responsabilidades - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png responsabilidades - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 10 atitudes que devem ser assumidas pelos padrinhos de Batismo https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/10-atitudes-que-devem-ser-assumidas-pelos-padrinhos-de-batismo/ Mon, 19 Feb 2018 11:21:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50864 Escolher os padrinhos para uma criança é uma tarefa muito importante que deve ser feita com atenção, levando em conta alguns fatores importantes. Primeiramente, o casal escolhido deve viver o batismo, ou seja, ser católico, ser crismado e ter uma vida de comunhão eucarística.

Para ser padrinho ou madrinha, não basta ser alguém conhecido, amigo, parente, alguém importante na vida dos pais da criança, pode até trazer essas caraterísticas citadas, mas o compromisso é muito maior. O casal tem a missão de transmitir valores morais e cristãos à criança. Por tudo isso, listamos 10 atitudes que devem ser assumidas pelos padrinhos:

1 Viver a responsabilidade de ser padrinho: O padrinho deve acompanhar o seu afilhado com a presença, com o bom testemunho de cristão, fazer as vezes dos pais ou auxiliar os pais em suas faltas;

2 Criar vínculo com os irmãos do afilhado: É muito importante que os padrinhos tenham a sensibilidade de se relacionar com os irmãos do afilhado para que as demais crianças não se sintam excluídas;

3 Ser parceiro dos pais do afilhado: Os padrinhos devem ser companheiros dos pais, procurando sempre respeitar os limites impostos por eles às crianças;

4 Assumir um compromisso: Quando os padrinhos são escolhidos e aceitam o convite, assumem um compromisso perante Deus de amar e ajudar na educação da criança;

5 Criar momentos com a criança: Se puder e estiver próximo da criança procure, por exemplo, brincar, buscar na escola, tudo isso possibilita uma relação mais íntima;

6 Ser amigo: Os padrinhos devem estabelecer um elo de confiança com a criança, para que ela saiba que pode contar com eles em qualquer momento;

7 Não esqueça as datas importantes: Participe de datas como o aniversário, natal e outros momentos importantes. Essa presença não precisa se dar por meio de presentes, mas com palavras de carinho e amor;

8 Estar presente: Fazer parte do dia a dia da criança, procurar ouvi-la, passar um tempo com ela dedicando atenção e carinho. Acompanhar as pequenas conquistas, mesmo que seja necessário às vezes, ser por telefone ou internet;

9 Rezar pelo afilhado: Os padrinhos assumem no batismo a missão de rezar pelo seu afilhado todos os dias;

10 Ajudar na formação religiosa do afilhado: Ajudar a criança a viver o amor a Deus, contribuindo com os pais no ensinamento das orações e no acompanhamento da participação ativa nos sacramentos da Igreja. Os padrinhos devem ter a consciência de que devem ser luz e fermento na vida cristã do afilhado.

Por A12 via Aleteia

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Jovens impulsionados pelos desafios da nossa sociedade https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/jovens-impulsionados-pelos-desafios-da-nossa-sociedade/ Mon, 20 Nov 2017 11:03:44 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49471 Muitos jovens esperançosos, se aventuram em exames que lhes possibilitem o acesso à Universidade. Outros, ainda jovens, concluem seus cursos e buscam o lugar na sociedade, procurando encontrar trabalho e emprego. Pelas ruas, rostos carregados da sofreguidão e passos, muitas vezes, agitados de quem procura pagar suas dívidas, comprar uma casa, recolocar-se no mercado de trabalho, ansiedades, dificuldades financeiras ou as lutas pela própria saúde e da família. Nas curvas da vida, a morte de pessoas queridas, acidentes, crises no casamento e na convivência familiar, escândalos. Para todos nós, a insegurança gerada pela violência de cada dia ou pelos desacertos administrativos que percorrem, de alto a baixo, a prática política brasileira.

E como administrar (agora é conosco) esses e outros tantos desafios que se apresentam?

Nosso tempo traz consigo perigos a serem superados pelo cristão. De um lado, uma fuga das responsabilidades que a vida oferece. Mas, é também, um risco a mundanização: fazem as pessoas mergulharem de tal forma no seu dia a dia, que perdem o rumo e a esperança. O equilíbrio se chama vigilância (Cf. Mt 25,1-13), prontidão para enfrentar com serenidade e seriedade todos os desafios, sem esquecer o Senhor e suas promessas. Também reconhecer as muitas “visitas” do Senhor, certos de que ele virá. Prontos para acolher as demoras de Deus, sabedores de que ele é o Senhor da história. A seriedade do momento presente exige preparação, prontidão, envolvimento pessoal, responsabilidade. Um dia, o Senhor virá, para consumar as bodas com a humanidade. Poderão participar da festa, as pessoas que se encontrarem preparadas. Não podem faltar a dedicação; o óleo para manter acesa a lâmpada; e para que a fé, a esperança e o amor permaneçam acesas: fidelidade e perseverança. Vamos por passos.

O que buscar?

Não esquentar a cabeça, contar de um até dez, acalmar-se, alguns até recomendam um chá de camomila! São recomendações bem populares e práticas, a serem elevadas a um nível inigualável, quando as pessoas se abrem para aquela sabedoria que vem do alto, e essa é um dom do Espírito Santo, que nos possibilita descobrir o gosto que Deus pôs nos acontecimentos alegres ou tristes. A Palavra de Deus (Sb 6,12-16) aponta para a Sabedoria resplandecente e sempre viçosa! Madrugar por ela, contemplá-la por amá-la, meditar, exercitar-se na prudência. Acolher a sabedoria que é um dom do Espírito Santo, para viver nesta terra com os critérios que vêm do alto. Há que se procurar a sabedoria, desejá-la e amá-la. Como? Na oração, na leitura da Bíblia, na partilha de nossa vida cristã, no conselho de pessoas mais experimentadas nos caminhos de Deus, saber perguntar a respeito de Sua vontade! E Ele quer sempre alguma coisa de nós, mas sempre o bem e o que constrói a vida com dignidade!

Olhar ao nosso redor, identificar as pessoas que têm o mesmo sonho de fidelidade a Deus e anseiam pelo seu Reino, gente que ama a Igreja e quer percorrer um caminho diferente, para compartilhar experiências positivas de vivência do Evangelho. São muitos os grupos de cristãos comprometidos, nas Comunidades, Paróquias e Movimentos Eclesiais que significam verdadeiros oásis, nos quais é possível rezar juntos, alimentar-se da Palavra de Deus, encontrar companhias autênticas, socorrer os que se encontram fragilizados, estabelecer parcerias inteligentes com quem quer fazer o bem. Talvez essas pessoas não falem tanto, mas agem, utilizam critérios novos, são verdadeiros tesouros escondidos a serem descobertos e valorizados. São incontáveis aquelas que tenho encontrado e aprendido a valorizar.

Vigilantes e preparados

Vigilância significa também, a coragem para tomar posições corajosas, diante da mentira e das muitas ideologias correntes. Cada pessoa, no campo que lhe é próprio, pode e deve  se perguntar, se pode fazer algo mais para defender a verdade e viver os valores do Evangelho. É hora ainda, de apelar a muitos que agora se encontram em posições importantes na sociedade e na política, a fim de que, sejam coerentes com suas raízes cristãs e católicas. Vigilância significa lutar contra o torpor e a negligência, para alcançar a meta.

A conclusão de Jesus, ao final da parábola das dez virgens, cinco previdentes e cinco imprevidentes, serve para compreendermos o que o Senhor disse, ao contar uma história ambientada numa festa de casamento: “Vigiai, pois não sabeis o dia, nem a hora” (Mt 25,13). Deus pode vir a qualquer momento da nossa vida. Todos devemos estar preparados, como as jovens virgens prudentes. Precisamos estar prontos ao serviço a sermos oferecidos a Deus e ao próximo.

Dá para rezar e até cantar: “Vigia esperando aurora, qual noiva esperando o amor, é assim que o servo espera, a vinda do seu Senhor. Ao longe, um galo vai cantar seu canto, o sol no céu vai estender seu manto, na madrugada eu estarei desperto, que já vem perto o dia do Senhor. A minha voz vai acordar meu povo, louvando a Deus, que faz o mundo novo. Não vou ligar se a madrugada é fria, que um novo dia logo vai chegar. Se é noite escura, acendo a minha tocha, dentro do peito, o sol já desabrocha, filho da luz, não vou dormir: vigio! Ao mundo frio vou levar o amor!” (Padre Jonas Abib).

Dom Alberto Taveira Corrêa – Arcebispo da Arquidiocese de Belém (PA)

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Ascensão de Jesus revela motivo da existência da Igreja, explica Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/ascensao-de-jesus-revela-motivo-da-existencia-da-igreja-explica-papa/ Mon, 29 May 2017 08:04:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46484 Neste domingo, 28, o Papa Francisco rezou a oração do Regina Coeli com os fiéis e peregrinos na Praça São Pedro e recordou a Solenidade da Ascensão do Senhor, celebrada nesse mesmo dia, 40 dias após a Páscoa.

“Os versículos que concluem o Evangelho de Mateus nos apresentam o momento da despedida definitiva do Ressuscitado aos seus discípulos. O cenário é o da Galileia, lugar onde Jesus os chamou para segui-lo e para formar o primeiro núcleo de sua comunidade nova. Agora, aqueles discípulos passaram através do fogo da paixão e da ressurreição. Ao verem Jesus ressuscitado eles se prostram diante dele, alguns porém ainda duvidam. A esta comunidade amedrontada, Jesus deixa a grande tarefa de evangelizar o mundo; e concretiza esta tarefa com o mandato de ensinar e batizar em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.” 

Motivo da existência da Igreja

Segundo o Papa, “a Ascensão de Jesus ao céu constitui o fim da missão que o Filho recebeu do Pai e o início da continuação desta missão por parte da Igreja. A partir deste momento, do momento da Ascensão, a presença de Cristo no mundo é mediada através de seus discípulos, daqueles que acreditam Nele e o anunciam. Esta missão durará até o fim da história e contará todos os dias com a assistência do Senhor ressuscitado, que garante: “Eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo”. 

“A sua presença traz fortaleza nas perseguições, conforto nas tribulações, sustento nas situações difíceis que a missão e o anúncio do Evangelho encontram. A Ascensão nos recorda esta assistência de Jesus e de seu Espírito que dá confiança e segurança ao nosso testemunho cristão no mundo. Revela-nos porque existe a Igreja: a Igreja existe  para anunciar o Evangelho! Somente para isso! A alegria da Igreja é anunciar o Evangelho.”

Responsabilidade dos batizados

Francisco disse ainda que “todos nós batizados somos a Igreja. Hoje, somos convidados a entender melhor que Deus nos deu a grande dignidade e responsabilidade de anunciá-lo ao mundo, de torná-lo acessível à humanidade. Esta é a nossa dignidade, esta é a maior honra de cada um de nós, batizados na Igreja!”

“Nesta festa da Ascensão, enquanto voltamos o nosso olhar para o céu, onde Cristo subiu e está sentado à direita do Pai, fortalecemos os nossos passos na terra para prosseguir com entusiasmo e coragem o nosso caminho, a nossa missão de testemunhar e viver o Evangelho em qualquer ambiente. Estamos bem conscientes de que isso não depende em primeiro lugar de nossas forças, da capacidade organizacional e recursos humanos. Somente com a luz e a força do Espírito Santo podemos efetivamente cumprir a nossa missão de fazer conhecer e experimentar cada vez aos outros o amor e a ternura de Jesus.”

O Papa pediu “à Virgem Maria para nos ajudar a contemplar os bens celestes, que o Senhor nos promete, e a nos tornar testemunhas cada vez mais críveis de sua Ressurreição, da vida verdadeira.”

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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