relações humanas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png relações humanas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Novo estudo: a pornografia prejudica os homens na relação com as mulheres https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/novo-estudo-a-pornografia-prejudica-os-homens-na-relacao-com-as-mulheres/ Tue, 08 Aug 2017 08:23:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47732 Uma pesquisa apresentada na 125ª Convenção Anual da Associação Americana de Psicologia (APA) revelou que a idade na qual uma pessoa é exposta pela primeira vez à pornografia é significativamente associada a certas atitudes de maltrato contra as mulheres no futuro.

O nome do estudo é “Age and Experience of First Exposure to Pornography: Relationes to Masculine Norms” (Idade e experiência da primeira exposição à pornografia: Relações com as normas masculinas) e foi apresentado pelas pesquisadoras da Universidade de Nebraska- Lincoln (Estados Unidos), Alyssa Bischmann e Chrissy Richardson.

“Descobrimos que quanto mais jovem o homem assistiu pela primeira vez a pornografia, mais provável era a sua busca de poder sobre as mulheres. E quanto mais velho o homem em sua primeira exposição à pornografia, mais provável que ele queira participar de comportamentos sexualmente promíscuos”, disse Bischmann.

O estudo, segundo indica o site da APA, avaliou 330 estudantes universitários do sexo masculino e lhes perguntou sobre o seu primeiro contato com a pornografia. Também perguntaram sobre as suas atitudes em relação às mulheres e compararam ambos os resultados.

De acordo com a coautora Chrissy Richardson, a descoberta foi surpreendente porque os pesquisadores esperavam que as atitudes de promiscuidade e do desejo de exercer poder sobre a mulher fossem mais altas enquanto a primeira idade de contato com a pornografia fosse menor.

“A descoberta mais interessante deste estudo foi que com a idade avançada na primeira exposição previu uma adesão maior às normas masculinas promíscuas. Esta descoberta provocou muitas outras perguntas e ideias potenciais de pesquisa, porque era tão inesperado com base no que sabemos acerca da socialização do papel do gênero e da exposição na mídia”, disse Richardson.

Bischmann desconfia que os resultados podem estar relacionados a variáveis ??não examinadas, como a religiosidade dos participantes, a ansiedade pelo desempenho sexual, as experiências sexuais negativas ou se o primeiro contato foi positivo ou negativo.

“É necessário fazer mais pesquisas”, indicou.

Entre o grupo, a idade média do primeiro contato com a pornografia foi de 13,37 anos, 5 anos foi a idade menor e 26 a maior. A maioria dos homens indicou que o seu primeiro contato foi acidental (43,5%), intencional (33,4%) ou forçado (17,2%). E 6% não indicou a natureza da exposição.

Entretanto, apesar dos dados mencionados, ninguém determinou como os homens se relacionam com as mulheres.

“Ficamos surpresos que o tipo de exposição não afetasse se alguém quisesse exercer poder sobre as mulheres ou participasse de comportamentos promíscuos. Esperávamos que as experiências intencionais, acidentais ou forçadas tivessem resultados diferentes”, concluiu Bischmann.

Em março deste ano, uma análise de 50 estudos descobriu que a pornografia está significativamente ligada a uma baixa satisfação nas “relações sexuais e relacionais” dos homens.

A análise incluiu 50.000 participantes de 10 países diferentes e contradiz outro estudo que afirmava que a pornografia tem um impacto positivo em seus consumidores.

Por ACI Digital

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Indispensável promover o diálogo e a escuta https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/indispensavel-promover-o-dialogo-e-a-escuta/ Mon, 13 Mar 2017 09:11:48 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44825 O Papa Francisco recebeu no final da manhã do último sábado, no Vaticano, os voluntários do “Telefone Amigo Itália”, por ocasião dos seus 50 anos de atividades.

No seu discurso aos cerca de 400 presentes na Sala Clementina, no Palácio Apostólico o Santo Padre afirmou que essa Associação está comprometida a apoiar todos aqueles que se encontram em condições de solidão, confusão e que necessitam de escuta, compreensão e ajuda moral.

“Trata-se de um serviço importante, especialmente no contexto social de hoje,  – disse o Papa -, marcado por múltiplas dificuldades cujas origens muitas vezes se encontram no isolamento e na falta de diálogo”.

Indispensável promover o diálogo e a escuta

As grandes cidades, – continuou Francisco -, apesar de serem superpovoadas, são emblema de um gênero de vida pouco humano à qual os indivíduos estão se acostumando: indiferença generalizada, comunicação cada vez mais virtual e menos pessoal, falta de valores sólidos sobre os quais basear a existência, cultura do ter e do aparecer. Neste contexto, – reafirmou – é indispensável promover o diálogo e a escuta.

“O diálogo permite conhecer e entender as recíprocas necessidades. Primeiro, demostra um grande respeito, porque coloca as pessoas em um comportamento de abertura recíproca, para receber os aspectos melhores do interlocutor. Além disso, o diálogo é expressão de caridade, porque, mesmo não ignorando as diferenças, pode ajudar a buscar  e compartilhar caminhos em busca do bem comum”.

Dialogar ajuda as pessoas a humanizar as relações

Francisco acrescentou que através do diálogo, “podemos aprender a ver o outro não como uma ameaça, mas como um dom de Deus, que nos interpela e nos pede para ser reconhecido”. Dialogar ajuda as pessoas a humanizar as relações e a superar mal-entendidos. Se houvesse mais diálogo – um diálogo real! – nas famílias, no ambiente de trabalho, na política, seriam resolvidas mais facilmente tantas questões, afirmou o Santo Padre.

Ouvir o outro requer paciência 

Mas a condição do diálogo – acrescentou o Pontífice – é a capacidade de escutar, que infelizmente não é muito comum. Ouvir o outro requer paciência e atenção. Somente quem sabe se calar sabe escutar: escutar Deus, escutar o irmão e a irmã que precisam de ajuda, escutar um amigo, um membro da família.

“O próprio Deus é o melhor exemplo de escuta: cada vez que rezamos, Ele nos ouve, sem pedir nada e até mesmo nos precede e toma a iniciativa em atender os nossos pedidos de ajuda. A atitude de escuta, da qual Deus é o modelo, exorta-nos a derrubar os muros dos mal-entendidos, a criar pontes de comunicação, superando o isolamento e o fechamento no nosso mundo pequeno”.

O Papa finalizou que através do diálogo e da escuta podemos contribuir à construção de um mundo melhor, tornando-o lugar de acolhida e respeito, contrastando assim as divisões e os conflitos.

Por Rádio Vaticano

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