quatro anos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png quatro anos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa celebrou quatro anos do início solene de seu Pontificado https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-celebrou-quatro-anos-do-inicio-solene-de-seu-pontificado/ Mon, 20 Mar 2017 09:12:38 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45001 Neste domingo, 19, o Papa Francisco comemorou quatro anos do início solene de seu Pontificado. De fato, em 19 de março de 2013, o novo Papa tomou posse como 266º Papa da Igreja Católica.

É o primeiro Papa nascido no Novo Mundo, o primeiro latino-americano, o primeiro pontífice do hemisfério sul, o primeiro Pontífice a utilizar o nome de Francisco, o primeiro Pontífice não europeu em mais de 1200 anos e também o primeiro Papa jesuíta da história.

Para a alegria de milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, Francisco passou de papamóvel entre os fiéis, antes da celebração Eucarística de início de seu ministério petrino. O Santo Padre chegou a descer do papamóvel para cumprimentar alguns fiéis.

Antes da Santa Missa, o Pontífice desceu à cripta vaticana para um momento de oração diante do túmulo do Apóstolo Pedro.

Na celebração da Santa Missa de inauguração do seu Pontificado, no dia São José, Esposo da Virgem Maria, Francisco afirmou: “O verdadeiro poder é o serviço”.

Francisco iniciou sua homilia dirigindo uma saudação especial ao Papa emérito Bento XVI, pelo dia do seu onomástico, na Solenidade de São José: “Acompanhemo-lo com a oração, estima e gratidão”, disse.

Ainda na sua homilia, após ter citado as passagens evangélicas sobre a figura de São José, Padroeiro da Igreja Universal, o Santo Padre explicou o significado do ministério do Bispo de Roma: “Não esqueçamos jamais que o verdadeiro poder é o serviço; o próprio Papa, para exercer o poder, deve entrar sempre mais no prisma daquele serviço que tem seu vértice luminoso na Cruz de Jesus”.

Enfim, simplicidade, sobriedade, simpatia, solidariedade, serviço, sabedoria estiveram ao centro da celebração da Missa inaugural. Ao término da celebração, o Pontífice postou em seu twitter: “Mantenhamos Cristo na nossa vida; cuidemos uns dos outros e defendamos a criação com amor!

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Cardeal Parolin: 4 anos com Francisco, o Papa da "reforma do coração" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-parolin-4-anos-com-francisco-o-papa-da-reforma-do-coracao/ Tue, 14 Mar 2017 09:13:46 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44839 Celebrou-se ontem (13/3) o quarto aniversário da eleição do Papa Francisco. Quatro anos vividos com intensidade pelo Pastor que veio de longe e que está realizando uma obra profunda de renovação da Igreja.

Este quarto ano foi denso de momentos e documentos do magistério. Foi o ano da Exortação Apostólica Amoris Laetitia e do abraço histórico com o Patriarca Kirill em Cuba, o ano da JMJ de Cracóvia, e da visita ao campo de concentração de Auschwitz, da canonização de Madre Teresa de Calcutá e da viagem ecumênica a Lund, na Suécia, pelos 500 anos da Reforma Protestante.

A misericórdia uniu estes pontos e teve o seu ápice com a celebração do Jubileu Extraordinário, concluído em dezembro passado. 

Para uma reflexão sobre os temas fortes destes primeiros quatro ano de pontificado e sobre o horizonte que o Papa Francisco está abrindo na vida da Igreja, o Secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin, concedeu uma entrevista à Rádio Vaticano – Secretaria para a Comunicação.
 
Parolin: “No dia 13 de março de 2013, eu não estava em Roma, estava ainda em Caracas, como Núncio Apostólico na Venezuela.  Recebemos a notícia lá ao meio-dia. O primeiro sentimento foi de surpresa por este nome, pela eleição do Cardeal Bergoglio de quem ouvi falar, mas não se previa naquele momento que seria o novo Papa, pelo menos a imprensa não o apresentava entre os papáveis.  Portanto, uma grande surpresa e uma surpresa também em relação ao nome. O nome Francisco não constava na série dos Papas e prefigurava quais seriam as características do novo Pontífice. Tocou-me o seu discurso feito com muita simplicidade, muita paz e serenidade. Esta confiança recíproca, o fato que ele tenha se confiado ao povo, pedindo-lhe orações para que Deus o abençoasse, “o povo santo de Deus”, como ama dizer o Papa Francisco. Portanto, o confiar-se do pastor ao povo, do povo ao pastor e todos juntos a Deus. Dali saiu esta imagem de Igreja que é um caminhar juntos, pastor e povo, com confiança e confiando-se todos à oração, graça e misericórdia do Senhor.” 

O Santo Padre desde o inicio acentuou a necessidade de ser uma “Igreja em saída”, Igreja a caminho.  Está afirmando em vários níveis da Igreja este estilo sinodal, esta visão que o Papa quer tanto? 

Parolin: “Evidentemente, é um caminho longo, um caminho progressivo, um caminho que teve o seu início com o Concílio Vaticano II e que o Papa Francisco quer continuar sua aplicação na vida da Igreja. Parece-me importante esta Igreja a caminho, esta Igreja que se abre: uma Igreja que se abre sobretudo ao Senhor, uma Igreja em saída em direção ao seu Senhor, rumo a Jesus Cristo. Próprio porque a Igreja é em saída rumo a Jesus Cristo consegue também acompanhar as pessoas, encontrar as pessoas, acompanhar as pessoas em sua realidade cotidiana. Isso me parece muito importante e acredito que este caminho deve ser feito juntos. Eis a sinodalidade! A Igreja a caminho deve ser feita juntos, sob a guia do Espírito Santo. Portanto, uma Igreja reunida pelo Espírito onde cada um está atento à voz do Espírito e onde cada um coloca em comum também os dons que o Espírito Santo lhes dá para a realização desta missão.“

O Papa Francisco está realizando uma reforma profunda da Cúria Romana. Muitas vezes sublinha que todos precisamos de uma reforma, também muito importante, “a reforma do coração”. Na Evangelii gaudium invoca uma reforma da Igreja em saída missionária. Porque este processo de reforma é tão importante para este pontífice em vários âmbitos?

Parolin: “Na história, o Concílio depois retomou, a Igreja semper reformanda! É uma dimensão fundamental da Igreja a de estar em processo de reforma, de ‘conversão’, para usar o termo evangélico. É justo que seja assim. É necessário que seja assim. O Papa recorda isso com insistência para que a Igreja se torne cada vez mais si mesma, se torne cada vez mais autêntica, tire as crostas que se acumularam no caminho da história e resplandeça realmente com a transparência do Evangelho. Este é fundamentalmente o sentido da reforma. É por isso que o Papa insiste na ‘reforma do coração’! No âmbito da Cúria Romana houve várias decisões. O Papa recordou no último discurso à Cúria Romana que estas reformas estão causando transformações, uma renovação. Porém, tudo parte do coração, tudo parte de dentro. E o Papa insiste nisso. É importante, como ele mesmo diz, insistindo na reforma do coração: “não são os critérios funcionais que devem guiar esta reforma, mas os critérios de um retorno autêntico a Deus e uma manifestação autêntica da natureza verdadeira da Igreja.”

Por Rádio Vaticano

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Presidente da CNBB fala sobre os 4 anos do pontificado do Papa Francisco https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/presidente-da-cnbb-fala-sobre-os-4-anos-do-pontificado-do-papa-francisco/ Mon, 13 Mar 2017 16:26:51 +0000 http://teste.toqueto.com/presidente-da-cnbb-fala-sobre-os-4-anos-do-pontificado-do-papa-francisco.html Nesta segunda, 13 de março, completam-se 4 anos que o mundo conheceu o 265º sucessor do Apóstolo Pedro na Igreja Católica. O cardeal argentino Mario Jorge Bergolio foi apresentado ao mundo como papa Francisco e trouxe para o balcão da Basílica de São Pedro, no momento de sua apresentação, o cardeal brasileiro, arcebispo emérito de São Paulo, dom Claudio Hummes, presidente da Comissão Episcopal Especial para a Amazônia da CNBB.

Os 4 anos do pontificado do Papa serão lembrados em programa especial da Globonews que será apresentado nesta quarta-feira, 15 de março, as 23 horas no canal de notícias da Globosat. Dom Sergio da Rocha, cardeal arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, vai participar do programa mediante entrevista concedida ao jornalista Gerson Camarotti.

A primeira das notícias em destaque para o quinto ano de pontificado do Papa Francisco será uma nova viagem apostólica anunciada pelo Vaticano. O Papa Francisco viajará à Colômbia, de 6 a 11 de setembro, onde visitará Bogotá, Villavicencio, Medellín e Cartagena.

Por CNBB

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Cardeal Tempesta: Quatro anos com o Papa Francisco https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/cardeal-tempesta-quatro-anos-com-o-papa-francisco/ Mon, 13 Mar 2017 13:43:59 +0000 http://teste.toqueto.com/cardeal-tempesta-quatro-anos-com-o-papa-francisco.html O mês de março nos traz as comemorações da eleição e início do Pontificado do Papa Francisco. Na semana passada, pudemos assistir em nosso Auditório do Edifício João Paulo II ao lançamento do filme sobre sua vida: “Papa Francisco, Conquistando Corações”. Um filme hispano-argentino que está iniciando sua exibição no Brasil nesta semana. Além de uma série televisiva, também os jornais e revistas se interessam por esses momentos e, por isso, nesses próximos dias 13 e 19 farão suas reportagens e artigos sobre o fenômeno “Papa Francisco” que, além de chefe da Igreja Católica, tornou-se o grande líder mundial do momento.

Somos convidados a refletir um pouco mais detidamente a respeito dos quatro anos de pontificado do Papa Francisco, que estamos comemorando. Logo me veio à mente uma desafiadora questão: qual o segredo da liderança mundialmente reconhecida do Pontífice argentino?

Utilizo os dados e também como resposta à pergunta o livro de autoria de Jeffrey A. Krames: “Liderar com humildad: 12 leciones de liderazgo del Papa Francisco”. (Buenos Aires: V&R, 2014). Tal obra, que vale a pena ser lida na íntegra, a meu ver projeta luz ao pontificado de Bergoglio e leva-nos à profunda reflexão em nossos próprios campos de ação.

Pois bem, já se vão quatro anos que, para a surpresa da grande maioria, inclusive de órgãos de imprensa com suas listas de papáveis (papabili), era anunciado um nome um tanto fora de cogitação no balcão da Praça São Pedro, após a tradicional fumaça branca: Jorge Mario Bergoglio que, dali em diante, assume o nome de Francisco. Nome de Papa também inédito na bimilenar da História da Igreja, mas que bem revela o seu “programa de pontificado”: ser um reformador da “Casa de Deus” sem dela sair, assim como há muitos séculos fez seu inspirador homônimo, Francisco de Assis, grande santo da Igreja e querido também por muitos não católicos e até mesmo não crentes.

No entanto, o que me proponho a refletir, como afirmava de início, é sobre a liderança operante de Francisco, que Krames assim interpreta: “Que tem este líder para atrair a atenção de tanta gente? Talvez a humildade que desprende tanto em seu modo de viver, como na maneira que conduz seu rebanho. Quiçá é a genuína preocupação que ele mostra pelos demais, muito além de sua inserção no estrato social. Talvez é a forma com que abraça a sinceridade e a austeridade… É tudo isso e muito mais. Este Papa se mostra como um dirigente que compreende que os líderes conduzem pessoas, não instituições. Lamentavelmente, pouca gente entende que este é um entorno cada vez mais impessoal e de alta tecnologia”. (p. 24 – tradução livre).

Evidentemente, que citar todos os grandes feitos do Papa Bergoglio demandaria grande espaço, e outros meios de informação já o fizeram com precisão, de modo que me limito a lembrar apenas de alguns dados: canonizou 833 santos(as), entre processos comuns e “equipolentes”, ou seja, quando a fama de santidade vem de longos anos, mas não há um reconhecimento formal ou oficial da Igreja; declarou beatos(as) outras 974 pessoas superando, assim, São João Paulo II nesse quesito. Fez doze viagens em território italiano e 17 internacionais por 24 países, incluindo o Brasil nos dias 22 a 29 de julho de 2013, ocasião em que esteve aqui na nossa querida Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), e também visitou a cidade de Aparecida, em São Paulo, – a capital nacional da fé. Sou-lhe imensamente grato por esse gesto de deferência para com o povo brasileiro. Até hoje a nossa cidade não se esquece daquele momento de renovação espiritual e de testemunho da catolicidade em terras cariocas.

Até aqui, proferiu 787 discursos e 215 homilias; escreveu duas encíclicas: a Lumen Fidei, de 29/06/2013, e a Laudato Si, publicada em 18/06/2015; duas exortações pós-sinodais: a Evangelium Gaudium, de 24/11/2013, e a Amoris Laetitia, de 08/04/2016. Assinou também 16 Constituições Apostólicas, 99 Cartas, 38 Cartas Apostólicas, 18 Motu Proprios (documento de livre iniciativa), recebeu milhares de peregrinos em 168 audiências gerais, e presidiu 367 celebrações na Casa Santa Marta, no Vaticano. Realizou o Ano Extraordinário da Misericórdia em 2016. Combateu e combate com veemência os abusos de menores, de modo especial por parte de maus clérigos, publicando, inclusive, o Motu proprio “Como uma mãe amorosa”, no qual alerta que os bispos ou superiores religiosos maiores que acobertarem casos de abusos graves responderão na seara administrativa, podendo ser até removidos para sempre da função que ocupam. Tal medida traz, sem dúvida, maior segurança e confiança ao Povo de Deus.

Pensando na vida da Família de nossos dias, realizou dois Sínodos, um ordinário e outro extraordinário, e redigiu dois Motu Proprios, em 15 de agosto de 2015, com a reforma do processo canônico para as causas de nulidade do matrimônio: Mitis et misericors Iesus, no Código Canônico das Igrejas Orientais; e Mitis Iudex Dominus Iesus, no Código de Direito Canônico da Igreja Latina, a fim de ajudar a não poucos casais cujo casamento, apesar de todas as aparências de validade, nunca existiu.

Não posso deixar de mencionar a criação de 44 cardeais eleitores e de alguns não eleitores de diversos países, demonstrando, desse modo, a catolicidade ou a totalidade abrangente da Igreja, aberta a todos os homens e mulheres de boa vontade. Dentre os cardeais criados por Francisco se inclui – por imerecidos méritos próprios, mas pela graça de Deus – este irmão que está à frente da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, buscando caminhar ao lado do Santo Padre no projeto de uma Igreja pobre para os pobres. Igreja que não exclui, mas procura trazer para si todos os desejosos de abraçarem o amor de Deus em suas vidas.

O Papa Francisco está criando pontes! Neste propósito ele convocou o Ano Santo Extraordinário da Misericórdia. Constantemente, o Papa tem dado testemunho de que a esperança cria pontes e não muros. O próprio Papa sintetiza o seu agir como Bispo de Roma na sua tradicional catequese: “…. a esperança cristã não pode renunciar à caridade genuína e concreta. Na Carta aos Romanos, o próprio Apóstolo das Nações afirma com o coração na mão: ‘Nós, que somos os fortes – que temos fé, esperança, ou que não temos muitas dificuldades – devemos suportar as fraquezas dos que são frágeis, e não agir à nossa maneira’(15,1). Suportar as debilidades do próximo. Depois, este testemunho não permanece fechado nos confins da comunidade cristã: ressoa em todo o seu vigor também fora, no contexto social e civil, como apelo a não criar muros, mas pontes; a não pagar o mal com o mal, a vencer o mal com o bem, a ofensa com o perdão – o cristão nunca pode dizer: vais pagar, nunca; este não é um gesto cristão; a ofensa vence-se com o perdão – a viver em paz com todos. Assim é a Igreja! E é isto que faz a esperança cristã, quando assume os lineamentos fortes, e ao mesmo tempo ternos, do amor. O amor é forte e terno. É bonito!” (Cf. L’Osservatore Romano, quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017, número 6, página 16).

Além disso, chamou um grupo de Cardeais para a reforma da Cúria Romana e tomou muitas medidas administrativas com relação ao IOR, e também na nova disposição dos dicastérios da cúria romana. Grandes e importantes mudanças que vão ocorrendo nessa dinâmica. Enfim, são tantas atividades e mudanças que vieram para ficar e marcam seu pontificado. Nesta semana que antecede seus aniversários, participou do retiro anual da Quaresma com a Cúria Romana, agora sendo realizado fora do Vaticano.

 Grande destaque merece sua liderança mundial com relação aos refugiados, à fome e à procura da paz. São temas que retornam sempre em suas exortações. A sua proximidade e preocupação com os pobres têm sido demonstradas não só com palavras, mas com muitos gestos concretos seja pessoalmente pelo Papa, seja pelos seus emissários, para estarem presentes junto aos excluídos e marginalizados.

É um pastor preocupado com seu povo e para que seu povo seja bem assistido e respeitado. É o pastor que vai em busca da ovelha perdida e quer acolher a todos. É aquele que dialoga com quem está longe e procura construir pontes para o presente e para o futuro.

A Igreja de São Sebastião do Rio de Janeiro, pelo seu Arcebispo Metropolitano, com os seus Bispos Auxiliares e Eméritos, o Presbitério, os Diáconos, os Religiosos e Religiosas, as forças vivas da ação evangelizadora e todo o povo de Deus, que aqui caminha como Igreja peregrina, quer se unir espiritualmente oferecendo nesta semana do aniversário de seu pontificado coroas espirituais de orações nas suas intenções, para que o seu Pontificado continue sendo a graça da santificação do povo de Deus que peregrina na Urbe e no Orbe.

Parabéns, Papa Francisco, pelos quatro anos à frente da Barca de Pedro, ouvindo-nos como irmãos no Batismo, no Sacerdócio e no Episcopado e orientando-nos como um pai amoroso que nos ensina não só por sábias e precisas palavras, mas também pelo luminoso exemplo de seus pequenos gestos, repletos de grande humildade.

Obrigado! Muito obrigado pelo seu testemunho! De nossa parte continuamos rezando, sempre e diariamente, pelo seu ministério e pela sua pessoa, pela sua vida!

Por Orani João, Cardeal Tempesta, O.Cist. – Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

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