Papa Paulo VI - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Papa Paulo VI - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Vaticano: Paulo VI vai ser canonizado em 2018, anuncia Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/vaticano-paulo-vi-vai-ser-canonizado-em-2018-anuncia-papa/ Mon, 19 Feb 2018 15:33:11 +0000 http://teste.toqueto.com/vaticano-paulo-vi-vai-ser-canonizado-em-2018-anuncia-papa.html O Papa Francisco anunciou que o Papa Paulo VI vai ser canonizado ainda em 2018, em um pronunciamento durante um encontro com o clero da Diocese de Roma.

“Dois recentes bispos de Roma já são Santos (João XXIII e João Paulo II). Paulo VI será santo este ano. E um tem causa de beatificação aberta, João Paulo I.” E completou, brincando: “Bento e eu estamos na lista de espera: rezem por nós.”

“Paulo VI será santo este ano”, disse, numa intervenção divulgada neste sábado, 17, pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

Paulo VI, o pontífice que liderou a Igreja Católica entre 1963 e 1978, período em que encerrou o Concílio Vaticano II, foi beatificado pelo Papa Francisco a 19 de outubro de 2014. A data e o local para a cerimônia de canonização ainda serão decididos.

O milagre necessário para a canonização foi a cura de uma bebê, ainda no ventre da sua mãe. Segundo o jornal da Diocese de Bréscia, ‘La Voce del Popolo’, a grávida, da província de Verona, corria o risco de abortar devido a uma patologia que comprometia a vida da criança e da mãe. A mulher peregrinou ao Santuário delle Grazie, na terra natal de Paulo VI, e a menina nasceu em 25 de dezembro de 2014, em boas condições de saúde e sem qualquer explicação médica para a sua cura.

Quem foi Paulo VI

Giovanni Battista Montini nasceu em Concesio, Bréscia, na região italiana da Lombardia, e foi ordenado padre ainda antes de completar 23 anos, em 1920, tendo feito doutorado em filosofia, direito civil e direito canônico.

Como padre, esteve ao serviço diplomático da Santa Sé e da pastoral universitária italiana, tendo vivido a II Guerra Mundial no Vaticano, onde se ocupou da ajuda aos refugiados e aos judeus.

Após o conflito, colaborou na fundação da Associação Católica de Trabalhadores Italianos, antes de ser nomeado arcebispo de Milão, em 1954; São João XXIII criou-o cardeal em 1958 e participou nos trabalhos preparatórios do Concílio Vaticano II.

A 21 de junho de 1963, foi eleito Papa, escolhendo o nome de Paulo VI, e concluiu os trabalhos do Concílio “entre várias dificuldades, estimulando a abertura da Igreja ao mundo e o respeito pela tradição”.

O futuro santo escreveu sete encíclicas, entre as quais a ‘Humanae vitae’ (1968), sobre a regulação da natalidade, e a ‘Populorum progressio’ (1967), sobre o desenvolvimento dos povos, tendo instituído o Sínodo dos Bispos e o Dia Mundial da Paz.

Por Canção Nova, com Agência Ecclesia

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50 anos de Populorum Progressio: ninguém é excluído de apoiar o bem comum https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/50-anos-de-populorum-progressio-ninguem-e-excluido-de-apoiar-o-bem-comum/ Tue, 04 Apr 2017 11:39:37 +0000 http://teste.toqueto.com/50-anos-de-populorum-progressio-ninguem-e-excluido-de-apoiar-o-bem-comum.html O bem comum, a paz, o desenvolvimento e a integração entre os povos exigem o envolvimento e compromisso de cada pessoa, indicou o Papa Francisco em um discurso pronunciado ante os participantes do encontro organizado pelo Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, por ocasião dos 50 anos da encíclica “Populorum Progressio” do Beato Paulo VI.

O Pontífice sublinhou que Paulo VI “explicou em detalhes nesta encíclica o significado de ‘desenvolvimento integral’, e ele propôs aquela boa e sintética forma: ‘desenvolvimento de cada homem e de todo homem’”.

Francisco se perguntou: “O que significa, hoje e no futuro, o termo ‘desenvolvimento integral’, ou seja, o desenvolvimento de cada homem e de todo homem?”.

Da resposta a esta pergunta, assinalou, pode-se deduzir algumas diretrizes para a ação do dicastério. Especificamente, destacou quatro diretrizes.

Desenvolvimento humano integral consiste em “integrar os diversos povos da terra. O dever de solidariedade nos obriga a buscar modalidades justas de cooperação, para que não exista a dramática desigualdade entre quem muito tem e nada tem, entre quem descarta e que é descartado”.

“Somente o caminho da integração entre os povos permite à humanidade um futuro de paz e de esperança.”

Em segundo lugar, “trata-se de oferecer modelos praticáveis de integração social. Todos nós temos uma contribuição para oferecer à sociedade. Todos nós temos uma peculiaridade que pode ajudar a facilitar a unidade. Ninguém está excluído de contribuir com algo para o bem comum. Isto é, ao mesmo tempo, um direito e um dever”.

Por outro lado, a terceira diretriz assinalada por Francisco é “integrar no desenvolvimento de todos os elementos que o tornam realidade”.

Os diferentes elementos que articulam a sociedade, a economia, as finanças, o trabalho, a cultura, a vida familiar, a religião, são, cada um na sua especificidade, “um elemento indispensável desse crescimento. Nenhum deles pode absolutizar nem excluir de uma consciência de desenvolvimento humano integral, levando em consideração que a vida humana é como uma orquestra se os diferentes instrumentos estão em perfeita sintonia e seguem uma partitura compartilhada por todos”.

Finalmente, trata-se também de “integrar a dimensão individual com aquela comunitária. É inegável que somos filhos de uma cultura, pelo menos no mundo ocidental, que destacou o indivíduo até torná-lo como uma ilha, como se pudesse ser feliz sozinho”.

“Por outro lado, não faltam visões ideológicas e poderes políticos que espezinham a pessoa, massificando-a ou privando-a da liberdade, sem a qual, o homem não pode ser homem”.

“Em tal massificação estão interessados também os poderes econômicos que querem explorar a globalização em vez de favorecer uma maior cooperação entre os homens, simplesmente por impor um mercado global no qual eles são os que fixam as regras e colhem os benefícios”, disse o Papa.

“O ‘eu’ e a comunidade não são concorrentes entre si”, “a comunidade é geradora quando todos nós somos e de maneira singular, cada um dos seus integrantes”. “Este tem inclusive mais valor no contexto da família, que é a primeira célula da sociedade, onde aprendemos a viver juntos”.

O Papa Francisco citou Jesus Cristo como exemplo da ação da Igreja no campo do desenvolvimento integral. “Deus foi conhecido plenamente em Jesus Cristo. Nele, Deus e o homem não podem se dividir e separar um do outro. Deus se fez homem para fazer da vida humana, tanto pessoal quanto social, um caminho concreto de salvação”.

“Desse modo, a manifestação de Deus em Cristo indica o caminho e a modalidade do serviço que a Igreja quer oferecer ao mundo. Sob essa luz, você pode entender o que significa o desenvolvimento integral”.

“Neste sentido – concluiu –, o conceito de pessoa, amadurecido no cristianismo, ajuda a perseguir um desenvolvimento plenamente humano”.

Por ACI Digital

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Cardeal Parolin: "substituir a lei do poder com o poder do amor" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-parolin-substituir-a-lei-do-poder-com-o-poder-do-amor/ Tue, 04 Apr 2017 10:44:17 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45310 “Substituir a lei do poder com o poder do amor.” Para o secretário de Estado vaticano, Cardeal Pietro Parolin, esse é o caminho para realizar “o desenvolvimento humano integral” auspiciado 50 anos atrás pelo Papa Paulo VI.

Na homilia da missa oficiada esta segunda-feira (03/04) na Basílica de São Pedro, por ocasião da Conferência internacional promovida pelo Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, que celebra os 50 anos da “Populorum Progressio”, o purpurado explicou que as “boas intenções” não servem, mas “ações concretas” para promover a solidariedade para “com toda pessoa que sofre” e a paz.

O ponto de partida é a “preocupação constante com a dignidade da pessoa – corpo e alma, mulher e homem, indivíduo e sociedade – para buscar toda justiça”, afirmou.

O Cardeal Parolin definiu “providencial a coincidência” entre os 50 anos da Populorum Progressio e o início da atividade do novo Dicastério instituído por vontade do Papa Francisco, que reúne quatro organismos da Santa Sé (Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, Cor Unum, Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes e Pontifício Conselho da Pastoral para os Agentes de Saúde) para dar fim às “formas de marginalização” para com os migrantes, aqueles que se encontram em situação de provação e de necessidade, os encarcerados, os desempregados, as vítimas de guerras e de catástrofes naturais.

“Ninguém é tão pequeno” para eximir-se de dar sua contribuição em favor do desenvolvimento, advertiu o secretário de Estado vaticano, precisando que o novo Dicastério pontifício deve agir “como um único corpo, com diferentes funções”.

Daí o convite, dirigido aos presentes, a “trabalhar juntos, unidos na preocupação uns pelos outros, para proclamar a salvação no centro e nas periferias, a paz e a reconciliação entre indivíduos e os povos”.

“Não se deve ter medo de sujar as mãos ao trabalhar pela paz e a justiça no mundo”, foi o convite final do Cardeal Parolin.

Por Rádio Vaticano

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Santa Sé nos 50 anos da Populorum progressio: supreendente atualidade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/santa-se-nos-50-anos-da-populorum-progressio-supreendente-atualidade/ Mon, 27 Mar 2017 14:12:49 +0000 http://teste.toqueto.com/santa-se-nos-50-anos-da-populorum-progressio-supreendente-atualidade.html “Colher como os ensinamentos de Paulo VI, por sua surpreendente atualidade, respondem também aos desafios do atual contexto sociocultural – marcado pela interdependência planetária, eclodida com a globalização –, da prolongada crise econômica e do mais recente fenômeno dos refugiados.”

Segundo afirmou o secretário da Congregação para a Educação Católica, Dom Angelo Vincenzo Zani, esse foi o objetivo do Simpósio sobre “Educação e desenvolvimento para a paz entre os povos”, concluído este sábado em Brescia – região italiana da Lombardia –, na sede da Universidade Católica.

O evento acadêmico teve lugar por ocasião dos 50 anos da Carta encíclica “Populorum progressio” (celebrados este domingo, 26 de março) e dos 60 anos dos Tratados de Roma – que instituíram a Comunidade Econômica Europeia (CEE).

“A Populorum progressio deu decididamente uma orientação mundial à Doutrina social da Igreja no campo social que, até aquele momento, tinha sido abordada numa ótica prevalentemente europeia”, disse o arcebispo no Simpósio.

“A verdade do desenvolvimento consiste na sua integralidade: se não é do homem por inteiro e de todo homem, o desenvolvimento não é verdadeiro desenvolvimento.”

Para Dom Zani, essa é uma das afirmações-chave da encíclica de Paulo VI, na qual se encontra a própria “fonte de inspiração” também o compromisso da Congregação para a Educação Católica, que tem a finalidade de acompanhar mais de 215 mil escolas católicas e 1.865 universidade católicas, frequentadas por cerca de 60 milhões de estudantes, entre os quais um alto percentual pertencentes a culturas e religiões não-cristãs.

Por Rádio Vaticano

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