a confiar em Deus mais sinceramente, a aceitar que a insegurança eduque a uma busca intensa de Deus, a ancorar o coração n’Ele”.

Irmã Jolanta também lembrou que o confinamento ajudou a “redescobrir o próximo”, com gestos concretos de ajuda mútua, em nível local ou através da “solidariedade global”. Por isso, a oração on-line se manifesta como mais uma iniciativa para oferecer o acompanhamento recíproco, mesmo que de forma virtual, mas que vai “muito além da comunidade congregacional”.

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Sábado, una-se ao Papa para a oração do Terço nos Jardins Vaticanos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/sabado-una-se-ao-papa-para-a-oracao-do-terco-nos-jardins-vaticanos/ Fri, 29 May 2020 12:13:32 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58457 Neste dia 30 de maio, os católicos têm um encontro marcado com o Papa Francisco.

No encerramento do mês mariano, como é tradição, o Papa rezará o terço nos Jardins Vaticanos às 17h30 locais (12h30 em Brasília). Mas, desta vez, o evento será transmitido em streaming, com comentários em português, diretamente da Gruta de Lourdes. A duração prevista é de uma hora.

Os fiéis rezarão para pedir o auxílio e o consolo de Nossa Senhora para enfrentar a pandemia do coronavírus, inspirados pelo trecho dos Atos dos Apóstolos 1,14 “Todos se uniram constantemente em oração, juntamente com Maria”.

As dezenas serão rezadas por homens e mulheres representando as várias realidades tocadas pelo vírus: um médico, uma enfermeira, um paciente curado, uma pessoa que perdeu um familiar, um sacerdote, um capelão hospitalar, um farmacêutico, uma freira enfermeira, um representante da Defesa Civil, uma família cujo filho nasceu em meio à pandemia.

Adesão dos santuários
A iniciativa é do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização. O presidente, Dom Rino Fisichella, escreve:

“Aos pés de Maria, o Papa Francisco depositará as aflições e as dores da humanidade, ulteriormente agravadas pela difusão da Covid-19.”

Para o Arcebispo, trata-se de mais um “sinal de proximidade e de consolação para aqueles que, de algum modo, foram atingidos pelo vírus, na certeza de que a Mãe Celeste não desatende os pedidos de proteção”.

Santuários dos cinco continentes já deram sua adesão: Lourdes, Pompeia, Fátima, Częstochowa. Na América Latina, Guadalupe e Luján, entre outros. O Santuário de Aparecida também confirmou sua participação.

O evento poderá se seguido através do nosso site e das redes sociais do Vatican News.

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O Papa: rezemos juntos como irmãos pela libertação de todas as pandemias https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/o-papa-rezemos-juntos-como-irmaos-pela-libertacao-de-todas-as-pandemias/ Thu, 14 May 2020 18:52:01 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58424 Francisco presidiu a Missa na Casa Santa Marta, no Vaticano, na manhã desta quinta-feira, 14 de maio, data em que a Igreja celebra em seu calendário litúrgico a Festa de São Matias Apóstolo. Na introdução, recordou o Dia mundial de oração, jejum e obras de caridade, promovido pelo Alto Comitê da Fraternidade Humana, e encorajou todos a se unirem como irmãos, para pedir a libertação deste mal:

O Alto Comitê para a Fraternidade Humana convocou para hoje um dia de oração, jejum para pedir a Deus misericórdia e piedade neste momento trágico da pandemia. Todos somos irmãos. São Francisco de Assis dizia: “Todos irmãos”. E por isto, homens e mulheres de todas as confissões religiosas hoje nos unimos na oração e na penitência para pedir a graça da cura desta pandemia.

Na homilia, o Papa comentou a primeira leitura, extraída do Livro de Jonas, em que o profeta convida o povo de Nínive a converter-se para não sofrer a destruição da cidade. Nínive se converteu e a cidade foi salva de alguma pandemia, talvez “uma pandemia moral”, observou o Santo Padre. “E hoje – ressaltou – todos nós, irmãos e irmãs de todas as tradições religiosas, rezamos: dia de oração e de jejum, de penitência, convocado pelo Alto Comitê para a Fraternidade Humana. Cada um de nós reza, as comunidades rezam, as confissões religiosas rezam: rezam a Deus, todos irmãos, unidos na fraternidade que nos une neste momento de dor e de tragédia.”

“Nós não esperávamos esta pandemia, veio sem que nós a esperássemos, mas agora está aí. E muitas pessoas morrem. E muitas pessoas morrem sozinhas e muita gente morre sem poder fazer nada. Muitas vezes se pode pensar: ‘Não me diz respeito, graças a Deus me salvei’. Mas pense nos outros! Pense na tragédia e também nas consequências econômicas, nas consequências sobre a educação” e “naquilo que virá depois. E por isso hoje, todos, irmãos e irmãs, de toda e qualquer confissão religiosa, rezemos a Deus”.

“Talvez – observou o Papa – alguém possa dizer: ‘Mas isso é relativismo religioso e não se pode fazer’. Como não se pode fazer, rezar ao Pai de todos? Cada um reza como sabe, como pode”, segundo a própria cultura. “Nós não estamos rezando um contra o outro, esta tradição religiosa contra aquela, não! Estamos todos unidos como seres humanos, como irmãos, rezando a Deus, segundo a própria cultura, segundo a própria tradição, segundo os próprios credos, mas irmãos rezando a Deus, isso é importante: irmãos, fazendo jejum, pedindo perdão a Deus pelos nossos pecados, para que o Senhor tenha misericórdia de nós, para que o Senhor nos perdoe, para que o Senhor detenha esta pandemia. Hoje é um dia de fraternidade, olhando para o único Pai, irmãos e paternidade. Dia de oração.”

Esta pandemia – disse Francisco – “veio como um dilúvio, veio abruptamente. Agora estamos nos acordando um pouco. Mas existem tantas outras pandemias que fazem as pessoas morrer e não nos damos conta disso, olhamos para outro lado. Somos um pouco inconscientes diante das tragédias que se verificam no mundo neste momento”.

O Papa citou uma estatística oficial, que não fala da pandemia do coronavírus, mas de outra pandemia: “Nos primeiros quatro meses deste ano morreram de fome 3 milhões e 700 mil pessoas. Existe a pandemia da fome. Em quatro meses, quase 4 milhões de pessoas. Esta oração de hoje para pedir que o Senhor detenha esta pandemia nos deve levar a pensar nas outras pandemias do mundo. Há muitas pandemias! A pandemia das guerras, da fome e muitas outras. Mas o importante é que, hoje, juntos e graças à coragem que o Alto Comitê para a Fraternidade Humana teve, juntos fomos convidados a rezar cada um segundo a própria tradição e a fazer um dia de penitência de jejum e também de caridade, de ajuda aos outros. Isso é importante. No livro de Jonas ouvimos que o Senhor, quando viu como o povo tinha reagido – tinha se convertido –, o Senhor cessou, desistiu daquilo que Ele queria fazer”.

“Que Deus detenha esta tragédia – foi a oração do Papa Francisco –, que detenha esta pandemia. Que Deus tenha piedade de nós e que cesse também as outras pandemias tão ruins: a da fome, a da guerra, a das crianças sem instrução. E peçamos isso como irmãos, todos juntos. Que Deus nos abençoe a todos e tenha piedade de nós.”

A seguir, o texto da homilia transcrita pelo Vatican News:

Na primeira Leitura ouvimos a história de Jonas, num estilo da época. Como havia “alguma pandemia”, não sabemos, na cidade de Nínive, talvez uma “pandemia moral”, (a cidade) estava para ser destruída (conf. Jn 3,1-10). E Deus manda Jonas pregar: oração e penitência, oração e jejum (conf. vers. 7-8). Diante daquela pandemia, Jonas se assustou e fugiu (conf. Jn 1,1-3). Depois o Senhor o chamou pela segunda vez e ele aceitou ir pregar isso (conf. Jn 3,1-2). E hoje todos nós, irmãos e irmãs de todas as tradições religiosas, rezamos: dia de oração e de jejum, de penitência, convocado pelo Alto Comitê para a Fraternidade Humana. Cada um de nós reza, as comunidades rezam, as confissões religiosas rezam, rezam a Deus: todos irmãos, unidos na fraternidade que nos une neste momento de dor e de tragédia.

Nós não esperávamos esta pandemia, veio sem que nós a esperássemos, mas agora está aí. E muitas pessoas morrem. E muitas pessoas morrem sozinhas e muita gente morre sem poder fazer nada. Muitas vezes se pode pensar: “Não me diz respeito, graças a Deus me salvei”. Mas pense nos outros! Pense na tragédia e também nas consequências econômicas, nas consequências sobre a educação, as consequências… naquilo que virá depois. E por isso hoje, todos, irmãos e irmãs, de toda e qualquer confissão religiosa, rezemos a Deus. Talvez alguém possa dizer: “Isso é relativismo religioso e não se pode fazer”. Como não se pode fazer, rezar ao Pai de todos? Cada um reza como sabe, como pode, como recebeu da própria cultura. Nós não estamos rezando um contra o outro, esta tradição religiosa contra aquela, não! Estamos todos unidos como seres humanos, como irmãos, rezando a Deus, segundo a própria cultura, segundo a própria tradição, segundo os próprios credos, mas irmãos rezando a Deus, isso é importante! Irmãos, fazendo jejum, pedindo perdão a Deus pelos nossos pecados, para que o Senhor tenha misericórdia de nós, para que o Senhor nos perdoe, para que o Senhor detenha esta pandemia. Hoje é um dia de fraternidade, olhando para o único Pai, irmãos e paternidade. Dia de oração.

Nós, no ano passado, aliás, em novembro do ano passado, não sabíamos o que era uma pandemia: veio como um dilúvio, veio abruptamente. Agora estamos nos acordando um pouco. Mas existem tantas outras pandemias que fazem as pessoas morrer e não nos damos conta disso, olhamos para outro lado. Somos um pouco inconscientes diante das tragédias que se verificam no mundo neste momento. Gostaria simplesmente de citar a vocês uma estatística oficial dos primeiros quatro meses deste ano, que não fala da pandemia do coronavírus, fala de outra. Nos primeiros quatro meses deste ano morreram de fome 3 milhões e 700 mil pessoas. Existe a pandemia da fome. Em quatro meses, quase 4 milhões de pessoas. Esta oração de hoje para pedir que o Senhor detenha esta pandemia nos deve levar a pensar nas outras pandemias do mundo. Há muitas pandemias! A pandemia das guerras, da fome e muitas outras. Mas o importante é que, hoje – juntos e graças à coragem que o Alto Comitê para a Fraternidade Humana teve, juntos fomos convidados a rezar cada um segundo a própria tradição e a fazer um dia de penitência de jejum e também de caridade, de ajuda aos outros. Isso é importante. No livro de Jonas ouvimos que o Senhor, quando viu como o povo tinha reagido – que tinha se convertido –, o Senhor cessou, desistiu daquilo que Ele queria fazer.

Que Deus detenha esta tragédia, que detenha esta pandemia. Que Deus tenha piedade de nós e que cesse também as outras pandemias tão ruins: a da fome, a da guerra, a das crianças sem instrução. E peçamos isso como irmãos, todos juntos. Que Deus nos abençoe a todos e tenha piedade de nós.

O Papa convidou a fazer a Comunhão espiritual com a seguinte oração:

Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós!

Francisco terminou a celebração com adoração e a bênção eucarística. No final da Missa, o Papa agradeceu a Tommaso Pallottino, o técnico de som do Dicastério para a Comunicação que o acompanhou nestas transmissões ao vivo e hoje era seu último dia de trabalho antes da aposentadoria: “Que o Senhor – pediu o Santo Padre – o abençoe e o acompanhe na nova etapa da vida”. Antes de deixar a Capela dedicada ao Espírito Santo, foi entoada a antífona mariana “Regina caeli”, cantada no tempo pascal:

Rainha dos céus, alegrai-vos. Aleluia!

Porque Aquele que merecestes trazer em vosso seio. Aleluia!

Ressuscitou como disse. Aleluia!

Rogai por nós a Deus. Aleluia!

D./ Alegrai-vos e exultai, ó Virgem Maria. Aleluia!

C./ Porque o Senhor ressuscitou, verdadeiramente. Aleluia!

Vídeo integral da Missa

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O Papa reza o Pai-Nosso implorando misericórdia pela humanidade provada https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/o-papa-reza-o-pai-nosso-implorando-misericordia-pela-humanidade-provada/ Wed, 25 Mar 2020 16:47:02 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58078 O Papa Francisco rezou a oração do Pai-Nosso, da Biblioteca Apostólica, no Vaticano, ao meio-dia, hora local, desta quarta-feira (25/03), Solenidade da Anunciação do Senhor.

Entre o medo e a ansiedade do mundo ameaçado pela pandemia de coronavírus, ressoa o Pai-Nosso, a oração que Jesus nos ensinou, fonte perene de esperança e fonte de unidade ente os cristãos. A voz do Papa Francisco, que invoca o Senhor para acabar com a pandemia, contém a oração de um povo ferido, mas unido em oração e com o olhar voltado para o Pai.

O Pontífice, que no final da Audiência Geral desta quarta-feira, renovou o apelo a todos os cristãos a fim de invocar o Deus Onipotente, tinha convidado no Angelus do último domingo, todos os líderes de Igrejas e comunidades cristãs a se unirem a esta oração. Uma oração comovente em que a voz comunitária do “nós”, e não a voz individual do “eu”, se eleva ao céu.

Veja o vídeo:

Antes da oração do Pai-Nosso, Francisco proferiu as seguintes palavras:

Queridos irmãos e irmãs,

hoje, marcamos um encontro, todos os cristãos do mundo, a fim de rezar juntos o Pai-Nosso, a oração que Jesus nos ensinou.

Como filhos confiantes, nos voltamos para o Pai. Fazemos isso todos os dias, várias vezes ao dia, mas agora queremos implorar misericórdia pela humanidade provada duramente pela pandemia de coronavírus. E fazemos isso juntos, cristãos de todas as Igrejas e comunidades, de todas as idades, línguas e nações.

Rezemos pelos doentes e suas famílias, pelos profissionais de saúde e aqueles que os ajudam, pelas autoridades, pelos policiais e voluntários, e pelos ministros de nossas comunidades.

Hoje, muitos de nós celebram a Encarnação do Verbo no ventre da Virgem Maria, quando em seu “Eis-me aqui”, humilde e total, refletiu-se o “Eis-me aqui” do Filho de Deus. Nós também nos entregamos com total confiança às mãos de Deus e num só coração e numa só alma rezemos:

“Pai-Nosso que estais nos céus,

santificado seja o vosso Nome,

venha a nós o vosso Reino,

seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje,

perdoai-nos as nossas ofensas

assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido,

e não nos deixeis cair em tentação,

mas livrai-nos do Mal.”

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#Rezemosjuntos: Papa Francisco convida à oração em unidade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/rezemosjuntos-papa-francisco-convida-a-oracao-em-unidade/ Tue, 24 Mar 2020 20:13:13 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58072 A primeira oração do Papa aos doentes de coronavírus foi no dia 26 de janeiro. No Angelus daquela ocasião, o Pontífice se dirigiu a toda comunidade chinesa:

“Desejo também estar próximo e rezar pelas pessoas doentes por causa do vírus que se difundiu na China. Que o Senhor acolha os mortos na sua paz, conforte as famílias e sustente o grande empenho da comunidade chinesa, já organizada para combater a epidemia.”

Até aquele momento, o problema estava circunscrito ao país asiático e havia provocado 56 vítimas. Hoje, os mortos são mais de 13 mil em todo o mundo.

Esta semana, dois eventos. Programe-se
Com a difusão do vírus, multiplicaram-se as iniciativas de oração do Papa Francisco: da transmissão ao vivo da missa na Casa Santa Marta, ao gesto de rezar diante de ícones de devoção do povo romano e a adesão a várias iniciativas locais.

Agora, o Pontífice pede a união de todos os cristãos de todo o mundo para rezarem juntos, quarta-feira (25 de março, festa da Anunciação do Senhor), a oração do Pai-Nosso ao meio-dia (08h em Brasília).

Ainda esta semana, será significativa a imagem de Francisco no patamar da Basílica de São Pedro num cenário quase surreal: com a Praça deserta.

“Ouviremos a Palavra de Deus, elevaremos a nossa súplica, adoraremos o Santíssimo Sacramento, com o qual ao término darei a Bênção Urbi et Orbi (à cidade de Roma e ao mundo), à qual será unida a possibilidade de receber a Indulgência plenária.”

Este evento está marcado para sexta-feira, 27 de março, às 18h locais (14h em Brasília). Será possível acompanhar através do nosso site e de nossas redes sociais e não esqueça da hashtag #RezemosJuntos.

A coragem da oração
Numa homilia de 12 de janeiro de 2018, o Pontífice recordou que, para rezar de verdade, o cristão precisa de “coragem” porque, fortalecido na sua fé, deve chegar até a desafiar o Senhor, encontrando sempre o modo de superar as inevitáveis “dificuldades” sem duvidar.

“A oração cristã — reiterou Francisco — nasce da fé em Jesus e com a fé vai sempre além das dificuldades.” “O Senhor nos disse: ‘Pedi e ser-vos-á dado’. Tomemos também esta palavra e tenhamos confiança, mas sempre com fé e pondo-nos em jogo.” Precisamente “esta é a coragem que tem a oração cristã: se uma oração não for corajosa não será cristã”.

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