Quinta-feira Santa - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Quinta-feira Santa - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Missa do Crisma: Dom Messias destaca unidade do presbitério diocesano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-diocesana/missa-do-crisma-dom-messias-destaca-unidade-do-presbiterio-diocesano/ Fri, 30 Mar 2018 14:34:20 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51532 Como é de costume, a Missa do Crisma ou dos Santos Óleos, como é conhecida, reuniu o Clero da Igreja particular de Uruaçu, ao redor do seu bispo, Dom Messias dos Reis Silveira, na Catedral Imaculado Coração de Maria. Na celebração, que tem um rico simbolismo, o bispo abençoou também os óleos dos catecúmenos e dos enfermos, e consagrou o óleo do Santo Crisma, que serão usados nos ritos sacramentais nas paróquias durante todo o ano.

Dom Messias enfatizou em sua homilia o dom do sacerdócio ministerial e a unidade da Igreja diocesana. “Encontro-me feliz junto dos sacerdotes, colaboradores direto da ordem episcopal”, afirmou. Destacou a missão do sacerdote que é fazer surgir novos cristãos; confortar os idosos e enfermos; santificar a vida das pessoas nas comunidades; ajudar a todos permanecerem em Cristo que é caminho, verdade e vida. “O sacerdócio é um dom necessário à Igreja”, completou.

Embora o múnus sacerdotal exija responsabilidade e compromisso permanente, o bispo lembrou que os padres são homens frágeis, mas privilegiados porque trazem dentro de si um tesouro especial, que precisa ser guardado por todo o povo de Deus. “Tesouro a gente não abandona, não expõe, mas o cerca de cuidado. O dom do sacerdócio precisa ser cuidado com zelo, não só pelo sacerdote, mas pela família, pela comunidade e pela diocese”.

Unidade

Realçando a unidade da Igreja, Dom Messias disse que esse aspecto é visível na Diocese de Uruaçu pela “comunhão do presbitério com o seu bispo, com a vida religiosa consagrada e com os cristãos leigos, que são sal da terra e luz do mundo” (cf. Mt 5,13-14). Essa Eucaristia da Quinta-feira Santa, continuou a reflexão o bispo, se deu sobretudo “para revivificar a graça sacramental de nossa Ordenação”. O bispo terminou a homilia pedindo orações por ele, pelos padres, consagrados, religiosos, seminaristas, cristãos leigos e, pedindo que o Senhor envie vocações e desejando que os padres continuem seu ministério com alegria.

Seguindo o rito da missa, ele abençoou os óleos dos catecúmenos e dos enfermos, e consagrou os óleos do crisma. Os padres, por sua vez, renovaram as promessas sacerdotais, pronunciadas no dia da ordenação, expressando a comunhão diocesana em torno do Mistério Pascal de Cristo, constituindo um momento forte de comunhão eclesial, de participação intensa das comunidades e de valorização dos sacramentos da vida da Igreja.

Óleo dos Catecúmenos: Concede a força do Espírito Santo àqueles que serão batizados para que possam ser lutadores de Deus, ao lado de Cristo, contra o Espírito do mal.

Óleo dos Enfermos: É um sinal utilizado pelo sacramento da Unção dos Enfermos, que traz o conforto e a força do Espírito Santo para o doente no momento de seu sofrimento. O doente é ungido na fronte e na palma das mãos.

Óleo do Crisma: É um óleo utilizado nas unções consacratórias dos seguintes sacramentos: depois da imersão nas águas do batismo, o batizado é ungido na fronte; na Confirmação é o símbolo principal da consagração, também na fronte; depois da Ordenação Episcopal, sobre a cabeça do novo bispo; depois da ordenação sacerdotal, na palma das mãos do néo-sacerdote.

Leia a homilia na íntegra. Clique aqui.

]]>
51532
Papa no cárcere de Regina Caeli: toda pena deve ser aberta à esperança https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-no-carcere-de-regina-caeli-toda-pena-deve-ser-aberta-a-esperanca/ Thu, 29 Mar 2018 15:26:04 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-no-carcere-de-regina-caeli-toda-pena-deve-ser-aberta-a-esperanca.html Entre os encarcerados da prisão romana de Regina Caeli o Papa Francisco celebrou nesta Quinta-feira Santa a Missa da Ceia do Senhor, com o rito do Lava-pés.

A cerimônia foi feita em caráter reservado, sem transmissão ao vivo pela televisão.

Antes da celebração, o Papa visitou a enfermaria, para saudar os detentos doentes. Já em sua homilia, Francisco recordou o costume daquele tempo, de os escravos lavarem os pés dos hóspedes antes de entrarem à casa.

“Era o trabalho dos escravos, mas era também um serviço. E Jesus quis fazer este serviço para nos dar um exemplo de como devemos servir uns aos outros.”

Jesus pede aos discípulos que não façam como os chefes das nações, reis e imperadores, que eram servidos pelos escravos.

“ Entre vocês isso não deve acontecer. Quem comanda deve servir. Jesus inverte o costume histórico, cultural daquela época e também de hoje. Quem comanda, para ser um bom patrão, seja onde estiver, tem que servir. ”

Pensando na história, acrescentou o Papa, se muitos reis, imperadores e chefes de estado tivessem compreendido esse ensinamento de Jesus, muitas guerras teriam sido evitadas.

Serviço

Francisco prosseguiu recordando o modo amoroso de agir de Cristo. Às pessoas que sofrem, descartadas pela sociedade, Jesus vai e diz: você é importante para mim. Jesus aposta em cada um de nós. “Jesus se chama Jesus, não Pôncio Pilatos. Jesus não sabe lavar as mãos, sabe somente arriscar”, afirmou o Pontífice.

“ Eu sou pecador como vocês, mas hoje represento Jesus. Sou embaixador de Jesus. Quando eu me ajoelho diante de cada um de vocês, pensem: Jesus apostou neste homem, um pecador, para vir até mim e dizer que me ama. Este é o serviço, este é Jesus. Jamais nos abandona, jamais se cansa de nos perdoar, nos ama muito. ”

Lava-pés

A cerimônia prosseguiu com o rito do lava-pés a 12 homens provenientes de sete países: quatro italianos, dois filipinos, dois marroquinos, um moldavo, um colombiano, um nigeriano e um de Serra Leoa.

Oito são de religião católica, dois muçulmanos, um ortodoxo e um budista.

No momento do abraço da paz, o Papa improvisou mais algumas palavras para dizer que em nosso coração vivemos sentimentos contrastantes. É fácil estar em paz com quem queremos bem, mas é mais difícil com que nos ofendeu e a quem ofendemos.

“Peçamos ao Senhor, em silêncio, a graça de dar a todos, bons e maus, o dom da paz”, convidou o Santo Padre.

Esperança

Além da saudação aos doentes e a celebração da missa, a visita ao cárcere de Regina Caeli previa também um encontro com outros detentos e a saudação aos diretores e funcionários.

Como em outras ocasiões, Francisco reiterou que não se pode conceber uma prisão sem a dimensão da esperança, da recuperação e da ressocialização:

“Aqui os hóspedes estão para aprender, para semear esperança: não existe qualquer pena justa – justa! – sem que seja aberta à esperança. Uma pena que não seja aberta à esperança não é cristã, não é humana!”

O Papa falou ainda da pena de morte, que não é humana nem cristã justamente porque a condenação se insere num horizonte de esperança.

“Água de ressurreição, olhar novo, esperança: é isso que desejo a vocês.”

Por Vatican News

]]>
51517
Papa abre Tríduo Pascal com Missa do Crisma no Vaticano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-abre-triduo-pascal-com-missa-do-crisma-no-vaticano/ Thu, 29 Mar 2018 12:52:16 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-abre-triduo-pascal-com-missa-do-crisma-no-vaticano.html O Papa Francisco abriu o Tríduo Pascal no Vaticano na manhã desta Quinta-feira Santa presidindo a Missa do Crisma. Os sacerdotes renovaram seu compromisso e os óleos dos Catecúmenos (usados nos batizados) e dos Enfermos (para a Unção dos doentes) foram abençoados e o óleo do Crisma (usado no sacramento do Crisma) consagrado.

Evangelizar estando sempre próximo do povo: assim como Jesus – narra o Evangelho de Lucas – o padre de hoje deve assumir este desafio e cumpri-lo. “Ser um pregador de estrada, um mensageiro de boas novas”: em sua homilia, o Papa sugeriu aos padres esta opção, que foi a de Deus:

“A pedagogia da encarnação, da inculturação; não só nas culturas distantes, mas também na própria paróquia, na nova cultura dos jovens…”.

Estar ‘sempre ‘ e falar com todos

Como definir um padre como “próximo” das pessoas? Para Francisco, ele deve estar “sempre” perto e “falar com todos”: com os grandes, com os pequenos, com os pobres, com aqueles que não creem… assim como o Apóstolo Filipe, pregador de estrada, que ia de terra em terra, anunciando a Boa-Nova da Palavra, inundando as cidades de alegria.

A proximidade é a chave do evangelizador, porque é uma atitude-chave no Evangelho, mas é também a chave da verdade”, ressaltou o Papa, lembrando que esta é também fidelidade e que não devemos cair na tentação de fazer ídolos com algumas verdades abstratas. Francisco improvisou e falou da ‘cultura do ajetivo’, um hábito ‘feio’…

“Porque a ‘verdade-ídolo’ se mimetiza, usa as palavras evangélicas como um vestido, mas não deixa que lhe toquem o coração. E, pior ainda, afasta as pessoas simples da proximidade sanadora da Palavra e dos Sacramentos de Jesus”.

O modelo da proximidade materna

E quem nos é mais próximo do que a “Mãe”? Segundo o Papa, podemos invocá-La como “Nossa Senhora da Proximidade”, que caminha conosco, luta conosco e aproxima-nos incessantemente do amor de Deus, a fim de que ninguém se sinta excluído.

Francisco sugeriu para meditação três âmbitos de proximidade sacerdotal que podem ressoar com o mesmo tom materno de Maria no coração das pessoas com quem falamos: o âmbito do acompanhamento espiritual, o da Confissão e o da pregação.

Diálogo, confissão e pregação

No diálogo espiritual, o Papa mencionou modelo o encontro do Senhor com a Samaritana: que soube trazer à luz o pecado sem ensombrar a oração de adoração nem pôr obstáculos à sua vocação missionária.

A passagem da mulher adúltera foi o exemplo citado para a proximidade na Confissão: assim como Jesus, usar o tom da verdade-fiel, que permita ao pecador olhar em frente e não para trás. O tom justo do “não tornes a pecar” é o do confessor que o diz disposto a repeti-lo setenta vezes sete.

Por último, a proximidade do sacerdote no âmbito da pregação: “Quanto estamos próximos de Deus na oração e quão próximo estamos do nosso povo na sua vida diária?”. A resposta do Papa é:

“Se te sentes longe de Deus, aproxima-te do seu povo, que te curará das ideologias que te entorpeceram o fervor. As pessoas simples te ensinarão a ver Jesus de outra maneira”.

E explicou que “o sacerdote vizinho, que caminha no meio do seu povo com proximidade e ternura de bom pastor (e, na sua pastoral, umas vezes vai à frente, outras vezes no meio e outras vezes ainda atrás), as pessoas não só o veem com muito apreço; mas vão mais além: sentem por ele qualquer coisa de especial, algo que só sente na presença de Jesus”.

A proximidade do ‘sim’

Dirigindo-se diretamente aos sacerdotes, Francisco elevou uma prece a Maria, “Nossa Senhora da Proximidade” pedindo que mantenha os sacerdotes unidos no tom, “para que, na diversidade das opiniões, se torne presente a sua proximidade materna, aquela que com o seu «sim» nos aproximou de Jesus para sempre”.

Por Vatican News

]]>
51511
Bispos e padres consagram os óleos e realizam o Lava pés https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bispos-e-padres-consagram-os-oleos-e-realizam-o-lava-pes/ Wed, 28 Mar 2018 14:49:26 +0000 http://teste.toqueto.com/bispos-e-padres-consagram-os-oleos-e-realizam-o-lava-pes.html O arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, dom Jaime Spengler, um dos responsáveis pela elaboração do texto do tema central da 56ª Assembleia Geral dos bispos do Brasil que se realiza em Aparecida (SP), de 11 a 20 de abril falou ao portal da CNBB sobre o sentido das celebrações da quinta-feira Santa: a Missa Crismal e a missa do Lava-pés. Nesta celebração, que marca o início do Tríduo Pascal, se consagram os Santos Óleos do Crisma, dos Catecúmenos e dos Enfermos. “Pode-se dizer que na Quinta-feira Santa sela-se o Testamento da Nova Aliança, em torno dos sacramentos, especialmente da Eucaristia, e do novo mandamento, significado pelo lava-pés”. 

A ocasião, reforça o pastor, também é oportuna para rezar pelas vocações tendo em vista que muitas comunidades não contam com a presença de um sacerdote nem mesmo no período da Semana Santa. “Todas as comunidades são convocadas a rezar pelas vocações. Contudo é também importante que, neste caso, os próprios ministros ordenados tenham coragem suficiente para dizer aos adolescentes e jovens de nosso tempo que o ministério ordenado vale a pena; que vale a pena ser presbítero. Que gostamos do que somos e amamos o que fazemos”.

O arcebispo lembra que povo brasileiro vive momentos difíceis em função do descrédito em relação às instituições, à corrupção, ao desemprego e às drogas o que, segundo ele, abre brechas para o risco de se cair em radicalismos tanto de direita como de esquerda. Para ele, o Evangelho de Jesus Cristo apresenta um caminho para superação de todas as expressões de morte. “A Páscoa é a celebração dos prodígios de Deus ao longo da história da salvação: a libertação do povo da escravidão do Egito e a vitória de Cristo sobre a morte”, disse. Confira abaixo, a íntegra da entrevista.

A celebração da quinta-feira santa tem a ver com a missão dos ministros ordenados na Igreja? Qual?

Aqui tratamos da Missa Crismal que o Bispo concelebra com o seu presbitério (presbíteros diocesanos e presbíteros religiosos que atuam no território da Diocese) e durante a qual se consagram os Santos Óleos do Crisma, dos Catecúmenos e dos Enfermos. Esta concelebração é manifestação da comunhão dos presbíteros com o seu Bispo.

Nesta solene concelebração, os presbíteros, na confecção do óleo do Crisma são testemunhas e cooperadores do seu Bispo, de cujo múnus sagrado são participantes, edificando, santificando e conduzindo o povo de Deus. É conveniente que todos os presbíteros atuantes no território da Diocese estejam presentes na concelebração da Missa Crismal, exprimindo-se assim a unidade do presbitério.  Em muitas comunidades do Brasil, católicos ficam impossibilitados de ter a presença de um sacerdote na semana santa.

O senhor considera ser hora importante para a oração pelas vocações?

É fato que em muitas comunidades do imenso território brasileiro é impossível a presença do presbítero não só nestes dias da Semana Santa. Tal situação representa um forte apelo à reflexão e ao estudo, no sentido de encontrar meios para superar essa deficiência. Em tempos idos, os bispos da América Latina, reunidos em Puebla, afirmaram que “a Eucaristia orienta-nos de modo imediato para a hierarquia sem a qual ela é impossível; porque foi aos apóstolos que o Senhor deu o mandato de celebrá-la ‘em minha memória’ (Lc 22,19).

Os pastores da Igreja, sucessores dos apóstolos, constituem por isso mesmo o centro visível onde se constrói, aqui na terra a unidade da Igreja” (n. 247). Quase 30 anos depois, reunidos em Aparecida dão continuidade à reflexão dizendo que “os fiéis devem desejar a participação plena na Eucaristia dominical, pela qual também os motivamos a orar pelas vocações” (n. 253). É certamente sempre tempo de rezar pelas vocações! A oração pelas vocações é resposta à exortação do próprio Jesus: “Pedi ao Senhor da messe que envie operários” (Mt 9,38).

Há na Igreja um serviço de animação vocacional. Faz parte da pastoral orgânica da Igreja o trabalho em prol das vocações. Para este trabalho é necessário planejamento, estratégias, organização. No entanto, não se pode jamais esquecer que fundamental é seguir aquilo que Jesus ensina. Vocações é sobretudo questão de oração. Pode-se aqui lançar uma provocação: será que acreditamos na força da oração? Cremos verdadeiramente que o Senhor mesmo inspira e chama para o trabalho na sua messe?

Todas as comunidades são convocadas a rezar pelas vocações. Contudo é também importante que, neste caso, os próprios ministros ordenados tenham coragem suficiente para dizer aos adolescentes e jovens de nosso tempo que o ministério ordenado vale a pena; que vale a pena ser presbítero. Em poucas palavras: dizer aos nossos adolescentes e jovens que gostamos do que somos e amamos o que fazemos.

Qual a mensagem de Páscoa o senhor envia ao povo brasileiro?

A solenidade da Páscoa é expressão maior do amor de Deus pela humanidade. Deus não poupou o seu próprio Filho (Rm 8,32); Ele “amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16).

O nosso povo vive momentos difíceis! Há um certo descrédito em relação às instituições; a corrupção é uma realidade em distintos níveis da sociedade; a violência atinge números alarmantes, vitimando, sobretudo, os menos favorecidos; o desemprego se alastra como praga, roubando o sonho de muitos; a drogadição espalha a morte por toda parte. Faz falta um projeto de nação! Com isso se corre o risco de cair em radicalismos tanto de direita como de esquerda. É urgente a necessidade de espaços para uma autocritica, que envolva distintos setores da sociedade.

O Evangelho de Jesus Cristo apresenta um caminho para superação de todas as expressões de morte. Somente o amor é mais forte que a morte (Ct 8,6) . A Igreja, através de sua Doutrina Social, deseja cooperar ativamente para que se possa construir uma ‘terra sem males’.

A Páscoa é celebração dos prodígios de Deus ao longo da história da salvação: a libertação do povo da escravidão do Egito e a vitória de Cristo sobre a morte. Possa a celebração da Páscoa reacender em nosso povo a esperança. A esperança num Deus que nos ama e que deseja que todos tenham vida e vida em abundância.

Por CNBB

]]>
51491
O Papa Francisco na Quinta-feira Santa no cárcere "Regina Coeli" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/o-papa-francisco-na-quinta-feira-santa-no-carcere-regina-coeli/ Wed, 21 Mar 2018 10:18:44 +0000 http://teste.toqueto.com/o-papa-francisco-na-quinta-feira-santa-no-carcere-regina-coeli.html Quinta-feira Santa 29 de março, às 16 horas locais, o Papa Francisco vai visitar a Casa de Detenção “Regina Coeli” em Roma, para a celebração da Santa Missa “in Coena Domini”.

A visita prevê: o encontro com presos doentes na enfermaria; a celebração eucarística com o rito do lava-pés a 12 presos, na “Rotonda”, parte central da prisão; um encontro com alguns presos da VIII Seção.

No ano passado, na prisão de Paliano

“Uma vez – recordou no ano passado o Papa na homilia da Missa na prisão de Paliano – os discípulos discutiram entre si sobre quem era o maior, o mais importante, e Jesus disse: ‘aquele que quer ser o maior deve fazer-se pequeno e servo, é o que Deus faz conosco, nós que somos pobres, mas ele é grande, ele é bom, ele nos ama, pensamos – disse sobre o lava-pés que estava prestes a fazer a 12 presos, incluindo 3 mulheres e um islâmico – esta cerimônia, que não é uma cerimônia folclórica, é um gesto para recordar o que Jesus fez. Depois de lavar os pés dos discípulos ele tomou o pão e o vinho e nos deu o amor de Deus, pensemos no amor de Deus hoje”. A visita do Papa, como nas outras Missas “in Coena Domini” nas prisões, sempre teve um caráter estritamente privado.

Por Vatican News

]]>
51354
Lava-pés do Papa na prisão: sem transmissão ao vivo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/lava-pes-do-papa-na-prisao-sem-transmissao-ao-vivo/ Thu, 13 Apr 2017 14:01:54 +0000 http://teste.toqueto.com/lava-pes-do-papa-na-prisao-sem-transmissao-ao-vivo.html Na tarde desta Quinta-feira Santa, o Papa deixou o Vaticano para celebrar a Missa da Ceia do Senhor Casa de Reclusão de Paliano, localidade ao sul de Roma.

A cerimônia, com o tradicional rito do lava-pés, não foi transmitida ao vivo – a pedido do próprio Pontífice e pela falta de condições técnicas do presídio. A visita de Francisco teve um caráter “estritamente privado” e teve início às 16h – hora local.

O Papa lavou os pés de 12 detentos (10 italianos, 1 argentino e 1 albanês). Entre eles, 3 são mulheres e 1 é um muçulmano que recebeu o Sacramento do Batismo no mês de junho. Além disso, dois deles foram condenados à prisão perpétua, enquanto para os demais a conclusão da pena está prevista entre 2019 e 2073. 

A Casa de Reclusão de Paliano é dedicada aos colaboradores da Justiça – o único do gênero na Itália. Há duas sessões  – masculina e feminina – e outra sessão para os doentes de tuberculose. Tem uma capacidade para 140 reclusos.

Terceiro lava-pés numa prisão

Trata-se da terceira vez que Francisco celebra este rito numa prisão. Em 2015, a missa foi realizada no Presídio de Rebibbia, em Roma. Em 2013, o local foi o Cárcere para Menores “Casal del Marmo”, também em Roma.

No ano passado, o Papa lavou os pés dos refugiados no centro de acolhimento de Castelnuovo, município ao norte de Roma. Em 2014, a cerimônia foi no Centro Santa Maria da Providência, na periferia romana, que acolhe pessoas com deficiências.

Por Rádio Vaticano

]]>
45461
Francisco: a Boa-Nova é a pérola preciosa, não é um objeto mas uma missão https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/francisco-a-boa-nova-e-a-perola-preciosa-nao-e-um-objeto-mas-uma-missao/ Thu, 13 Apr 2017 11:48:11 +0000 http://teste.toqueto.com/francisco-a-boa-nova-e-a-perola-preciosa-nao-e-um-objeto-mas-uma-missao.html Na Missa do Crisma que presidiu na manhã desta Quinta-feira Santa, o Papa Francisco assegurou que “A Boa-Nova é a pérola preciosa do Evangelho. Não é um objeto; mas uma missão”.

Na homilia, o Santo Padre se dirigiu em especial aos sacerdotes, que hoje também celebram seu dia, e lhes deu alguns conselhos.

“Tudo aquilo que Jesus anuncia é Boa-Nova; alegra com a alegria evangélica; e o mesmo se diga de nós, sacerdotes, de quem foi ungido em seus pecados com o óleo do perdão, e ungido no seu carisma com o óleo da missão, para ungir os outros”.

O Papa assegurou que, “como Jesus, o sacerdote torna jubiloso o anúncio com toda a sua pessoa. Quando pronuncia a homilia – breve, se possível –, fá-lo com a alegria que toca o coração do seu povo, valendo-se da Palavra com que o Senhor o tocou na sua oração. Como qualquer discípulo missionário, o sacerdote torna jubiloso o anúncio com todo o seu ser”.

Durante a celebração, os sacerdotes renovaram as promessas feitas no momento da Sagrada Ordenação e depois s e procedeu a bênção dos óleos dos enfermos, dos catecúmenos e do crisma.

“A Boa-Nova pode parecer simplesmente um modo diferente de dizer ‘Evangelho’, como ‘feliz anúncio’ ou ‘boa notícia’. Todavia contém algo que compendia em si tudo o mais: a alegria do Evangelho. Compendia tudo, porque é jubilosa em si mesma”.

Francisco pediu para não separar 3 “graças” que o Evangelho contém: “a sua Verdade – não negociável –, a sua Misericórdia – incondicional com todos os pecadores – e a sua Alegria – íntima e inclusiva”.

“Nunca a verdade da Boa-Nova poderá ser apenas uma verdade abstrata, uma daquelas que não se encarnam plenamente na vida das pessoas, porque se sentem mais confortáveis na palavra escrita dos livros”.

Sobre a misericórdia, destacou que “nunca a misericórdia da Boa-Nova poderá ser uma falsa compaixão, que deixa o pecador na sua miséria, não lhe dando a mão para se levantar nem o acompanhando para dar um passo mais no seu compromisso”.

E sobre a alegria, disse que “nunca poderá ser triste ou neutra, porque é expressão de uma alegria inteiramente pessoal”.

Por último, assinalou aos sacerdotes 3 “odres novos” nos quais “a Boa-Nova se conserva bem – é preciso conservá-la –, não se torna vinagrenta e se derrama em abundância”.

O primeiro, o das bodas de Caná, em que “Maria é o odre novo da plenitude contagiosa”. “A sua plenitude contagiosa permite-nos superar a tentação do medo: não ter coragem de se deixar encher até acima e transbordar, aquela pusilanimidade de não ir contagiar de alegria os outros”.

O segundo “é aquele cântaro – com a sua concha de pau – que trazia à cabeça a Samaritana, sob o sol ardente do meio-dia. Expressa bem uma questão essencial: ser concreto”.

O terceiro “é o Odre imenso do Coração trespassado do Senhor: integridade suave, humilde e pobre, que atrai todos a Si”. “Dele devemos aprender que, anunciar uma grande alegria àqueles que são muito pobres, só se pode fazer de forma respeitosa e humilde, até à humilhação. A evangelização não pode ser presunçosa. Concreta, terna e humilde: assim a evangelização será jubilosa. Não pode ser presunçosa a evangelização; não pode ser rígida a integridade da verdade”, assinalou o Papa.

Por ACI Digital

]]>
45456
Pela terceira vez, Papa lavará os pés a detentos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pela-terceira-vez-papa-lavara-os-pes-a-detentos/ Fri, 07 Apr 2017 08:26:41 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45354 O Papa Francisco escolheu novamente a prisão para presidir à Santa Missa na Ceia do Senhor, na Quinta-feira Santa, com o rito do lava-pés.

O local designado é a Casa de Reclusão de Paliano, localidade ao sul de Roma. Trata-se de um Instituto particular, dedicado aos colaboradores da Justiça. Há duas sessões  – masculina e feminina – e outra sessão para os doentes de tuberculose. Tem uma capacidade para 140 reclusos. A filosofia educativa é empregar o máximo do tempo em trabalhos de restauração, em hortas e outras atividades produtivas, como por exemplo uma pizzaria interna. 

Terceira vez em seu pontificado

A celebração será realizada na tarde de quinta-feira, 13 de abril, e terá um caráter “estritamente privado”. Trata-se da terceira vez que Francisco celebra este rito numa prisão. Em 2015, a missa foi realizada no Presídio de Rebibbia, em Roma. Em 2013, o local foi o Cárcere para Menores “Casal del Marmo”, também em Roma.

No ano passado, o Papa lavou os pés dos refugiados no centro de acolhimento de Castelnuovo, município ao norte de Roma. Em 2014, a cerimônia foi no Centro Santa Maria da Providência, na periferia romana, que acolhe pessoas com deficiências.

Por Rádio Vaticano

]]>
45354