peregrinação a Fátima - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png peregrinação a Fátima - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa pede que Igreja cuide das crianças e lembra Dia das Mães https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-pede-que-igreja-cuide-das-criancas-e-lembra-dia-das-maes/ Mon, 15 May 2017 09:26:15 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46239 O Papa Francisco dedicou seu encontro com os fiéis no Regina Coeli deste domingo, 14, à peregrinação realizada em Fátima, Portugal, nos últimos dois dias.

Logo pela manhã, o Pontífice manteve o seu hábito de ir à Basílica de Santa Maria Maior, onde permaneceu por cerca de 20 minutos diante do ícone de Maria Salus Popoli Romani, em ação de graças pelo êxito da peregrinação.

Papa recorda peregrinação a Fátima

Na Praça São Pedro, antes de rezar a oração Mariana do Regina Coeli, Francisco fez um relato dos momentos mais salientes desta visita aos pés da Virgem Mãe, realizada ‘como peregrino de esperança e de paz’.

Iniciando, o Papa falou do momento de silêncio, em contemplação, que viveu na Capela das Aparições, sexta-feira, 12, logo após a chegada:

“No centro de tudo esteve e está o Senhor Ressuscitado, presente em meio a seu Povo na Palavra e na Eucaristia. Presente em meio aos muitos doentes, protagonistas da vida litúrgica e pastoral de Fátima, como em todo Santuário mariano”.

Em seguida, o Papa lembrou que a Virgem, em Fátima, quis escolher o coração inocente e a simplicidade dos pequenos Francisco, Jacinta e Lucia para depositar sua mensagem:

“Estas crianças a acolheram dignamente, e foram reconhecidas como testemunhas críveis, ao ponto de ser modelos de vida cristã. Sua santidade não é consequência das aparições, mas da fidelidade e do ardor com que corresponderam ao privilégio recebido de ver Maria. Depois do encontro com a ‘bela Senhora’, rezavam frequentemente o terço, faziam penitência e ofereciam sacrifícios pelo fim da guerra e pelas almas mais necessitadas da divina misericórdia”.

Igreja cuide das crianças

“Com a canonização de Francisco e Jacinta, quis propor a toda a Igreja o seu exemplo de adesão a Cristo e de testemunho evangélico, e recomendar a toda a Igreja que cuide das crianças”.

Convidando os fiéis a se deixarem guiar pela luz que provém de Fátima, o Papa lembrou:

“Ainda em nossos dias, precisamos muito de orações e penitência para implorar a graça da conversão, assim como o fim das muitas guerras em tantos lugares do mundo, que se estendem sempre mais, assim como o fim dos absurdos conflitos, grandes e familiares, que desfiguram o rosto da humanidade”.

“Que o Coração Imaculado de Maria seja sempre o nosso refúgio, a nossa consolação e o caminho que nos conduz a Cristo”.

Dia das Mães

O Papa Francisco exortou as instituições a dedicar uma atenção ‘concreta’ à vida e à maternidade, neste domingo em que na Itália, no Brasil e em vários países do mundo se comemora o Dia das Mães.

O  Pontífice afirmou que este chamado é “particularmente significativo” hoje.

“Recordemos com gratidão e carinho todas as mães, inclusive as que estão no céu”, instou, pedindo aos fiéis presentes na Praça (e todos os que o viam e ouviam) a permanecer alguns instantes em silêncio, rezando pela sua própria.

“Confiemos todas elas a Maria, mãe de Jesus”.

Antes de se despedir, o Papa pediu orações para si e desejou a todos um ‘bom almoço’.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Audiência: não somos órfãos, Maria é Mãe da esperança https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/audiencia-nao-somos-orfaos-maria-e-mae-da-esperanca/ Wed, 10 May 2017 12:44:15 +0000 http://teste.toqueto.com/audiencia-nao-somos-orfaos-maria-e-mae-da-esperanca.html “Maria, Mãe da esperança” foi o tema da catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira (10/05). Na Praça S. Pedro, cerca de 20 mil fiéis participaram do evento, entre os quais inúmeros brasileiros da “Obra de Maria” e de Belo Horizonte.

Maria e as mães do nosso tempo

No caminho da sua maternidade, Maria teve que atravessar mais do que uma noite sombria. Ainda jovem, respondeu “sim” à proposta que o Anjo Gabriel lhe fez de ser a mãe do Filho de Deus, embora nada soubesse do destino que A esperava.

“Naquele instante, Maria se parece como uma de tantas mães do nosso mundo, corajosas até o extremo quando se trata de acolher no próprio ventre a história de um novo homem que nasce”, disse o Papa, acrescentando que Ela é uma mulher que não se deprime face às incertezas da vida; nem uma mulher que protesta e se lamenta contra a sorte que muitas vezes se Lhe apresentava hostil. Pelo contrário, é uma mulher que aceita a vida como vem, com os seus dias felizes, mas também com as suas tragédias.

Maria simplesmente “estava”

Na noite mais escura de Maria, da crucifixão do seu Filho, Ela permaneceu ao pé da cruz, desconhecendo o destino de ressurreição do seu Filho. Neste episódio, os Evangelhos são lacônicos e discretos, registram com um só verbo a presença da mãe. “Ela estava.” Nada dizem de sua reação nem sua dor, que ficou para a criatividade de poetas e pintores.

“As mães nunca desistem nem abandonam. As mães não traem”, afirmou Francisco. Os Evangelhos somente dizem: ela estava. No momento mais cruel, Ela sofria com o Filho. Estava. Ela simplesmente estava ali. Os sofrimentos de uma mãe… Todos nós conhecemos mulheres fortes, que levaram avante os sofrimentos de seus filhos.”

Não somos órfãos

Depois, em Pentecostes, no primeiro dia da Igreja, reencontramos Maria como Mãe da Esperança em meio àquela comunidade de discípulos tão frágeis: um tinha negado o Mestre, muitos tinham fugido, todos tinham medo. Maria simplesmente estava lá no seu modo normal de ser, como se fosse algo natural: a Igreja primitiva, envolvida pela luz da Ressurreição, mas também pela incerteza e o medo dos primeiros passos a dar no mundo.

“Por isso, todos nós A amamos como Mãe. Não somos órfãos, todos temos uma mãe no céu”, disse ainda Francisco. Maria nos ensina a virtude da espera, mesmo quando tudo parece sem sentido, pois confia no mistério de Deus. “Nos momentos de dificuldade, que Maria possa sempre amparar os nossos passos, possa sempre dizer ao coração: levanta-se, olhe para frente, para o horizonte. Ela é Mãe de esperança.”

Peregrinação a Fátima

Ao saudar os fiéis língua portuguesa, o Papa recordou sua iminente viagem a Portugal, “como peregrino a Fátima, para confiar a Nossa Senhora as sortes temporais e eternas da humanidade e suplicar sobre os seus caminhos as bênçãos do Céu. Peço a todos que me acompanhem, como peregrinos da esperança e da paz: as suas mãos em prece continuem a sustentar as minhas”.

Saudação à Rússia

Francisco dirigiu também uma saudação especial a uma delegação de jovens sacerdotes do Patriarcado de Moscou, presente no Vaticano a convite do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. “Que Deus abençoe a Rússia e o empenho da Igreja ortodoxa em prol do diálogo entre as religiões e o bem comum.”

Por Rádio Vaticano

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