Rezar - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Rezar - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa: nada de propina, para rezar é preciso coragem e paciência https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-nada-de-propina-para-rezar-e-preciso-coragem-e-paciencia/ Thu, 15 Mar 2018 13:48:45 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-nada-de-propina-para-rezar-e-preciso-coragem-e-paciencia.html “Coragem e paciência”: estas são as peculiaridades da oração, que deve ser elevada a Deus “com liberdade, como filhos”. Foi o que destacou o Papa Francisco na homilia da Missa celebrada na Casa Santa Marta. O ponto de partida foi a primeira leitura, extraída do livro do Êxodo, com o diálogo entre o Senhor e Moisés sobre a apostasia do seu povo.

Moisés não cedeu à lógica da propina

O profeta tenta dissuadir o Senhor dos seus propósitos irascíveis contra o povo que “deixou a glória do Deus vivente para adorar um bezerro de ouro”. No diálogo audaz que leva avante, Moisés “se aproxima com as argumentações” e recorda ao Pai o que fez por se povo, salvo da escravidão no Egito, e a fidelidade de Abraão, de Isaac. Nas suas palavras, neste “face a face”, transparece o envolvimento do profeta, o seu amor pelo povo. Moisés não teme dizer a verdade, não “entra em jogos de propina”, não cede diante da possibilidade “de vender a sua consciência”. “E Deus gosta disto”, precisou o Pontífice, “quando Deus vê uma alma, uma pessoa que reza e reza por algo, Ele se comove”.

“Nada de propina. Eu estou com o povo. E estou Contigo. Esta é a oração de intercessão: uma oração que argumenta, que tem a coragem de dizer na cara ao Senhor, que é paciente. É preciso paciência na oração de intercessão: nós não podemos prometer a alguém de rezar por ele e depois concluir a coisa com um Pai-Nosso e uma Ave Maria e ir embora. Não. Se você diz rezar por outra pessoa, tem que ir por este caminho. E para isso é preciso paciência”.

Paciência e constância da oração

Na vida cotidiana, infelizmente, não são raros os casos de empresários dispostos a sacrificar a empresa para salvar os próprios interesses, obter uma vantagem pessoal. Mas Moisés não entra na “lógica da propina”, ele está com o povo e luta pelo povo. As Sagradas Escrituras são repletas de exemplos de “constância”, da capacidade de “ir avante com paciência”: a cananea, o “cego na saída de Jericó”.

“Para a oração de intercessão, são necessárias duas coisas: coragem, isto é parresia, coragem e paciência. Se eu quero que o Senhor ouça algo que eu peço, devo ir e bater à porta e bato no coração de Deus, e bato ali… mas porque o meu coração está envolvido com isso! Mas se o meu coração não se envolve com aquela necessidade, com aquela pessoa pela qual devo rezar, não será capaz nem mesmo da coragem e da paciência”.

Ter um coração envolvido

Papa Francisco indicou, por fim, o “caminho da oração de intercessão”: estar envolvidos, lutar, ir avante, jejuar.

“Que o Senhor nos dê esta graça. A graça de rezar diante de Deus com liberdade, como filhos; de rezar com insistência, de rezar com paciência. Mas, sobretudo, rezar sabendo que eu falo com meu Pai, e meu Pai me ouvirá. Que o Senhor nos ajude a progredir nesta oração de intercessão”.

Por Vatican News

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Rezemos com o Papa pela paz no mundo https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/rezemos-com-o-papa-pela-paz-no-mundo/ Fri, 23 Feb 2018 12:27:18 +0000 http://teste.toqueto.com/rezemos-com-o-papa-pela-paz-no-mundo.html No Angelus do domingo 4 de fevereiro, o Papa lançou um apelo em favor da paz, convocando para esta sexta-feira da primeira semana da Quaresma, um Dia de Oração e Jejum. 

Francisco ressaltou na ocasião que “as vitórias obtidas com a violência são falsas vitórias”.

“Diante da trágica continuação de situações de conflito em diversas partes do mundo, convido todos os fiéis a um Dia especial de Oração e Jejum pela Paz em 23 de fevereiro próximo, sexta-feira da Primeira Semana da Quaresma”.

“O ofereceremos em particular pelas populações da República Democrática do Congo e do Sudão do Sul. Como em outras ocasiões similares, convido também os irmãos e irmãs não católicos e não cristãos para se associarem a esta iniciativa nas modalidades que considerarem mais oportunas, mas todos juntos”.

O Papa recordou que “o nosso Pai Celeste escuta sempre os seus filhos que gritam a Ele na dor e na angústia, «cura os corações feridos e enfaixa  suas feridas»”, e convidou a que cada um perguntasse na própria consciência: “O que eu posso fazer pela paz?”:

“Certamente podemos rezar; mas não só. Cada um pode dizer concretamente “não” à violência naquilo que depender dele ou dela. Porque as vitórias obtidas com a violência são falsas vitórias; enquanto trabalhar pela paz faz bem a todos!”

Esta não é a primeira iniciativa em favor da paz promovida por Francisco em seu pontificado.

Setembro de 2013

No dia 7 de setembro de 2013, véspera da Natividade de Maria, Rainha da Paz, a pedido do Papa foi realizado um dia de jejum e de oração pela paz na Síria, no Oriente Médio, e no mundo inteiro.

Junho de 2014

Em 8 de junho de 2014, um histórico encontro nos Jardins Vaticanos reuniu o Papa Francisco com os presidentes israelense e palestino, Simón Peres e Mahmud Abbas, para invocar juntos a paz no Oriente Médio.

O encontro teve por objetivo “fazer uma pausa na política para ver desde outra perspectiva e mostrar publicamente o desejo comum de que aconteça algo, de que caminhos que foram fechados se reabram, de voltar a sonhar com a paz”, explicou na ocasião o então Custódio da Terra Santa, o franciscano Pierbattista Pizzaballa, um dos organizadores do encontro.

Novembro de 2017

Em 23 de novembro de 2017, foi presidida pelo Pontífice no Altar da Cátedra da Basílica de São Pedro, uma Vigília de Oração pela paz no Sudão do Sul e na República Democrática do Congo.

Por Vatican News

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Papa: "É preciso coragem para rezar o Pai Nosso" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-e-preciso-coragem-para-rezar-o-pai-nosso/ Fri, 22 Dec 2017 08:47:10 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50262 Na noite de quarta-feira (20/12) o Papa Francisco participou mais uma vez do programa televisivo ‘Pai Nosso’, transmitido pelo canal TV2000, da Conferência Episcopal Italiana, CEI.

Neste 9º e último capítulo da série, ficou impressa a afirmação do Papa, conversando com o capelão do cárcere de Pádua, Pe. Marco Pozza,  de que “é preciso coragem para rezar o Pai Nosso”.

“Digam ‘papai’ e acreditem realmente que Deus é o Pai que me acompanha, me perdoa, me dá o pão, está atento a tudo o que peço e me veste melhor do que as flores do campo…. Acreditar – continuou o Papa – é também um grande risco. E se não for verdade?”.

“ É preciso ousar, ousar, mas todos juntos. Por isso, rezar juntos é tão bonito: porque nos ajudamos uns aos outros a ousar. ”

Para elucidar o conceito do amor de Deus, que nos dá o que comer, o Papa propôs uma recordação de sua infância:

“Quando o pão caia no chão, nos ensinavam a pegá-lo e beijá-lo. Jamais se jogava pão fora. O pão é o símbolo da unidade da humanidade, do amor de Deus. Quando sobrava, as avós e as mães o botavam de molho no leite e faziam um bolo, ou outra coisa, mas nunca se jogava fora”.

O programa nasceu da colaboração entre a SPC (Secretaria para a Comunicação) e a emissora da CEI e teve a participação de expoentes leigos da cultura. A partir da série foi criado também o livro ‘Pai Nosso’ publicado pela editoras Rizzoli e Vaticana. 

Assista ao vídeo aqui (em italiano).

Por Vatican News

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Advento: tempo para reconhecer os vazios a ser preenchidos em nossa vida https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/advento-tempo-para-reconhecer-os-vazios-a-ser-preenchidos-em-nossa-vida/ Mon, 11 Dec 2017 08:02:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49956 Antes de rezar o Ângelus na manhã de ontem, o Papa Francisco explicou novamente o significado do Advento e afirmou que é um momento propício para mudar de comportamento.

“É um tempo para reconhecer os vazios a serem preenchidos em nossa vida, para aplainar as asperezas do orgulho e criar espaço para Jesus que vem”, afirmou.

O Santo Padre assinalou que, por exemplo, “um vazio em nossa vida pode ser porque não rezamos ou rezamos pouco”. “O Advento é o momento favorável para rezar com mais intensidade, para reservar à vida espiritual o lugar importante que lhe cabe”.

“Outro vazio pode ser a falta de caridade para com o próximo, sobretudo em relação às pessoas que precisam de ajuda não só material, mas também espiritual”, porque “somos chamados a prestar mais atenção às necessidades dos outros, estar mais próximos”.

Francisco mencionou o exemplo de João Batista e assegurou que “as montes e as colinas que devem ser rebaixados são o orgulho, a soberbia e a prepotência”, logo depois incentivou a assumir “comportamentos de mansidão e humildade, sem repreender, mas ouvir, falar com mansidão e assim preparar a vinda de nosso Salvador que é manso e humilde de coração”.

O Papa citou outro exemplo: “Quando esperamos em casa a visita de uma pessoa querida, organizamos tudo com carinho e felicidade. Devemos fazer o mesmo para a vinda do Senhor: esperá-lo a cada dia com solicitude, para ser preenchidos com a sua graça quando ele vier”.

“O Salvador que esperamos é capaz de transformar a nossa vida com a sua graça, com força do Espírito Santo, com a força do amor”, concluiu.

Por ACI Digital

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Papa: rezem pelos governantes não obstante os seus erros https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-rezem-pelos-governantes-nao-obstante-os-seus-erros/ Mon, 18 Sep 2017 12:30:28 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-rezem-pelos-governantes-nao-obstante-os-seus-erros.html O Papa Francisco celebrou a missa na Capela da Casa Santa Marta, nesta segunda-feira (18/09), e em sua homilia pediu aos cristãos para rezarem pelos seus governantes, não obstante as coisas más que fazem. 

O Pontífice pediu também aos governantes para rezar, caso contrário, correm o risco de fecharem-se no próprio grupo. O governante que tem a consciência de ser subalterno ao povo e a Deus, reza. 

A reflexão de Francisco parte da Primeira Leitura de hoje e do Evangelho. Na primeira leitura, São Paulo aconselha a Timóteo a rezar pelos governantes. No Evangelho, há um governante que reza: é o oficial romano que tinha um empregado que estava doente. Amava o povo, não obstante fosse estrangeiro, e amava o empregado, pois, de fato, se preocupava.

“Este homem sentiu a necessidade de rezar”, disse o Papa. Não somente porque amava, mas também porque “tinha a consciência de não ser o patrão de tudo, de não ser a última instância”. Sabia que acima dele, há outro que comanda. Havia subalternos, soldados, mas ele também estava na condição de subordinado. E isso o levou a rezar.

“O governante que tem essa consciência, reza. Se não reza, fecha-se na própria “autorreferencialidade” ou na de seu partido, naquele círculo do qual não se sai. É um homem fechado em si mesmo. Porém, quando vê os problemas verdadeiros, tem a consciência de ser subalterno, que existe outro que tem mais poder que ele. Quem tem mais poder do que o governante? O povo, que lhe deu o poder, e Deus, do qual vem o poder através do povo. Quando um governante tem a consciência de ser subordinado, reza.”

O Papa Francisco ressaltou a importância da oração do governante, “porque é a oração para o bem comum do povo que lhe foi confiado”.

Recordou, a esse propósito, a conversa com um governante que todos os dias passava duas horas em silêncio diante de Deus, não obstante tivesse muitos afazeres. É preciso pedir a Deus a graça de governar bem como Salomão que não pediu a Deus ouro ou riquezas, mas sabedoria para governar.

Os governantes, diz Francisco, devem pedir ao Senhor essa sabedoria. “É tão importante que os governantes rezem” – reitera – pedindo ao Senhor que não cancele a “consciência de ser subalterno” a Deus e do povo: “que a minha força esteja ali e não no pequeno grupo ou em mim”.

E a quem poderia se opor dizendo ser agnóstico ou ateu, o Papa diz: “Se você não pode rezar, confronte-se”, “com a sua consciência”, com “os sábios do seu povo”, mas “não fique sozinho com o pequeno grupo do seu partido”, ressalta. “Isto – reitera – é ser auto-referencial”.

Na primeira leitura, Paulo convida a rezar pelos reis, “para que – afirma – possamos levar uma vida calma, pacífica, digna e dedicada a Deus”. Francisco observa que, no entanto, quando um governante faz algo que não gostamos, ele é criticado ou, de outra forma, louvado. É deixado sozinho com o seu partido, com o Parlamento”:

“’Não, eu o votei – eu o votei’ – ‘Eu não o votei, problema seu’. Não, não podemos deixar os governantes sozinhos: devemos acompanhá-los com a oração. Os cristãos devem rezar pelos governantes. “Mas, Padre, como vou rezar por ele que faz tantas coisas ruins?”. Ele precisa mais do que nunca da oração. Reze, faça penitência pelo governante. A oração de intercessão – isso é tão bonito que Paulo diz – é para todos os reis, para todos aqueles que estão no poder. Por quê? “Porque podemos levar uma vida calma e tranquila”. Quando o governante é livre e pode governar em paz, todo o povo irá se beneficiar disso”.

E o Papa conclui pedindo que se faça um exame de consciência sobre a oração pelos governantes:

“Peço-lhes um favor: cada um de vocês pegue hoje cinco minutos, não mais. Se você é um governante, se pergunte: “Eu rezo por aquele que me deu o poder através do povo?” Se não é um governante, “rezo pelos governantes? Sim, por esse e por aquele sim, porque gosto deles; por aqueles outros, não”. Esses têm mais necessidade do que os outros! “Rezo por todos os governantes?” E se você perceber, quando faz exame de consciência para se confessar, que não reza pelos governantes, leve isso à confissão. Porque não rezar pelos governantes é um pecado”.

Por Rádio Vaticano

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Francisco: rezar o Terço traz paz à Igreja e ao mundo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/francisco-rezar-o-terco-traz-paz-a-igreja-e-ao-mundo/ Mon, 19 Jun 2017 15:16:24 +0000 http://teste.toqueto.com/francisco-rezar-o-terco-traz-paz-a-igreja-e-ao-mundo.html O Terço é um instrumento poderoso que traz paz aos nossos corações, à Igreja e ao mundo. É o que afirma o Papa Francisco em uma vídeo mensagem enviada a Dom Mario Grech, Bispo da Diocese de Gozo, Malta, por ocasião da inauguração dos mosaicos do Santuário da Virgem de Ta Pinu. Os mosaicos são três, e representam a Virgem com o Menino, São João Batista e São Paulo. As três obras foram colocadas na entrada principal do Santuário e foram feitas pelo Centro Aletti.

Em um grande “abraço de mosaicos estão esperando por você Jesus e a sua Mãe”. O Papa Francisco descreve assim a obra inaugurada no Santuário da Virgem de Ta Pinu. Uma imagem que, sublinha, “põe diante dos nossos olhos a beleza de uma oração contemplativa simples, acessível a todos, jovens e idosos: a oração do Terço”:

“Eu muitas vezes recito o Terço diante de um mosaico: um pequeno mosaico de Nossa Senhora com o Menino, onde parece que no centro está Maria, enquanto na verdade Ela, usando as suas mãos, torna-se uma espécie de escada através da qual Jesus pode descer até nós. O centro é sempre Jesus, que se abaixa para caminhar com nós homens, para que possamos subir ao céu com Ele”.

Na oração do Terço, continua o Papa na vídeo mensagem, “nós nos dirigimos à Virgem Maria, para que nos conduza sempre mais perto do seu Filho, Jesus, para conhecê-Lo e amá-Lo sempre mais”. Observou ainda que, enquanto meditamos sobre as etapas da vida de Cristo nos detemos também sobre a nossa vida “porque nós caminhamos com o Senhor”. Esta simples oração, na verdade, “ajuda-nos a contemplar tudo o que Deus em seu amor fez por nós e pela nossa salvação, e faz-nos perceber que nossa vida está unida à vida de Cristo”:

“Rezando, nós levamos tudo a Deus: os cansaços, as feridas, os medos, mas também as alegrias, os dons, os entes queridos… tudo a Deus. Rezando, nós permitimos a Deus entrar em nosso tempo,  acolher e transfigurar tudo o que vivemos. Usem frequentemente este instrumento poderoso que é a oração do Terço, porque traz a paz aos corações, às famílias, à Igreja e ao mundo”.

Por Rádio Vaticano

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Papa oferece uma receita para quando estivermos em momentos de escuridão https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-oferece-uma-receita-para-quando-estivermos-em-momentos-de-escuridao/ Fri, 09 Jun 2017 14:01:17 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-oferece-uma-receita-para-quando-estivermos-em-momentos-de-escuridao.html Rezar e ser paciente. Esta é a receita que o Papa Francisco ofereceu em sua homilia na Missa na Casa Santa Marta para enfrentar momentos difíceis e de escuridão.

O Pontífice também alertou contra a vaidade, que é uma “beleza maquiada” que não deixa entrar no coração a “alegria que é de Deus”.

Na Missa na capela da Casa Santa Marta, o Santo Padre convidou a agradecer pela “salvação” que nos dá, ao comentar sobre a primeira leitura da liturgia do dia.

Deus leva avante “a história” e “a vida das pessoas, inclusive a nossa”. Tobias e Sara, prosseguiu, viveram de fato “momentos difíceis” e “momentos belos”.

“Todos nós passamos por momentos difíceis, duros, não tão difíceis como este, mas nós sabemos o que se sente num momento difícil, de dor, no momento das dificuldades, nós sabemos”.

Mas Tobias e Sara rezam “e esta é a atitude que nos salva nos momentos difíceis: a oração. A paciência: porque os dois são pacientes com a própria dor. E a esperança que Deus nos ouça e faça passar esses momentos difíceis. Nos momentos de tristeza, pouca ou muita, nos momentos de escuridão: oração, paciência e esperança. Não esqueçam isto”, disse o Papa.

“Após a prova, o Senhor está próximo a eles e os salva. Mas há momentos bonitos, autênticos, como este, não aqueles momentos com beleza maquiada, que é tudo artificial, um fogo-de-artifício, mas não é a beleza da alma”.

“E o que fazem os dois nos momentos bons?”, perguntou-se. “Dão graças a Deus, alargam o seu coração na oração de agradecimento”.

Neste sentido, convidou a discernir que na vida há momentos de “cruz” e é necessário “rezar, ser paciente e ter pelo menos um pouquinho de esperança”: é preciso evitar cair “na vaidade”, porque “o Senhor está sempre ao nosso lado”.

“Peçamos a graça e saber discernir o que acontece nos maus momentos de nossas vidas e como ir avante, e o que acontece nos momentos bons e não se deixar enganar pela vaidade”.

Leitura comentada pelo Papa:

Primeira leitura

Tb 11, 5-17

Naqueles dias, 5Ana estava sentada, observando atentamente o caminho por onde devia chegar seu filho. 6Percebeu que ele se aproximava e disse ao pai: “Teu filho está chegando, e com ele o homem que o acompanhou”. 7Antes que Tobias se aproximasse do pai, Rafael lhe disse: “Estou certo de que seus olhos se abrirão. 8Aplica-lhe nos olhos o fel do peixe. O remédio fará com que as manchas brancas se contraiam e se desprendam de seus olhos. Teu pai vai recuperar a vista e enxergará a luz”. 9Ana correu, atirou-se ao pescoço do filho e disse: “Voltei à ver-te, meu filho, agora posso morrer!” E chorou.

10Tobit levantou-se e, tropeçando, atravessou a porta do pátio. 11Tobias foi ao seu encontro, tendo na mão o fel do peixe. Soprou-lhe nos olhos e, segurando-o, disse: “Confiança, pai!” Derramou o remédio e esfregou-o. 12Depois, com ambas as mãos, tirou-lhe as películas dos cantos dos olhos. 13Então Tobit caiu-lhe ao pescoço, chorando e dizendo: “Eu te vejo, meu filho, luz de meus olhos!” 14E acrescentou: “Bendito seja Deus! Bendito seja o seu grande nome! Benditos sejam todos os seus santos anjos por todos os séculos! 15Porque, se ele me castigou, agora vejo o meu filho Tobias!” A seguir, Tobit entrou com Ana em sua casa, louvando e bendizendo a Deus em alta voz, por tudo o que lhes tinha acontecido. E Tobias contou ao pai como tinha sido boa a viagem deles, por obra do Senhor Deus, como haviam trazido dinheiro e como se tinha casado com Sara, filha de Raguel. Aliás, ela já se aproximava das portas de Nínive. 16Tobit e Ana alegraram-se muito e saíram ao encontro da nora, às portas da cidade. Vendo-o andar a passos largos e com toda a firmeza, sem que ninguém o conduzisse pela mão, os ninivitas se admiraram. 17E diante deles Tobit louvava e bendizia a Deus em alta voz, por ter sido misericordioso para com ele e por lhe ter aberto os olhos. E, aproximando-se de Sara, mulher de seu filho Tobias, abençoou-a e disse: “Bem-vinda sejas, minha filha. E bendito seja o teu Deus, filha, que te trouxe para junto de nós! Abençoado seja o teu pai, abençoado o meu filho Tobias e abençoada sejas tu, minha filha! Entra em tua casa com saúde, a ti bênção e alegria! Entra, minha filha!” E naquele dia foi grande o contentamento entre todos os judeus que se encontravam em Nínive.

Por ACI Digital

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Papa pede participação dos fiéis no "Um minuto pela paz" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-pede-participacao-dos-fieis-no-um-minuto-pela-paz/ Wed, 07 Jun 2017 13:26:51 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-pede-participacao-dos-fieis-no-um-minuto-pela-paz.html Ao final da Audiência Geral desta quarta-feira, o Papa Francisco lançou um apelo em favor da iniciativa “Um minuto pela paz”, a ser realizada esta quinta-feira, 8 de junho.

“Amanhã, às 13 horas, renova-se em diversos países a iniciativa “Um minuto pela paz”, isto é, um pequeno momento de oração na recorrência do encontro no Vaticano entre eu, o falecido Presidente israelense Peres e o Presidente palestino Abbas. Em nosso tempo, há tanta necessidade de rezar – cristãos, judeus e muçulmanos – pela paz”.

A iniciativa – realizada em vários países – é apoiada em nível internacional também pelo Fórum Internacional da Ação Católica (FIAC) e pela União Mundial das Organizações Femininas Católicas (UMOFC).

Na Argentina, por exemplo, diversas organizações uniram-se à Conferência Episcopal local, no convite para que todas interrompam por um minuto suas atividades cotidianas às 13 horas, para refletir e rezar – cada um na própria tradição religiosa – num gesto de comprometimento com a paz no mundo.

Este “minuto” poderá ser vivenciado em grupo ou individualmente, na rua ou em uma igreja, em família, na escola, no local de trabalho, na fábrica, no escritório, enfim, no local onde for possível recolher-se brevemente em silêncio.

A data recorda o terceiro aniversário do histórico encontro realizado no Vaticano em 8 de junho de 2014,  e que reuniu o Papa Francisco, o Patriarca Bartolomeu  e os Presidentes de Israel, Shimon Peres (falecido 28 de setembro de 2016), e da Palestina, Abu Mazen.

Por Rádio Vaticano

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