pão - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png pão - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Orientações sobre o pão e o vinho da Eucaristia https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/orientacoes-sobre-o-pao-e-o-vinho-da-eucaristia/ Mon, 10 Jul 2017 11:14:43 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47316 A pedido do Papa Francisco, a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos dirigiu aos Bispos diocesanos uma carta-circular a respeito do pão e do vinho da Eucaristia.

O documento recorda aos prelados que cabe a eles providenciar “dignamente” tudo aquilo que é necessário para a celebração da Ceia do Senhor. “Compete-lhe vigiar a qualidade do pão e do vinho destinado à Eucaristia e, por isso, também, aqueles que o fabricam”, lê-se no texto.

O Dicastério manifesta preocupação com a venda da matéria eucarística em supermercados, lojas ou até mesmo pela internet. “O Ordinário deve recordar aos sacerdotes, em particular aos párocos e aos reitores das igrejas, a sua responsabilidade em verificar quem é que fabrica o pão e o vinho para a celebração e a conformidade da matéria”, mediante inclusive a apresentação de certificados.

Trigo e glúten

A Congregação recorda que o pão deve ser ázimo, unicamente feito de trigo. “É um abuso grave introduzir, na fabricação do pão para a Eucaristia, outras substâncias como frutas, açúcar ou mel. Já as hóstias completamente sem glúten são inválidas, sendo tolerado hóstias parcialmente providas desta substância. Já o Mosto, isto é, o sumo de uva, é matéria válida para a eucaristia”.

Honestidade

O Dicastério destaca ainda que os fabricantes devem ter a “consciência de que o seu trabalho destina-se ao Sacrifício Eucarístico, e por isso, é-lhes requerido honestidade, responsabilidade e competência”, sugerindo que a cada Conferência Episcopal encarregue uma ou duas Congregações religiosas para verificar a produção, a conservação e a venda do pão e do vinho para a Eucaristia.

Por Rádio Vaticano

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O perdão dos pecados e a unidade, temas a meditar nos exercícios espirituais https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/o-perdao-dos-pecados-e-a-unidade-temas-a-meditar-nos-exercicios-espirituais/ Tue, 07 Mar 2017 15:06:44 +0000 http://teste.toqueto.com/o-perdao-dos-pecados-e-a-unidade-temas-a-meditar-nos-exercicios-espirituais.html O terceiro dia de Exercícios Espirituais do Papa Francisco na Casa Divino Mestre em Ariccia por ocasião da Quaresma se centrou na meditação “O pão e o corpo, o vinho e o sangue”.

O franciscano Giulio Michelini, responsável pela realização deste retiro, refletiu sobre a Última Ceia de Jesus. “Estar na mesma mesa significa experimentar a beleza de estar juntos e receber o que foi preparado por outros como um ato de amor. O Ressuscitado, segundo o evangelista João, havia preparado o alimento para seus discípulos no Mar da Galileia”.

“Na ceia de Jesus também surge este elemento: a entrega de Judas. Mas Jesus, na noite que foi traído, segundo a versão antiga da ceia, não retira o seu dom e entrega tudo o que ele tinha para entregar: o seu corpo e o seu sangue”.

“A Palavra, o Filho já havia oferecido a sua divindade (…) e agora doa a sua humanidade, ou seja, a sua carne, porque era nesta carne que a divindade foi tal. Deste modo, Jesus entrega totalmente a si mesmo”.

O Pe. Michelini propôs 3 perguntas para meditar: a relação com o alimento, a unidade em torno a ceia e o perdão dos pecados.

“Pergunto-me se somos verdadeiramente conscientes de que Jesus derramou o seu sangue, de verdade, com a sua própria vida, e não somente com palavras, disse e concedeu o perdão de Deus”.

Por ACI Digital

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Pão Nosso https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/pao-nosso/ Thu, 26 Jan 2017 09:03:29 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44128 Quem de nós já não rezou a oração do “Pai nosso” na qual pedimos o pão nosso de cada dia? O pão aparece frequentemente na Bíblia com significado todo especial. Não só é o alimento, símbolo de todos os demais alimentos, mas o próprio Deus se fez pão para nós: “Jesus tomou o pão, abençoou e disse tomai e comei isto é meu corpo” (Lc 24,30).

O pão, em todas as culturas é tema central. Na vida cotidiana sentimos a importância da alimentação. Nunca se produziu tanto alimento no mundo como hoje e, no entanto, a fome continua fatal. As guerras e migrações provocadas por elas, a indústria alimentícia que visa mais o lucro que o bem estar das pessoas e o desperdício de alimentos estão entre as causas da fome no mundo.

Os Evangelhos narram a multiplicação dos pães. Uma multidão seguia Jesus. Estavam em um lugar longe das cidades, entardecia e o povo tinha fome. Os apóstolos questionam Jesus sobre o que fazer. Jesus lhes responde: “Dai-lhes vós mesmo de comer” (Mt 14,16). Eles procuram e só encontram cinco pães e dois peixinhos que alguém ali possuía e colocou à disposição. Jesus abençoa-os mandando distribuir. Todos comeram e sobrou, sendo recolhido.

Neste acontecimento há um convite para imitar Jesus realizando a multiplicação dos pães. Deus supremo doador dá à natureza condições de produzir o alimento necessário, mas confia ao ser humano a organização da produção e distribuição dos alimentos. Assim, a lição que Jesus concede na multiplicação dos pães, é a lição da solidariedade e da partilha. Onde há partilha não há fome. Jesus sinaliza neste episódio uma maneira diferente de organizar a sociedade, na qual o egoísmo e a ganância não formam o núcleo central do sistema, mas sim a vida.

É certo que Jesus disse também que nem só de pão vive o homem. Na verdade se eu tenho fome é um problema material meu, mas se meu irmão tem fome, é um problema espiritual meu. Ou seja, nós não vivemos bem só quando estamos bem alimentados, mas vivemos bem quando todos estão bem alimentados. O ser humano se alimenta do pão material, imprescindível, e do amor que faz partilhar com os outros.

Em nosso país é grande a produção de alimentos, inclusive para exportação. Mas a fome é presença constante. As campanhas desenvolvidas para contornar o problema da fome são interessantes, “quebram o galho”, mas não resolvem. O projeto popular de vida plena para todos com dignidade, ganhou o poder, mas não ganhou o Estado. Temos democracia política, mas não democracia social.

Continuamos esperando o milagre da multiplicação dos pães, que Deus espera que nós realizemos na perspectiva do Reino de Deus, e que se chama distribuição de renda. Uma justa distribuição de renda dará pão sem assistencialismo e sem criar dependências. 

Artigo escrito por Dom Pedro Carlos Cipollini para o Jornal Diário do Grande Abc

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