padroeira do Brasil - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:05:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png padroeira do Brasil - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Imagem da Mãe Aparecida participa de encontro inter-religioso na China https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/imagem-da-mae-aparecida-participa-de-encontro-inter-religioso-na-china/ Fri, 22 Dec 2017 10:02:41 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50264 Neste mês de dezembro a imagem de Nossa Senhora Aparecida vai participar de um grande encontro inter-religioso na China (Taiwan), promovido pela Associação de Religiões Chinesas Tradicionais, o Monastério Budista e o Museu do Buda em Taiwan.

O ‘When Buddha Meets the Gods 2017’ acontece anualmente e reúne diversas representações religiosas, com o objetivo de unir as vozes em oração pela paz no mundo, o respeito e a igualdade. O evento promove ainda a cultura e a arte religiosa, com a presença dos símbolos de fé de cada representação.

O encontro será realizado no Museu do Buda no dia 25 de dezembro. O reitor do Santuário Nacional, padre João Batista de Almeida, será o responsável por levar a imagem da Padroeira do Brasil para a China.

“É algo totalmente novo na minha vida eu nunca participei até esse ano, de uma celebração onde várias religiões tenham ali a sua participação. A primeira vez aconteceu no dia 28 de outubro no templo Zu Lai na cidade de Cotia em São Paulo, e ali nós fomos convidados para participar desse evento em Taiwan. É algo que gera muita expectativa de como é estar ao lado de quem professa outras crenças, outra disciplina, então é algo muito novo”, contou o reitor.

A previsão para este ano de 2017 é de que 50 mil representações religiosas participem do evento na China.

Padre João Batista destacou que o diálogo inter-religioso tem sido uma bandeira da Igreja Católica, com constantes insistências do papa Francisco e da própria CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Por isso, o reitor destaca a importância de Nossa Senhora Aparecida, símbolo nacional do povo brasileiro, assumir o seu lugar nesse espaço de diálogo e interação religiosa que o mundo está fazendo.

“O surgimento da imagem de Nossa Senhora Aparecida já teve esse objetivo, surgindo para ser um símbolo religioso para unir as pessoas, unir o escravo na época, o caboclo, o minerador daquele tempo, o garimpeiro, e também a família real. Então podemos dizer que a imagem de Nossa Senhora Aparecida surgiu para unir todos os povos”, pontou padre João Batista.

Por A12/Santuário Nacional de Aparecida

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Existem 38 santuários dedicados a Mãe Aparecida pelo Brasil, diz levantamento https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/existem-38-santuarios-dedicados-a-mae-aparecida-pelo-brasil-diz-levantamento/ Tue, 17 Oct 2017 09:37:28 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49021 De acordo com um levantamento feito pela redação do portal A12, existem 38 santuários – contando com a Basílica da Mãe Santíssima na cidade de Aparecida – dedicados a Padroeira do Brasil pelo país.

Na cidade de São Paulo, são diversos os santuários que homenageiam a Mãe Aparecida. A exemplo disso, está a igreja pertencente à Diocese de Jundiaí, que foi elevada a dignidade de templo diocesano no dia 22 de dezembro de 1992.

Desde aquela época, um extenso número de fiéis procurava diariamente a igreja de Jundiaí a fim de pedir a intercessão e agradecer as bênçãos recebidas pela Mãe Maria.

Já o Santuário Nossa Senhora Aparecida, no município paulista de São Manuel, localizado no Distrito de Aparecida de São Manuel, é considerado o segundo templo dedicado a Padroeira do Brasil. A história de devoção teve início por volta de 1840, sendo que em 1858 foi inaugurada no local a primeira capela dedica a Mãe Santíssima.

Com o aumento do número de fiéis que vinha procurar o lugar, houve a necessidade de se construir uma nova igreja, inaugurada em fevereiro de 1911 e elevada a Santuário em 15 de agosto de 1913. Neste ano, o espaço tornou-se também o primeiro santuário da Diocese de Botucatu.

Além desses exemplos citados pela A12, a Gaudium Press listou outro santuário em honra a Nossa Senhora Aparecida. Situado na cidade de Tambaú, foi criado através de um sonho do Padre Donizetti Tavares de Lima – que recentemente teve suas virtudes heroicas reconhecidas pelo Vaticano.

Naquele tempo, o sacerdote tinha o desejo de construir uma igreja que homenageasse a Padroeira do Brasil, entretanto, não pode concretizá-lo devido a sua morte. Mais tarde, uma comissão iniciou as providências para a construção do novo templo.

Antes, houve a criação da Paróquia de Tambaú, sob a invocação de Santo Antônio, no dia 14 de maio de 1902. Quando o Padre Donizetti assumiu a comunidade, encomendou a réplica da Imagem de Nossa Senhora Aparecida para colocar na Igreja Matriz.

Em 1929, um incêndio provocado por um curto circuito desmoronou as estruturas da igreja. Das 23 imagens que havia no local, restou apenas a imagem da Padroeira do Brasil, que estava intacta e foi retirada pelo sacerdote.

Diante daquele trágico episódio, o Padre Donizetti prometeu construir um santuário para a Virgem Santíssima. Mas seu desejo só foi concretizado após seu falecimento, aos 79 anos.

O lançamento da pedra fundamental do Santuário Nossa Senhora Aparecida ocorreu no dia 1º de novembro de 1961. O término foi no ano de 1966.

Nesta mesma igreja, que faz parte da Diocese de São João da Boa Vista, estão os restos mortais do Servo de Deus. 

Por Gaudium Press, com A12 e Santuário Nossa Senhora Aparecida de Tambaú

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Festival da Padroeira: o exemplo de Pe. Zezinho aos jovens https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/festival-da-padroeira-o-exemplo-de-pe-zezinho-aos-jovens/ Mon, 16 Oct 2017 14:44:35 +0000 http://teste.toqueto.com/festival-da-padroeira-o-exemplo-de-pe-zezinho-aos-jovens.html O Brasil vem de uma semana importante e festiva pelos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida. Se não com a oração, com a devoção e o testemunho, pode ser a música a elevar nossa proximidade com a Mãe, tocando o coração principalmente dos jovens, ao abraçar essa nova e estimulante experiência de fé.

Padre Zezinho e sua canção “Oração pela Família”, conhecida internacionalmente e que o ajudou a ganhar um Disco de Ouro em 1991, foi interpretada junto a um grupo de padres no palco do Santuário de Aparecida, em São Paulo. O show de 10 de outubro fez parte do Festival da Padroeira para as comemorações dos 300 anos.

Entre os padres cantores que se apresentaram com canções marianas para homenagear Nossa Senhora estavam: Fábio de Melo, Reginaldo Manzotti, Joãozinho, Juarez, Omar, Marcos, Antônio Maria e Pe. Periquito. O cantor Daniel e Ziza Fernandes também participaram do show. Padre Zezinho, desde os 9 anos frequentando o Santuário, sabe o que significam esses 300 anos de Aparecida e a força que os padres e pastores têm para interceder pelos fiéis.

Pe. Zezinho – “Num testemunho bonito de unidade, 15 padres e o cantor Daniel, apresentado também com o Pe. Fábio de Melo, cantaram para Maria, cada um do seu jeito. Pe. Zezinho esteve junto, falando de Maria – a Maria que acompanhou o Filho desde Belém até a cruz. E dizíamos para o povo presente, em multidão: ‘Perto de Maria, perto de Jesus. Longe de Maria, longe de Jesus’ porque Maria sempre peregrinou com o Filho. Nos 300 anos da festa e da presença de Maria em Aparecida, com os seus sinais, estamos lembrando a presença da Igreja também. Foi muito bonito, foi uma festa impressionante e foi um jeito nosso de dizer: ‘Com Maria, sempre com Maria’. E, por isso, ‘com Jesus e sempre com Jesus’.

No canal da TV Aparecida no YouTube você pode conferir a participação de Pe. Zezinho no Festival da Padroeira (https://goo.gl/udE3bf).

Por Rádio Vaticano

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Nossa Senhora Aparecida conduz o povo a Cristo https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/nossa-senhora-aparecida-conduz-o-povo-a-cristo/ Fri, 13 Oct 2017 10:20:13 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48986 Todo o Brasil se engalanou para a grande festa. São 300 anos de bênçãos concedidas por Deus através do singelo símbolo. Uma pequena e graciosa imagem traduz algo mais que a simples aparência. Assim falam os símbolos. Como a aliança na mão dos casais ou a bandeira nacional que tremula sobre um mastro ou uma pequena nota de dinheiro que vale o que nela está estampado, os símbolos nos falam muito além do que a simples vista humana pode alcançar. Para entender os símbolos é necessário mais que apenas visualizá-los, é preciso contemplá-los com a alma. Como num ditado chinês que diz que o sábio aponta para a lua e o tolo olha a ponta do dedo, podemos cair no equívoco de parar com nossos olhos onde o símbolo ainda não chegou com toda a sua mensagem.

A devoção mariana marca a alma do povo brasileiro desde seu início. Através de imagens, Maria de Nazaré vem conduzindo-o para Cristo, e repetindo a cada gesto, o que aconteceu em Caná da Galileia, conforme narrativa de João (cf. Jo 2,1-12). Eis aí a fundamentação bíblica que explica toda a confiança que nossa gente deposita em Nossa Senhora Aparecida.  Foi no momento de apuro em Caná, que ela interveio em favor da família, suplicando a seu Filho solução. E ele a atendeu. O milagre que Deus faz através da intercessão da Mãe de seu Filho, Verbo Encarnado, continua na história através das mais variadas formas, inclusive por meio da devoção popular, pois grande é sua misericórdia e seu amor não conhece limites.

Ao lançar o Ano Mariano preparatório para a festa que culminou no dia 12 passado, o Presidente da CNBB, Cardeal Sérgio da Rocha, afirmava que este seria “um ano para celebrar, para comemorar, para louvar a Deus, mas também para reaprender com Nossa Senhora como seguir Jesus Cristo, como ser cristão hoje”. E prosseguiu: “Nós esperamos muito que o Ano Mariano possa ser de intensa evangelização com Maria, contando com a sua proteção, seguindo os seus exemplos, mas sendo essa Igreja em saída, essa Igreja misericordiosa, que a exemplo de Nossa Senhora vai ao encontro dos irmãos para compartilhar a alegria do Evangelho de Jesus Cristo, alegria da fé em Cristo”.

Escrevendo aos Bispos reunidos na XXXVI Assembleia da Conferência Episcopal Latino Americana, em maio passado, o Papa Francisco afirmou: “Em Aparecida, encontramos a dinâmica do povo fiel que se confessa pecador e salvo (…), um povo consciente de que suas redes, sua vida, está cheia de uma presença que o anima a não perder a esperança; uma presença que se esconde no cotidiano do lugar e das famílias, nestes silenciosos espaços em que o Espírito Santo continua apontando ao nosso Continente. Tudo isto nos apresenta o formoso ícone que a nós pastores convida a contemplar”.

O Papa Francisco valorizou a celebração e o amor do povo brasileiro a Nossa Senhora, com outros expressivos gestos. Concedeu indulgência plenária, durante o Ano Mariano, aos peregrinos do Santuário Nacional e das Paróquias a ela dedicadas, mandou edificar, nos jardins do Vaticano, monumento à Padroeira do Brasil, enviou mensagens, escreveu linda oração, mandou seu Legado para as celebrações e, por fim, ofereceu a Rosa de Ouro ao Santuário de Aparecida, prêmio raro e singular que a Santa Sé reserva para ocasiões muito especiais, tendo afirmado anteriormente, que “Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe”.

Com olhos fixos na Mãe do Senhor, o povo brasileiro prossegue seu caminho na construção de uma sociedade justa e fraterna, ouvindo de seus lábios, outra vez: “Fazei tudo o que ele vos disser” (Jo 2, 5).

Por Dom Gil Antônio Moreira – Arcebispo de Juiz de Fora

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300 anos da Padroeira do Brasil à luz da palavra do Papa Francisco https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/300-anos-da-padroeira-do-brasil-a-luz-da-palavra-do-papa-francisco/ Fri, 13 Oct 2017 08:19:49 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48982 Durante a maior parte do tempo de preparação para o jubileu de 300 anos do encontro imagem de Aparecida, os brasileiros acalentaram a expectativa da presença de o Papa Francisco conforme promessa feita por ele mesmo ao visitar o Santuário Nacional antes de iniciar a Jornada Mundial da Juventude no Rio de janeiro, em 2013.

Impossibilitado por razões estratégicas de suas viagens internacionais à América Latina, uma vez que outros países também reclamam sua presença, ele esclareceu, em 2016, que não poderia estar presente na festa de Aparecida. Ainda assim, em maio deste ano, por meio de carta dirigida aos bispos do Conselho Episcopal Latino-americano e Caribenho, por ocasião da celebração dos 10 anos da Conferência de Aparecida, ele fez uma profunda reflexão mostrando o significado e a importância da mensagem da festa deste 12 de outubro.

Em primeiro lugar, o Papa lembrou que desejaria voltar a Aparecida na companhia dos bispos mesmo que por meio de uma reflexão e que essa meditação “fosse também a vossa ‘visita’ aos pés da Mãe, a fim de que nos gere na esperança e tempere os nossos corações de filhos”. Para ele, “seria como ‘voltar para casa’, olhar, contemplar, mas sobretudo deixar-nos ver e encontrar por Aquele que nos amou primeiro”. E lembrou a celebração jubilar: “Há trezentos anos um grupo de pescadores saiu como sempre para lançar as redes. Saíram para trabalhar e foram surpreendidos por um achado que mudou os seus passos: no seu dia a dia foram encontrados por uma pequena imagem totalmente coberta de lama”.

Crescimento na fé e imersão no discipulado

Papa Francisco lembrou aos bispos que a imagem encontrada no Rio Paraíba do Sul, no interior de São Paulo” “era Nossa Senhora da Conceição, imagem que durante quinze anos permaneceu na casa de um deles, e os pescadores iam lá rezar e Ela ajudava-os a crescer na fé. Ainda hoje, trezentos anos depois, Nossa Senhora Aparecida faz-nos crescer, imergindo-nos num caminho discipular”.

“Ainda hoje, trezentos anos depois, Nossa Senhora Aparecida faz-nos crescer, imergindo-nos num caminho discipular” (Papa Francisco)

E esclareceu: “Aparecida é uma verdadeira escola de discipulado. E, a este propósito, gostaria de indicar três aspetos. O primeiro são os pescadores. Não eram muitos, mas um pequeno grupo de homens que todos os dias saíam para enfrentar o trabalho e desafiar a incerteza que o rio lhes reservava. Homens que conviviam com a insegurança de nunca saber qual teria sido o ‘lucro’ do dia; incerteza nada fácil de gerir quando se trata de levar a comida para casa, e sobretudo quando nessa casa há crianças que devem ser nutridas. Os pescadores são aqueles que conhecem pessoalmente a ambivalência que se cria entre a generosidade do rio e a agressividade das suas inundações. Homens acostumados a enfrentar as inclemências com um vigor e uma determinada santa ‘obstinação’ de quem todos os dias não deixa — porque não pode — de lançar as redes”.

“A corrupção, que arruína vidas, arremessando-as na mais extrema pobreza. Corrupção que destrói populações inteiras subjugando-as à precariedade. Corrupção que, como um câncer, corrói a vida diária do nosso povo”. (Papa Francisco)

O Papa prosseguiu na reflexão: “Esta imagem aproxima-nos do centro da vida de tantos nossos irmãos. Vejo rostos de pessoas que saem desde a alvorada até noite funda para ganhar a vida. E fazem isto com a insegurança de não saber qual será o resultado. E o que faz mais mal é que — quase sempre — saem para enfrentar a inclemência gerada por um dos pecados mais graves que flagela o nosso continente hoje: a corrupção, que arruína vidas, arremessando-as na mais extrema pobreza. Corrupção que destrói populações inteiras subjugando-as à precariedade. Corrupção que, como um câncer, corrói a vida diária do nosso povo. Eis então tantos nossos irmãos que, de modo admirável, saem para lutar e enfrentar os ‘transbordamentos’ de muitos… que não têm necessidade de sair. O segundo aspeto é a mãe. Maria conhece em primeira pessoa a vida dos seus filhos. Em crioulo ouso dizer: é uma madraza, uma boa mãe. Uma mãe atenta que acompanha a vida dos seus. Aparece onde ninguém a espera”.

No meio da lama

E o Papa chama atenção para uma particularidade da história de Nossa Senhora no Brasil: “Na história de Aparecida encontramo-la no meio do rio coberta de lama. Ali espera os seus filhos, ali está com os seus filhos no meio das suas lutas e buscas. Não tem medo de se imergir com eles nas vicissitudes, de se sujar para renovar a esperança: Maria aparece onde os pescadores lançam as redes, onde aqueles homens procuram ganhar a vida. Ela está lá. Por fim, o encontro. As redes não se enchem de peixes mas de uma presença que completou a vida dos pescadores e lhes deu a certeza de que nas suas tentativas, nas suas lutas, não estavam sozinhos. Era o encontro daqueles homens com Maria. Depois de a terem lavado e restaurado, levaram-na para casa onde permaneceu por muito tempo. Aquele lar, aquela casa, foi o lugar no qual os pescadores da região se encontravam com Maria. E aquela presença tornou-se comunidade, Igreja. As redes não se encheram de peixes, transformaram-se em comunidade. Em Aparecida encontramos a dinâmica do povo crente que se confessa pecador e salvo, um povo forte e obstinado, ciente de que as suas redes, a sua vida está cheia de uma presença que o encoraja a não perder a esperança; uma presença que se esconde no dia a dia dos lares e das famílias, nos espaços silenciosos onde o Espírito Santo continua a amparar o nosso continente. Tudo isso nos apresenta um bonito ícone que nós, pastores, somos convidados a contemplar”.

“As redes não se enchem de peixes mas de uma presença que completou a vida dos pescadores e lhes deu a certeza de que nas suas tentativas, nas suas lutas, não estavam sozinhos” (Papa Francisco)

Aparecida, depois de 300 anos, segundo o Papa Francisco, “não traz receitas, mas chaves, critérios, pequenas grandes certezas, para iluminar e, sobretudo, ‘acender’ o desejo de nos despir de todas as vestes inúteis e voltar às raízes, ao essencial, à atitude que plantou a fé nos inícios da Igreja e depois fez do nosso continente a terra da esperança”.  

E mais: “Aparecida só quer renovar a nossa esperança no meio de tantas ‘inclemências’”.  Ele diz ainda “A fé das mães e das avós que não sentem medo de se sujar para criar os próprios filhos. Sabem que o mundo no qual devem viver está infestado de injustiças, para onde quer que olhem e experimentam a carência e a fragilidade de uma sociedade que se fragmenta cada dia mais, no qual a impunidade da corrupção continua a ceifar vítimas e a desestabilizar as cidades. Não só sabem… vivem isto. E são o exemplo claro da segunda realidade que como pastores somos convidados a tornar nossa: não devemos ter medo de nos sujar pela nossa gente. Não devemos sentir medo da lama da história contanto que resgatemos e renovemos a esperança. Só pesca aquele que não tem medo de arriscar e de se comprometer pelos seus”.

Centrar em Jesus Cristo

O Papa lembra aos bispos latino-americanos que “para poder viver com esperança é fundamental que nos centremos de novo em Jesus Cristo que já habita no centro da nossa cultura e vem a nós sempre renovado. Ele é o centro. Esta certeza, e exorto, ajuda a nós pastores a centrar-nos de novo em Cristo e no seu Povo. Eles não são antagonistas. Contemplar Cristo no seu povo é aprender a descentrar-nos de nós mesmos para nos centrar no único Pastor. Centrar-nos de novo com Cristo no seu Povo é ter a coragem de ir às periferias do presente e do futuro confiando-nos à esperança que o Senhor continuará a estar presente e que a sua presença será fonte de vida em abundância”.

E registrou, mais uma vez, o que tinha escrito na Encíclica Evangelii gaudium (n. 49): “Prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças. Não quero uma Igreja preocupada com ser o centro, e que acaba presa num emaranhado de obsessões e procedimentos. Se alguma coisa nos deve santamente inquietar e preocupar a nossa consciência é que haja tantos irmãos nossos que vivem sem a força, a luz e a consolação da amizade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de fé que os acolha, sem um horizonte de sentido e de vida. Mais do que o temor de falhar, espero que nos mova o medo de nos encerrarmos nas estruturas que nos dão uma falsa proteção, nas normas que nos transformam em juízes implacáveis, nos hábitos em que nos sentimos tranquilos, enquanto lá fora há uma multidão faminta e Jesus repete-nos sem cessar: ‘Dai-lhes vós mesmos de comer’ (Mc 6, 37)”.

Lição final de Aparecida

Papa Francisco encerra sua mensagem aos bispos da América Latina reafirmando que todas essas realidades da evangelização encontradas na mensagem de Aparecida podem ajudar “a revelar a dimensão misericordiosa da maternidade da Igreja que, a exemplo de Aparecida, está entre os ‘rios e a lama da história’, acompanhando e encorajando a esperança a fim de que cada pessoa, onde quer que esteja, possa sentir-se em casa, filho amado, procurado e esperado. Este olhar, este diálogo com o povo fiel de Deus, oferece ao pastor duas atitudes muito bonitas para cultivar: a coragem para anunciar o Evangelho e a força para enfrentar as dificuldades e os dissabores que a mesma pregação provoca”.

“Que Maria, Nossa Senhora Aparecida, continue a guiar-nos para o seu Filho a fim de que os nossos povos n’Ele tenham vida… e em abundância” (Papa Francisco)

E o Papa finalizou: “Na medida em que nos envolvermos na vida do nosso povo fiel e tocarmos o fundo das suas feridas, poderemos olhar sem ‘filtros clericais’ para o rosto de Cristo, ir ao seu Evangelho para rezar, pensar, discernir e deixar-nos transformar, a partir do seu rosto, em pastores de esperança. Que Maria, Nossa Senhora Aparecida, continue a guiar-nos para o seu Filho a fim de que os nossos povos n’Ele tenham vida… e em abundância. E, por favor, peço-vos que não vos esqueçais de rezar por mim. Que Jesus vos abençoe e a Virgem Maria vos ampare”.

Por Canção Nova

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Mensagem do Papa e Missa Solene marcam Jubileu dos 300 anos de Aparecida https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/mensagem-do-papa-e-missa-solene-marcam-jubileu-dos-300-anos-de-aparecida/ Fri, 13 Oct 2017 07:41:48 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48980 Nesta quinta-feira, 12, Dia de Nossa Senhora Aparecida, milhares de fiéis se reuniram na Basílica Nacional de Aparecida (SP) para homenagear a Padroeira do Brasil.

O ponto alto do dia foi a Missa solene das 10h, presidida pelo enviado especial do Papa Francisco, Cardeal Giovanni Battista Re. Também concelebraram o Núncio Apostólico no Brasil, Giovanni d’Aniello, o Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, e muitos outros bispos e sacerdotes.

Mensagem do Papa

No início da celebração foi exibida uma videomensagem do Papa Francisco, em português, saudando e abençoando os fiéis que vivem o Ano Mariano e o Jubileu dos 300 anos. Ele lembrou que durante sua primeira viagem apostólica, em 2013, teve a graça de rezar aos pés de Nossa Senhora Aparecida. Naquela ocasião ele manifestou o desejo de estar presente no Ano Jubilar, mas não foi possível.

“Ainda que não esteja fisicamente presente, quero por meio da Rede Aparecida de Comunicação, manifestar meu carinho por este povo querido, devoto da Mãe de Jesus. O que deixo aqui são simples palavras, mas desejo que vocês recebam o meu fraterno abraço neste momento de festa”, disse o Papa.

E repetiu as palavras que disse na ocasião de sua visita ao Santuário Nacional: “aprendamos a conservar esperança, a deixar nos surpreender por Deus e viver na alegria, esperança querido povo brasileiro, é virtude que deve permear os corações dos que creem. Sobretudo, quando ao nosso redor temos situações de desespero que podem sem querer nos desanimar, não se deixem vencer pelo desanimo. Não se deixem vencer pelo desanimo! Confiem em Deus, confiem na intercessão de Nossa Senhora Aparecida, no Santuário de Aparecida e em cada coração devoto de Maria, que podemos tocar a esperança que se concretiza na vivencia da espiritualidade, na generosidade, na solidariedade, na perseverança, na fraternidade, na alegria, que por sua vez são valores que encontram sua raiz mais profunda na fé cristã. Veja a mensagem completa em vídeo aqui.

Na homilia, Dom Battista Re recordou a celebração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, nas águas do Rio Paraíba, e destacou a crescente devoção que começou logo após a imagem ter sido encontrada.

“Carinhosamente chamada A Aparecida. O seu culto começou rapidamente a desenvolver-se, ganhando grande intensidade. Ao oratório primitivo ergueu-se outros templos, sempre maiores, até chegar a Basílica anterior, construída em 1908”.

Coração católico do Brasil

O cardeal lembrou ainda que em 1930 Nossa Senhora foi proclamada Rainha e Padroeira principal do Brasil, e com o aumento expressivo do número de peregrinos chegou-se à construção do santuário atual.

“Diante dele nos encontramos agora em oração (…) Neste Santuário Mariano sente-se pulsar o coração católico do Brasil. O amor e a devoção à Virgem Maria fazem parte da cultura latino-americana e são um elemento característico da religiosidade do povo brasileiro. É uma devoção profundamente enraizada nas almas, transmitida de geração em geração”, enfatizou.

Dom Battista Re destacou que ao longo destes 300 anos inúmeras pessoas e grupos oraram diante de Nossa Senhora Aparecida, buscando luz, apoio e conforto, sabendo que ao Seu olhar materno não escapa situação alguma de cada pessoa. “Incontáveis são ainda as pessoas que ajoelharam aqui aos pés da Mãe de Deus, com a alma oprimida por problemas e aflições. Levantando-se depois com a alma serena, e cantando os louvores da Virgem Maria”.

Recuperar os valores

O cardeal disse ainda que nestes tempos de avanços tecnológicos e conquistas espaciais, quando a ciência e a técnica estão atingindo metas cada vez maiores, o mundo corre o risco de se tornar menos humano. Frente à uma secularização que avança, o povo católico sente cada vez mais forte a necessidade da ajuda de Nossa Senhora Aparecida.

“Precisa de um renovado fervor mariano, para recuperar os valores que contam para um futuro mais justo, mais humano e mais cristão. Sem os valores morais e espirituais, o futuro não poderá ser bom”, destacou.

Intercessão de Maria

Dom Re afirmou que a Virgem Mãe diz hoje a cada um, através da liturgia desta solenidade, sobre seu poder materno de intercessão. “Se não tivesse convidado Jesus e sua mãe, aqueles noivos de Caná da Galileia teriam ficado mal (…) Mas com sua sensibilidade materna, Maria percebeu o contratempo que estava prestes a verificar-se e foi interceder junto a Jesus”.

Ele lembrou que, desde os primeiros séculos, os cristãos sempre viveram com confiança na intercessão e proteção da Virgem Mãe. “Elevada ao Céu, está perto de Deus, mas em nunca deixar de estar perto de nós. Trata-se de uma mediação orientada para o contínuo nascimento de Cristo nos corações e no mundo”.

Fidelidade ao Evangelho

Por fim, o cardeal lembrou que a mensagem que a Virgem Maria deixa aos fiéis nestes 300 anos de Aparecida é a mesma que ressoou em Caná da Galileia: “Fazei tudo o que Cristo vos disser”.

“Por outras palavras, sede verdadeiros discípulos-missionários de Jesus, prontos a fazer aquilo que Deus vos pede. O verdadeiro bem do homem e da mulher está em fazer a vontade de Deus, está em confiar em Deus. Isto quer ser um convite para recomeçar em Cristo, testemunhando os valores e ideais cristãos. Recomeçar em Cristo significa tomar Cristo como medida de tudo. Significa haurir de Cristo a coragem de que precisamos, tirar dele confiança e esperança para o futuro”.

Dom Battista Re afirmou que a mensagem que o mundo atual precisa dos cristãos é a fidelidade ao Evangelho, aos valores e ideais cristãos, que são o patrimônio mais precioso do Brasil.

“Cada um de nós se consagre à Mãe de Deus, consagrando-lhe nossa vida, com suas alegrias e tristezas, esperanças e problemas. Entreguemos à Nossa Senhora Aparecida todas as famílias do Brasil, implorando proteção e ajuda (…) confiemo-lhes também o futuro do Brasil”, concluiu.

Por Canção Nova

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As lições de Aparecida https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/as-licoes-de-aparecida/ Wed, 11 Oct 2017 08:42:50 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48955 No dia 12 de outubro o povo católico do Brasil reverencia nossa padroeira, Nossa Senhora Aparecida. Este ano, com uma motivação especial, pois conclui-se o Ano Nacional Mariano, que recorda os 300 anos da devoção à Mãe Aparecida. Nossa Diocese, embora tenha como principal devoção mariana Nossa Senhora de Fátima, juntamente com todas as dioceses do Brasil, peregrinou com uma réplica da imagem da Aparecida, recebida pelo Santuário Nacional, por todas as mais de 600 comunidades que juntas formam nossa Igreja Particular. Esta missão foi confiada aos jovens das paróquias e foi um impulso na evangelização.

Quero relembrar alguns pensamentos da belíssima mensagem deixada pelo Papa Francisco aos bispos do Brasil, na Jornada Mundial da Juventude, dia 27 de julho de 2013, no Rio de Janeiro. De fato, “a Igreja tem sempre a necessidade urgente de não desaprender a lição de Aparecida; não a pode esquecer”, disse o Santo Padre.

A Mãe.Em primeiro lugar, nos recorda que “em Aparecida, Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe”. Sentimo-nos amados por ela. Em Aparecida, Maria não pronunciou palavras, mas pede para termos tempo para estar na sua companhia e contemplá-la, pois ela nos fala de Deus, da Igreja e de cada um de nós.

A pobreza. Aparecida revela a realidade do povo brasileiro de ontem e de hoje: a pobreza e os meios pobres para viver. Os pescadores são pobres. “Os homens partem sempre das suas carências, mesmo hoje.Possuem um barco frágil, inadequado; têm redes decadentes, talvez mesmo danificadas, insuficientes.Primeiro, há a labuta, talvez o cansaço, pela pesca, mas o resultado é escasso: um falimento, um insucesso. Apesar dos esforços, as redes estão vazias.”

A surpresa de Deus. Como em Aparecida, Deus nos surpreende sempre. “Ele chegou de surpresa, quem sabe quando já não o esperávamos. A paciência dos que esperam por Ele é sempre posta à prova. E Deus chegou de uma maneira nova, porque Deus é surpresa: uma imagem de barro frágil, escurecida pelas águas do rio, envelhecida também pelo tempo. Deus entra sempre nas vestes da pequenez.”

Instrumento de unidade. “O Brasil colonial estava dividido pelo muro vergonhoso da escravatura. Nossa Senhora Aparecida se apresenta com a face negra, primeiro dividida, mas depois unida, nas mãos dos pescadores. […] Muros, abismos, distâncias ainda hoje existentes estão destinados a desaparecer. A Igreja não pode descurar esta lição: ser instrumento de reconciliação.”

Acolhida em casa. “Depois, os pescadores trazem para casa o mistério. O povo simples tem sempre espaço para albergar o mistério. Talvez nós tenhamos reduzido a nossa exposição do mistério a uma explicação racional; no povo, pelo contrário, o mistério entra pelo coração. Na casa dos pobres, Deus encontra sempre lugar. […] Deus faz-se levar para casa. Ele desperta no homem o desejo de guardá-lo em sua própria vida, na própria casa, em seu coração.”

 Os meios pobres. “As redes da Igreja são frágeis, talvez remendadas; a barca da Igreja não tem a força dos grandes transatlânticos que cruzam os oceanos. E, contudo, Deus quer se manifestar justamente através dos nossos meios, meios pobres, porque é sempre Ele que está agindo.”

Parabéns a todas as crianças pela passagem do vosso dia! Nossa Senhora Aparecida, olha para nosso povo brasileiro!

Por Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta

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Manto dos 300 anos da Mãe Aparecida é confeccionado pelas Carmelitas https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/manto-dos-300-anos-da-mae-aparecida-e-confeccionado-pelas-carmelitas/ Tue, 26 Sep 2017 08:30:19 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48683 A Imagem de Nossa Senhora Aparecida do Santuário Nacional usará em outubro deste ano, época da festa em memória dos 300 anos da Padroeira do Brasil, um manto confeccionado pelas religiosas do Carmelo de Santa Teresinha.

Na última sexta-feira, 22 de setembro, as irmãs do Carmelo de Aparecida entregaram dois mantos ao prefeito de Igreja do Santuário Nacional, Padre Eduardo Ribeiro, após uma celebração no Carmelo. Naquela ocasião, todos rezaram a oração jubilar do tricentenário de Nossa Senhora.

Conforme informações do portal A12, três religiosas trabalharam durante 30 dias no bordado do manto, que remete aos pescadores que encontraram a imagem da Virgem e à pesca milagrosa de 1717.

“A concepção começou em 2015, quando estávamos fazendo os mantos das festividades daquele ano, então em comecei a pensar que precisava conter os pescadores, a rede, os peixes, o rio, para fazer memória do encontro da imagem”, contou a Irmã Teresa Margarida do Coração de Jesus.

Ainda segundo a carmelita, para fazer o bordado, ela se inspirou em uma canção de Nossa Senhora, que em uma das letras, diz: “nas curvas de um M, no rio brasileiro, Maria aparece à luz do Cruzeiro”.

Desta forma, a religiosa procurou colocar a letra “M” de Maria para que no bordado simbolizasse o rio e as curvas nas quais foi encontrada a imagem. Já para representar o cruzeiro, foram colocadas as estrelas.

Para as carmelitas, é motivo de alegria poder colaborar todos os anos na festa da Padroeira com a confecção dos mantos. “É um pouquinho de nós, do nosso trabalho que a gente oferta para Nossa Senhora”, completou a Irmã Teresa. (LMI)

Por Gaudium Press, com A12 e ACI Digital

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Aparecida terá monumento de 50 m de altura em honra à Padroeira do Brasil https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/aparecida-tera-monumento-de-50-m-de-altura-em-honra-a-padroeira-do-brasil/ Mon, 25 Sep 2017 10:08:14 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48658 No ano de seu tricentenário, a Padroeira do Brasil irá receber uma homenagem gigante em Aparecida (SP), uma estátua de 400 toneladas e 50 metros de altura, 12 metros maior do que o Cristo Redentor do Rio de Janeiro, o maior símbolo religioso do país.

A nova estátua de Nossa Senhora Aparecida ficará dentro de um mapa do Brasil e será instalada em um parque temático que está sendo construído pelo município em honra à Virgem, em uma área de 130 mil metros quadrados. A escultura poderá ser vista da Via Dutra, a estrada interestadual que liga os estados do Rio de Janeiro e São Paulo e conduz à Aparecida.

O responsável pela criação dessa estátua é o escultor Gilmar Pinna. Segundo ele, a obra, que começou a ser produzida em janeiro, é feita de aço inoxidável e a criação aconteceu em seu ateliê, em Guarulhos (SP).

Nesta semana, foi feita a primeira parte do transporte da escultura para Aparecida, o que será concluído em outras três etapas. Para levar a imagem ao local onde será montada, foi preciso dividi-la em 20 peças. A expectativa é de que o monumento esteja pronto em dezembro.

Pinna já havia sido convidado pela prefeitura para produzir uma série de estátuas que representam os principais milagres de Nossa Senhora Aparecida, as quais foram colocadas em diferentes pontos da cidade.

Segundo ele, a prefeitura havia recebido uma verba do fundo das estâncias turísticas, porém o valor não era suficiente para fazer tudo o que o prefeito havia proposto.

“Sou muito devoto de Nossa Senhora Aparecida e disse a ele: vamos fazer alguma coisa grande como Ela merece. Como a prefeitura não tinha recurso previsto, eu propus fazer de graça. E assim estou fazendo, apenas com a ajuda dos amigos”, contou o artista, segundo o jornal ‘O Estado de S. Paulo’.

Assim, para construir a estátua, Pinna conta com a ajuda de outros dez artistas. Além disso, conseguiu o apoio de uma empresa de Guarulhos para realizar o transporte das peças do seu lugar de trabalho até Aparecida.

Como devoto da Padroeira do Brasil, o escultor disse se sentir “privilegiado” por poder realizar este trabalho que celebra os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no rio Paraíba do Sul.

Parque temático

A escultura gigante da Mãe Aparecida está inserida em um projeto maior, do parque temático, que ficará em uma área fora do Santuário de Aparecida, a três quilômetros do rio onde a imagem original foi encontrada.

De acordo com a prefeitura, “a maior parte do terreno é municipal e uma área particular, equivalente a 5% do total, já foi doada ao município”.

Nos 130 mil metros quadrados do parque haverá jardins, restaurantes, estrutura de apoio e um estacionamento para 2 mil veículos.

O ponto principal do parque será a escultura gigante e no interior dela haverá um elevador panorâmico com vista para a Basílica de Aparecida.

Embora a expectativa de inauguração da estátua seja em dezembro, para o parque temático a estimativa é de que seja finalizado completamente em dois anos.

Por ACI Digital

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Padre Fábio, Michel Teló e grandes nomes estarão na Festa dos 300 anos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/padre-fabio-michel-telo-e-grandes-nomes-estarao-na-festa-dos-300-anos/ Tue, 05 Sep 2017 10:26:27 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48263 Diversos cantores da música brasileira estarão no Santuário de Nacional em outubro, para homenagear Nossa Senhora Aparecida, na Festa dos 300 anos da Padroeira do Brasil.  Para esse momento especial, diversos cantores e artistas se juntaram ao Santuário, para presentear a Mãe Aparecida com o seu dom.

Destaque para a novidade desse ano, o Festival da Padroeira nos dias 10 e 12 de outubro na Tribuna Bento XVI.

Nos dois dias, padres cantores e grandes nomes da música nacional, prometem animar os devotos da Mãe Aparecida a partir das 20h30, tudo com entrada gratuita.

Padre Fábio de Melo, pe. Antonio Maria, pe. Reginaldo Manzotti, pe. Juarez, pe. Omar, pe. Zezinho, pe. Joãozinho, pe. Marcos e pe. Periquito apresentarão no dia 10 de outubro, um repertório especial, com os principais sucessos da carreira de cada um.

No dia 12 o Festival da Padroeira reúne nomes como Daniel, Michel Teló, Fafá de Belém, Chitãozinho e Xororó, Alcione, Paula Fernandes, Renato Teixeira, Elba Ramalho, Preta Gil, Agnaldo Rayol, Joana e Pe. Fábio de Melo, para fechar as festividades dos 300 anos da Mãe Aparecida com canções marianas que irão emocionar a todos os devotos.

Além do Festival da Padroeira o Santuário Nacional, em parceria com a TV Aparecida realiza no dia 8 de outubro, mais uma noite especial de shows para os devotos da Mãe Aparecida, com a presença dos apresentadores dos programas Terra da Padroeira e Aparecida Sertaneja. Kléber Oliveira, Tonho Prado, Menino da Porteira e Mariângela Zan animam a Tribuna Dom Aloísio Lorscheider, no Pátio das Palmeiras recebendo muitos convidados, a partir das 20h30, com entrada gratuita.

Todos os shows, nos dia 8, 10 e 12 de outubro, terão transmissão da TV Aparecida.

Para completar a agenda de shows na Festa dos 300 anos da Padroeira do Brasil, o Santuário de Aparecida recebe nos dias 6 e 7 de outubro o grupo italiano Genrosso, para duas apresentações do Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida, ambos às 20h30. O show terá um ingresso solidário no valor de R$30,00, que garante ainda uma camiseta do projeto “Toda Vida tem Esperança”, destinado às ações da Fazenda Esperança em Guaratinguetá (SP).

Acompanhe todas as informações sobre o Jubileu dos 300 anos de Bênçãos de Aparecida no a12.com/300anos e veja detalhes da programação.

Por Santuário Nacional de Aparecida

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