Regina Coeli - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Regina Coeli - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 “A Igreja é para todos. O Espírito de Deus é harmonia, não divisão”, afirma o papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/a-igreja-e-para-todos-o-espirito-de-deus-e-harmonia-nao-divisao-afirma-o-papa/ Tue, 25 May 2021 01:34:56 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=60577 A Igreja é para todos. O Espírito de Deus é harmonia, não divisão: foi o que disse o Papa Francisco aos fiéis reunidos na Praça São Pedro para a oração do Regina Coeli na Solenidade de Pentecostes.

Em sua alocução, o Papa propôs o trecho extraído do Evangelho de João que narra a descida do Espírito Santo sobre Maria e os discípulos reunidos no Cenáculo, que se manifesta como um “sopro”.

“Esta experiência revela que o Espírito Santo é um como um vento forte e livre; isto é, nos dá força e liberdade. Não pode ser controlado, detido nem medido; nem mesmo podemos prever a sua direção. Não se deixa enquadrar nas nossas exigências humanas, nos nossos esquemas nem preconceitos. O Espírito procede de Deus Pai e do seu Filho Jesus Cristo e irrompe sobre a Igreja – sobre cada um de nós – dando vida às nossas mentes e aos nossos corações.”

O Espírito é para todos
No dia de Pentecostes, explicou o Papa, os discípulos ainda estavam desorientados e amedrontados. O mesmo acontece conosco, que preferimos permanecer na nossa zona de conforto. Mas o Senhor sabe como nos alcançar e abrir as portas do nosso coração.

Ao enviar o Espírito Santo, todas as nossas defesas, hesitações e falsas seguranças são abatidas e nos tornamos novas criaturas, ultrapassando os confins culturais e religiosos. “O Espírito é universal, não nos tira as diferenças culturais, as diferenças de pensamento, não: é para todos, mas cada um entende na própria cultura, na própria língua.”

O Espírito Santo, prosseguiu o Pontífice, coloca em comunicação pessoas diferentes, realizando a unidade e a universalidade da Igreja.

“E hoje nos diz tanto esta verdade, esta realidade do Espírito Santo onde na Igreja existem grupinhos que buscam sempre a divisão, separar-se dos outros. Este não é o Espírito de Deus: o Espírito de Deus é a harmonia, é unidade, une as diferenças.”

Francisco citou como exemplo o cardeal italiano Giovanni Canestro, que foi arcebispo de Gênova, falecido aos 96 anos em 2015. O cardeal Canestro dizia que a Igreja é como um rio, o importante é estar dentro: “Que você esteja um pouco deste lado, um pouco do outro, não interessa. O importante é estar dentro na unidade do Espírito e não olhar para as pequenezas… isto não é de Deus. A Igreja é para todos, para todos, como mostrou o Espírito Santo no dia de Pentecostes”.

Por intercessão de Nossa Senhora, Francisco concluiu pedindo que o Espírito Santo desça em abundância e preencha o coração dos fiéis e acenda em todos o fogo do seu amor.

Foto: Vatican Media

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O Papa no Regina Coeli: não existe um cristianismo à distância https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/o-papa-no-regina-coeli-nao-existe-um-cristianismo-a-distancia/ Mon, 19 Apr 2021 14:23:54 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=60442 Jesus não é um “fantasma”, mas uma Pessoa viva. Ser cristãos não é antes de tudo uma doutrina ou um ideal moral, é uma relação viva com Ele, com o Senhor Ressuscitado: foi o que disse o Papa Francisco na alocução que precedeu o Regina Coeli, a oração do tempo pascal. Neste 18 de abril, Francisco voltou à janela do Palácio Apostólico com vista para a Praça São Pedro de onde rezou com fiéis a oração mariana.

No terceiro domingo da Páscoa, o Santo Padre recordou que voltamos a Jerusalém, ao Cenáculo, como se guiados pelos dois discípulos de Emaús, que haviam escutado com grande emoção as palavras de Jesus no caminho e depois o reconheceram “no partir do pão”. Agora, no Cenáculo, o Cristo ressuscitado aparece no meio do grupo de discípulos e os saúda, dizendo: “A paz esteja convosco”! Mas eles estão assustados – disse o Papa – e acreditam “que veem um fantasma”. Então Jesus lhes mostra as feridas em seu corpo e diz: “Olhem para minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Toquem em mim! E para convencê-los, ele pede comida e a come sob o olhar atônito deles.

Há um detalhe aqui nesta descrição, disse o Papa. O Evangelho diz que os apóstolos, pela grande alegria, ainda não acreditavam.

“Tal era a alegria que eles tinham que não podiam acreditar que era verdade. E um segundo detalhe: eles ficaram atônitos, espantados, espantados porque o encontro com Deus sempre os leva ao estupor. Vai além do entusiasmo, além da alegria, é outra experiência. E eles estavam alegres, mas uma alegria que os fazia pensar: mas não, isto não pode ser verdade, não, não pode…(?) assim… É o estupor da presença de Deus. Não se esqueça deste estado de espírito, que é tão bonito”.

Esta página do Evangelho – continuou Francisco – é caracterizada por três verbos muito concretos, que em certo sentido refletem nossa vida pessoal e comunitária: olhar, tocar e comer. Três ações que podem dar a alegria de um verdadeiro encontro com Jesus vivo.:
“Olhem para minhas mãos e meus pés” – diz Jesus. Olhar não é apenas ver, é mais, envolve também intenção, vontade. É por isso que é um dos verbos do amor. Mães e pais olham para seus filhos; os apaixonados se olham um para o outro; um bom médico olha atentamente para seu paciente… Olhar é um primeiro passo contra a indiferença, contra a tentação de virar nosso rosto diante das dificuldades e sofrimentos dos outros. Olhar. Eu vejo ou olho Jesus?”.

Em seguida o Santo Padre falou do segundo verbo, tocar:

“Ao convidar os discípulos a tocá-lo, para constatar que ele não é um fantasma, toque-me, Jesus indica a eles e a nós que a relação com Ele e com os nossos irmãos não pode permanecer “à distância”, não existe um cristianismo à distância, não existe somente um cristianismo no nível do olhar. O amor pede para olhar e também a proximidade, pede contato, a partilha da vida. O bom samaritano não se limitou a olhar para o homem que encontrou meio morto ao longo da estrada: inclinou-se, curou suas feridas, e o carregou em seu cavalo e o levou para a pousada. E assim com o próprio Jesus: amá-lo significa entrar numa comunhão de vida, uma comunhão com Ele”.

Falando depois do terceiro verbo, comer, disse que o mesmo expressa bem a nossa humanidade na sua mais natural indigência, ou seja, nossa necessidade de nos alimentarmos para poder viver:

“Mas comer, quando o fazemos juntos, em família ou entre amigos, torna-se também uma expressão de amor, de comunhão, de festa… Quantas vezes os Evangelhos nos mostram Jesus que vive esta dimensão de convivência! Também ressuscitado, com seus discípulos. Ao ponto de o Banquete eucarístico se tornar o sinal emblemático da comunidade cristã. Alimentar-se juntos com o corpo de Cristo. Este é o centro da vida cristã”.

O Papa Francisco recordou que esta página do Evangelho nos diz que Jesus não é um “fantasma”, mas uma Pessoa viva, que Jesus quando se aproxima de nós nos enche de alegria até ao ponto de não acreditarmos e nos deixa atônitos com aquele estupor que somente a presença de Deus nos dá, porque Jesus é uma pessoa viva.

Ser cristãos – continuou o Santo Padre – não é antes de tudo uma doutrina ou um ideal moral, é uma relação viva com Ele, com o Senhor Ressuscitado: “olhamos para Ele, tocamos n’Ele, nos alimentamos d’Ele e, transformados por Seu Amor, olhamos, tocamos e alimentamos os outros como irmãos e irmãs. Que a Virgem Maria – concluiu – nos ajude a viver esta experiência de graça”.

O Papa na janela do Palácio Apostólico
Nas últimas semanas, a janela do Palácio Apostólico permaneceu fechada em 21 de março e 5 de abril, enquanto a recitação do Angelus em 28 de março, Domingo de Ramos na Basílica de São Pedro, e o Regina Coeli do domingo passado – com o Papa na Igreja do Santo Espírito, in Sássia, para a Festa da Divina Misericórdia – foram conduzidos pelo Santo Padre ao término das duas celebrações.

O primeiro lockdown do ano passado tinha mantido os fiéis distantes da Praça São Pedro de 8 de março a 24 de maio, com o Papa conduzindo as orações dominicais transmitidas ao vivo diretamente da Biblioteca do Palácio Apostólico. Depois disso, o Pontífice havia retornado por alguns meses, até 20 de dezembro, a recitar a oração dominical da janela de seu escritório que dá para a Praça São Pedro. Depois, foi suspensa novamente a recitação com os fiéis na Praça até 7 de fevereiro, sendo novamente retomada até 14 de março e, por fim, como mencionado, o último fechamento em 21 de março passado.

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Papa condena ataque terrorista em Londres: Que o Espírito dê paz ao mundo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-condena-ataque-terrorista-em-londres-que-o-espirito-de-paz-ao-mundo/ Mon, 05 Jun 2017 08:23:59 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46614 Depois da Missa pela Solenidade de Pentecostes que presidiu na Praça de São Pedro, o Papa Francisco rezou o Regina Coeli e condenou o brutal ataque terrorista islamista de Londres no qual morreram sete pessoas.

“Que o Espírito dê paz ao mundo inteiro; cure as chagas da guerra e do terrorismo, que também esta noite, em Londres, atingiu civis inocentes: rezemos pelas vítimas e familiares”.

Na noite de sábado, depois das 22h (horário local), um van se lançou a mais de 80 quilômetros por hora sobre um grupo de pessoas em um área popular de bares e restaurantes.

Três homens saíram do interior do veículo armados com facas e com coletes “suicídas” que era falsos.

Os terroristas atacaram com as facas dezenas de pessoas na entrada dos bares e dos pubs, no caminho a uma região mais conhecida e na qual se concentram mais pessoas à noite, Market. A polícia evacuou a área, encurralou os terroristas e atirou contra eles.

A Scotland Yard – a polícia britânica – confirmou sete vítimas mortais e 48 feridos, incluindo os três terroristas.

O Reino Unido se encontra em alerta máximo, como a maioria dos países da Europa.

Por ACI Digital

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Ascensão de Jesus revela motivo da existência da Igreja, explica Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/ascensao-de-jesus-revela-motivo-da-existencia-da-igreja-explica-papa/ Mon, 29 May 2017 08:04:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46484 Neste domingo, 28, o Papa Francisco rezou a oração do Regina Coeli com os fiéis e peregrinos na Praça São Pedro e recordou a Solenidade da Ascensão do Senhor, celebrada nesse mesmo dia, 40 dias após a Páscoa.

“Os versículos que concluem o Evangelho de Mateus nos apresentam o momento da despedida definitiva do Ressuscitado aos seus discípulos. O cenário é o da Galileia, lugar onde Jesus os chamou para segui-lo e para formar o primeiro núcleo de sua comunidade nova. Agora, aqueles discípulos passaram através do fogo da paixão e da ressurreição. Ao verem Jesus ressuscitado eles se prostram diante dele, alguns porém ainda duvidam. A esta comunidade amedrontada, Jesus deixa a grande tarefa de evangelizar o mundo; e concretiza esta tarefa com o mandato de ensinar e batizar em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.” 

Motivo da existência da Igreja

Segundo o Papa, “a Ascensão de Jesus ao céu constitui o fim da missão que o Filho recebeu do Pai e o início da continuação desta missão por parte da Igreja. A partir deste momento, do momento da Ascensão, a presença de Cristo no mundo é mediada através de seus discípulos, daqueles que acreditam Nele e o anunciam. Esta missão durará até o fim da história e contará todos os dias com a assistência do Senhor ressuscitado, que garante: “Eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo”. 

“A sua presença traz fortaleza nas perseguições, conforto nas tribulações, sustento nas situações difíceis que a missão e o anúncio do Evangelho encontram. A Ascensão nos recorda esta assistência de Jesus e de seu Espírito que dá confiança e segurança ao nosso testemunho cristão no mundo. Revela-nos porque existe a Igreja: a Igreja existe  para anunciar o Evangelho! Somente para isso! A alegria da Igreja é anunciar o Evangelho.”

Responsabilidade dos batizados

Francisco disse ainda que “todos nós batizados somos a Igreja. Hoje, somos convidados a entender melhor que Deus nos deu a grande dignidade e responsabilidade de anunciá-lo ao mundo, de torná-lo acessível à humanidade. Esta é a nossa dignidade, esta é a maior honra de cada um de nós, batizados na Igreja!”

“Nesta festa da Ascensão, enquanto voltamos o nosso olhar para o céu, onde Cristo subiu e está sentado à direita do Pai, fortalecemos os nossos passos na terra para prosseguir com entusiasmo e coragem o nosso caminho, a nossa missão de testemunhar e viver o Evangelho em qualquer ambiente. Estamos bem conscientes de que isso não depende em primeiro lugar de nossas forças, da capacidade organizacional e recursos humanos. Somente com a luz e a força do Espírito Santo podemos efetivamente cumprir a nossa missão de fazer conhecer e experimentar cada vez aos outros o amor e a ternura de Jesus.”

O Papa pediu “à Virgem Maria para nos ajudar a contemplar os bens celestes, que o Senhor nos promete, e a nos tornar testemunhas cada vez mais críveis de sua Ressurreição, da vida verdadeira.”

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Papa: aprendamos a arte de amar e escapemos das garras do demônio https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-aprendamos-a-arte-de-amar-e-escapemos-das-garras-do-demonio/ Mon, 22 May 2017 07:52:53 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46349 Em um novo Regina Coeli, o Papa Francisco convidou a amar o próximo com a ajuda do Espírito Santo e vencer os egoísmos e as rivalidades, obra do demônio que com suas garras engana.

“Todos os dias se deve aprender a arte de amar, todos os dias se deve seguir com paciência a escola de Cristo, com a ajuda de seu Espírito”, afirmou o Papa na Praça de São Pedro.

Diante de milhares de fiéis, Francisco explicou que o Evangelho leva à Última Ceia de Jesus com seus discípulos na qual promete “outro paráclito”. “Ele, ressuscitado e glorificado, está no Pai e, ao mesmo tempo, vem a nós no Espírito Santo”.

“O amor a Deus e ao próximo é o maior mandamento do Evangelho. O Senhor hoje nos chama a corresponder generosamente ao chamado evangélico ao amor, colocando Deus no centro da nossa vida e nos dedicando ao serviço dos irmãos, especialmente os mais necessitados de apoio e de consolação”.

O Pontífice reconheceu que, “se existe um comportamento que não é fácil, que não é óbvio sequer para uma comunidade cristã, é justamente aquele de saber se amar, de se querer bem a exemplo do Senhor e com a sua graça”.

Mas, “às vezes, os contrastes, o orgulho, as invejas, as divisões deixam sinais também sobre o belo rosto da Igreja”.

“Uma comunidade de cristãos deveria viver na caridade de Cristo e, ao contrário, é bem ali que o maligno ‘coloca a garra’ e nós, às vezes, nos deixamos enganar”.

O Papa explicou que normalmente estas são as pessoas “mais frágeis espiritualmente”. “Quantas delas se afastaram porque não se sentiram acolhidas, compreendidas e amadas. Até mesmo para um cristão saber amar não é algo que se conquista de uma só vez; todos os dias se deve recomeçar, se deve exercitar para que o nosso amor para com os irmãos e irmãs que encontramos passe a ser maduro e purificado dos limites ou pecados que os deixam parcial, egoísta, estéril e infiel”.

Por ACI Digital

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Papa pede que Igreja cuide das crianças e lembra Dia das Mães https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-pede-que-igreja-cuide-das-criancas-e-lembra-dia-das-maes/ Mon, 15 May 2017 09:26:15 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46239 O Papa Francisco dedicou seu encontro com os fiéis no Regina Coeli deste domingo, 14, à peregrinação realizada em Fátima, Portugal, nos últimos dois dias.

Logo pela manhã, o Pontífice manteve o seu hábito de ir à Basílica de Santa Maria Maior, onde permaneceu por cerca de 20 minutos diante do ícone de Maria Salus Popoli Romani, em ação de graças pelo êxito da peregrinação.

Papa recorda peregrinação a Fátima

Na Praça São Pedro, antes de rezar a oração Mariana do Regina Coeli, Francisco fez um relato dos momentos mais salientes desta visita aos pés da Virgem Mãe, realizada ‘como peregrino de esperança e de paz’.

Iniciando, o Papa falou do momento de silêncio, em contemplação, que viveu na Capela das Aparições, sexta-feira, 12, logo após a chegada:

“No centro de tudo esteve e está o Senhor Ressuscitado, presente em meio a seu Povo na Palavra e na Eucaristia. Presente em meio aos muitos doentes, protagonistas da vida litúrgica e pastoral de Fátima, como em todo Santuário mariano”.

Em seguida, o Papa lembrou que a Virgem, em Fátima, quis escolher o coração inocente e a simplicidade dos pequenos Francisco, Jacinta e Lucia para depositar sua mensagem:

“Estas crianças a acolheram dignamente, e foram reconhecidas como testemunhas críveis, ao ponto de ser modelos de vida cristã. Sua santidade não é consequência das aparições, mas da fidelidade e do ardor com que corresponderam ao privilégio recebido de ver Maria. Depois do encontro com a ‘bela Senhora’, rezavam frequentemente o terço, faziam penitência e ofereciam sacrifícios pelo fim da guerra e pelas almas mais necessitadas da divina misericórdia”.

Igreja cuide das crianças

“Com a canonização de Francisco e Jacinta, quis propor a toda a Igreja o seu exemplo de adesão a Cristo e de testemunho evangélico, e recomendar a toda a Igreja que cuide das crianças”.

Convidando os fiéis a se deixarem guiar pela luz que provém de Fátima, o Papa lembrou:

“Ainda em nossos dias, precisamos muito de orações e penitência para implorar a graça da conversão, assim como o fim das muitas guerras em tantos lugares do mundo, que se estendem sempre mais, assim como o fim dos absurdos conflitos, grandes e familiares, que desfiguram o rosto da humanidade”.

“Que o Coração Imaculado de Maria seja sempre o nosso refúgio, a nossa consolação e o caminho que nos conduz a Cristo”.

Dia das Mães

O Papa Francisco exortou as instituições a dedicar uma atenção ‘concreta’ à vida e à maternidade, neste domingo em que na Itália, no Brasil e em vários países do mundo se comemora o Dia das Mães.

O  Pontífice afirmou que este chamado é “particularmente significativo” hoje.

“Recordemos com gratidão e carinho todas as mães, inclusive as que estão no céu”, instou, pedindo aos fiéis presentes na Praça (e todos os que o viam e ouviam) a permanecer alguns instantes em silêncio, rezando pela sua própria.

“Confiemos todas elas a Maria, mãe de Jesus”.

Antes de se despedir, o Papa pediu orações para si e desejou a todos um ‘bom almoço’.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Papa adverte: cuidado ao escutar outras vozes que não sejam a do Bom Pastor https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-adverte-cuidado-ao-escutar-outras-vozes-que-nao-sejam-a-do-bom-pastor/ Mon, 08 May 2017 08:04:31 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46124 Depois da ordenação de 10 novos sacerdotes na Basílica de São Pedro, o Papa Francisco presidiu a oração do Regina Coeli e advertiu sobre ouvir a voz de falsas sabedorias que não são as do Bom Pastor.

“Às vezes, racionalizamos muito a fé e corremos o risco de perder a percepção do timbre daquela voz, da voz de Jesus, Bom Pastor, que estimula, que fascina”. Para Jesus, “nunca somos estranhos, mas amigos e irmãos”, disse o Papa.

Entretanto, “nem sempre é fácil distinguir a voz do bom pastor. Existe sempre o perigo do ladrão, do bandido e do falso pastor”, advertiu

“Existe o risco de ser distraído pelo som de outras vozes”, por isso, “hoje somos convidados a não nos deixar distrair por falsas sabedorias deste mundo, mas seguir Jesus, Ressuscitado, como única guia segura que dá sentido à nossa vida”.

O Papa explicou que no Evangelho se apresentam duas imagens: a do pastore a da porta do redil. “O rebanho, que somos todos nós, tem como moradia um redil que serve de refúgio, onde as ovelhas vivem e descansam após o cansaço do caminho. E o redil tem um recinto com uma porta, onde há um guardião”.

“Várias pessoas se aproximam do rebanho. Há quem entra no recinto pela porta e quem sobe por outro lado. O primeiro é o pastor, o segundo um estranho que não ama as ovelhas, que quer entrar, mas por outros interesses. Jesus se identifica com o primeiro e manifesta uma relação de familiaridade com as ovelhas, expressa através da voz, com a qual chama e que elas reconhecem e seguem”.

“Cristo, Bom Pastor, tornou-se a porta da salvação da humanidade, porque ofereceu a sua vida pelas ovelhas. Jesus, bom pastor e porta das ovelhas, é um chefe cuja autoridade se expressa no serviço, um chefe que, para comandar, doa a vida e não pede aos outros para sacrificá-la”, acrescentou.

“É possível confiar em um chefe assim, como as ovelhas que escutam a voz do seu pastor, porque sabem que ele leva a campos bons e abundantes. Basta um sinal, um chamado, que elas o seguem, obedecem, caminham em direção da voz daquele que ouvem como presença amiga, forte e doce, que conduz e protege, consola e cuida”.

“Assim é Cristo para nós”, destacou o Papa. “Há uma dimensão da experiência cristã que talvez deixamos um pouco de lado: a dimensão espiritual e afetiva, o sentirmo-nos ligados por um vínculo especial ao Senhor como as ovelhas ao seu pastor”.

Por último, o Papa pediu que a Virgem Maria “acompanhe os dez novos sacerdotes que ordenei há pouco e sustente com sua ajuda os que são chamados, para que estejam dispostos e sejam generosos ao seguir sua voz”.

Por ACI Digital

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Papa Francisco na Divina Misericórdia: o fundamento da nossa fé é o perdão https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-francisco-na-divina-misericordia-o-fundamento-da-nossa-fe-e-o-perdao/ Mon, 24 Apr 2017 08:01:59 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45651 O Papa Francisco presidiu a Oração do Regina Coeli e recordou que ontem se comemorou o dia da Divina Misericórdia que é a “pedra angular” da fé e é um instrumento contra a violência e o rancor.

“A misericórdia abre a porta da mente para compreender melhor o mistério de Deus e da nossa existência pessoal. Faz entender que a violência, o rancor, a vingança não têm qualquer sentido, e a primeira vítima é quem vive desses sentimentos, porque se priva da própria dignidade”.

Francisco explicou que “a cada domingo recordamos a ressurreição do Senhor Jesus, mas neste tempo depois da Páscoa o domingo tem um significado mais luminoso”.

“Jamais nos esqueçamos que a misericórdia é a pedra angular na vida de fé, e a forma concreta com a qual damos visibilidade à ressurreição de Jesus”.

O Pontífice assinalou que a missão da Igreja é “levar a todos o anúncio concreto do perdão” e este sinal “traz consigo a paz do coração e a alegria do encontro renovado com o Senhor”.

Francisco recordou que “no Jubileu do Ano 2000, São João Paulo II teve “a belíssima intuição” de dedicar o II domingo de Páscoa à Divina Misericórdia”.

“A misericórdia abre também a porta do coração e permite expressar a proximidade sobretudo aos que estão sós e marginalizados, porque os faz sentir irmãos e filhos de um só Pai”.

O Papa acrescentou que a misericórdia “aquece o coração e o torna sensível às necessidades dos irmãos com a compartilha e a participação. A misericórdia, enfim, compromete todos a serem instrumentos de justiça, de reconciliação e de paz”.

“Na tradição da Igreja, era chamado domingo “in albis” (alba). A expressão evocava o rito do batismo na Vigília de Páscoa e veste branca ofertada para a ocasião.

“E ainda hoje – continuou – os recém-nascidos recebiam uma pequena veste simbólica, enquanto os adultos colocam uma veste de verdade. Esta veste era usada por uma semana, até o domingo in albis, quando era retirada, e os neófitas iniciavam sua nova vida em Cristo e na Igreja”.

“Este domingo nos convida a retornar com força à graça que vem da misericórdia de Deus”, sublinhou ao falar novamente de misericórdia.

Por ACI Digital

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Por que hoje a Igreja Católica celebra a “Segunda-feira do Anjo”? https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/por-que-hoje-a-igreja-catolica-celebra-a-segunda-feira-do-anjo/ Mon, 17 Apr 2017 14:04:10 +0000 http://teste.toqueto.com/por-que-hoje-a-igreja-catolica-celebra-a-segunda-feira-do-anjo.html Hoje, Segunda-feira da Páscoa, a Igreja celebra a chamada “Segunda-feira do Anjo”, que recebe este nome porque foi precisamente um anjo que, no sepulcro, anunciou às mulheres que Jesus tinha ressuscitado.

A Rádio Vaticano recorda a explicação dada por São João Paulo II em 1994.

“Por que se chama assim?”, perguntou o Pontífice, colocando em evidência a necessidade de destacar a figura daquele anjo, que disse das profundezas do sepulcro: “Ele ressuscitou”.

Estas palavras “eram muito difíceis de pronunciar, de expressar, para uma pessoa. Além disso, as mulheres que foram ao sepulcro, o encontraram vazio, mas não puderam dizer ‘ressuscitou’; só afirmaram que o sepulcro estava vazio. Mas o anjo disse: ‘Ele não está aqui, ressuscitou’”.

Assim narra o Evangelho de Mateus: “Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galileia; ali o vereis. Eis que os disse”. (Mt 28, 5-7)

Os anjos são servidores e mensageiros de Deus. Como criaturas puramente espirituais, têm inteligência e vontade: são criaturas pessoais e imortais. Superam a perfeição de todas as criaturas visíveis.

O resplendor da sua glória testemunha isso: Cristo é o centro do mundo dos anjos e estes lhe pertencem, ainda mais, porque os tornou mensageiros do seu plano de salvação.

A partir de hoje, até o final da Páscoa no dia de Pentecostes, se reza a oração do Regina Coeli em vez da Oração do Ângelus.

O Sumo Pontífice Emérito Bento XVI, em 2009, assinalou que o “Alegrai-vos” Maria pronunciado pelo anjo é um convite à alegria: “Gaude et laetare, Virgem Maria, aleluia, quia Surrexit Dominus vere, aleluia”, “Alegrai-vos e exultai, Virgem Maria, aleluia, pois o Senhor ressuscitou verdadeiramente, aleluia”.

Por ACI Digital

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Na oração do Regina Coeli, Papa pede que se alimente desejo de paz https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/na-oracao-do-regina-coeli-papa-pede-que-se-alimente-desejo-de-paz/ Mon, 17 Apr 2017 12:39:32 +0000 http://teste.toqueto.com/na-oracao-do-regina-coeli-papa-pede-que-se-alimente-desejo-de-paz.html Nesta segunda-feira, 17, feriado na Itália e no Vaticano, o Papa Francisco rezou a oração do Regina Coeli, que durante cinquenta dias, até o Pentecostes, substitui o Angelus. O Pontífice sublinhou que nesta segunda-feira de festa, conhecida como ‘Segunda-feira do Anjo’, a liturgia faz ressoar o anúncio da Ressurreição, proclamado no Domingo de Páscoa.

“No Evangelho de hoje, podemos ouvir o eco das palavras que o Mensageiro celeste dirigiu às mulheres que correram ao sepulcro: ‘Vão depressa contar aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos’.”

Segundo o Papa, esse é um convite também aos fiéis hoje a ir depressa anunciar aos homens e mulheres dos tempos atuais essa mensagem de esperança. Desde quando Jesus ressuscitou, enfatizou, a última palavra não é mais da morte, mas da vida. Em virtude desse evento, há o chamado à renovação, segundo o Espírito, afirmando o valor da vida e isso é começar a ressurgir.

“Seremos homens e mulheres de ressurreição, homens e mulheres de vida se, em meio às vicissitudes que afligem o mundo, e são muitas, em meio à mundanidade que distancia de Deus, soubermos fazer gestos de solidariedade e acolhimento, alimentar o desejo universal de paz e aspirar um ambiente livre de degradação”, disse.

O Papa pediu à Virgem Maria que ajude os fiéis a ser sinais límpidos de Cristo ressuscitado entre os acontecimentos do mundo, a fim de que os que se encontram nas tribulações e dificuldades não permaneçam vítimas do pessimismo, mas encontrem nos outros muitos irmãos e irmãs que oferecem o seu apoio e consolo.

“Que a nossa Mãe nos ajude a crer fortemente na ressurreição de Jesus. Jesus ressuscitou! Está vivo aqui entre nós e este é o mistério de salvação admirável com a sua capacidade de transformar os corações e a vida. Que ela interceda de modo particular pelas comunidades cristãs que são chamadas a um testemunho difícil e corajoso”.

Depois do Regina Coeli, o Papa Francisco saudou os presentes na Praça São Pedro, famílias, grupos paroquiais, associações e peregrinos provenientes da Itália e várias partes do mundo. “Que vocês transcorram serenamente estes dias da Oitava de Páscoa, em que se prolonga a alegria da Ressurreição de Cristo. Aproveitem esta boa ocasião para serem testemunhas da paz do Senhor ressuscitado. Boa e Santa Páscoa a todos! Por favor, não se esqueçam de rezar por mim”, concluiu Francisco.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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