palavra - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:02 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png palavra - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 12 hábitos autodestrutivos que você tem e nem percebe https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/12-habitos-autodestrutivos-que-voce-tem-e-nem-percebe/ Wed, 28 Feb 2018 10:09:10 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51028

Tudo o que repetimos inúmeras vezes, com o tempo, pode ser entendido pelo cérebro como verdade.

Somos responsáveis pelas coisas que repetimos.

A forma como falamos e pensamos e as coisas que fazemos afetam drasticamente a nossa vida.

Abaixo, segue uma lista de hábitos autodestrutivos que você deve se esforçar para deixar de fazer ainda hoje.

1- Culpar outras pessoas pela sua infelicidade

Ninguém está aqui para dizer que pessoas não te fizeram mal, mas a maneira como você segue e se reconstrói após situações ruins é o que definirá o seu futuro. É aquela velha história: não podemos mudar o que aconteceu, mas podemos mudar o nossos olhar com relação ao que aconteceu. Também é importante lembrar que perdoar não é ficar junto, perdoar é voltar a ser feliz e seguir em frente. Procure ajuda, faça terapia, mas não pare no tempo em que foi ferido(o). O caminho é para frente.

2- Repetir frases que te depreciam e generalizá-las:

  • Sou um completo fracassado;
  • Nunca vou dar certo na vida mesmo;
  • Nenhum namorado meu presta;
  • Tudo acontece comigo;
  • Todas são mais bonitas do que eu.

Perceba que, no uso dessas frases, além do conteúdo negativo, existem palavras que generalizam o comportamento: sempre, nunca, completo, todas, nenhum. Essas são palavras perigosas porque dizem ao seu cérebro que você não tem outra alternativa a não ser permanecer um fracasso, infeliz, solteiro e azarado (entre outras coisas). Preste muita atenção nessas frases e pare hoje mesmo de usá-las.

3- Buscar a perfeição

Deixe a perfeição idealizada em seu lugar dentro da filosofia de Platão. Na maioria das vezes, perdemos tempo demais em busca do inatingível, mas a única coisa que essa busca indica é o nosso medo de errar e de não sermos aceitos. Lembre-se de que “feito é melhor que perfeito” e diferencie em sua vida quais são realmente os aspectos que exigem maior esmero.  Em geral, são poucas as profissões e hábitos que realmente exigem um resultado perfeito.

4- Procrastinar

Todas as vezes que postergamos a resolução de um assunto ou a execução de uma tarefa importante, criamos mais uma problemática que é a culpa por não ter feito o que devia ter sido feito. Lembre-se daquele sábio conselho de mãe: “faça primeiro o que gosta menos, aí você já fica livre para fazer o que quiser”. A princípio, o conforto de fazer o que se gosta mais é muito atraente, mas a sua paz posterior valerá a pena.

5- Não ter palavra

Não seja ingênuo de pensar que você não depende das pessoas. Não seja bobo de acreditar que seu crédito com quem gosta de você é eterno. As relações são baseadas na troca e no cuidado mútuo. Quem não tem palavra não é indicado. Quem não tem palavra não é respeitado. Se você disse que faria algo, faça. Se não puder fazer, ofereça uma excelente (e verdadeira) justificativa. Agora, se você não pode fazer, aprenda a dizer não!

6- Sempre priorizar outras pessoas

No tópico anterior mencionei o “Aprender a dizer não” , pois ele é o o principal problema de quem tem medo de não ser amado e deixa de priorizar a si mesmo para priorizar as coisas do outro. Ser “bonzinho” demais também é uma atitude autodestrutiva se esse “bonzinho” envolver o sacrifício de si mesmo.

7- Mendigar afeto

Amor e afeto são coisas que não se vende, não se compra e muito menos se mendiga. Se você os está mendigando existe algo errado com você (ou com a outra pessoa) e é bom cuidar disso o mais rápido possível.

8- Não perceber seus próprios valores

O ser humano é um “bichinho esquisito” que sempre prioriza o que não tem em detrimento do que tem, logo, pode ter uma lista imensa de qualidades e passar a vida sem percebê-las ou valorizá-las.

9- Mudar de humor como quem muda de camisa

Todo mundo têm oscilações de humor e, para que elas sejam consideradas normais, elas devem ser consequência de acontecimentos que afetam o momento da pessoa (uma notícia ruim, um maltrato, um atraso, etc). É importante, porém, dar atenção a dois aspectos: 1- se o seu humor muda com frequência sem motivo aparente, isso pode estar relacionado a um transtorno de humor e você pode precisar de ajuda médica. 2- se você tem mudanças de humor e perde o dia e por causa de um acontecimento e não consegue se reequilibrar durante horas, também é indicativo de que precisa de ajuda de um profissional da saúde mental.

10- Vitimismo e autopiedade

As vítimas chamam a atenção das pessoas justamente por suas mazelas. São aquelas que os outros olham e chamam de “coitadinhas”. Entretanto, toda vitima recebe uma atenção derivada da sua desgraça e o perigo consiste na pessoa aprender a sobreviver baseada apenas nos ganhos secundários da atenção que recebe por ser um (a) sofredor (a). Todos têm o direito de sofrer e vivenciar as suas dores e lutos pessoais, mas é preciso cuidado para que a dor não se torne a principal marca de sua identidade.

11- Comprar mais coisas do que precisa

“Todo excesso revela uma falta”. Comprar demais indica uma tentativa de preenchimento de outros aspectos da vida que talvez não estejam tão bem e precisam de cuidado emocional. Outro problema do excesso de compras são as dívidas, pois normalmente quem gasta demais, gasta mais do que tem.

12- Medo da mudança

Quanto maiores são a segurança e a estabilidade, menor é a liberdade. Liberdade envolve abrir-se para o novo, ousar, arriscar e sair da zona de conforto. Muitas pessoas passam suas vidas presas a coisas, pessoas e lugares porque têm muito medo da mudança. Quem não muda, paralisa. Quem paralisa, atrofia em vida, sonhos e criatividade. O medo da mudança talvez seja o “hábito” mais danoso que alguém pode carregar consigo.

Por A Soma de Todos os Afetos via Aleteia

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Guardar-se do deus dinheiro, que ele mesmo de punir seus adoradores https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/guardar-se-do-deus-dinheiro-que-ele-mesmo-de-punir-seus-adoradores/ Thu, 09 Mar 2017 10:17:49 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44789 Da misericórdia que “ressoa em modo novo” à necessidade de guardar-se do deus dinheiro, “grande Velho” falso e mentiroso,  que “se encarrega de punir ele mesmo os seus adoradores”, e o alerta de que o outro “é uma palavra que se vê” e o Lázaro de hoje “não é mais uma pessoa, mas um continente, ou até mesmo, um hemisfério”. 

Na primeira Quaresma após o Jubileu da Misericórdia, o Pregador da Casa Pontifícia, Frei Raniero Cantalamessa, traçou para a Agência Sir (da Igreja italiana) um panorama deste tempo forte do ano litúrgico.

Misericórdia

Após o Jubileu – observa o pregador – a  palavra “misericórdia” “evoca gestos, comportamentos e uma praxis eclesial bem precisa. O próprio exemplo do Papa indicou toda uma série de aplicações concretas, de âmbitos novos e atuais onde encarnar a bem-aventurança dos misericordiosos”.

“Antes ainda do dever de ser misericordiosos – continuou – o Papa Francisco insistiu na misericórdia como dom de Deus à humanidade que assumiu um rosto humano em Cristo. A misericórdia dos homens e da Igreja – disse ele –  não é a causa, mas o efeito da misericórdia de Deus”.

Neste sentido, “a Parábola do servo mau que, perdoado não soube por sua vez perdoar a quem lhe devia cem míseros denários, fixou para sempre a relação existente entre as duas faces da misericórdia segundo o Evangelho”.

A palavra é um dom

O frei capuchinho recorda que a mensagem do Santo Padre para a Quaresma deste ano “é centrada na relação entre a Palavra que Deus dirige a cada pessoa por meio do Evangelho e a palavra viva que é cada irmão, sobretudo o pobre e o necessitado”. Santo Agostinho, neste sentido, define a palavra como “um sacramento que se ouve” e o sacramento “uma palavra que se vê”. Assim, o Papa nos recorda que “o outro é uma palavra que se vê”.

“O rico epulão – explica o Pregador da Casa Pontifícia – não soube ver esta palavra no pobre Lázaro; tendemos – nos adverte o Papa – a fazer o mesmo também nós com os inúmeros “Lázaros” que existem nas nossas portas e pelas nossas ruas”.

Para o Frei Raniero, “nunca se fará o bastante em termos de misericórdia espiritual e corporal, mesmo porque as necessidades são imensas e objetivamente superiores às forças humanas”.

No entanto, isto “não deve fazer com que fechemos nossos olhos para as iniciativas extraordinárias de solidariedade, que sob diversas formas, religiosas ou leigas, estão em andamento no nosso mundo ocidental, também graças ao exemplo pessoal e aos contínuos apelos do Papa Francisco”.

“O bem não faz barulho e o barulho não faz bem” – sublinha – e isto fica “particularmente evidente nas obras de misericórdia, sobretudo da misericórdia corriqueira e capilar”.

“Ouvimos falar continuamente – observa o Frei Raniero – de escândalos financeiros e de apropriações indevidas, mas raramente das tantas, pequenas ou grandes “expropriações” voluntárias”.

Corrupção e o deus dinheiro

O Papa Francisco, em sua  mensagem para a Quaresma, também toca num tema que lhe é muito caro: a corrupção. E fala do dinheiro como o “ídolo tirânico”.

Neste contexto, o Pregador da Casa Pontifícia recorda que nos anos 70 e 80 na Itália, “as inesperadas reviravoltas políticas, os jogos ocultos de poder, o terrorismo e os mistérios de todo tipo” que afligiam a convivência civil, fizeram com que se firmasse a ideia, “quase mística, da existência de um “grande Velho”: um personagem astuto e poderoso, que por detrás do panos teria influenciado tudo, com um fim somente por ele conhecido. Este “grande Velho” – sublinha Raniero – realmente existe, não é um mito; chama-se Dinheiro!”.

E como todos os ídolos – alerta – “o dinheiro é falso e mentiroso”. Promete a segurança, ao invés disto, a tira; promete liberdade, e ao invés disto, a destrói” .

“Homens ocupando cargos de responsabilidade, que não sabiam mais em qual banco ou paraíso fiscal depositar seus ganhos com a corrupção, acabaram no banco dos réus, ou na cela de uma prisão. Para quem o fizeram? Valia a pena fazê-lo? Fizeram realmente o bem dos filhos e da família, ou do partido, se é isto que buscavam? Ou simplesmente acabaram arruinando a si mesmos e aos outros? O deus dinheiro se encarrega ele mesmo de punir os seus adoradores”.

Sacramento da Penitência

No Jubileu da Misericórdia, o Papa enviou os missionários da misericórdia, também para dar uma maior centralidade ao Sacramento da Penitência. Para Raniero Cantalamessa, a postura que se tem atualmente em relação ao Sacramento da Reconciliação “espelha a tendência existente em todas as Igrejas cristãs e na prática religiosa em geral”. Isto é, “a confissão é praticada por um número menor, muito menor (de fieis) em relação ao passado, mas aqueles que se aproximam dele, o fazem, de forma geral, com uma convicção maior do que em outros tempos”.

O frei capuchinho acredita que, atendendo aos numerosos apelos do Papa neste sentido, seria necessário “fazer da confissão um sinal de autêntica conversão do coração”.

“Existem pecados que nós sacerdotes quase nunca ouvimos  mencionados no confessionário e que são muito difusos na vida e uma verdadeira chaga da sociedade: aqueles que dizem respeito ao modo de administrar ou de buscar dinheiro”.

“Esperemos – concluiu Frei Raniero Cantalamessa – que o comentário que o Papa faz em sua mensagem para a Quaresma da parábola evangélica, não seja lido e ouvido somente pelos tantos Lázaro, mas também por algum rico epulão”.

Por Rádio Vaticano

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