políticas públicas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:05:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png políticas públicas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Por que existe a violência e o que a Igreja Católica diz sobre o assunto? https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/por-que-existe-a-violencia-e-o-que-a-igreja-catolica-diz-sobre-o-assunto/ Fri, 23 Feb 2018 09:29:47 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50951 A Campanha da Fraternidade 2018 nos convida à reflexão sobre a “superação da violência”. Mas para isso, é importante entendermos suas causas, pensar nas maneiras de prevenção, para aí sim chegarmos ao passo da superação. Recorremos então ao DOCAT (livro da Doutrina Social da Igreja Católica para a juventude), para nos ajudar a entender melhor estas questões.

Quais as causas da guerra e da violência?

“Muitas guerras surgem por causa de ódios duradouros entre povos, por ideologias, ou por ganância de poder ou de riqueza de indivíduos ou de grupos. Para alguns, a motivação para a guerra e para o poder é também o desespero, quando, por exemplo, não têm voz politicamente, quando sofrem de fome, de pobreza, de opressão ou outras injustiças. Onde poucos ricos vivem à custa de muitos pobres, esta desigualdade provoca frequentemente surtos de violência” (DOCAT, 284).

Apesar destas questões, vale sempre lembrar que a injustiça não se vence com violência. Tampouco a violência se vence com a violência, pois, segundo Papa Francisco “a violência só se vence com a paz”.

Neste mês, a campanha Eu sou o Brasil Ético fala sobre segurança. Mas que tal, ao invés de pensarmos políticas públicas contra a violência, passarmos a também em maneiras de prevenir a violência? Para isso, a Igreja nos aconselha abaixo.

Quais estratégias de prevenção existem para evitar a guerra e a violência?

“O combate pela paz nunca pode consistir apenas no desarmamento ou na supressão violenta de conflitos. Muitas vezes, a causa da violência é a mentira e ainda mais a injustiça. Estruturas injustas conduzem sempre à exploração e à miséria. Falta de participação e restrição da liberdade manifestam-se em resistência violenta. Por isso, a guerra só pode ser duravelmente evitada onde surgirem sociedades livres nas quais dominam relações justas e todas as pessoas têm uma perspectiva de desenvolvimento. Também evitam a guerra ajudas úteis para o desenvolvimento (DOCAT, 286).

Muhammad Yunus, economista e Nobel da Paz em 2006, diz que com a pobreza é impossível alcançar a paz. “Creio que a melhoria das condições de vida dos pobres é uma arma estratégica melhor do que o dinheiro. O combate ao terrorismo não pode ser ganho através de operações militares”.

Falando em paz, há um antigo provérbio chinês que diz que “Não há paz no mundo sem paz entre os povos, não há paz entre os povos, sem paz nas famílias, não há paz nas famílias sem a paz em mim, e não há paz em mim sem paz com Deus”.

Mas por que o homem precisa de Deus quando quer a paz?

“Antes de ser uma tarefa para o homem, a paz é um atributo divino. Quem quiser construir a paz sem Deus, esquece que já não vivemos no paraíso, mas que somos pecadores. O nosso estado sem paz é um sinal de que foi rompida a unidade entre Deus e a humanidade. A história humana está marcada pela violência, pelas divisões e por derramamento de sangue. Os homens anseiam pela paz que pelo pecado perderam; deste modo, silenciosamente, anseiam por Deus”.

Por Jovens de Maria via A12

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Bispos aprofundam “políticas públicas”, tema da CF 2019 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bispos-aprofundam-politicas-publicas-tema-da-cf-2019/ Wed, 29 Nov 2017 13:14:45 +0000 http://teste.toqueto.com/bispos-aprofundam-politicas-publicas-tema-da-cf-2019.html Os membros do Conselho Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (Consep), reunidos em Brasília (DF), deram continuidade aos estudos sobre o tema da Campanha da Fraternidade de 2019: “Fraternidade e Políticas Públicas”, já iniciado com um grupo de especialistas que resultará no texto-base orientador do trabalho e aprofundamento das comunidades.

 A metodologia da Conferência na preparação das campanhas sempre considera um tempo remoto de preparação no qual se busca formatar um programa sólido de reflexão para oferecer às comunidades um texto-base com elementos relacionados à realidade abordada (ver), a análise a partir do que é próprio da Igreja, considerando a Palavra de Deus e a doutrina (julgar) e à ação concreta de transformação (agir) para manter o centro da espiritualidade quaresmal que apela para a conversão.

O tema das políticas públicas foi definido pelo Consep no correr do ano de 2017  considerando o processo de junto as dioceses que se faz todos os anos por ocasião da avaliação da Campanha da Fraternidade. Relevante no campo do debate público, as políticas públicas têm a ver com a orientação de toda a movimentação política. A Igreja se manifesta, deste modo, no âmbito da pedagogia da cidadania.

A CF 2019 vai aprofundar o que são as políticas públicas enquanto garantidoras de direitos, buscará fazer a distinção entre política de governo e políticas de estado, bem como vai tratar do processo de uma política pública – da agenda à avaliação e monitoramento.

Campanha da Fraternidade – A Campanha da Fraternidade é uma iniciativa da Igreja Católica, iniciada na década de 1960, tem grande penetração no interior das comunidades e ao longo das últimas décadas tem motivado muitas ações com significado especial no enfrentamento dos maiores problemas do Brasil. A próxima campanha, em 2018, vai tratar do tema “Fraternidade e superação da violência” e será lançada na quarta-feira de cinzas.

Por CNBB

 
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Um em cada quatro jovens vai abandonar o ensino médio até o final do ano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/um-em-cada-quatro-jovens-vai-abandonar-o-ensino-medio-ate-o-final-do-ano/ Tue, 17 Oct 2017 15:11:56 +0000 http://teste.toqueto.com/um-em-cada-quatro-jovens-vai-abandonar-o-ensino-medio-ate-o-final-do-ano.html A cada ano, quase 3 milhões de jovens abandonam a escola no Brasil. É o que apontou o estudo Políticas Públicas para Redução do Abandono e Evasão Escolar de Jovens, elaborado pelo Ensino Superior em Negócios, Direito e Engenharia (Insper) e divulgado hoje (17).

Ao final deste ano, um em cada quatro jovens entre 15 e 17 anos de idade vão abandonar seus estudos, não vão se matricular para o ano seguinte ou serão reprovados. Isso corresponde a um universo de 2,8 milhões de pessoas (27%), entre os 10 milhões de jovens estimados no país nessa faixa etária e que deveriam, de acordo com a Constituição, estar frequentando a escola.

Desse total de 10 milhões de jovens, cerca de 15% ou 1,5 milhão, sequer vão se matricular para o início do ano letivo. Do restante, entre aqueles que se matriculam, cerca de 7% ou 700 mil jovens vão abandonar a escola antes do final do ano. Além disso, cerca de 600 mil alunos (5%) serão reprovados por faltas, o que completa os 2,8 milhões de jovens que estarão fora da escola a cada ano.

Segundo o estudo, mais da metade desses jovens (59% do total ou cerca de 6,1 milhões) vai concluir o Ensino Médio com no máximo um ano de atraso. Além de todos os problemas que isso provocará para o futuro desse jovem e para o país, a evasão (ausência de matrícula no início do ano letivo) e o abandono escolar (desistência durante o ano escolar) dos jovens também implica em prejuízo econômico: cerca de R$ 35 bilhões por ano são desperdiçados no país por causa dessa realidade.

O estudo mostra ainda que houve uma estagnação na matrícula dos jovens entre 15 e 16 anos e que a porcentagem de jovens de 17 anos fora da escola cresceu 6 pontos percentuais nos últimos 15 anos, passando de 34% para 39,8%. Isso, segundo o estudo, contradiz uma tendência mundial: dados da Unesco apontam que 74% dos países avançam mais rapidamente na inclusão de jovens de 15 a 17 anos que o Brasil.

Os dados revelam que mais da metade das nações tem menor porcentagem de jovens fora da escola que o Brasil. Se manter este ritmo, o país levará 200 anos para atingir a meta estabelecida no Plano Nacional de Educação: universalizar o atendimento escolar para essa faixa etária – que, pelo plano, deveria ter sido concluída no ano passado.

Solução para o desengajamento

As principais razões para o chamado “desengajamento dos jovens”, segundo o estudo, estão associadas à pobreza e à dificuldade de acesso, tais como a falta de escolas na comunidade onde o jovem vive ou a falta de recursos para o transporte até a escola. Há também questões relacionadas à inadequação do currículo adotado, do clima escolar e da baixa qualidade dos serviços oferecidos pela escola.

Para reverter o quadro, o estudo propõe a criação de políticas públicas para diminuir o desengajamento como a garantia de acesso principalmente para aqueles que vivem em áreas rurais ou que têm alguma deficiência ou para jovens que cumprem pena privados de liberdade.

O estudo também propõe a criação de cursos profissionalizantes, um sistema de aconselhamento, práticas esportivas e artísticas, aumento das atividades à distância e flexibilização dos horários das aulas e do modelo de avaliação para ajudar a reduzir a evasão escolar.

O estudo Políticas Públicas para Redução do Abandono e Evasão Escolar de Jovens é organizado pela Fundação Brava, pelo Instituto Unibanco e pelo Instituto Ayrton Senna e está disponível no site Galeria de Estudos e Avaliação de Políticas Públicas, o Gesta.

Por Agência Brasil

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“Fraternidade e políticas públicas” é o tema da Campanha da Fraternidade 2019 https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/fraternidade-e-politicas-publicas-e-o-tema-da-campanha-da-fraternidade-2019/ Wed, 09 Aug 2017 15:12:14 +0000 http://teste.toqueto.com/fraternidade-e-politicas-publicas-e-o-tema-da-campanha-da-fraternidade-2019.html Os bispos do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) escolheram, na manhã desta quarta-feira, 09, o tema da Campanha da Fraternidade 2019. Após empate com outra proposta, foi escolhido – por seis votos a quatro – o tema “Fraternidade e políticas públicas”.

A discussão a respeito da questão foi iniciada na manhã de ontem, logo no início da reunião do Conselho. A partir de 98 sugestões, enviadas por dioceses, regionais e órgãos governamentais, entre eles a Polícia Rodoviária Federal, os bispos chegaram a sete eixos temáticos postos em votação hoje: políticas públicas, trânsito, comunicação, família, educação, direitos humanos e fraternidade.

Após retomarem o debate e destacarem elementos importantes relacionados a cada temática, além da pertinência da reflexão no contexto social do Brasil, os bispos propuseram o título completo do tema para votação. Receberam votos as seguintes indicações: “Fraternidade e política públicas”, “Fraternidade: políticas públicas e direitos humanos” e “Trânsito: respeito à vida”.

A proposta vencedora ganhou peso com argumentos que destacavam que as políticas públicas é um tema mais abrangente e envolve todas outras propostas apreciadas pelos membros do conselho, como direitos humanos e sociais, família, educação, trânsito e comunicação.

Por CNBB

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