Organização Mundial da Saúde - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Organização Mundial da Saúde - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Febre amarela: OMS acompanhará fracionamento da vacina https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/febre-amarela-oms-acompanhara-fracionamento-da-vacina/ Wed, 24 Jan 2018 08:03:26 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50412 Técnicos da Organização Mundial da Saúde (OMS) chegam ao Brasil na próxima segunda-feira, 29, para acompanhar o fracionamento da vacina contra a febre amarela. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 23, pelo Ministério da Saúde, que tem se reunido semanalmente com o órgão das Nações Unidas para tratar do surto da doença no país.

De acordo com a pasta, a previsão é que os agentes internacionais desembarquem em São Paulo e acompanhem no próprio estado o fracionamento da vacina. Além de São Paulo, o Rio de Janeiro também inicia, nesta quinta-feira, 25, a imunização de municípios pré-selecionados contra a febre amarela.

Em São Paulo, 54 municípios participam da campanha, com previsão de vacinar 8,3 milhões de pessoas, sendo 6,3 milhões com a dose fracionada e 2 milhões com a padrão. Já no Rio de Janeiro, 7,7 milhões de pessoas deverão receber a dose fracionada e 2,4 milhões a padrão, em 15 municípios.

Até o momento, a campanha de vacinação no estado da Bahia permanece na data prevista (entre 19 de fevereiro e 9 de março). Na Bahia, 2,5 milhões de pessoas serão vacinadas com a dose fracionada e 813 mil com a dose padrão em oito municípios.

O objetivo da campanha, segundo o ministério, é evitar a expansão do vírus para áreas próximas de onde há circulação atualmente. No total, 21,7 milhões de pessoas destes municípios deverão ser vacinadas durante a campanha, sendo 16,5 milhões com a dose fracionada e outras 5,2 milhões com a dose padrão.

“A adoção do fracionamento das vacinas é uma medida preventiva e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) quando há aumento de epizootias e casos de febre amarela silvestre de forma intensa, com risco de expansão da doença em cidades com elevado índice populacional”, informou a pasta.

Por Agência Brasil

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Pesquisa revela que o casamento reduz o risco de demência https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pesquisa-revela-que-o-casamento-reduz-o-risco-de-demencia/ Mon, 18 Dec 2017 14:02:48 +0000 http://teste.toqueto.com/pesquisa-revela-que-o-casamento-reduz-o-risco-de-demencia.html Até 2050, o número de pessoas que vivem com demência deve aumentar três vezes. A Organização Mundial da Saúde afirma que hoje cinquenta milhões de pessoas têm a doença. Número que chegará a 152 milhões nas próximas três décadas. Pelo menos dez milhões de pessoas desenvolvem insanidade a cada ano. Destas, seis milhões vivem em países de baixa e média rendas.

Mas o risco de ficar demente pode ser menor se levarmos em conta um estudo comprovado por pesquisadores ingleses. Segundo eles, o casamento reduziria este risco, pelo fato de se ter uma companhia pra vida toda.

Assista à matéria completa aqui.

Por Canção Nova

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Caminhos que abrem horizontes de construção da paz e superação da violência https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/caminhos-que-abrem-horizontes-de-construcao-da-paz-e-superacao-da-violencia/ Tue, 12 Dec 2017 10:34:27 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49970 “Eu sempre penso que a violência é uma coisa aprendida. E se é aprendida, também pode ser desaprendida”. Desta forma padre Vilson Groh, 62 anos, sintetiza a compreensão que orienta sua atuação nas periferias da grande Florianópolis (SC), há 35 anos, num reconhecido trabalho que chegou a chamar a atenção do papa Francisco.

O padre que busca “agarrar” a esperança que se esconde por traz dos olhos da população empobrecida, especialmente dos jovens negros, público prioritário do seu trabalho, só acredita ser possível construir um caminho de paz por meio da atuação em redes de projetos, que envolvam governos e sociedade civil na criação de novos espaços públicos não estatais e de controle social, num grande pacto de luta contra a violência.

O religioso tira conclusões da própria experiência. Ele chegou a Florianópolis (SC) aos 22 anos, após cursar filosofia na Fundação Educacional de Brusque, sua terra natal. Na capital do estado começou a fazer Teologia. Em 1983, no último ano do curso, iniciou um trabalho no morro Mocotó, uma das áreas mais pobres da cidade. Foi aí que iniciou a luta pela regularização fundiária, urbanização do local e acolhimento de crianças, jovens e adultos, trabalho que se expandiu para outros territórios. Neste período, segundo ele, foram regularizadas e urbanizadas mais de 64 áreas de terra na grande Florianópolis.

Há cinco anos, o padre criou o Instituto Vilson Groh (IVG), organização que articula uma série de projetos e entidades e que, só nos primeiros dois meses de 2017, atendeu mais de 5 mil crianças, adolescentes e jovens por meio de seus diferentes projetos. Em 2016, foram 16 mil.

Tendo a educação como prioridade, o IVG apresenta um horizonte palpável de esperança às crianças, adolescentes e jovens, com os quais desenvolve um projeto pedagógico e de vida que vai dos 6 anos ao ingresso na Universidade. Foi este trabalho que despertou a atenção do papa Francisco que o convidou para uma audiência no Vaticano, em fevereiro deste ano.

A capacidade de mobilização do padre Vilson Groh vem mudando não apenas o acesso à moradia, mas também o colorido das paisagens por onde passa. Por meio do projeto Mocotó Cor e do trabalho voluntário, um exemplo de intervenção nos bairros onde atua, ele vem dando um colorido especial às fachadas das casas.

“Só por meio da nossa capacidade de fazer uma opção pelas periferias geográficas, como diz o papa Francisco, e se deixar tocar por essas realidades; Por meio da compreensão de uma Igreja em saída, entrando nestas ‘galileias’ empobrecidas e voltando ao método de Jesus, o método do encontro”, o religioso que vem transformado territórios e pessoas, acredita ser possível superar a violência e construir um caminho de paz.

As ideias do padre foram tomando forma na década de 80 primeiro por meio da Associação de Amigos da Casa da Criança do Adolescente do Mocotó, que hoje faz parte do Instituto Vilson Groh. Hoje a rede IVG abrange o Centro de Educação Popular, o Centro Cultural Escrava Anastácia, o Centro Social Elisabeth Sarkamp, o Centro Cultural Marista São José, a Associação João Paulo II e o Centro Educacional Marista Lúcia Mayvorne. O IVG oferece ainda cursinho pré-vestibular gratuito para os jovens da periferia.

As periferias geográficas de que fala o papa Francisco coincidem com a reflexão proposta pela Campanha da Fraternidade 2018 que, encarando o tema da violência, fala em seu texto-base da existência de territórios marcados pela extrema violência. No próximo ano, a Igreja no Brasil vai refletir sobre o tema e suas diferentes formas de manifestação direta, indireta e institucional na perspectiva da sua superação e da construção de uma cultura da paz.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a violência pelo uso intencional da força contra si mesmo, contra outra pessoa ou contra um grupo de pessoas, de modo a resultar em dano físico, sexual, psicológico ou morte.

Segundo o arcebispo de Brasília (DF) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha, há um clamor pela superação da violência, nas suas variadas formas, que tanto sofrimento tem trazido ao povo brasileiro. “Com a CF 2018, esperamos poder envolver as comunidades e a todos, estimulando a reflexão e a busca de soluções para a sua superação”, diz.

Guerra letal e silenciosa – O tema que está no centro das preocupações dos brasileiros figura nas pesquisas que apontam o Brasil como um dos países mais violentos do mundo. A nota técnica do Atlas da Violência, de março de 2016, fruto da parceria do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, demonstra que apesar de possuir menos de 3% da população mundial, o país responde por quase 13% dos assassinatos no planeta. Em 2014, o Brasil chegou ao topo do ranking, considerado o número absoluto de homicídios. Foram 59.627 mortes segundo o Ipea.

Os números apontados pelo Mapa da Violência 2016, organizado pela Flacso, mostram que, no Brasil, cinco pessoas são mortas por arma de fogo a cada hora. A cada único dia são 123 pessoas assassinadas dessa forma. Essas cifras revelam que, no Brasil, ocorrem mais mortes por arma de fogo do que nas chacinas e atentados que acontecem em todo o mundo. Contam-se mais homicídios aqui do que em diversas das guerras recentes.

O especialista em segurança pública Robson Sávio Reis Souz, professor da PUC Minas, chama a atenção para o fato do Brasil ser o décimo país mais desigual, apesar de ser a oitava maior economia do mundo, de acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano da Organização das Nações Unidas (ONU) de 2016. A desigualdade social, segundo ele, é um dos principais fatores do crescimento da violência no país.

Com o aumento da criminalidade a partir da década de 80, consolidou-se um contexto de impunidade que, somado à maior procura por drogas ilícitas e a maior disponibilidade de armas de fogo, formou o ambiente no qual se deu o crescimento dos homicídios e de outros crimes contra a pessoa e contra o patrimônio, explica o professor que integra o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Autor do livro Quem comanda a segurança pública no Brasil: atores, crenças e coalizões que dominam a política nacional de segurança pública, da editora Letramento, diz que a violência no Brasil tem um caráter seletivo. “A maioria das vítimas da violência são pobres, negros, jovens e moradores da periferia. É uma violência seletiva. Não atinge a todos. No Brasil, há locais mais seguros que a Europa e mais violentos que a Síria”, disse.

Um dado que exemplifica o caráter seletivo da violência citado pelo professor é o que aponta que entre jovens de 15 a 24 anos, os homicídios são a principal causa de morte. Dados referentes ao ano de 2011 mostram a gravidade da tragédia. Naquele ano houve, em todo o país, mais de 52 mil mortos por homicídio. Desse total, mais da metade das vítimas eram jovens (52,63%). Dentre tais jovens vitimados, a imensa maioria era composta por negros (71,44%), majoritariamente do sexo masculino (93,03%).

Entre 2001 e 2011, os homicídios de mulheres cresceram 17,2%. Somente no ano de 2013, houve 4,8 homicídios por 100 mil mulheres, segundo o Mapa da Violência publicado em 2015. Tendo registrado naquele ano 4.762 homicídios de mulheres – 13 homicídios diários, em média –, o Brasil ocupa a quinta colocação, numa lista de 83 países. Ocorrem aqui 2,4 vezes mais homicídios de mulheres do que a média internacional.

O presidente da CNBB, cardeal dom Sergio Rocha, reforça que a superação da violência necessita da ação efetiva dos três poderes, especialmente da implantação de políticas públicas. “Os caminhos de superação passam sempre pelo diálogo, pela misericórdia, pela justiça social e pela educação para a paz”, afirma. O arcebispo lembra que nas campanhas da fraternidade, a palavra de Deus sempre ilumina e orienta o caminhar da Igreja. Na CF 2018, reforça o cardeal, o lema “Em Cristo, somos todos irmãos”, motiva a construir a fraternidade como caminho para alcançar a paz.

Matéria publicada na edição nº 21 da Revista Bote Fé da Edições da CNBB

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Para religiosa, amor é eficaz para resgatar importância da pessoa idosa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/para-religiosa-amor-e-eficaz-para-resgatar-importancia-da-pessoa-idosa/ Fri, 08 Dec 2017 10:23:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49950 “Um povo que não protege os avós e não os trata bem é um povo sem futuro”. A  intenção do Papa Francisco para o mês de dezembro reascende questões ligadas ao envelhecimento, como aceitação, preconceito, exclusão e a necessidade de maior atenção e cuidados com os que ultrapassam os 60 anos de idade.

“Eles [os idosos] foram encarregados de transmitir a história de uma família, de uma comunidade, de um povo. Tenhamos presente os nossos idosos, para que sustentados pelas famílias e instituições, colaborem com a sua sabedoria e experiência, na educação das novas gerações”, rogou o Papa em seu pedido de oração.

A população mundial está envelhecendo. Informação divulgada no final de 2014, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), prevê que o número de pessoas idosas passará de 2 bilhões até 2050, tornando as doenças crônicas e o bem-estar da terceira idade novos desafios de saúde pública global. O envelhecimento é uma novidade para o ser humano, com a qual a sociedade ainda está aprendendo a lidar, afirmou a mestre em Gerontologia, Débora Guedes.

Segundo Guedes, além das dificuldades próprias da idade, o idoso ainda precisa aprender a lidar com o preconceito. “Infelizmente existem muitos preconceitos com relação a envelhecer, pois modelos atuais mostram qualificações apenas para a juventude. Ao mesmo tempo em que é desejado viver com longevidade, (…), é indesejado todas as características biopsicossociais que o envelhecimento traz. Então existe um grande conflito, nossa sociedade se cuida e deseja viver o máximo, porém repele os que chegam a ter mais idade”, analisou.

A coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa (PPI), Irmã Terezinha Tortelli, explica que, no Brasil, o envelhecimento também é visto como um fenômeno novo. Isso é  perceptível pela invisibilidade com que as pessoas idosas, principalmente as fragilizadas, são tratadas nos convívios sociais e familiares.

De acordo com Tortelli, o Brasil apresenta atualmente o número de 26 milhões de pessoas com idade acima dos 60 anos de idade. Deste número, 13% — 4 milhões —, apresentam fragilidades que as tornam dependentes de acompanhamento e maior atenção, número ainda pouco assistido por instituições voltadas para a pessoa idosa. Segundo a religiosa, entre as entidades que prestam auxílio aos idosos, a PPI tem, talvez, o número mais expressivo de idosos ajudados. Porém, esse número que parece grande – 141.356 pessoas -,  representa apenas 0,5% das pessoas idosas brasileiras hoje.

A Igreja e a valorização do idoso

Irmã Terezinha explicou que a PPI surgiu a partir da percepção dos bispos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) sobre a necessidade de criar uma pastoral específica para as pessoas idosas. E isso aconteceu após a Campanha da Fraternidade de 2003, que tratou desse assunto a partir do tema “A fraternidade e as pessoas idosas: vida, dignidade e esperança”. Iniciativa de Dom Aloysio José Leal Penna – falecido em 2012 —, a pastoral ficou sob os cuidados de Zilda Arns – médica pediatra e sanitarista – até o seu falecimento, em 2010.

Com aproximadamente 25 mil pessoas ativas dentro da pastoral – entre voluntários; coordenadores comunitários, diocesanos, paroquiais e estaduais; e facilitadores –, são realizadas visitas regulares a brasileiros da terceira idade, em 873 municípios de todos os estados do Brasil.

“Nós capacitamos pessoas para visitas domiciliares mensais, são visitas permanentes que criam vínculo entre a pessoa que visita e a pessoa visitada. (…) A intenção é que a pessoa idosa se sinta amada, querida, importante, alguém está dando importância para ela, alguém a está visitando todos os meses, com frequência (…). É uma maneira simples e singela, mas eficaz de resgatar a importância da pessoa idosa”, comentou Tortelli.

A visita tem consequências, como encaminhamentos obrigatórios a serem feitos após a criação de vínculos entre a pessoa visitada e a pessoa que visita, a criação de um clima fraterno na família, na vizinhança, e o enfrentamento de situações que impeçam o envelhecimento saudável da pessoa idosa. “Enfrentamos bastante situações de violência contra a pessoa idosa, o que gera encaminhamentos dolorosos para quem deve tomar providências”, contou Irmã Terezinha.

O lema da Pastoral é uma frase de São João Paulo II: “Que cada comunidade acompanhe, com uma compreensão amorosa, todos que envelhecem”. “Nós assumimos isso como um sonho que João Paulo II idealizou. (…) Está impresso em todos os nossos materiais educativos para voluntários”, contou.

Apesar do trabalho significativo da PPI, Irmã Terezinha acredita que ainda há muito o que ser feito, e destacou a importância da atenção do Papa Francisco à pessoa idosa como uma oportunidade de divulgação dos trabalhos da pastoral e o despertar de novos voluntários.

Por Canção Nova

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Suicídio mata mais que câncer e AIDS https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/suicidio-mata-mais-que-cancer-e-aids/ Fri, 15 Sep 2017 09:00:02 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48488 O mês de setembro é dedicado ao combate e prevenção do suicídio em todo o mundo. Assim como o câncer e a AIDS que eram doenças rodeadas de tabus e viam o número de suas vítimas aumentando a olhos nus, foi necessário um esforço coletivo, liderado por organizações engajadas.

Segundo informações do Site oficial da Campanha no Brasil, o suicídio é um problema de saúde pública que vive atualmente a situação do tabu e do aumento de suas vítimas. Pelos números oficiais, são 32 brasileiros mortos por dia, taxa superior às vítimas da AIDS e da maioria dos tipos de câncer.

Dados da Organização Mundial da Saúde dão conta que nove em cada 10 casos poderiam ser prevenidos.

Para esclarecer mais sobre o assunto, o Portal A12 conversa com a voluntária do Centro de Valorização da Vida (CVV), Eliane Soares.

Portal A12 – O que é o Setembro Amarelo?

Eliane Soares – Setembro Amarelo é o mês mundial de prevenção do suicídio. Um movimento independente que visa sensibilizar e conscientizar a população sobre a realidade do suicídio e suas formas de prevenção.

A12 – Por que é importante conscientizar e mobilizar a população neste tipo de iniciativa?

Eliane Soares – Porque o suicídio é um assunto tabu e só é possível fazer prevenção com conscientização. Poucas pessoas sabem que 1 brasileiro tira a própria vida a cada 45 minutos e 17% dos brasileiros vão pensar em suicídio em algum momento de suas vidas. Por outro lado, pelo menos nove em cada 10 casos podem ser prevenidos.

A12 – Quais frutos podemos colher com a campanha?

Eliane Soares – As pessoas conseguirem falar mais abertamente sobre o assunto, saberem identificar alguns sinais e pedir ou oferecer ajuda. Ao mesmo tempo, as escolas, empresas, organizações religiosas e outras instituições passarem a olhar para o problema com mais atenção e buscarem formas interessantes de agir.

A12 – Como é possível participar?

Eliane Soares – Cada pessoa pode se mobilizar iluminando prédios públicos ou privados, realizando caminhadas ou passeios ciclísticos com balões ou camisetas, palestras e o que mais a imaginação permitir.

Por A12

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Relatório da ONU revela que 2,1 bilhões não têm água potável em casa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/relatorio-da-onu-revela-que-21-bilhoes-nao-tem-agua-potavel-em-casa/ Thu, 13 Jul 2017 09:01:38 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47412 Um relatório das Nações Unidas indica que o número de pessoas sem acesso à água potável em casa é de 2,1 bilhões em todo o mundo.

O documento foi divulgado, nesta quarta-feira, 12, pela Organização Mundial da Saúde, OMS, e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef. Esta é a primeira vez que as agências fazem um levantamento global sobre água, saneamento básico e higiene.

Áreas rurais

O número de pessoas sem acesso a saneamento básico, gerenciado de forma segura, é de 4,5 bilhões. Já a quantidade de moradores do planeta com algum saneamento básico é de 2,3 bilhões.

A maioria dessas pessoas vive em áreas rurais.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que água potável encanada, saneamento e higiene não deveriam ser privilégios apenas daqueles que vivem em centros urbanos e em áreas ricas. Para o chefe da agência, os governos são responsáveis por assegurar que todos tenham acesso a esses serviços.

Desde 2000, quando foi lançada a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, bilhões de pessoas ganharam acesso à água potável e saneamento, mas esses serviços não garantem necessariamente o saneamento seguro, aquele que é ligado a uma rede de esgoto tratado, e à água potável.

Crianças

Esse quadro gera doenças que podem ser mortais para crianças com menos de cinco anos de idade.

Todos os anos, mais de 360 mil menores morrem de diarreia, uma doença evitável. Já o saneamento mal feito causa cólera, disenteria, hepatite A e febre tifoide entre outros problemas.

O diretor-executivo do Unicef, Anthony Lake, disse que ao melhorar esses serviços para todos, o mundo dará às crianças a chance de um futuro melhor.

Em 90 países, o avanço na área de saneamento básico é muito lento, o que leva a crer que a cobertura universal não será alcançada até 2030, quando encerra o prazo para a Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável.

Lares

Dos 4,5 bilhões de pessoas sem acesso a esgoto tratado, 600 milhões de pessoas têm que compartilhar um toalete ou uma latrina com outros lares. Já o número de pessoas que defecam a céu aberto é de 892 milhões.

E devido ao aumento da população, essa situação tem crescido na África Subsaariana e na Oceania.

O relatório indica ainda que me países que passam por conflitos, as crianças têm quatro vezes menos chance de usar serviços de abastecimento de água, e duas vezes menos o saneamento básico que crianças em outros países.

Os serviços de água potável, saneamento básico e higiene são essenciais para que o mundo alcance o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 3 sobre assegurar vidas saudáveis e a promoção do bem-estar em todos as faixas etárias.

Rádio ONU

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Acidentes de trânsito são principal causa de morte entre adolescentes https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/acidentes-de-transito-sao-principal-causa-de-morte-entre-adolescentes/ Wed, 17 May 2017 09:06:49 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46308 Mais de 1,2 milhão de adolescentes morrem por ano, a maioria de causas que poderiam ser evitadas, segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS. Nesta terça-feira, 16, a agência da ONU divulgou um relatório explicando que dois terços dessas mortes ocorrem em países de rendas baixa ou média na África e no sudeste da Ásia.

Acidentes de trânsito são a principal causa de morte entre adolescentes dos 10 aos 19 anos de idade. Em 2015, foram quase 115 mil vítimas. Na sequência estão infecções respiratórias; suicídio ou morte acidental por auto-mutilação; complicações da diarreia e afogamento.

Diferenças

Mas a OMS destaca que as diferenças regionais são grandes. Na África, por exemplo, mais adolescentes morrem por HIV, meningite ou diarreia do que por acidentes nas rodovias.

Na Europa e no sudeste asiático, a auto-mutilação é a principal ou a segunda causa de morte entre adolescentes dos 15 aos 19 anos.

Garotas

Se for avaliada a situação específica das meninas, principal causa de morte entre adolescentes de 10 a 14 anos são infecções respiratórias como pneumonia. Já as complicações da gravidez, como hemorragia, abortos inseguros ou problemas no parto são os principais fatores de morte entre garotas entre 15 e 19 anos.

A OMS destaca que os jovens muitas vezes têm responsabilidades de adultos, como cuidar dos irmãos e trabalhar. Muitos adolescentes acabam abandonando a escola ou se casando muito cedo. Desnutrição, ferimentos, gravidez, doenças, violência sexual e problemas de saúde mental são algumas das complicações.

Recomendações

A agência da ONU defende que os sistemas de saúde e de educação sejam mais bem capacitados para atender os adolescentes.

Algumas das recomendações são: educação sexual compreensiva nas escolas; aumentar a idade mínima para consumo de álcool; tornar obrigatório por lei o uso de cinto de segurança e de capacetes; reduzir o acesso a armas de fogo; diminuir a poluição interna do ar e aumentar o acesso à água potável e ao saneamento.

O guia foi produzido pela OMS em parceria com outras agências da ONU, como Unaids, Unesco, Unicef, Unfpa, ONU Mulheres e Banco Mundial.

Por Canção Nova, com Rádio ONU

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Governo declara fim de emergência nacional pelo vírus Zika https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/governo-declara-fim-de-emergencia-nacional-pelo-virus-zika/ Fri, 12 May 2017 10:43:30 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46225 O Ministério da Saúde declarou ontem (11) o fim da emergência nacional decretada em novembro de 2015 devido ao vírus Zika e sua associação com microcefalia e consequências neurológicas. Segundo a Pasta, o Brasil não preenche mais os requisitos exigidos para manter o estado de emergência, segundo os critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ou seja, os casos não são mais incomuns ou inesperados.

“Já há conhecimento científico suficiente”, disse o secretário de Vigilância em Saúde, Adeilson Loureiro. “A própria mobilização do ponto de vista de pesquisa, de insumos e de recursos foi suficiente. Os estudos continuam, e vamos prosseguir na rotina de combate às arboviroses”, afirmou.

A decisão ocorre 18 meses depois da decretação de emergência, segundo o ministério, em um momento de queda nos casos de Zika e microcefalia em todo o país. Até 15 de abril deste ano, foram registrados 7.911 casos de Zika, uma redução de 95,3% em relação à 2016, quando ocorreram 170.535 notificações.

Segundo o ministério, os dados de microcefalia têm apresentado redução importante no número de casos novos notificados a cada semana, desde maio de 2016. Os casos novos mensais têm se mantido em 2%, desde janeiro deste ano; no pico dos casos de microcefalia, em dezembro de 2015, foi registrado aumento de 135% nas notificações.

“Do ponto de vista prático, não tem nenhuma mudança na assistência, na vigilância ou no diagnóstico”, disse Loureiro, reforçando que a retirada da emergência não enfraquece as políticas públicas que foram implantadas no período.

Os critérios internacionais de avaliação de risco para decretar e manter o estado de emergência são: o impacto do evento sobre a saúde pública; se o evento é incomum ou inesperado; se há risco significativo de propagação internacional; e se há risco significativo de restrições ao comércio ou viagens internacionais.

Para o ministério, o conjunto de ações voltadas para a eliminação dos mosquito Aedes aegypti contribuiu para a diminuição dos casos. Além disso, há uma maior proteção pessoal da população, escassez de chuvas em determinadas regiões do país e a imunização natural que as pessoas adquirem ao ter alguma das doenças em anos anteriores.

O último boletim epidemiológico, de 1º de janeiro a 15 de abril deste ano, aponta redução de 90,3% dos casos de dengue; 95,3% de zika; e 68,1% de chikungunya em relação ao mesmo período de 2016.

Em 2017, foram confirmados 230 casos de microcefalia ligados a outras alterações do sistema nervoso, sugestivos de infecção congênita. Permanecem em investigação pelo Ministério da Saúde e pelos estados, 2.837 casos suspeitos em todo o país. No total, 3.651 casos foram notificados neste ano.

Desde o início das investigações, em novembro de 2015, foram notificados ao Ministério da Saúde 13.490 casos, com 2.653 confirmações. Outros 5.712 casos foram descartados e 105 foram considerados prováveis. Há ainda 1.784 casos excluídos do sistema por não atenderem as definições de caso vigentes.

Por Agência Brasil

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Campanha de vacinação contra gripe começou ontem https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/campanha-de-vacinacao-contra-gripe-comecou-ontem/ Tue, 11 Apr 2017 10:37:54 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=45422 Começa nesta segunda-feira, 10, em todo o Brasil, a 19ª Campanha de Vacinação contra a Gripe, promovida pelo Ministério da Saúde. Cerca de 60 milhões de doses foram distribuídas em aproximadamente 65 mil postos de vacinação, com a estimativa de atingir 57 milhões de pessoas em todo o país.

Com o objetivo de conter o avanço da doença e proteger a população dos riscos causados pela gripe, a vacina é destinada para pessoas acima de 60 anos, gestantes, mulheres com até 45 dias pós-parto, crianças de seis meses a menores de cinco anos, doentes crônicos, trabalhadores da área da saúde, população indígena, pessoas privadas de liberdade e, como novidade deste ano, professores da rede pública e privada.

Nesta primeira etapa, especificamente os profissionais da saúde serão imunizados; a partir do dia 17 de abril, professores, grupos de risco e toda a população em geral deverão recorrer aos postos de saúde e solicitar a vacina. Quem não se enquadra no público-alvo da campanha pode comprar a vacina nas clínicas particulares.

O vírus sofre mutações

Mesmo aqueles que já se preveniram no ano passado, deverão tomar novamente a dose, pois de acordo com a infectologista Otilia Lupi, o vírus da gripe sofre pequenas e grandes mutações, e por esse motivo, a fórmula da vacina também é alterada.

“Não é sempre o mesmo vírus. A tendência é que ele vai se modificando. Isso faz com que o número de pessoas que pega essa nova doença modifique”, afirma.

Vacina ganha nova composição

Todos os anos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprova uma nova composição da vacina Influenza, pois considera que novos vírus circulam pelo Brasil e mundo. A atualização das vacinas contra gripe faz parte das recomendações feitas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para garantir a eficácia do produto.

A especialista confirma que a fórmula precisa acompanhar as mutações do vírus e, por isso, neste ano há uma nova cepa de Influenza A/H1N1.“Houve a modificação de uma das três cepas que compõe a vacina por aquela que vai causar mais doença esse ano, por isso é importante a renovação” observa.

A influenza

A influenza é uma infecção causada por um vírus que se classifica em A, B e C. A infectologista afirma que os principais sintomas são febre, problemas respiratórios como tosse e coriza, ouvido entupido e dor de garganta. “Caso não tratada, existe a possibilidade de situações mais graves como a pneumonia e otite.”

Segundo o Ministério da Saúde, o número de casos de gripe confirmados ao longo de 2016 chegou a 12.174, com um total de 2.220 mortes, sendo 1.982 (89,5%) decorrentes da cepa Influenza A, ou H1N1.

A especialista explica que o período epidêmico é o inverno e acontece no mundo todo, se alternando entre o hemisfério sul e norte. “Este período começa a partir de abril e maio e já no início as vacinas são liberadas, é uma forma de prevenir as complicações”.

Prevenção

A transmissão do vírus ocorre pelo contato com secreções das vias respiratórias que são eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar e também por meio das mãos e objetos contaminados. O Ministério da Saúde orienta formas para prevenir a doença. São elas:

*Lavar as mãos várias vezes ao dia;
*Usar álcool em gel;
*Cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar;
*Evitar tocar o rosto;
*Não compartilhar objetos pessoais
*Evitar locais fechados;
*Investir em alimentos que contém vitamina C;

A mais importante das prevenções é a vacina, ainda segundo o Ministério da Saúde, pois a gripe, diferente do resfriado, é uma doença que pode trazer consequências e até mesmo levar à morte.

Por Canção Nova

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No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta sobre depressão https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/no-dia-mundial-da-saude-oms-alerta-sobre-depressao/ Fri, 07 Apr 2017 15:02:11 +0000 http://teste.toqueto.com/no-dia-mundial-da-saude-oms-alerta-sobre-depressao.html A depressão tem tratamento e o primeiro passo é conversar sobre o assunto. Essa é a proposta da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Dia Mundial da Saúde, lembrado nesta sexta-feira, 7. Segundo a entidade, a doença afeta pessoas de todas as idades e estilos de vida, causa angústia e interfere na capacidade de o paciente fazer até mesmo as tarefas mais simples do dia a dia.

“No pior dos casos, a depressão pode levar ao suicídio, segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos”, destacou a OMS. “Ainda assim, a depressão pode ser prevenida e tratada. Uma melhor compreensão sobre o que é a doença e como ela deve ser prevenida e tratada pode ajudar a reduzir o estigma associado à condição, além de levar mais pessoas a procurar ajuda”, completou a entidade.

Números em ascensão

O número de pessoas que vivem com depressão está aumentando – 18% entre 2005 e 2015, segundo a OMS. A estimativa é que, atualmente, mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades sofram com a doença em todo o mundo. O órgão alertou ainda que a depressão figura como a principal causa de incapacidade laboral no planeta.

“A depressão é diferente de flutuações habituais de humor e respostas emocionais de curta duração aos desafios da vida cotidiana. Especialmente quando de longa duração e com intensidade moderada ou severa, ela pode se tornar um sério problema de saúde”, destacou. Os dados mostram que quase 800 mil pessoas morrem anualmente em razão de suicídio.

De acordo com a OMS, cerca de 5,8% da população brasileira sofrem de depressão – um total de 11,5 milhões de casos. O índice é o maior na América Latina e o segundo maior nas Américas, atrás apenas dos Estados Unidos, que registram 5,9% da população com o transtorno e um total de 17,4 milhões de casos.

O levantamento mostra que, além do Brasil e dos Estados Unidos, países como a Ucrânia, Austrália e Estônia também registram altos índices de depressão em sua população – 6,3%, 5,9% e 5,9%, respectivamente. Entre as nações com os menores índices do transtorno estão as Ilhas Salomão (2,9%) e a Guatemala (3,7%). A prevalência na população mundial, segundo a OMS, é 4,4%.

Falhas no acesso ao tratamento

A organização também alertou que, apesar da existência de tratamentos efetivos para a depressão, menos da metade das pessoas afetadas no mundo – e, em alguns países, menos de 10% dos casos – recebe ajuda médica. As barreiras incluem falta de recursos, falta de profissionais capacitados e o estigma social associado a transtornos mentais, além de falhas no diagnóstico.

“O fardo da depressão e de outras condições envolvendo a saúde mental está em ascensão em todo o mundo”, concluiu a OMS, ao cobrar uma resposta compreensiva e coordenada para as desordens mentais por parte de todos os países-membros.

Por Canção Nova, com Agência Brasil

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