PIB - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png PIB - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 PIB cresceu 0,6% no trimestre encerrado em julho, mostra FGV https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pib-cresceu-06-no-trimestre-encerrado-em-julho-mostra-fgv/ Tue, 19 Sep 2017 09:01:56 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48541 De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve crescimento de 0,6% no trimestre encerrado em julho deste ano, na comparação com o trimestre encerrado em abril. Se comparado com o trimestre encerrado em julho de 2016, a alta chega a 1,1%.

Considerando somente o mês de julho, houve altas de 0,1% na comparação com o mês anterior e de 1,3% na comparação com julho de 2016.

Com relação à alta de 1,1% do trimestre que terminou em julho deste ano em relação a este mesmo período de 2016, os destaques ficaram com os setores de agropecuária (11,7%), indústria extrativa mineral (4,5%), indústria de transformação (1,6%), comércio (3%), transportes (2,4%) e outros serviços (1,5%).

Sob o ponto de vista da demanda, o consumo das famílias cresceu 1,9% no período, mas a formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, recuou 4,5%.

Por outro lado, as exportações cresceram 5,7%, com destaque para os produtos da agropecuária (8,1%) e da indústria extrativa mineral (31,4%). Por sua vez, as importações recuaram 1,8%, queda que se deu sobretudo por conta do recuo da compra de bens de capital, isto é, de máquinas e equipamentos (-43,8%) pelo setor produtivo brasileiro.

O PIB acumulado neste ano até o mês de julho, em valores correntes, alcançou o valor aproximado de R$ 3,78 trilhões.

Por Canção Nova, com Agência Brasil

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Mercado financeiro aumenta projeção para o PIB e reduz para inflação https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/mercado-financeiro-aumenta-projecao-para-o-pib-e-reduz-para-inflacao/ Tue, 12 Sep 2017 10:08:32 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48384 Segundo o boletim da Focus, periódico divulgado toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), e de acordo com análises do mercado financeiro, espera-se que o aumento do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), seja ajustada de 0,5% para 0,6% — o terceiro aumento seguido neste ano. Para 2018, a estimativa de crescimento passou de 2% para 2,1%.

Para a inflação, o mercado financeiro espera que haja uma queda de 3,38% para 3,14% neste ano. Esta também é terceira redução seguida neste ano. A inflação é aferida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para 2018, a projeção do IPCA foi reduzida de 4,18% para 4,15%, no segundo ajuste consecutivo.

Os cálculos feitos para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,50%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%. Para que este objetivo seja alcançado, o BC lança mão da taxa básica de juros, a citada Selic, que atualmente está 8,25% ao ano.

Juros básicos

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) decide diminuir os juros básicos, os créditos tendem a ficar mais baixos e, assim, incentiva-se a produção e o consumo. Desta maneira, o controle sobre a inflação é reduzido.

Já quando o Copom eleva a taxa Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e gerar reflexos nos preços, uma vez que os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic foi reduzida de 7,25% para 7% ao ano, no fim de 2017, e de 7,50% para 7,25% ao ano, ao final de 2018.

Por Canção Nova, com Agência Brasil

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Mercado financeiro eleva para 3,5% projeção para inflação este ano https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/mercado-financeiro-eleva-para-35-projecao-para-inflacao-este-ano/ Tue, 15 Aug 2017 09:37:31 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47909 O mercado financeiro aumentou pela quarta semana seguida a projeção para a inflação este ano, após o aumento da tributação sobre combustíveis. Desta vez, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 3,45% para 3,5%. A estimativa consta do boletim Focus, uma publicação divulgada no site do Banco Central (BC) todas as semanas, com projeções para os principais indicadores econômicos.

Para 2018, a projeção para o IPCA é mantida de 4,2%, há quatro semanas consecutivas. As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,5%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

Selic

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 9,25% ao ano. Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Já quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic ao final de 2017 e de 2018 segue em 7,50% ao ano. A estimativa do mercado financeiro para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), foi mantida em 0,34%, este ano, e em 2%, em 2018.

Por Agência Brasil

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Atividade econômica cresce 1,12% no primeiro trimestre https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/atividade-economica-cresce-112-no-primeiro-trimestre/ Tue, 16 May 2017 09:25:48 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46274 A atividade econômica cresceu 1,12% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre de 2016. É o que mostra o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado nesta segunda-feira, 15, em Brasília.

O indicador mostra que o país saiu da sua maior recessão econômica, com registro de retração nos dois últimos anos. Em 2015, o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), indicador oficial calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), teve queda de 3,8%. No ano passado, o PIB encolheu 3,6%.

Em relação ao primeiro trimestre de 2016, houve crescimento do IBC-Br de 0,29%, de acordo com os dados sem ajustes já que a comparação é entre períodos iguais.

Queda seguida de crescimento

Em março, o índice dessazonalizado apresentou queda de 0,44% em relação a fevereiro. Essa foi a primeira queda mensal neste ano. Em fevereiro, houve crescimento de 1,37% e em janeiro, expansão de 0,37%, em relação aos meses anteriores.

Na comparação entre março deste ano e o mesmo período de 2016, houve crescimento de 1,05%. Em 12 meses encerrados em março, o indicador ainda acumula retração de 2,78%.

O IBC-Br é um mecanismo que avalia a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial é o PIB.

Por Agência Brasil

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Medidas ligadas ao FGTS injetarão R$ 48 bi na economia, estima ministério https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/medidas-ligadas-ao-fgts-injetarao-r-48-bi-na-economia-estima-ministerio/ Tue, 14 Mar 2017 10:08:28 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44841 O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão divulgou ontem (13) levantamento em que estima que medidas relacionadas ao uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) injetarão R$ 48,2 bilhões na economia este ano e terão impacto de aproximadamente 0,7 ponto percentual sobre o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e riquezas produzidos em um país).

Segundo o Planejamento, o saque das contas inativas do fundo, o aumento do limite para compra de imóvel com uso do FGTS e a atualização de parâmetros para o Programa Minha Casa, Minha Vida terão impacto sobre o consumo das famílias. A exceção é o uso dos recursos para pagamento de dívidas imobiliárias.

De acordo com levantamento da Secretaria de Planejamento e Assuntos Econômicos do ministério, o FGTS “se mostra sustentável tanto em termos de liquidez no curto prazo quanto em termos de solidez no longo prazo sob o ponto de vista da administração de ativos e passivos”.

Por Agência Brasil

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Projeção para inflação este ano cai e se aproxima do centro da meta https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/projecao-para-inflacao-este-ano-cai-e-se-aproxima-do-centro-da-meta/ Tue, 07 Feb 2017 10:14:34 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44266 A expectativa para a inflação este ano se aproximou ainda mais do centro da meta, de acordo com as projeções de economistas na pesquisa Focus do Banco Central, mas pioraram ligeiramente a perspectiva econômica para 2017.

A projeção para a alta do IPCA este ano no levantamento divulgado ontem, segunda-feira, 6, caiu 0,06% e chegou a 4,64%, marcando a quinta redução seguida.

Para o próximo ano, a mediana das projeções aponta inflação de 4,5%, sem alteração pela 28ª semana seguida. A meta de inflação de 2017 e 2018 é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5%.

Entretanto, as contas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 foram reduzidas a 0,49%, sobre 0,50% anteriormente, depois de cinco semanas sem mudanças. Por outro lado, a projeção para o ano que vem melhorou a uma expansão de 2,25%, 0,05 ponto a mais.

Isso apesar da perspectiva de que a taxa básica de juros irá abaixo de 10 por cento este ano e ficará ainda mais baixa no final de 2018.

Os especialistas consultados continuam vendo na reunião de fevereiro do BC corte de 0,75 ponto percentual na Selic, atualmente em 13 por cento. A expectativa é que a Selic encerre 2017 a 9,50% e 2018 a 9,0%, sem alterações sobre o levantamento anterior.

Já o Top-5, que reúne as instituições que mais acertam as projeções, calcula a Selic a 9,5% em ambos os anos.

Por Reuters

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