princípios - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:04:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png princípios - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Médico que atendeu até 105 anos compartilha 12 princípios para vida longa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/medico-que-atendeu-ate-105-anos-compartilha-12-principios-para-vida-longa/ Tue, 26 Sep 2017 10:17:48 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48687 Para um médico especialista em longevidade, nenhuma apresentação de suas capacidades profissionais pode ser melhor do que sua própria vida – e esse é somente um dos atributos que classificam o médico japonês Shigeaki Hinohara como o mestre e a grande inspiração que foi.

Falecido aos 105 anos e ainda trabalhando, tendo vivido sua longa vida com saúde mental e física impecáveis, Dr. Shigeaki deixou não só sua história de intensa dedicação a medicina e a cuidados mais humanos com seus pacientes, como algumas dicas concretas para vivermos uma vida boa e longeva como parte de seu legado.

Nascido em 1911, Hinohara se tornou um dos médicos a dedicar mais tempo à saúde e à felicidade de seus pacientes no mundo. E o termo “felicidade” aqui não é usado por acaso: o médico foi um pioneiro no trato mais pessoal e individual dos pacientes e, mesmo depois de sua morte, segue como inspiração para melhorarmos a qualidade de nossas vidas.

Não há dúvidas: de vida, Dr. Shigeaki entendia – e por isso, vale lembrar aqui suas 12 mais importantes dicas, retiradas de uma entrevista que o médico deu aos 97 anos.

Alguns princípios do Dr. Shigeaki Hinohara:

1. Coma direito
“Todo mundo que vive uma longa vida, independentemente de nacionalidade, raça ou gênero, dividem uma coisa em comum: ninguém é acima do peso.”

2. Não pegue atalhos
“Para permanecer saudável, sempre suba de escadas e carregue suas próprias coisas. Eu subo de dois em dois degraus, para exercitar meus músculos.”

3. Redescubra sua energia juvenil
“Energia vem de sentir-se bem, não de comer bem ou dormir muito. Todos nos lembramos quando éramos crianças e estávamos nos divertindo, como esquecíamos de comer ou dormir. Eu acredito que podemos manter essa atitude enquanto adultos. É melhor não cansar o corpo com regras demais como hora de comer e hora de dormir.”

4. Mantenha-se ocupado
“Sempre se planeje com antecedência. Minha agenda já está completa pelos próximos cinco anos, com palestras e meu trabalho usual, no hospital.”

5. Mantenha-se trabalhando
“Não há necessidade de se aposentar jamais, mas se for preciso, deve ser bem mais tarde do que aos 65 anos. Cinquenta anos atrás, haviam somente 125 japoneses com mais de 100 anos. Hoje, são mais de 36 mil.”

6. Siga contribuindo com a sociedade
“Depois de uma certa idade, devemos nos esforçar para contribuir com a sociedade. Desde os 65 anos que trabalho como voluntário. Eu ainda trabalho 18 horas, 7 dias por semana e amo cada minuto.”

7. Espalhe seu conhecimento
“Divida o que você sabe. Eu dou 150 palestras por ano, algumas para 100 crianças do ensino médio, outras para 4.500 empresários. Eu normalmente falo por uma hora, uma hora e meia, de pé, para permanecer forte.”

8. Entenda o valor de diferentes disciplinas
“A ciência sozinha não consegue curar ou ajudar as pessoas. A ciência nos trata a todos como uma coisa só, mas as doenças são individuais. Cada pessoa é única, e as doenças estão conectadas com seus corações. Para entender as doenças e ajudar as pessoas, precisamos de artes livres e visuais, não somente de medicina.”

9. Siga seus instintos
“Ao contrário do que se imagine, os médicos não conseguem curar tudo e todos. Então pra que causar uma dor desnecessária com, por exemplo, uma cirurgia, em certos casos? Eu acho que a música e a terapia animal podem ajudar pessoas mais do que os médicos imaginam.”

10. Resista ao materialismo
“Não enlouqueça pelo acúmulo de coisas materiais. Lembre-se: você não sabe quando será sua vez, e nós não levaremos nada daqui.”

11. Tenha modelos de vida e inspirações
“Encontre alguém que te inspire para procurar ir ainda mais longe. Meu pai veio para os EUA estudar em 1900, foi um pioneiro e um dos meus heróis. Mais tarde encontrei outros guias de vida, e quando me sinto paralisado, me pergunto como eles lidariam com o problema.”

12. Não subestime o poder da diversão
“A dor é algo misterioso, e divertir-se é a melhor maneira de esquecê-la. Se uma criança está com dor de dentes e você começa a brincar com ela, ela imediatamente esquece a dor. Hospitais precisam oferecer as necessidades básicas dos pacientes: nós todos queremos nos divertir. No St. Luke’s [hospital que dirigiu e trabalhou até o fim da vida] nós temos música, terapia animal e aulas de arte.”

“Minha inspiração é o poema “Abt Vogler”, de Robert Browning, que meu pai costumava ler para mim. Ele nos encoraja a fazer grande arte, não garranchos. Diz para tentarmos desenhar um círculo tão grande que não haja como terminá-lo enquanto vivermos. Tudo o que vemos é um arco, o resto está além da vista, mas está lá, na distância.”

Por Revista Pazes via Aleteia

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Anunciar o Evangelho e doar a própria vida (1Ts 2,8) https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/anunciar-o-evangelho-e-doar-a-propria-vida-1ts-28/ Thu, 14 Sep 2017 10:10:52 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48475 No mês de setembro, as comunidades eclesiais se debruçam para estudar, aprofundar e converter-se a um livro da Palavra de Deus. Este ano foi escolhida a Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses com o tema: Para que Nele nossos povos tenham vida; e como lema: Anunciar o Evangelho e doar a própria vida”. Este texto configura uma mensagem cheia de esperança e vibração evangélica, sendo também um dos escritos mais antigos do Novo Testamento.

Sai ao encontro das perplexidades e dificuldades de compreender a segunda vinda de Cristo. Esta preocupação com a parusia, a volta do Senhor, está presente em todas as gerações cristãs, especialmente nos momentos de crise. Hoje, como ontem, parece que confundimos as crises e estertores da história com o fim do mundo, e a chegada definitiva do Filho do Homem. Estamos, certamente, no olho do furacão de uma crise civilizacional e global que leva a perda do fator humano e da consciência dos valores e princípios fundamentais. Mas, também é importante esclarecer, que trata-se do fim de uma ordem e paradigma civilizatório, que não tem mais condições de permanecer, mas não significa o encerramento da história e o que conhecemos como o fim do mundo.

O foco para o cristão será sempre permanecer firme, trabalhar e testemunhar para que o

Evangelho seja conhecido e semente das trasformacões verdadeiras para a humanidade, trazendo vida e salvação para todos os povos e culturas. Não é tempo para fugir ou ficarmos numa espécie de bunker, mas como cabe a nossa missão ser sal, luz, e fermento emancipador em todos os ambientes, fazendo a diferença com o amor misericordioso, a ternura e a nova justiça do Reino.

Para o cristão as coisas últimas já começaram, e o juízo da Palavra questiona e ilumina todos os acontecimentos, dando peso de eternidade ao que fazemos a partir de Cristo, partilhando com todas as pessoas e criaturas as razões da nossa esperança. A esperança cristã não decepciona, arrasta montanhas e mobiliza os corações em torno ao sonho de uma humanidade reconciliada, solidária e liberta, protagonista da civilização do amor, da responsabilidade comum e da partilha. Deus seja louvado!

Por Dom Roberto Francisco Ferreria Paz – Bispo de Campos (RJ)

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Que tal convencer sem esmagar? Os 9 princípios da comunicação cristã https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/que-tal-convencer-sem-esmagar-os-9-principios-da-comunicacao-crista/ Tue, 12 Sep 2017 08:46:30 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48380 Quem quer comunicar a experiência cristã precisa conhecer a fé que deseja transmitir, e precisa conhecer também as regras do jogo da comunicação pública.

Há princípios a seguir: sobre a mensagem que se quer difundir; sobre a pessoa que comunica; e sobre o modo de transmitir.

A mensagem

1 – A mensagem deve ser positiva. Os públicos recebem informações muito variadas e prestam atenção aos protestos e às críticas, mas, acima de tudo, aderem a projetos, propostas e causas positivas.

2 – A mensagem deve ser relevante, com significado para quem ouve e não apenas para quem fala.

3 – A mensagem deve ser clara. A comunicação não é principalmente o que o emissor diz, mas o que o destinatário ouve. Para comunicar é preciso evitar os argumentos complexos e as palavras obscuras.

A pessoa que comunica

4 – O destinatário aceita a mensagem que vem de uma pessoa ou organização que mereça credibilidade. A credibilidade se apoia na veracidade e na integridade moral. Por isso, a mentira e a suspeita anulam a comunicação.

5 – Empatia. A comunicação é uma relação entre pessoas, com pontos de vista, sentimentos e emoções. Falar de modo frio aumenta a distância. A empatia não é renunciar às convicções pessoais, mas imaginar-se na pele do outro.

6 – Cortesia. Se não respeitarmos as formas, corremos o risco de que a proposta cristã seja vista como mais uma das posições radicais que andam por aí. A clareza não é incompatível com a amabilidade. Com amabilidade é possível conversar; sem amabilidade o fracasso fica garantido.

O modo de comunicar

7 – Profissionalismo. Cada campo do saber tem a sua metodologia; cada atividade, as suas regras; e cada profissão, a sua lógica. Isto se aplica também às ações de comunicação.

8 – Transversalidade. O profissionalismo é imprescindível quando um debate afeta as convicções religiosas. A transversalidade é imprescindível quando um debate afeta as convicções políticas.

9 – Gradualidade. As tendências sociais nascem, crescem, se desenvolvem, se alteram e morrem. Em consequência, a comunicação de ideias tem muito a ver com a “agricultura”: semear, regar, podar, limpar, esperar, antes de colher.

O fenômeno da secularização se consolidou ao longo dos últimos séculos. Processos de longa gestação não se resolvem em anos, meses ou semanas. O cardeal Ratzinger dizia que a nossa visão do mundo costuma seguir um paradigma “masculino”, onde o importante é a ação, a eficácia, a programação e a rapidez. E concluía que convém dar mais espaço a um paradigma “feminino”, porque a mulher sabe que tudo o que tem a ver com a vida requer espera, paciência.

O princípio prévio e basilar

A estes 9 princípios junta-se outro, que afeta todos eles: o princípio da caridade.

A caridade é o conteúdo, o método e o estilo da comunicação da fé. A caridade dá credibilidade, empatia e amabilidade às pessoas que comunicam. E é a força que permite agir de forma paciente, integradora e aberta. Porque o mundo em que vivemos é também, com excessiva frequência, um mundo duro e frio, onde muitas pessoas se sentem excluídas e maltratadas e sonham com um pouco de luz e calor. Neste mundo, o grande argumento dos católicos é a caridade.

Adaptado de texto de Juan Manuel Mora, via blog Senza Pagare/Aleteia

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