OMS - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png OMS - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Febre amarela: OMS acompanhará fracionamento da vacina https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/febre-amarela-oms-acompanhara-fracionamento-da-vacina/ Wed, 24 Jan 2018 08:03:26 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50412 Técnicos da Organização Mundial da Saúde (OMS) chegam ao Brasil na próxima segunda-feira, 29, para acompanhar o fracionamento da vacina contra a febre amarela. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 23, pelo Ministério da Saúde, que tem se reunido semanalmente com o órgão das Nações Unidas para tratar do surto da doença no país.

De acordo com a pasta, a previsão é que os agentes internacionais desembarquem em São Paulo e acompanhem no próprio estado o fracionamento da vacina. Além de São Paulo, o Rio de Janeiro também inicia, nesta quinta-feira, 25, a imunização de municípios pré-selecionados contra a febre amarela.

Em São Paulo, 54 municípios participam da campanha, com previsão de vacinar 8,3 milhões de pessoas, sendo 6,3 milhões com a dose fracionada e 2 milhões com a padrão. Já no Rio de Janeiro, 7,7 milhões de pessoas deverão receber a dose fracionada e 2,4 milhões a padrão, em 15 municípios.

Até o momento, a campanha de vacinação no estado da Bahia permanece na data prevista (entre 19 de fevereiro e 9 de março). Na Bahia, 2,5 milhões de pessoas serão vacinadas com a dose fracionada e 813 mil com a dose padrão em oito municípios.

O objetivo da campanha, segundo o ministério, é evitar a expansão do vírus para áreas próximas de onde há circulação atualmente. No total, 21,7 milhões de pessoas destes municípios deverão ser vacinadas durante a campanha, sendo 16,5 milhões com a dose fracionada e outras 5,2 milhões com a dose padrão.

“A adoção do fracionamento das vacinas é uma medida preventiva e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) quando há aumento de epizootias e casos de febre amarela silvestre de forma intensa, com risco de expansão da doença em cidades com elevado índice populacional”, informou a pasta.

Por Agência Brasil

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Pesquisa revela que o casamento reduz o risco de demência https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pesquisa-revela-que-o-casamento-reduz-o-risco-de-demencia/ Mon, 18 Dec 2017 14:02:48 +0000 http://teste.toqueto.com/pesquisa-revela-que-o-casamento-reduz-o-risco-de-demencia.html Até 2050, o número de pessoas que vivem com demência deve aumentar três vezes. A Organização Mundial da Saúde afirma que hoje cinquenta milhões de pessoas têm a doença. Número que chegará a 152 milhões nas próximas três décadas. Pelo menos dez milhões de pessoas desenvolvem insanidade a cada ano. Destas, seis milhões vivem em países de baixa e média rendas.

Mas o risco de ficar demente pode ser menor se levarmos em conta um estudo comprovado por pesquisadores ingleses. Segundo eles, o casamento reduziria este risco, pelo fato de se ter uma companhia pra vida toda.

Assista à matéria completa aqui.

Por Canção Nova

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Caminhos que abrem horizontes de construção da paz e superação da violência https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/caminhos-que-abrem-horizontes-de-construcao-da-paz-e-superacao-da-violencia/ Tue, 12 Dec 2017 10:34:27 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49970 “Eu sempre penso que a violência é uma coisa aprendida. E se é aprendida, também pode ser desaprendida”. Desta forma padre Vilson Groh, 62 anos, sintetiza a compreensão que orienta sua atuação nas periferias da grande Florianópolis (SC), há 35 anos, num reconhecido trabalho que chegou a chamar a atenção do papa Francisco.

O padre que busca “agarrar” a esperança que se esconde por traz dos olhos da população empobrecida, especialmente dos jovens negros, público prioritário do seu trabalho, só acredita ser possível construir um caminho de paz por meio da atuação em redes de projetos, que envolvam governos e sociedade civil na criação de novos espaços públicos não estatais e de controle social, num grande pacto de luta contra a violência.

O religioso tira conclusões da própria experiência. Ele chegou a Florianópolis (SC) aos 22 anos, após cursar filosofia na Fundação Educacional de Brusque, sua terra natal. Na capital do estado começou a fazer Teologia. Em 1983, no último ano do curso, iniciou um trabalho no morro Mocotó, uma das áreas mais pobres da cidade. Foi aí que iniciou a luta pela regularização fundiária, urbanização do local e acolhimento de crianças, jovens e adultos, trabalho que se expandiu para outros territórios. Neste período, segundo ele, foram regularizadas e urbanizadas mais de 64 áreas de terra na grande Florianópolis.

Há cinco anos, o padre criou o Instituto Vilson Groh (IVG), organização que articula uma série de projetos e entidades e que, só nos primeiros dois meses de 2017, atendeu mais de 5 mil crianças, adolescentes e jovens por meio de seus diferentes projetos. Em 2016, foram 16 mil.

Tendo a educação como prioridade, o IVG apresenta um horizonte palpável de esperança às crianças, adolescentes e jovens, com os quais desenvolve um projeto pedagógico e de vida que vai dos 6 anos ao ingresso na Universidade. Foi este trabalho que despertou a atenção do papa Francisco que o convidou para uma audiência no Vaticano, em fevereiro deste ano.

A capacidade de mobilização do padre Vilson Groh vem mudando não apenas o acesso à moradia, mas também o colorido das paisagens por onde passa. Por meio do projeto Mocotó Cor e do trabalho voluntário, um exemplo de intervenção nos bairros onde atua, ele vem dando um colorido especial às fachadas das casas.

“Só por meio da nossa capacidade de fazer uma opção pelas periferias geográficas, como diz o papa Francisco, e se deixar tocar por essas realidades; Por meio da compreensão de uma Igreja em saída, entrando nestas ‘galileias’ empobrecidas e voltando ao método de Jesus, o método do encontro”, o religioso que vem transformado territórios e pessoas, acredita ser possível superar a violência e construir um caminho de paz.

As ideias do padre foram tomando forma na década de 80 primeiro por meio da Associação de Amigos da Casa da Criança do Adolescente do Mocotó, que hoje faz parte do Instituto Vilson Groh. Hoje a rede IVG abrange o Centro de Educação Popular, o Centro Cultural Escrava Anastácia, o Centro Social Elisabeth Sarkamp, o Centro Cultural Marista São José, a Associação João Paulo II e o Centro Educacional Marista Lúcia Mayvorne. O IVG oferece ainda cursinho pré-vestibular gratuito para os jovens da periferia.

As periferias geográficas de que fala o papa Francisco coincidem com a reflexão proposta pela Campanha da Fraternidade 2018 que, encarando o tema da violência, fala em seu texto-base da existência de territórios marcados pela extrema violência. No próximo ano, a Igreja no Brasil vai refletir sobre o tema e suas diferentes formas de manifestação direta, indireta e institucional na perspectiva da sua superação e da construção de uma cultura da paz.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a violência pelo uso intencional da força contra si mesmo, contra outra pessoa ou contra um grupo de pessoas, de modo a resultar em dano físico, sexual, psicológico ou morte.

Segundo o arcebispo de Brasília (DF) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha, há um clamor pela superação da violência, nas suas variadas formas, que tanto sofrimento tem trazido ao povo brasileiro. “Com a CF 2018, esperamos poder envolver as comunidades e a todos, estimulando a reflexão e a busca de soluções para a sua superação”, diz.

Guerra letal e silenciosa – O tema que está no centro das preocupações dos brasileiros figura nas pesquisas que apontam o Brasil como um dos países mais violentos do mundo. A nota técnica do Atlas da Violência, de março de 2016, fruto da parceria do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, demonstra que apesar de possuir menos de 3% da população mundial, o país responde por quase 13% dos assassinatos no planeta. Em 2014, o Brasil chegou ao topo do ranking, considerado o número absoluto de homicídios. Foram 59.627 mortes segundo o Ipea.

Os números apontados pelo Mapa da Violência 2016, organizado pela Flacso, mostram que, no Brasil, cinco pessoas são mortas por arma de fogo a cada hora. A cada único dia são 123 pessoas assassinadas dessa forma. Essas cifras revelam que, no Brasil, ocorrem mais mortes por arma de fogo do que nas chacinas e atentados que acontecem em todo o mundo. Contam-se mais homicídios aqui do que em diversas das guerras recentes.

O especialista em segurança pública Robson Sávio Reis Souz, professor da PUC Minas, chama a atenção para o fato do Brasil ser o décimo país mais desigual, apesar de ser a oitava maior economia do mundo, de acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano da Organização das Nações Unidas (ONU) de 2016. A desigualdade social, segundo ele, é um dos principais fatores do crescimento da violência no país.

Com o aumento da criminalidade a partir da década de 80, consolidou-se um contexto de impunidade que, somado à maior procura por drogas ilícitas e a maior disponibilidade de armas de fogo, formou o ambiente no qual se deu o crescimento dos homicídios e de outros crimes contra a pessoa e contra o patrimônio, explica o professor que integra o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Autor do livro Quem comanda a segurança pública no Brasil: atores, crenças e coalizões que dominam a política nacional de segurança pública, da editora Letramento, diz que a violência no Brasil tem um caráter seletivo. “A maioria das vítimas da violência são pobres, negros, jovens e moradores da periferia. É uma violência seletiva. Não atinge a todos. No Brasil, há locais mais seguros que a Europa e mais violentos que a Síria”, disse.

Um dado que exemplifica o caráter seletivo da violência citado pelo professor é o que aponta que entre jovens de 15 a 24 anos, os homicídios são a principal causa de morte. Dados referentes ao ano de 2011 mostram a gravidade da tragédia. Naquele ano houve, em todo o país, mais de 52 mil mortos por homicídio. Desse total, mais da metade das vítimas eram jovens (52,63%). Dentre tais jovens vitimados, a imensa maioria era composta por negros (71,44%), majoritariamente do sexo masculino (93,03%).

Entre 2001 e 2011, os homicídios de mulheres cresceram 17,2%. Somente no ano de 2013, houve 4,8 homicídios por 100 mil mulheres, segundo o Mapa da Violência publicado em 2015. Tendo registrado naquele ano 4.762 homicídios de mulheres – 13 homicídios diários, em média –, o Brasil ocupa a quinta colocação, numa lista de 83 países. Ocorrem aqui 2,4 vezes mais homicídios de mulheres do que a média internacional.

O presidente da CNBB, cardeal dom Sergio Rocha, reforça que a superação da violência necessita da ação efetiva dos três poderes, especialmente da implantação de políticas públicas. “Os caminhos de superação passam sempre pelo diálogo, pela misericórdia, pela justiça social e pela educação para a paz”, afirma. O arcebispo lembra que nas campanhas da fraternidade, a palavra de Deus sempre ilumina e orienta o caminhar da Igreja. Na CF 2018, reforça o cardeal, o lema “Em Cristo, somos todos irmãos”, motiva a construir a fraternidade como caminho para alcançar a paz.

Matéria publicada na edição nº 21 da Revista Bote Fé da Edições da CNBB

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Para religiosa, amor é eficaz para resgatar importância da pessoa idosa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/para-religiosa-amor-e-eficaz-para-resgatar-importancia-da-pessoa-idosa/ Fri, 08 Dec 2017 10:23:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49950 “Um povo que não protege os avós e não os trata bem é um povo sem futuro”. A  intenção do Papa Francisco para o mês de dezembro reascende questões ligadas ao envelhecimento, como aceitação, preconceito, exclusão e a necessidade de maior atenção e cuidados com os que ultrapassam os 60 anos de idade.

“Eles [os idosos] foram encarregados de transmitir a história de uma família, de uma comunidade, de um povo. Tenhamos presente os nossos idosos, para que sustentados pelas famílias e instituições, colaborem com a sua sabedoria e experiência, na educação das novas gerações”, rogou o Papa em seu pedido de oração.

A população mundial está envelhecendo. Informação divulgada no final de 2014, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), prevê que o número de pessoas idosas passará de 2 bilhões até 2050, tornando as doenças crônicas e o bem-estar da terceira idade novos desafios de saúde pública global. O envelhecimento é uma novidade para o ser humano, com a qual a sociedade ainda está aprendendo a lidar, afirmou a mestre em Gerontologia, Débora Guedes.

Segundo Guedes, além das dificuldades próprias da idade, o idoso ainda precisa aprender a lidar com o preconceito. “Infelizmente existem muitos preconceitos com relação a envelhecer, pois modelos atuais mostram qualificações apenas para a juventude. Ao mesmo tempo em que é desejado viver com longevidade, (…), é indesejado todas as características biopsicossociais que o envelhecimento traz. Então existe um grande conflito, nossa sociedade se cuida e deseja viver o máximo, porém repele os que chegam a ter mais idade”, analisou.

A coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa (PPI), Irmã Terezinha Tortelli, explica que, no Brasil, o envelhecimento também é visto como um fenômeno novo. Isso é  perceptível pela invisibilidade com que as pessoas idosas, principalmente as fragilizadas, são tratadas nos convívios sociais e familiares.

De acordo com Tortelli, o Brasil apresenta atualmente o número de 26 milhões de pessoas com idade acima dos 60 anos de idade. Deste número, 13% — 4 milhões —, apresentam fragilidades que as tornam dependentes de acompanhamento e maior atenção, número ainda pouco assistido por instituições voltadas para a pessoa idosa. Segundo a religiosa, entre as entidades que prestam auxílio aos idosos, a PPI tem, talvez, o número mais expressivo de idosos ajudados. Porém, esse número que parece grande – 141.356 pessoas -,  representa apenas 0,5% das pessoas idosas brasileiras hoje.

A Igreja e a valorização do idoso

Irmã Terezinha explicou que a PPI surgiu a partir da percepção dos bispos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) sobre a necessidade de criar uma pastoral específica para as pessoas idosas. E isso aconteceu após a Campanha da Fraternidade de 2003, que tratou desse assunto a partir do tema “A fraternidade e as pessoas idosas: vida, dignidade e esperança”. Iniciativa de Dom Aloysio José Leal Penna – falecido em 2012 —, a pastoral ficou sob os cuidados de Zilda Arns – médica pediatra e sanitarista – até o seu falecimento, em 2010.

Com aproximadamente 25 mil pessoas ativas dentro da pastoral – entre voluntários; coordenadores comunitários, diocesanos, paroquiais e estaduais; e facilitadores –, são realizadas visitas regulares a brasileiros da terceira idade, em 873 municípios de todos os estados do Brasil.

“Nós capacitamos pessoas para visitas domiciliares mensais, são visitas permanentes que criam vínculo entre a pessoa que visita e a pessoa visitada. (…) A intenção é que a pessoa idosa se sinta amada, querida, importante, alguém está dando importância para ela, alguém a está visitando todos os meses, com frequência (…). É uma maneira simples e singela, mas eficaz de resgatar a importância da pessoa idosa”, comentou Tortelli.

A visita tem consequências, como encaminhamentos obrigatórios a serem feitos após a criação de vínculos entre a pessoa visitada e a pessoa que visita, a criação de um clima fraterno na família, na vizinhança, e o enfrentamento de situações que impeçam o envelhecimento saudável da pessoa idosa. “Enfrentamos bastante situações de violência contra a pessoa idosa, o que gera encaminhamentos dolorosos para quem deve tomar providências”, contou Irmã Terezinha.

O lema da Pastoral é uma frase de São João Paulo II: “Que cada comunidade acompanhe, com uma compreensão amorosa, todos que envelhecem”. “Nós assumimos isso como um sonho que João Paulo II idealizou. (…) Está impresso em todos os nossos materiais educativos para voluntários”, contou.

Apesar do trabalho significativo da PPI, Irmã Terezinha acredita que ainda há muito o que ser feito, e destacou a importância da atenção do Papa Francisco à pessoa idosa como uma oportunidade de divulgação dos trabalhos da pastoral e o despertar de novos voluntários.

Por Canção Nova

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"Ação de amor" no Cristo Redentor incentiva novos doadores de sangue https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/acao-de-amor-no-cristo-redentor-incentiva-novos-doadores-de-sangue/ Wed, 22 Nov 2017 16:04:48 +0000 http://teste.toqueto.com/acao-de-amor-no-cristo-redentor-incentiva-novos-doadores-de-sangue.html O Cristo Redentor receberá nesta quarta-feira, 22, e na quinta-feira, 23, uma iluminação especial na cor vermelha, das 19h20 às 20h25, em homenagem ao Dia Nacional do Doador de Sangue que será neste sábado, 25.

A iniciativa, que começou nesta terça, 21, promoverá a campanha de conscientização social instituída por meio do projeto ‘Ação de Amor do Cristo Redentor’, do Hemorio — conjunto de Serviços de Hemoterapia do Estado do Rio de Janeiro — em parceria com a Arquidiocese do Rio de Janeiro.

O objetivo da ação é lembrar a todos que doar sangue, além de ser uma necessidade, é um verdadeiro ato de amor ao próximo. A coordenadora do projeto’ Ação de Amor do Cristo Redentor’, Silvia Helena Gonzaga, reforçou a importância de se tornar um doador, para que haja o constante abastecimento dos bancos de sangue do país. “A ideia do projeto ‘Ação de Amor do Cristo Redentor’, com essa iluminação, é reconhecer a importância daquele que já é um doador de sangue, por seu gesto de generosidade. Ele doa vida”, explica.

O diretor geral do Hemorio, Luiz Amorim, esclarece que a doação de sangue é gratuita, voluntária e um ato nobre de cidadania. “Contamos, mais uma vez, com a solidariedade da população, que sempre atende aos nossos chamados. As bolsas de sangue coletadas nesse período garantem que o estoque do Hemorio seja suficiente para abastecer as unidades de saúde nas festas de fim de ano, quando o número de doações cai bastante”, destaca.

Campanha de conscientização

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o número de doadores de um país seja de 3% a 5% do total da população. Dados do Ministério da Saúde, porém, mostram que, no Brasil, o percentual não chega a 2%: são apenas 3,6 milhões de bolsas de sangue por ano.

Os requisitos para uma pessoa ser doadora de sangue são: estar bem de saúde, ter idade entre 18 e 69 anos (menores, com 16 e 17 anos de idade, podem doar sangue desde que levem autorização assinada por um responsável legal e um documento de identidade oficial, com foto e original, desse responsável), portar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista ou carteira do conselho profissional), pesar mais de 50kg.

Além destes requisitos, o doador não pode estar em jejum, ter ingerido alimentos gordurosos, estar gripado, com febre ou outro sinal de doença infecciosa, ter lesão de pele que apresente sangramento, ter ingerido álcool ou drogas nas últimas 24 horas, ter tido hepatite após os 10 anos de idade, ter múltiplos parceiros sexuais. Mulheres grávidas ou amamentando não podem doar sangue e a pessoa que fez tatuagem ou piercing há menos de um ano também não pode ser um doador.

Doação de sangue durante a Semana da Saúde, na Cinelândia

Entre os dias 21 e 24 de novembro, das 7h às 17h, a Cinelândia, na área central do Rio de Janeiro, está sediando a Semana da Saúde. Além da tradicional doação de sangue do Hemorio e dos serviços de prevenção em saúde, o evento, promovido pela Secretaria de Estado de Saúde, conta com a parceria do Detran, que vai disponibilizar os atendimentos do “Detran Presente” nesta quarta-feira, 22.

A população terá acesso aos serviços de aferição de pressão arterial, testes de glicemia e colesterol, orientação sobre alimentação saudável, vacinação contra febre amarela, teste rápido de hepatite, ultrassonografia óssea (exame para detectar osteoporose), atendimento dermatológico – incluindo prevenção e diagnóstico de hanseníase –, atendimento odontológico e avaliação com endocrinologistas, além de palestras diversas. Como parte do Novembro Azul, os homens poderão se consultar com urologistas e realizar o teste de PSA.

Por Canção Nova, com Arquidiocese do Rio de Janeiro

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Água (direito humano) para o crescimento sustentável https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/agua-direito-humano-para-o-crescimento-sustentavel/ Wed, 30 Aug 2017 08:01:39 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48192 Às vésperas do Dia Mundial de oração pelo Cuidado com a Criação, cerca de 3.00 pessoas de mais de 230 países estão na capital sueca, Estocolmo, reunidas em torno do tema ‘Água para o Crescimento Sustentável’,  na 26ª Semana Mundial da Água. O evento é o maior encontro anual para questões relacionadas à água e ao desenvolvimento.

Participam representantes de governos, setor privado, organizações multilaterais, sociedade civil e academia buscam soluções para problemas globais relacionados à água.

Em fevereiro deste ano, o Papa Francisco participou no Vaticano do encontro’Direito Humano à Água’ promovido pela Pontifícia Academia das Ciências. Especialistas do mundo inteiro debateram o tema inspirado, inclusive, em passagens da Encíclica Laudato si.

No seu discurso, o Papa Francisco saudou a iniciativa de debater a problemática do direito humano à água e a exigência de políticas públicas no setor, para dar uma resposta à essa necessidade que vive o homem de hoje.

Na ocasião, o Papa mencionou o Livro do Gênesis para tratar a questão de maneira fundamental e urgente: “A água está no princípio de todas as coisas”, fonte de vida e de fecundidade.

Francisco citou dados “graves” das Nações Unidas que não podem nos deixar indiferentes: “mil crianças morrem todos os dias por causa de doenças ligadas à água e milhões de pessoas consomem água contaminada”. “Ainda não é tarde demais”, disse o Papa, “mas é urgente estarmos cientes da necessidade da água e do seu valor essencial para o bem da humanidade”. O Pontífice também abordou o tema do respeito à água como “condição para o exercício dos outros direitos humanos”.

Um relatório conjunto da Organização Mundial da Saúde, OMS, e do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, mostra que 2,1 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso seguro à água. O número de pessoas sem acesso ao esgotamento sanitário seguro é de 4,5 bilhões.

A ONU News conversou com relator das Nações Unidas para o direito humano à água e ao saneamento, Leo Heller, sobre os dados do documento.

Leo Heller fala sobre a situação em países de língua portuguesa. Segundo o relatório, 62% da população de Portugal tem acesso seguro ao esgotamento sanitário; no Brasil a proporção é de 39%.

O relator da ONU falou ainda sobre dados em Moçambique onde houve um progresso na questão da defecação a céu aberto: 36% da população em 2015 em comparação a 57% em 2000.

Ouça a reportagem completa aqui.

Por Rádio Vaticano

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Veja possíveis causas dos transtornos que afetam a mente https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/veja-possiveis-causas-dos-transtornos-que-afetam-a-mente/ Thu, 24 Aug 2017 14:00:39 +0000 http://teste.toqueto.com/veja-possiveis-causas-dos-transtornos-que-afetam-a-mente.html Quando se trata de saúde, não se deve pensar apenas na estrutura física do corpo, mas também na mente. O corpo humano necessita de uma relação equilibrada do ponto de vista fisiológico e mental. Sem isto, manter-se emocionalmente estável e saudável pode se tornar um problema.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que há 322 milhões de pessoas atualmente sofrendo algum tipo de transtorno mental. O Brasil ocupa o quinto lugar neste ranking quando se trata especificamente de depressão.

Os transtornos mentais implicam alterações no comportamento, na emoção e no sistema cognitivo do indivíduo, na maneira que a pessoa tem de perceber e conhecer a realidade que a cerca. Existem mais de 200 tipos de transtorno mentais, que foram classificados em 17 categorias, divididos em quatro grupos: Transtornos Psicóticos (alucinações), Transtornos Neuróticos (a pessoa permanece consciente, mas sofre disfunções como a fobia, por exemplo), Transtornos Orgânicos (doenças orgânicas e alterações cerebrais podem causar os transtornos mentais) e, por fim, os Transtornos Funcionais (aqueles em que não se consegue identificar a causa).

“O número de transtornos mentais tem aumentado por conta de dois motivos: a medicina evoluiu e passou a incluir novas manifestações das doenças. Além disso, temos situações no mundo atual que têm levado a um maior adoecimento das pessoas. Ou seja, são vários fatores que, juntos, aumentam este número de distúrbios mentais”, explica o médico sanitarista e epidemiologista Ado Pechelli.

O transtorno de ansiedade já é considerado um problema de saúde pública. Sua origem, bem como a dos demais transtornos mentais, pode acontecer das mais diversas maneiras. “Existe todo um somatório de fatores e diferenças individuais que podem fazer surgir esses transtornos”, disse Pechelli.

Uma das principais razões para o surgimento de distúrbios mentais é o uso de drogas ilícitas, sobretudo aquelas conhecidas como drogas adrenérgicas, que imitam a ação da adrenalina ou da noradrenalina. Cocaína e craque estão entre essas substâncias, que estimulam o sistema nervoso central. “O uso contínuo delas pode, sim, levar ao desenvolvimento de transtornos mentais”, esclarece o médico. “Todos que usam drogas desenvolverão distúrbios? Não, mas o uso destas drogas é um gatilho importante para isto”, reitera.

A hereditariedade também pode despertar distúrbios mentais. Não é, porém, um fator definitivo para o surgimento dessas disfunções. “Você pode ter um pai e uma mãe com transtorno mental e não necessariamente desenvolver isto, mas filhos de pais assim têm um risco maior para desenvolver isto”, afirma Pechelli.

O uso excessivo de aparelhos celulares, os conhecidos smartphones, além das redes sociais, tem gerado preocupação no que diz respeito ao comportamento das pessoas. Mas não podem ser apontados como causas definitivas para o surgimento de doenças mentais. “O abuso é ruim para qualquer coisa, até de água o abuso é ruim, por isso temos que ter comedimento”, avalia o médico sanitarista.

O exagero na ingestão de medicamentos cujo princípio ativo seja a benzodiazepina — ansiolítico muito utilizado para diversas situações — também pode ser determinante para o surgimento de transtornos mentais.

Cuidados

Para o médico, evitar situações que gerem muito estresse ou que sejam de certa maneira difíceis de lidar são essenciais para que estes distúrbios não surjam. “Se você tiver uma predisposição genética, elas podem desencadear essas doenças”, revela o médico. 

Levar uma vida saudável, trabalhar em um ambiente com boas condições e evitar situações que gerem estresse, segundo Pichelli, são fundamentais à saúde mental. “Não existe uma forma mágica para não se ter essas doenças, mas existem condições que você pode criar para que elas não apareçam”, finaliza.

Por Canção Nova

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Pe. Fábio de Melo: um desabafo que alertou sobre a síndrome do pânico https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pe-fabio-de-melo-um-desabafo-que-alertou-sobre-a-sindrome-do-panico/ Tue, 22 Aug 2017 09:02:37 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48053 “Não sei exatamente o que significa síndrome do pânico, eu só sei que é uma coisa muito ruim de sentir”, desabafou Padre Fábio de Melo, ao revelar que vem enfrentando esta doença, ao mesmo tempo em que chamou a atenção para o cuidado da saúde física e emocional dos sacerdotes.

Um sacerdote conhecido, cantor, compositor, apresentador de televisão, com uma vasta agenda, Pe. Fábio de Melo relatou no dia 11 de agosto em uma publicação em seu Instagram que havia tido 20 dias antes “sintomas de síndrome de pânico”, algo que já tinha enfrentado “2 anos atrás” e superado “muito rapidamente na época”.

Mas, desta vez, o presbítero compartilhou com seus seguidores da rede social que “foi muito diferente”. “Fiquei praticamente uma semana trancado em casa, com sensação de morte, tristeza profunda e medo de tudo. Nunca chorei tanto na minha vida”, contou.

Agradecendo pelo carinho de todos, garantiu que falaria “mais sobre o assunto”, quando estivesse “mais inteiro”, por considerar que poderia “ajudar os que enfrentam o mesmo problema”.

Foi o que fez no dia 16 de agosto, durante o programa ‘Direção Espiritual’, que apresenta na TV Canção Nova.

Pe. Fábio de Melo contou sobre “esse momento difícil” que está vivendo. Segundo ele, tudo começou quando, em julho, foi para Fortaleza cumprir sua agenda. Quando o avião aterrissou, disse ter sentido um grande mal-estar, taquicardia, mãos suando, sensação de medo e opressão.

Ao tomar o medicamento que leva sempre consigo, conseguiu cumprir sua agenda e retornou para casa, no interior de São Paulo, onde enfrentou os sintomas da síndrome do pânico. “Um estado emocional, espiritual, que eu nunca tinha experimentado em minha vida”.

Foram dez dias durante os quais disse ter vivido “um processo tão destrutivo” que, “ao mesmo tempo em que o meu medo de morrer era tão grande, eu sentia vontade de morrer, para cessar tudo aquilo”.

“Claro, em dois ou três dias, eu entreguei os pontos mesmo, de não querer sair do quarto. Mas, nos outros dias não, era conciliando esta dor, esta angústia com uma tentativa de sobreviver”, relatou o sacerdote, que atualmente faz uso de medicamentos para a síndrome.

Pe. Fábio disse que logo procurou seu Bispo, Dom Wilson Luís Angotti (da Diocese de Taubaté), que o acolheu “com muito carinho”. “Desabafei, contei a ele todas as minhas angústias, todas as minhas dores. Ele concordou comigo que eu precisava de um auxílio médico e também procurar criar na agenda da minha vida um espaço para eu ter condições de viver o que não é obrigação”, disse.

Nesse sentido, salientou que, embora se realize “naquilo que é obrigação”, também é preciso “ter um espaço para o lúdico, para o não compromisso”.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), de 2 a 4% da população mundial tem a síndrome do pânico. Ainda segundo a entidade, no Brasil, 9% da população sofre de algum transtorno de ansiedade, entre os quais se encontram a síndrome do pânico, fobias, transtorno obsessivo-compulsivo, ansiedade social, entre outros.

O próprio Pe. Fábio de Melo revelou que recebeu retorno de outros sacerdotes amigos seus que contaram estar “vivendo algo semelhante”.

“Isso tem sido muito próprio da vida sacerdotal, parece que o padre foi assumindo trabalhos, trabalhos e trabalhos, e nós perdemos o direito de viver sem culpa o divertimento, parece que, se a gente é visto em um lugar que não é a Igreja, se a gente é visto de repente com alguns amigos, aquilo pode não soar bem”, sublinhou.

“Quando esse meu amigo me mandou uma mensagem se solidarizando comigo, ele me disse: ‘eu estou enfrentando a mesma coisa, com uma diferença, não tenho a coragem que você tem de contar’”, relatou Pe. Fábio, ao aconselhar que “as nossas dores precisam ser partilhadas, as nossas angústias, as nossas ansiedades”.

Para o sacerdote, “quando nós dizemos, de alguma forma, começamos a organizar dentro de nós o que está desorganizado”. Trata-se de “uma forma de você se comprometer com aquilo que está acontecendo. Falar faz bem, contar às pessoas que nós amamos faz bem”.

Por fim, Pe. Fábio declarou: “Estou vivendo um momento difícil na minha vida, um momento de crise, e eu tenho fé de que essa crise vai me tornar um ser humano melhor”.

Por ACI Digital

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Relatório da ONU revela que 2,1 bilhões não têm água potável em casa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/relatorio-da-onu-revela-que-21-bilhoes-nao-tem-agua-potavel-em-casa/ Thu, 13 Jul 2017 09:01:38 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47412 Um relatório das Nações Unidas indica que o número de pessoas sem acesso à água potável em casa é de 2,1 bilhões em todo o mundo.

O documento foi divulgado, nesta quarta-feira, 12, pela Organização Mundial da Saúde, OMS, e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef. Esta é a primeira vez que as agências fazem um levantamento global sobre água, saneamento básico e higiene.

Áreas rurais

O número de pessoas sem acesso a saneamento básico, gerenciado de forma segura, é de 4,5 bilhões. Já a quantidade de moradores do planeta com algum saneamento básico é de 2,3 bilhões.

A maioria dessas pessoas vive em áreas rurais.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que água potável encanada, saneamento e higiene não deveriam ser privilégios apenas daqueles que vivem em centros urbanos e em áreas ricas. Para o chefe da agência, os governos são responsáveis por assegurar que todos tenham acesso a esses serviços.

Desde 2000, quando foi lançada a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, bilhões de pessoas ganharam acesso à água potável e saneamento, mas esses serviços não garantem necessariamente o saneamento seguro, aquele que é ligado a uma rede de esgoto tratado, e à água potável.

Crianças

Esse quadro gera doenças que podem ser mortais para crianças com menos de cinco anos de idade.

Todos os anos, mais de 360 mil menores morrem de diarreia, uma doença evitável. Já o saneamento mal feito causa cólera, disenteria, hepatite A e febre tifoide entre outros problemas.

O diretor-executivo do Unicef, Anthony Lake, disse que ao melhorar esses serviços para todos, o mundo dará às crianças a chance de um futuro melhor.

Em 90 países, o avanço na área de saneamento básico é muito lento, o que leva a crer que a cobertura universal não será alcançada até 2030, quando encerra o prazo para a Agenda 2030 de desenvolvimento sustentável.

Lares

Dos 4,5 bilhões de pessoas sem acesso a esgoto tratado, 600 milhões de pessoas têm que compartilhar um toalete ou uma latrina com outros lares. Já o número de pessoas que defecam a céu aberto é de 892 milhões.

E devido ao aumento da população, essa situação tem crescido na África Subsaariana e na Oceania.

O relatório indica ainda que me países que passam por conflitos, as crianças têm quatro vezes menos chance de usar serviços de abastecimento de água, e duas vezes menos o saneamento básico que crianças em outros países.

Os serviços de água potável, saneamento básico e higiene são essenciais para que o mundo alcance o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 3 sobre assegurar vidas saudáveis e a promoção do bem-estar em todos as faixas etárias.

Rádio ONU

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Acidentes de trânsito são principal causa de morte entre adolescentes https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/acidentes-de-transito-sao-principal-causa-de-morte-entre-adolescentes/ Wed, 17 May 2017 09:06:49 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46308 Mais de 1,2 milhão de adolescentes morrem por ano, a maioria de causas que poderiam ser evitadas, segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS. Nesta terça-feira, 16, a agência da ONU divulgou um relatório explicando que dois terços dessas mortes ocorrem em países de rendas baixa ou média na África e no sudeste da Ásia.

Acidentes de trânsito são a principal causa de morte entre adolescentes dos 10 aos 19 anos de idade. Em 2015, foram quase 115 mil vítimas. Na sequência estão infecções respiratórias; suicídio ou morte acidental por auto-mutilação; complicações da diarreia e afogamento.

Diferenças

Mas a OMS destaca que as diferenças regionais são grandes. Na África, por exemplo, mais adolescentes morrem por HIV, meningite ou diarreia do que por acidentes nas rodovias.

Na Europa e no sudeste asiático, a auto-mutilação é a principal ou a segunda causa de morte entre adolescentes dos 15 aos 19 anos.

Garotas

Se for avaliada a situação específica das meninas, principal causa de morte entre adolescentes de 10 a 14 anos são infecções respiratórias como pneumonia. Já as complicações da gravidez, como hemorragia, abortos inseguros ou problemas no parto são os principais fatores de morte entre garotas entre 15 e 19 anos.

A OMS destaca que os jovens muitas vezes têm responsabilidades de adultos, como cuidar dos irmãos e trabalhar. Muitos adolescentes acabam abandonando a escola ou se casando muito cedo. Desnutrição, ferimentos, gravidez, doenças, violência sexual e problemas de saúde mental são algumas das complicações.

Recomendações

A agência da ONU defende que os sistemas de saúde e de educação sejam mais bem capacitados para atender os adolescentes.

Algumas das recomendações são: educação sexual compreensiva nas escolas; aumentar a idade mínima para consumo de álcool; tornar obrigatório por lei o uso de cinto de segurança e de capacetes; reduzir o acesso a armas de fogo; diminuir a poluição interna do ar e aumentar o acesso à água potável e ao saneamento.

O guia foi produzido pela OMS em parceria com outras agências da ONU, como Unaids, Unesco, Unicef, Unfpa, ONU Mulheres e Banco Mundial.

Por Canção Nova, com Rádio ONU

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