Oração - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:03:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Oração - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 “Eu não consigo respirar”: oração on-line pelos povos que sofrem com a Covid-19 é dia 23 de julho https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/eu-nao-consigo-respirar-oracao-on-line-pelos-povos-que-sofrem-com-a-covid-19-e-dia-23-de-julho/ Tue, 21 Jul 2020 15:07:52 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58842 Mais um momento para fortalecer a fé e testemunhar a presença de Deus unindo o mundo que enfrenta a pandemia de Covid-19. Nesta quinta-feira, dia 23 de julho, a oração on-line intitulada “Eu não consigo respirar” será direcionada especialmente às pessoas dos países que estão sofrendo drasticamente com as consequências do coronavírus. A iniciativa partiu da União Internacional das Superioras Gerais (UISG), da Confederação Latino-americana de Religiosos (CLAR) e da Conferência das Líderes de Congregações de Mulheres Religiosas (LCWR).

Como participar da oração on-line
A oração on-line está marcada para às 15h, no Horário de Verão da Europa Central (CEST), isto é, 10h no horário de Brasília. Para participar, basta seguir as indicações no site da UISG, acessando o link do App Zomm, já que o encontro mundial vai acontecer em modalidade de videoconferência (https://us02web.zoom.us/j/89788103343 Meeting ID: 897 8810 3343).

A iniciativa motiva para rezar sobretudo pelos países mais afetados pela pandemia, como: Estados Unidos, Brasil, Índia, Rússia, África do Sul, Peru, México, Chile, Reino Unido e Irã. Dessa forma, a oração será feita em português, espanhol, italiano e inglês.

A “santa inquietação” da pandemia
A presidente da UISG, Ir. Jolanta Kafka, em mensagem pública divulgada no final do mês de junho no portal da organização para manifestar comunhão e contribuir com o discernimento neste período de pandemia, descreveu o momento vivido como de “santa inquietação” pela privação de projetos e de poder administrar a própria vida. Um tipo de “pobreza” e de “incerteza” que “levam a confiar em Deus mais sinceramente, a aceitar que a insegurança eduque a uma busca intensa de Deus, a ancorar o coração n’Ele”.

Irmã Jolanta também lembrou que o confinamento ajudou a “redescobrir o próximo”, com gestos concretos de ajuda mútua, em nível local ou através da “solidariedade global”. Por isso, a oração on-line se manifesta como mais uma iniciativa para oferecer o acompanhamento recíproco, mesmo que de forma virtual, mas que vai “muito além da comunidade congregacional”.

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Não vos preocupeis https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/nao-vos-preocupeis/ Tue, 12 May 2020 03:43:53 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58374 Essa pandemia do Corona vírus é ocasião para refletirmos um pouco sobre a tranquilidade que devemos cultivar e o excesso de preocupação que devemos evitar. Fugir da depressão, do estresse e da ansiedade. A depressão, como dizem, é excesso de passado, estresse é excesso de presente e ansiedade é excesso de futuro. Enfim, excesso de preocupações. Vivamos bem o presente, com a confiança de filhos que somos de Deus, pai que se preocupa conosco.

Assim nos disse Jesus no seu Sermão da Montanha, ensinando-nos a pôr a nossa confiança em Deus. É a receita da tranquilidade: “Não vos preocupeis quanto à vossa vida… Olhai os pássaros do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros. No entanto, vosso Pai celeste os alimenta. Será que vós não valeis mais do que eles?… Aprendei dos lírios do campo, como crescem. Não trabalham nem fiam, e, no entanto, eu vos digo, nem Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um só dentre eles… Vosso Pai celeste sabe que precisais de tudo isso. Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo. Portanto, não fiqueis preocupados com o amanhã, pois o amanhã terá sua própria preocupação! A cada dia basta o seu mal” (Mt 6, 25-34).

Claro que é normal a sadia preocupação. Jesus nos adverte contra a preocupação excessiva, com ansiedade: Não fiqueis excessivamente preocupados com o amanhã, ele quis dizer. A cada dia basta o seu mal. Nem com o passado, que não existe mais e está nas mãos de Deus, nem com o futuro, que a ele pertence. “Que a saudade do ontem e o medo do amanhã não roubem a alegria do nosso hoje” (Pe. Roque Schneider). Foi a oração de São Pio de Pietrelcina: “Senhor, eu peço para o meu passado a vossa misericórdia, para o meu presente o vosso amor, para o meu futuro a vossa providência”.

E fiquemos tranquilos assim. Precisamos controlar as lembranças do passado e as expectativas do futuro, para não perdermos a paz de espírito no presente.
Mas não termos a preocupação ansiosa não significa que não devamos ter cuidados, precauções, prudência e prevenções. Deus mandou que a Sagrada Família de Belém fugisse para o Egito, porque Herodes queria matar o menino (Mt 2, 13). Também quando Deus mandou que retornassem para Israel, São José não quis voltar para a Judéia, com medo do filho de Herodes. O próprio Jesus, quando foi tentado pelo diabo para que se lançasse do alto do templo, confiando que o Pai o protegeria, resistiu a essa tentação, dizendo que isso seria tentar a Deus. Quando ouviu a notícia de que Herodes tinha prendido e assassinado João Batista, retirou-se dali (Mt 14, 15); quando os judeus quiseram apedrejá-lo, escondeu-se deles (cf. Jo 8, 59). Quando aumentou o perigo, Jesus não quis andar pela Judeia, porque os judeus procuravam mata-lo (Jo 7, 1).

Alguém acusaria Jesus e São José de não terem tido fortaleza, fé e confiança em Deus, para arrostar imprudentemente os perigos? Não! Agiram com sadia preocupação e prudência.Assim, não nos preocupemos ansiosamente, mas, com confiança em Deus, procedamos com cautela e os cuidados necessários que nos são recomendados pelas pessoas prudentes.

Dom Fernando Arêas Rifan
Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

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Oração, amor e ação https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/oracao-amor-e-acao/ Tue, 09 Jul 2019 14:05:31 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56076 Nos pequenos passos do nosso dia-a-dia, dentro da nossa realidade de vida, somos chamados a testemunhar a nossa fé no Senhor Jesus. Pode acontecer que nem sempre seremos compreendidos, mesmo por aqueles que se dizem cristãos, mas têm vergonha de expressar de forma pública a sua fé. Ou vivem a fé de forma intimista, como se estivessem cometendo um grave delito ao manifestá-la publicamente.

Nos nossos deveres e afazeres do dia-a-dia, deveríamos ter a coragem de viver e transmitir o amor de Cristo com a convicção de quem encontrou o Senhor e O acolheu em sua vida, tornando-se um peregrino do amor, da oração e da caridade. O nosso crescimento espiritual não acontece por acaso. Precisamos ter a humildade de deixar a graça de Deus agir em nós, possibilitando assim ao Espírito Santo oxigenar o nosso coração, a nossa vida de comunidade de fé, através da escuta e da leitura da Palavra de Deus. “Quando conhecemos a Palavra de Deus, não temos o direito de não acolhê-la; uma vez acolhida, não temos o direito de impedi-la de encarnar-se em nós; quando ela se encarna em nós, não temos o direito de conservá-la para nós: a partir daquele momento pertencemos àqueles que a esperam” (Madeleine Delbrêl).

Os discípulos do Senhor Jesus são enviados para a missão “como operários do amor”, porque participam da missão junto ao Pai e ao Espírito Santo. Mas esta missão não poderá ser vivida intensamente pelos discípulos, se antes não fizerem uma experiência viva de comunhão com o Senhor Jesus, que anunciou o Reino de Deus, mas também carregou a cruz e na cruz entregou a vida nas mãos do Pai.

Num mundo que valoriza o sucesso da ascensão social, podemos correr o risco de sermos discípulos que anunciam mais os valores da realidade do mundo do que os valores do Evangelho proclamado por Jesus. É na experiência do encontro com o Senhor, através da sua Palavra, da oração e da caridade, que os discípulos podem oferecer um testemunho capaz de tocar a mente e o coração dos homens e das mulheres do nosso tempo. E dessa forma, ajudá-los a percorrerem um caminho de vida, marcado pelo encontro com o Senhor da paz, do diálogo, da esperança e da misericórdia, que se inclina para curar o ferido, de braços abertos acolhe o afastado, e com amor e ternura percorre conosco o caminho da vida para podermos chegar à vida eterna na casa do Pai.

Dom José Gislon
Administrador de Erexim

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Rezemos pelos nossos sacerdotes https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/rezemos-pelos-nossos-sacerdotes/ Thu, 27 Jun 2019 03:28:40 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=55931 Anualmente, por ocasião da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, comemorada na segunda sexta-feira, após a solenidade de Corpus Christi, celebramos também o Dia Mundial de Oração pela Santificação do Clero. Instituído pelo Papa João Paulo II em 1995, a iniciativa nos sugere e motiva a rezarmos de forma especial neste dia por aqueles que foram chamados ao ministério ordenado.

Hora Santa pela Santificação do Clero – 2019

Em profunda comunhão com o padroeiro dos padres, São João Maria Vianney, que dizia que o “sacerdote é o amor do Coração de Jesus”, precisamos reconhecer a grandeza do chamado ao sacerdócio, de modo a louvar e agradecer a Deus por sua eleição na vida destes homens, bem como devemos interceder para que para além de bons pastores, pregadores e administradores, que os sacerdotes sejam santos.

Cientes que grandes são as batalhas que o sacerdote enfrenta para testemunhar com fidelidade sua vocação neste mundo, dediquemos nossas orações neste dia por aqueles que passam por momentos difíceis. Rezemos também por todos os candidatos ao sacerdócio para que corajosamente renunciem toda a mentalidade do mundo e conformados à estatura de Nosso Senhor Jesus, possam, um dia, agir “in persona Christi”.

ORAÇÃO PELOS SACERDOTES

Senhor Jesus, presente no Santíssimo Sacramento do Altar, que vos quisestes perpetuar entre nós por meio de vossos sacerdotes, fazei com que suas palavras sejam somente as vossas, que seus gestos sejam os vossos, que sua vida seja o fiel reflexo da vossa vida. Que eles sejam os homens que falem a Deus dos homens e falem aos homens de Deus. Que não tenham medo de servir, servindo a Igreja como ela quer ser servida. Que sejam homens, testemunhas do nosso tempo, caminhando pelas estradas da história com vosso mesmo passo e fazendo o bem a todos. Que sejam fiéis aos seus compromissos, zelosos de sua vocação e de sua entrega, claros reflexos da própria identidade e que vivam com alegria o dom recebido. Tudo isso vos pedimos pela intercessão de vossa Mãe Santíssima: ela que esteve presente em vossa vida, esteja sempre presente na vida dos vossos sacerdotes. Amém.

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Papa: “Na oração cristã não há espaço para o ‘eu'” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/papa-na-oracao-crista-nao-ha-espaco-para-o-eu/ Wed, 13 Feb 2019 18:52:21 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=53971 Na audiência geral, Francisco lembrou que o ‘Pai Nosso’ não é uma oração individualista.: “No diálogo com Jesus, não deixamos o mundo fora da porta do nosso quarto… levamos as pessoas e situações em nosso coração!”

Na catequese pronunciada esta quarta-feira (13/02), o Papa propôs uma reflexão sobre o ‘Pai Nosso’, explicando como rezar melhor a oração que Jesus nos ensinou.
A Sala Paulo VI, dentro do Estado do Vaticano, ficou repleta de fiéis, romanos e turistas que receberam o Papa com o carinho de sempre, cantos e aplausos e em seguida, ouviram suas palavras com atenção.

Introspecção do diálogo com Jesus
Para rezar – iniciou o Papa – são necessários silêncio e introspecção.

“A verdadeira oração se realiza no segredo na consciência, do fundo do coração: com Deus é impossível fingir, é como o olhar de duas pessoas, o homem e Deus, quando se cruzam”. Mas apesar disso, Jesus não nos ensina uma oração intimista ou individualista. Não deixamos o mundo fora da porta do nosso quarto… levamos as pessoas e situações em nosso coração!

“ Na oração do Pai Nosso, há uma palavra que brilha pela sua ausência: uma palavra que em nossos tempos – como talvez sempre – todos consideram importante: a palavra ‘eu’. ”

Primeiramente nos dirigimos a Deus como a Alguém que nos ama e escuta (seja santificado o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade) e, depois, quando lhe apresentamos uma série de petições (dai-nos hoje o nosso pão cotidiano, perdoai as nossas ofensas, não nos deixeis cair em tentação, livrai-nos do mal), as fazemos na primeira pessoa do plural – “nós” – isto é, rezamos como uma comunidade de irmãos e irmãs.

“Até as necessidades mais elementares do homem – como ter alimento para saciar sua fome – são todas feitas no plural. Na oração cristã, ninguém pede o pão para si, mas o suplica para todos os pobres do mundo”, disse Francisco.

Pedir a Jesus que nos faça ter compaixão
Na oração, o cristão leva todas as dificuldades e sofrimentos de quem está ao seu lado, tanto dos amigos como de quem lhe faz mal, imitando a compaixão que Jesus sentia pelos pecadores.

Mas pode acontecer – ressalvou o Papa – que alguém não perceba o sofrimento a seu redor, não sinta pena pelas lágrimas dos pobres, fique indiferente a tudo. Isto significa que seu coração está petrificado. Neste caso, seria bom pedir ao Senhor que o toque com o seu Espírito e sensibilize seu coração.

“ Cristo não ficou alheio às misérias do mundo. Toda vez que percebia uma solidão, uma ferida no corpo ou no espírito, sentia forte compaixão. ”

Às 7 mil pessoas presentes, o Papa perguntou: “Quando rezamos, nos abrimos ao grito de tanta gente, próxima ou distante? Ou penso na oração como uma espécie de anestesia, para ficar mais tranquilo? Isto seria um terrível equivoco”.

A oração deve abrir o coração ao próximo para que amemos com um amor compassivo e concreto, sabendo que tudo aquilo que fizermos “a um destes meus irmãos mais pequeninos, -afirma Jesus – foi a mim mesmo que o fizestes”

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Papa diz que devemos insistir na oração, Deus atende sempre https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-mundo/papa-diz-que-devemos-insistir-na-oracao-deus-atende-sempre/ Wed, 09 Jan 2019 11:38:27 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=53602 “Rezar é desde agora a vitória sobre a solidão e o desespero. É como ver cada fragmento da criação que fervilha no torpor de uma história que às vezes não entendemos o por quê. Mas está em movimento, no caminho, e no final de cada estrada há um Pai que espera por tudo e todos com os braços bem abertos”. Deus sempre responde à nossa oração, disse o Papa em sua catequese.

“Podemos estar certos de que Deus responderá. Talvez tenhamos que insistir por toda a vida, mas Ele responderá.”

Dando sequência à sua série de catequeses sobre o Pai Nosso, o Papa falou na Audiência Geral desta quarta-feira sobre a oração perseverante, inspirando-se na passagem de São Lucas 11, 9-13: “Batei e vos será aberto”.

Dirigindo-se aos 7 mil peregrinos presentes na Sala Paulo VI, Francisco começa recordando que o evangelista descreve “a figura de Cristo em uma atmosfera densa de oração. Nele estão contidos os três hinos que marcam ao longo do dia a oração da Igreja: o Benedictus, o Magnificat e o Nunc dimittis”.

“ Jesus é sobretudo um orante ”

“Na catequese sobre o Pai Nosso vemos Jesus como orante. Jesus reza”, enfatiza o Pontífice. Cada passo na sua vida “é como que movido pelo sopro do Espírito que o guia em todas as suas ações”. E o Papa recorda a Transfiguração, o batismo no Jordão, a intercessão por Pedro. Nas decisões mais importantes – observa – Jesus “retira-se frequentemente para a solidão, para rezar. Até a morte do Messias está mergulhada em um clima de oração, tanto que as horas da Paixão parecem marcadas por uma calma surpreendente.”
Jesus consola as mulheres, reza pelos que o crucificam, promete o Paraíso ao bom ladrão, expira dizendo: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”:

“ A oração de Jesus parece abranda as emoções mais violentas, os desejos de vingança, reconcilia o homem com seu mais amargo inimigo: a morte ”

Dirigir-se a Deus como Pai

É no Evangelho de Lucas – chama a atenção o Papa – que um de seus discípulos pede que o próprio Jesus os ensine a rezar (…). Também nós podemos dizer isto ao Senhor: ensina-me a rezar, para que também eu possa rezar”.

E deste pedido dos discípulos – explica – “nasce um ensinamento bastante extenso, através do qual Jesus explica aos seus com que palavras e com que sentimentos devem dirigir-se a Deus”. E “a primeira parte deste ensinamento é justamente a oração ao Pai (…). O cristão dirige-se a Deus chamando-o antes de tudo de ‘Pai'”. Nós podemos estar em oração “somente com esta palavra, Pai, e sentir que temos um Pai, não um patrão, nem um padrinho, mas um pai”.

Mas neste ensinamento que Jesus dá aos seus discípulos – prossegue Francisco – é interessante insistir em algumas instruções que coroam o texto da oração. Para dar confiança à oração, Jesus explica algumas coisas: “Elas insistem nas atitudes do crente que reza”.

E ilustra isso com “a parábola do amigo inoportuno que vai perturbar toda uma família que dorme, porque de forma inesperada uma pessoa chegou de uma viagem e não tem pão para oferecer a ela. Jesus explica que se ele não se levantar para dar o pão porque é seu amigo, ao menos se levantará por causa da importunação. “Com isto, Jesus quer ensinar a rezar, a insistir na oração”. E ilustra também com “o exemplo de um pai que tem um filho faminto: “Qual pai entre vós – pergunta Jesus – se o filho lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra em vez de peixe?”.

A oração sempre transforma a realidade

Com estas parábolas – diz o Papa – Jesus faz entender que Deus responde sempre, que nenhuma oração fica sem ser ouvida, “que Ele é Pai e não esquece seus filhos que sofrem”:

“Certamente, essas afirmações nos colocam em crise, porque muitas das nossas orações parecem não ter resultado algum. Quantas vezes pedimos e não obtemos – todos temos experiência disto – batemos e encontramos uma porta fechada? Jesus recomenda a nós, nesses momentos, para insistir e a não nos darmos por vencidos. A oração sempre transforma a realidade, a oração sempre transforma, sempre, transforma a realidade: se não mudam as coisas à nossa volta, pelo menos muda a nós, muda o nosso coração. Jesus prometeu o dom do Espírito Santo a todo homem e mulher que reza”.

Perseverar na oração, Deus responde sempre

“Podemos estar certos – diz o Francisco – de que Deus responderá. A única incerteza – ressalta – é devida aos tempos, mas não duvidamos que Ele responderá”:

“Talvez tenhamos que insistir por toda a vida, mas Ele responderá. Ele o prometeu: Ele não é como um pai que dá uma serpente em vez de um peixe. Não há nada de mais certo: o desejo de felicidade que todos nós trazemos no coração, um dia se cumprirá. Jesus diz: “Não fará Deus justiça aos seus eleitos, que clamam dia e noite a ele?” Sim, fará justiça, nos escutará. Que dia de glória e ressurreição será!”

“ Rezar é desde agora a vitória sobre a solidão e o desespero ”

“É como ver cada fragmento da criação que fervilha no torpor de uma história que às vezes não entendemos o por quê. Mas está em movimento, no caminho, e no final de cada estrada, da coração, de um tempo que estamos rezando, ao fim da vida, há um Pai que espera por tudo e todos com os braços bem abertos. Olhemos para este Pai”.

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Francisco: o Pai Nosso não é uma oração a mais, é a oração dos filhos de Deus https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/francisco-o-pai-nosso-nao-e-uma-oracao-a-mais-e-a-oracao-dos-filhos-de-deus/ Wed, 14 Mar 2018 13:28:45 +0000 http://teste.toqueto.com/francisco-o-pai-nosso-nao-e-uma-oracao-a-mais-e-a-oracao-dos-filhos-de-deus.html O Papa Francisco afirmou, durante a catequese pronunciada na Audiência geral desta quarta-feira, 14 de março, que o Pai Nosso não é uma simples oração a mais e recordou sua centralidade na vida cristã por ser a oração dos filhos de Deus.

O Santo Padre continuou com as catequeses sobre a Santa Missa e, nesta ocasião, centralizou-se na oração do Pai Nosso e na fração do pão.

Sobre o Pai Nosso, explicou que “esta não é uma de tantas orações cristãs, mas é a oração dos filhos de Deus. De fato, entregue a nós no dia do nosso Batismo, o Pai Nosso faz ressoar em nós os mesmos sentimentos de Jesus Cristo”.

“Formados em seu divino ensinamento, ousamos a nos dirigirmos a Deus chamando-o de Pai, porque fomos renascidos como seus filhos através da água e do Espírito Santo. Ninguém, na verdade, poderia chamá-lo familiarmente ‘Abba’ sem ter sido engendrado por Deus, sem a inspiração do Espírito Santo”.

Francisco explicou que a melhor forma de se preparar para receber a Comunhão é rezando o Pai Nosso. “Qual oração é melhor do que a ensinada por Jesus para se preparar para a Comunhão sacramental com Ele?”.

“Além da Missa, o Pai Nosso se reza de manhã e à noite nas Laudes e nas Vésperas, de tal modo que o comportamento filial para com Deus e de fraternidade para com o próximo contribuam para dar forma cristã aos nossos dias”.

Em seguida, explicou o significado desta oração. Assim, assinalou que “o pão de cada dia” se refere ao Pão Eucarístico, “do qual temos necessidade para viver como filhos de Deus”.

Por outro lado, “também imploramos a remissão de nossos pecados, e para sermos dignos de receber o perdão de Deus nos comprometemos em perdoar a quem nos ofendeu”. Assim, “quando se abre o coração a Deus, o Pai Nosso nos predispõe também ao amor fraterno”.

Por último, “pedimos ainda a Deus que nos livre do mal, que nos separa dele e nos divide de nossos irmãos”.

O Pontífice afirmou que, “o que pedimos no Pai Nosso é prolongado pela oração do sacerdote, que em nome de todos suplica : ‘Livra-nos Senhor de todo o mal e concede a paz aos nossos dias’”.

Despois, este pedido “recebe um selo no rito da paz: em primeiro lugar, pede-se a Cristo que o dom da paz faça crescer a Igreja na unidade e na paz, segundo sua vontade”.

“No Rito romano, a troca do sinal da paz, colocado desde a antiguidade antes da Comunhão, está ordenado à Comunhão Eucarística. Segundo a advertência de São Paulo, não é possível comunicar ao único Pão que nos torna um só Corpo em Cristo, sem reconhecer-se pacificados pelo amor fraterno. A paz de cristo não pode arraigar-se em um coração incapaz de viver a fraternidade e de recompô-la depois de tê-la ferido”.

Após o rito da paz, vem a fração do Pão. “A fração do Pão Eucarístico vem acompanhada da invocação do Cordeiro de Deus, figura com a qual João Batismo assinalou Jesus como ‘aquele que tira o pecado do mundo’. A imagem bíblica do cordeiro fala da redenção”.

O Papa Francisco finalizou: “No Pão Eucarístico, partido pela vida do mundo, a assembleia orante reconhece o verdadeiro Cordeiro de Deus, ou seja, o Cristo Redentor, e suplica a ele: ‘Tende piedade de nós… dai-nos a paz’”.

Por ACI Digital

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Esmola, jejum e oração: tripé da espiritualidade quaresmal https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/esmola-jejum-e-oracao-tripe-da-espiritualidade-quaresmal/ Thu, 15 Feb 2018 09:09:10 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50779 A Igreja começou o tempo quaresmal. Iniciar o período significa inaugurar um tempo de penitência, em preparação para a Páscoa do Senhor. Essa etapa certamente desperta em todos os cristãos a necessidade de revisão de vida, tanto em nível pessoal como social. Neste sentido, o portal da CNBB realizou uma entrevista exclusiva com o bispo de Livramento de Nossa Senhora e presidente da Comissão para a Liturgia, dom Armando Bucciol, que falou sobre a espiritualidade e intensidade do tempo quaresmal.

Desde quando a Quaresma é vivenciada como tempo intenso de preparação para a Páscoa?

Para celebrar a festa das festas, a Páscoa, a Igreja propõe desde o início de sua caminhada uma adequada preparação. Depois nos primeiros séculos, após ter focalizado no Dia do Senhor o centro de sua vida espiritual, em meados do segundo século, eis que se celebra a Festa da Páscoa. A Páscoa anual é celebrada com uma solene vigília. Ao redor desse núcleo forma-se o tríduo sagrado e a Páscoa é celebrada em três dias. A solenidade da Páscoa se prolonga numa festa de 50 dias até o Pentecostes. O desejo de se reproduzir os fatos da vida de Jesus, sobretudo por parte da Igreja de Jerusalém faz nascer algumas celebrações daquela que será chamada de Semana Santa. Elemento importante foi a conversão do Batismo durante a vigília pascoal no começo do terceiro século e a missa para a reconciliação dos penitentes desde o quinto século, a partir disso, forma-se a Quaresma como preparação à Páscoa.

Quais foram os primeiros testemunhos sobre a existência da Quaresma e como era feita a preparação para o período?

Temos os primeiros testemunhos sobre a existência da Quaresma já no século IV, um tempo de preparação de três semanas. Vários testemunhos de quarenta dias de preparação para a Páscoa se encontram ao longo do IV século. Para o desenvolvimento da Quaresma contribuiu a organização do catecumenato, tempo de preparação aos ensinamentos de Iniciação à Vida Crista para os Adultos que nesse século alcança seu apogeu. No Sábado Santo celebravam-se o Batismo com a unção crismal e a celebração da Eucaristia, neste período a Quaresma torna-se tempo forte de penitência para a reconciliação dos pecadores e acontecia uma grande celebração de acolhida na Quinta-feira da Semana Santa pela manhã. As características ‘batismal e penitencial’ permanecem na celebração da Quaresma até os dias atuais, o Sacrosanctum Concilium Sobre a Liturgia Sagrada as reconhece quando tanto na liturgia quanto na catequese litúrgica esclarece-se a dupla índole do tempo quaresmal que, principalmente, pela lembrança ou preparação do Batismo e pela penitência fazendo os fiéis ouvirem com mais frequência a Palavra de Deus e entregarem-se a oração os dispõe a celebração pascoal.

Qual o significado e origem do nome “Quaresma”?

O nome Quaresma lembra quarenta dias de purificação e penitência. Quarenta é um número que recorda muitas páginas bíblicas. Só para lembrar um pouco temos os quarenta dias do Dilúvio; Moisés no Monte Sinai; os quarenta anos da caminhada do Povo de Deus pelo deserto; o profeta Elias que caminha quarenta dias e quarenta noites até o Monte Horebe e o profeta Jonas que dá um tempo de quarenta dias para o povo de Nínive se converter, mas sobretudo lembremos nos Evangelhos o espírito que fez sair Jesus para o Deserto e lá por 40 dias foi posto à prova por Satanás e ele convivia com feras e os anjos o serviam.

Como podemos celebrar e viver a espiritualidade desse tempo quaresmal?

Na celebração da Quaresma temos como já vimos os testemunhos já nos primeiros séculos da Igreja, mas hoje celebramos a Quaresma no dia de abertura na Quarta-Feira de Cinzas. Três palavras são propostas como características da espiritualidade da quaresma: esmola, jejum e oração. A oração sobretudo deve animar a espiritualidade da Quaresma. Uma oração feita no silêncio do próprio quarto, da interioridade para meditar a Palavra, para deixar que a Palavra compenetre e transforme a nossa vida, então aí sim seremos capazes de jejum. Lembrando que não é só jejum da carne, dos alimentos, mas de palavras inúteis, do uso do celular em excesso, do uso das redes sociais em excesso, uma esmola que se torna sensibilidade social, atenção aos mais pobres, solidariedade. São todas as coisas que poderíamos melhorar, que podemos e devemos melhorar olhando para o Senhor Jesus que nos amou até dar a sua vida, que preparou a sua missão como os grandes profetas, como o seu povo lá no Deserto, purificando-se, orando, entrando em diálogo com o Pai.

Qual mensagem deixaria para que todos possam mergulhar no mistério quaresmal?

Desejo a todos irmãos e irmãs que possamos viver mesmo correndo intensamente, abrindo nossos corações e nossas mentes para que iluminados com a Palavra de Deus sejamos prontos a viver com intensidade, renovando a nossa vida também e celebrando com maior intensidade espiritual o sacramento da reconciliação, passando a viver a plenitude da luz pascal em nossa vida.

Por CNBB

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A oração é como combustível rumo à plena unidade, diz Papa a luteranos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-oracao-e-como-combustivel-rumo-a-plena-unidade-diz-papa-a-luteranos/ Thu, 07 Dec 2017 13:09:14 +0000 http://teste.toqueto.com/a-oracao-e-como-combustivel-rumo-a-plena-unidade-diz-papa-a-luteranos.html O Papa Francisco recebeu em audiência nesta quinta-feira, 7, no Vaticano a presidência da Federação Luterana Mundial. À delegação, liderada pelo secretário-geral, Dr. Musa Filibus, o Santo Padre dirigiu um discurso ressaltando os momentos que marcaram ecumenicamente o Ano da Comemoração da Reforma, que acaba de ser concluído.

De modo especial, Francisco recordou sua visita a Lund, na Suécia, em outubro de 2016, quando se rezou juntos para que da graça de Deus brote e floresça o dom da unidade entre os fiéis. “Somente rezando podemos custodiar uns aos outros. A oração purifica, fortifica, ilumina o caminho, faz ir avante. A oração é como o combustível da nossa viagem rumo à plena unidade”.

O Pontífice destacou ainda o caminho de comunhão suscitado pelo Espírito Santo, considerando que este caminho levou a abandonar antigos preconceitos, como aqueles sobre Lutero e a situação da Igreja naquele período. Nesse sentido, ele enalteceu o diálogo entre a Federação Luterana Mundial e o Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

“Com a memória purificada, hoje podemos olhar com confiança para o futuro. Nunca mais poderemos nos permitir ser adversários ou rivais. Se o passado não pode ser mudado, o futuro nos interpela: não podemos nos subtrair, agora, da busca e da promoção de uma maior comunhão na caridade e na fé”. 

Francisco pediu ainda vigilância diante da tentação de parar no meio do caminho. O impulso para prosseguir pode vir de duas frentes: a caridade e o martírio. Os pobres são “indicadores preciosos” do caminho, que chama a tocar suas feridas com a força restauradora da presença de Jesus. Já quem sofre de modo heroico para testemunhar Cristo impele a uma fraternidade sempre mais real.

“Querido irmão, invoco de coração todas as bençãos de Deus e peço ao Espírito Santo, que une aquilo que está dividido, de efundir sobre nós a sua sabedoria mansa e corajosa”.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano 

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Dia Mundial de Luta Contra a Aids: rezemos pelos que sofrem com a doença https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-rezemos-pelos-que-sofrem-com-a-doenca/ Fri, 01 Dec 2017 15:05:22 +0000 http://teste.toqueto.com/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-rezemos-pelos-que-sofrem-com-a-doenca.html Neste dia 1º de dezembro é celebrado o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, uma doença que continua matando muitas pessoas. A Igreja Católica é a instituição que mais se preocupa pelas vítimas, atendendo um de cada quatro doentes no mundo inteiro.

Segundo o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids (UNAIDS, em inglês), em 2014, 36.9 milhões de pessoas viviam com o HIV, ou seja, seres humanos que têm o vírus, mas que ainda não desenvolveram a doenças e para os quais é importante o uso dos antirretrovirais.

Em junho de 2015, apenas 15.8 milhões tinham acesso ao tratamento antirretroviral e mais de 50 por cento não podiam acessar ao mesmo, entre eles aproximadamente 1.8 milhões eram crianças.

Deste modo, somente em 2014, “aproximadamente 2 milhões de pessoas foram infectadas pelo HIV e 1.2 milhões de pessoas morreram com doenças relacionadas a Aids”, indicou UNAIDS.

Um dado preocupante divulgado pelos peritos é que a quantidade de pessoas que não sabem que estão infectadas ultrapassa os 17.1 milhões.

Ao contrário de muitos organismos e instituições que propõem métodos anticoncepcionais, como o uso do preservativo (camisinha) para impedir o Aids, a Igreja destaca que a fidelidade dos esposos e a castidade até o matrimônio é a forma mais segura para evitar todo tipo de doença de transmissão sexual.

São João Paulo II, por motivo da Jornada Mundial do Doente em 2005, enviou uma mensagem ao mundo e recordou que para combater a Aids de forma responsável “é preciso aumentar sua prevenção mediante a educação no respeito ao valor sagrado da vida e a formação na prática correta da sexualidade”.

“Com efeito, se são muitas as infecções por contágio através do sangue, especialmente durante a gestação, infecções que devem ser combatidas com todos os meios, muito mais numerosas são as que se contraem por via sexual e que podem ser evitadas, sobretudo, mediante um comportamento responsável e a observância da virtude da castidade”, enfatizou.

Até 2010, do total de pessoas infectadas no mundo com o HIV/Aids, aproximadamente 25% era atendida por alguma instituição da Igreja Católica. Esta percentagem aumentava no caso da África, onde a Igreja cuidava de aproximadamente 50% dos afetados por este flagelo.

Nos últimos anos, com o impulso do Papa Francisco, esta ajuda caridosa e de amor ao próximo aumentou, o que converte a Igreja em uma das instituições mais importantes a nível mundial neste tema.

Por isso, neste dia especial de luta contra a Aids, unidos a milhares de cristãos, propomos a seguinte oração para que Deus dê fortaleza àqueles que sofrem desta doença.

Oração pelos doentes de Aids

Deus nosso Pai, escuta nossa oração por aqueles que são vítimas da Aids, aqueles que estão em perigo de morte. Concede-lhes o conforto de tua presença, faze com que eles procurem tua face, e encontrem a força em ti que és a fonte da vida. Senhor Jesus, escuta nossa oração por aqueles que acabaram de descobrir que estão contaminados pelo vírus HIV, mas que ainda não estão doentes. Recorda-lhes que eles têm ainda uma vida diante de si: faze com que eles encontrem em Ti a Vida, o Caminho e a Verdade. Espírito Santo de Deus, escuta nossas orações por aqueles que cuidam das pessoas doentes da Aids. Concede-lhes a certeza da presença do Pai e do amor de Jesus. Concede-lhes teu conforto, dá-lhes tua paz. Pai, nós te pedimos que todos nós escutemos teu apelo nestas circunstâncias, um apelo a ajudar os outros. Nós te pedimos que todos façam penitência de suas imoralidades e modelem suas vidas sobre os conselhos que nos dá a tua Palavra. Ajuda-nos a fim de que possamos viver de maneira responsável, pensando não unicamente em nós mesmos, mas também naqueles que estão ao nosso redor. Nós te pedimos pelos cientistas e médicos que trabalham na pesquisa em busca de um remédio para combater a Aids. Nós te pedimos por tua Igreja. Guia-nos a fim de que possamos dar teu conforto àqueles que necessitam de ser apoiados. Cumula nossos corações de tua compaixão para que os contaminados pela Aids tenham a certeza de que a Igreja os ajudará. Guia-nos a fim de que saibamos como ajudar aqueles que necessitam. Isso nós te pedimos porque tua misericórdia por nós é imensa.

Senhor da misericórdia, escuta nossa oração. Amém.

Por ACI Digital

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