órfãos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png órfãos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 De que adianta ir à Igreja se logo volta a pecar? Papa explica https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/de-que-adianta-ir-a-igreja-se-logo-volta-a-pecar-papa-explica/ Tue, 20 Feb 2018 15:44:29 +0000 http://teste.toqueto.com/de-que-adianta-ir-a-igreja-se-logo-volta-a-pecar-papa-explica.html O Papa Francisco respondeu à pergunta “De que adiante ir à igreja?”, se ao sair dela uma pessoa logo volta a pecar.

Em 19 de fevereiro, a Santa Sé divulgou o diálogo que o Papa Francisco teve com um grupo de órfãos de Bucareste (Romênia) em 4 de janeiro, quando um jovem lhe perguntou: “De que adianta ir à igreja?”, se ao sair a pessoa volta a pecar.

A reunião aconteceu no Vaticano, onde o Santo Padre respondeu a perguntas realizadas por alguns órfãos. Essas crianças e jovens são assistidos pela ONG de educação.

“Por que a vida é tão difícil e, entre nós amigos brigamos frequentemente? E enganamos uns aos outros? Vocês sacerdotes nos dizem para ir à Igreja, mas imediatamente, quando saímos, erramos e cometemos pecados. Então, por que eu entrei na Igreja? Se eu considero que Deus está na minha alma, por que é importante ir à Igreja?”, perguntou um dos órfãos.

Em sua resposta, Francisco disse: “Os seus ‘por quês’ têm uma resposta: é o pecado, o egoísmo humano: por isso – como você diz – ‘muitas vezes brigamos’, ‘nos machucamos, nos enganamos’. Você mesmo reconheceu isso, que, mesmo indo à igreja, depois erramos novamente, permanecemos sempre pecadores”.

“Então, você se pergunta: a que serve ir à igreja? Serve para nos colocarmos diante de Deus como somos, sem ‘maquiagem’, assim como somos diante de Deus, sem maquiagem. Para dizer: ‘Aqui estou, Senhor, eu sou um pecador e peço perdão. Tenha piedade de mim’”.

Além disso, Francisco afirmou que, “se eu vou à igreja para fingir que sou uma boa pessoa, isso não serve. Se eu vou à igreja porque gosto de ouvir música ou porque me sinto bem, não serve. Serve se no início, quando entro na igreja, posso dizer: ‘Aqui estou Senhor. Tu me amas e eu sou um pecador. Tenha piedade de nós’”.

Em seguida, o Papa sublinhou que, “se fizermos isso, nós voltamos para casa perdoados. Acariciados por Ele, mais amados por Ele, sentindo essa carícia, esse amor. Assim aos poucos, Deus transforma nosso coração com a sua misericórdia, e também transforma a nossa vida”.

“Não ficamos sempre iguais, somos ‘trabalhados’. Deus trabalha o nosso coração e somos trabalhados como argila nas mãos do oleiro; e o amor de Deus toma o lugar do nosso egoísmo”.

Finalmente, o Papa Francisco sublinhou: “É por isso que creio seja importante ir à igreja: não só olhar para Deus, mas para deixar-se olhar por Ele. É o que penso, obrigado”.

Por ACI Digital

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Audiência: não somos órfãos, Maria é Mãe da esperança https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/audiencia-nao-somos-orfaos-maria-e-mae-da-esperanca/ Wed, 10 May 2017 12:44:15 +0000 http://teste.toqueto.com/audiencia-nao-somos-orfaos-maria-e-mae-da-esperanca.html “Maria, Mãe da esperança” foi o tema da catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira (10/05). Na Praça S. Pedro, cerca de 20 mil fiéis participaram do evento, entre os quais inúmeros brasileiros da “Obra de Maria” e de Belo Horizonte.

Maria e as mães do nosso tempo

No caminho da sua maternidade, Maria teve que atravessar mais do que uma noite sombria. Ainda jovem, respondeu “sim” à proposta que o Anjo Gabriel lhe fez de ser a mãe do Filho de Deus, embora nada soubesse do destino que A esperava.

“Naquele instante, Maria se parece como uma de tantas mães do nosso mundo, corajosas até o extremo quando se trata de acolher no próprio ventre a história de um novo homem que nasce”, disse o Papa, acrescentando que Ela é uma mulher que não se deprime face às incertezas da vida; nem uma mulher que protesta e se lamenta contra a sorte que muitas vezes se Lhe apresentava hostil. Pelo contrário, é uma mulher que aceita a vida como vem, com os seus dias felizes, mas também com as suas tragédias.

Maria simplesmente “estava”

Na noite mais escura de Maria, da crucifixão do seu Filho, Ela permaneceu ao pé da cruz, desconhecendo o destino de ressurreição do seu Filho. Neste episódio, os Evangelhos são lacônicos e discretos, registram com um só verbo a presença da mãe. “Ela estava.” Nada dizem de sua reação nem sua dor, que ficou para a criatividade de poetas e pintores.

“As mães nunca desistem nem abandonam. As mães não traem”, afirmou Francisco. Os Evangelhos somente dizem: ela estava. No momento mais cruel, Ela sofria com o Filho. Estava. Ela simplesmente estava ali. Os sofrimentos de uma mãe… Todos nós conhecemos mulheres fortes, que levaram avante os sofrimentos de seus filhos.”

Não somos órfãos

Depois, em Pentecostes, no primeiro dia da Igreja, reencontramos Maria como Mãe da Esperança em meio àquela comunidade de discípulos tão frágeis: um tinha negado o Mestre, muitos tinham fugido, todos tinham medo. Maria simplesmente estava lá no seu modo normal de ser, como se fosse algo natural: a Igreja primitiva, envolvida pela luz da Ressurreição, mas também pela incerteza e o medo dos primeiros passos a dar no mundo.

“Por isso, todos nós A amamos como Mãe. Não somos órfãos, todos temos uma mãe no céu”, disse ainda Francisco. Maria nos ensina a virtude da espera, mesmo quando tudo parece sem sentido, pois confia no mistério de Deus. “Nos momentos de dificuldade, que Maria possa sempre amparar os nossos passos, possa sempre dizer ao coração: levanta-se, olhe para frente, para o horizonte. Ela é Mãe de esperança.”

Peregrinação a Fátima

Ao saudar os fiéis língua portuguesa, o Papa recordou sua iminente viagem a Portugal, “como peregrino a Fátima, para confiar a Nossa Senhora as sortes temporais e eternas da humanidade e suplicar sobre os seus caminhos as bênçãos do Céu. Peço a todos que me acompanhem, como peregrinos da esperança e da paz: as suas mãos em prece continuem a sustentar as minhas”.

Saudação à Rússia

Francisco dirigiu também uma saudação especial a uma delegação de jovens sacerdotes do Patriarcado de Moscou, presente no Vaticano a convite do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. “Que Deus abençoe a Rússia e o empenho da Igreja ortodoxa em prol do diálogo entre as religiões e o bem comum.”

Por Rádio Vaticano

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