novas tecnologias - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:07:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png novas tecnologias - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa: de forma tradicional ou tecnológica, o importante é ler a Palavra de Deus https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/papa-de-forma-tradicional-ou-tecnologica-o-importante-e-ler-a-palavra-de-deus/ Sat, 13 Jul 2019 12:44:27 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56085 A correria do dia a dia não é desculpa para não rezar: com o Evangelho de bolso ou os aplicativos no celular, qualquer hora é boa para santificar o dia.

Santificar a nossa vida abrindo um celular… pode parecer heresia, mas é a realidade para milhares de fiéis, religiosos, religiosas e sacerdotes. Com um ritmo de vida frenético, às vezes é no metrô ou no ônibus que se encontra tempo para rezar. O brasileiro, em média, passa 1h20 no trânsito todos os dias. O paulistano, por exemplo, dobra este tempo, gastando duas horas e 43 minutos para se deslocar pela cidade.

A boa semente dá fruto
Hoje, aplicativos dos mais diversos tipos e funções não faltam… O importante é ler a Palavra de Deus, como disse o próprio Papa Francisco no Angelus de 6 de abril de 2014:

“ Hoje podemos ler o Evangelho também com muitos instrumentos tecnológicos. Pode-se levar conosco a Bíblia inteira num celular, num tablet. Importante é ler a Palavra de Deus, com todos os meios, mas ler a Palavra de Deus: é Jesus que nela nos fala! E aceitá-la de coração aberto. Assim o boa semente dá fruto! ”

Difícil imaginar o Papa rezando com um celular na mão, certamente sua geração é outra. Por isso, também em suas homilias matinais na Casa Santa Marta o Papa várias vezes recomendou um Evangelho de bolso:

“Como devemos receber a palavra de Deus?” A resposta é clara: “Como se recebe Jesus Cristo. A Igreja diz-nos que Jesus está presente na Escritura, na sua palavra”. Por isso, “aconselho muitas vezes que se tenha sempre um pequeno Evangelho na bolsa, no bolso, para ler um trecho durante o dia”. Um conselho prático, disse, não tanto para “aprender” algo, mas sobretudo “para encontrar Jesus, porque Jesus se encontra precisamente na sua palavra, no seu Evangelho”.

Opções de aplicativos são variadas
Os aplicativos entraram no dia a dia de muitos sacerdotes. Padre Arnaldo Rodrigues, colaborador do Vatican News, comentou a utilidade seja para a consulta, seja para rezar ou para encontrar o horário da missa mais perto de onde estiver. O objetivo: estar sempre em sintonia com a palavra de Deus:

Padre Bruno Viana é pároco da paróquia de Nossa Senhora da Apresentação de Irajá, no Rio de Janeiro. Para ele, os aplicativos facilitam as atividades pastorais, como por exemplo para preparar roteiros homiléticos durante a semana:

Em tempo: o Vatican News também está desenvolvendo o seu aplicativo. Com ele, você pode ouvir as transmissões ao vivo do Papa com a tradução em português!

Ouça reportagem com a voz do Papa Francisco

 

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De São João Paulo II a Francisco, o que a Igreja ensina sobre o uso da internet? https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/de-sao-joao-paulo-ii-a-francisco-o-que-a-igreja-ensina-sobre-o-uso-da-internet/ Thu, 30 Nov 2017 10:29:37 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49663 Desde a sua divulgação massiva na década de 90, a internet tem sido objeto de debates sobre seu uso e repercussão como meio de comunicação; discussão que não é alheia à Igreja, que vê esta ferramenta como “um novo foro para a proclamação do Evangelho”.

Nesse sentido, levando em consideração que no dia 26 de novembro foi recordado o Beato James Alberione, padroeiro da internet, publicamos trechos dos ensinamentos da Igreja através dos três pontífices que a guiaram desde o surgimento da internet.

Novas formas de evangelização

Embora a idéia de uma rede interconectada de computadores tenha nascido com um propósito militar durante a Guerra Fria, após o desaparecimento da União Soviética e em boa parte dos regimes comunistas a rede começou a ser usada publicamente; tudo isso ocorreu durante o pontificado de São João Paulo II.

Nesse sentido, foi o Papa polonês viu esta nova ferramenta como “um novo foro para a proclamação do Evangelho”, como indicou em sua mensagem para o 36º Dia Mundial das Comunicações em 2002.

São João Paulo II recordou que, ao longo da história da evangelização, a Igreja “teve de ultrapassar também muitos confins culturais”, cada um dos quais exigiu renovadas energia e imaginação, como ocorreu “na época das grandes descobertas, a Renascença e a invenção da imprensa, a Revolução Industrial e o nascimento do novo mundo”.

Nesse sentido, indicou que a mesma coisa acontece com o surgimento da Internet, “um novo ‘foro’” e uma nova fronteira dos outros tempos, também esta está “cheia da ligação entre perigos e promessas”.

“Embora a Internet nunca possa substituir aquela profunda experiência de Deus, que só a vida concreta, litúrgica e sacramental da Igreja pode oferecer, ela pode certamente contribuir com um suplemento e um apoio singulares, tanto preparando para o encontro com Cristo na comunidade, como ajudando o novo crente na caminhada de fé, que então tem início”, assinalou São João Paulo II.

Um apelo à geração digital

Depois de assumir a missão de Sucessor de Pedro em 2005, Bento XVI demonstrou que não está longe da nova realidade no mundo das comunicações e em 12 de dezembro de 2012, lançou a conta oficial do Twitter @pontifex, através da qual ele colocou o papado no mundo das redes sociais.

Além disso, três anos antes, em sua mensagem para o 43º Dia Mundial das Comunicações Sociais, o então Pontífice assegurou que as novas tecnologias são “um dom” e incentivou os jovens, “a geração digital”, a fazer um bom uso dela a fim de promover uma cultura do encontro e anunciar o Senhor Jesus.

Também se dirigiu aos criadores de conteúdos. Indicou que “se as novas tecnologias devem servir o bem dos indivíduos e da sociedade, aqueles que as usam devem evitar compartilhar palavras e imagens degradantes para o ser humano e, portanto, excluir o que causa ódio e intolerância, degrada a beleza e a intimidade da sexualidade humana, ou o que explora os fracos e indefesos”.

Bento XVI convidou os jovens católicos a “levar ao mundo digital o testemunho da sua fé”, especialmente aos seus coetâneos, porque “vocês conhecem os seus temores e as suas esperanças, seus entusiasmos e suas desilusões”.

Um dom de Deus

Assim, seguindo o caminho traçado pelos seus predecessores, o Papa Francisco mencionou a realidade da internet em sua mensagem do 48º Dia Mundial das Comunicações em 2014, ressaltando que a “a internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos; e isto é uma coisa boa, é um dom de Deus”.

Um ano antes, ao receber os participantes da Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para os Leigos, Francisco explicou que é preciso aprender a discernir “entre as oportunidades e os perigos da rede” para “conduzir os homens ao rosto luminoso do Senhor”.

Nesse sentido, assegurou que a presença da Igreja na rede é indispensável, sempre com estilo evangélico, “para despertar as perguntas incessantes do coração sobre o sentido da existência e indicar o caminho que conduz Àquele que é a resposta, a Divina Misericórdia feita homem, o Senhor Jesus”.

Por ACI Digital

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Centesimus Annus e a ética social cristã na era digital https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/centesimus-annus-e-a-etica-social-crista-na-era-digital/ Thu, 23 Nov 2017 16:08:46 +0000 http://teste.toqueto.com/centesimus-annus-e-a-etica-social-crista-na-era-digital.html “Governar as novas tecnologias para preservar o valor autêntico das relações humanas”. É o que diz, em síntese, a mensagem final da recente Conferência promovida pelo grupo alemão da Fundação Centesimus Annus-pro Pontifice, realizada em Berlim nos dias 15 e 16 de novembro, sobre o tema “Ética Social cristã na era digital”.

Cientistas de renome internacional de várias disciplinas transcorreram dois dias trocando pareceres e propostas sobre as oportunidades e os desafios para “a ética social cristã na era digital”.

Em particular, a Conferência concentrou-se sobre que  tipo de respostas o ensino social cristão pode dar hoje ao “progresso do paradigma tecnocrático” na era da digitalização, como informou a Agência de notícias KNA.

Era digital pode reduzir humanidade a um objeto?

O Presidente da Fundação Centesimus Annus-pro Pontifice, Domingo Sugranyes Bickel, especificou que a reflexão conduzida pela Fundação sobre este tema, não se preocupa somente em analisar as novas oportunidades e potencialidades de crescimento, mas também dos aspectos culturais, antropológicos e da organização total da sociedade, em relação à revolução tecnológica em andamento, advertindo que “a humanidade corre o risco de ser considerada dentro das dinâmicas da era digital somente como um objeto”.

Não depender da digitalização, mas governá-la

Já o responsável pelo Centro de Pesquisa Web da Universidade de Ciências Aplicadas Niederrhein, Gerrit Heineman, alertou para a necessidade de não se depender da digitalização, mas de agir de forma a governá-la.

A Europa recém começou a considerar os progressos que estão ocorrendo na Ásia: a China com seus 750 milhões de usuários, representa o mercado mais importante. Aqueles que não enfrentarem o desafio, estarão entre os perdedores.

Heineman também enfatizou que com cerca de 1,3 bilhões de usuários, os cristãos formam a maior comunidade e que da geração nascida após a virada do milênio, 90% utiliza as redes sociais.

Evitar que smarthphone substitua as relações

Para o Arcebispo de Berlim, Dom Heiner Koch, a ética social cristã deve preservar a dignidade do homem no processo de progressiva digitalização, evitando correr o risco de que o smarthphone se sobreponha às relações e a um verdadeiro diálogo interpessoal.

Paradoxos do mundo digital

“A digitalização, já há tempos, diz respeito a todos os âmbitos da vida, do mundo do trabalho à religião, dos hospitais ao tráfegos nas estradas. Por isto, requer também critérios éticos para a aplicação e a interação”, disse por sua vez Dom Everard J. de jong, bispo auxiliar de Roermond.

O prelado disse ainda – referindo-se aos paradoxos da digitalização – que por um lado, as redes sociais têm permissão de relacionar-se com o mundo inteiro, mas ao mesmo tempo, o indivíduo encontra-se solitário.

Smarthphone, tablete, I-phone, I-pad, redes sociais, são instrumentos que permitem colocar o mundo inteiro em contato direto, mas têm também um grande poder sedutor, fazendo a pessoas fugirem da realidade da vida.

As redes sociais permitem participar dos destinos dos outros, mas ao mesmo tempo, podem fazer perceber o sofrimento dos outros como algo distante, sem nenhuma empatia, determinando assim um homem dividido entre “onipresença e solidão”.

De fato, a tecnologia plasma o acesso à realidade e portanto, à ação ética.

Um pensamento de “resistência”

Por fim, citando a “Laudato Si”, Dom De Jong convidou a promover um modo novo de pensar: “deveria haver um ponto de vista diferente, um pensamento, uma política, um programa educativo, um estilo de vida e uma espiritualidade que formam uma resistência contra o avanço do paradigma tecnocrático”.

Um animado debate desenvolveu-se a seguir entre os conferencistas e participantes, sobre o tema “Inteligência Artificial e sobre o uso ético ou não ético que se pode fazer da mesma”. Pronunciaram-se a este respeito o prof. Jürgen Schmidhuber, codiretor do Instituto de Pesquisa Suíço para a Inteligência Artificial Idsia.

Por Rádio Vaticano

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A fé em tempos de superficialidade https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/a-fe-em-tempos-de-superficialidade/ Wed, 13 Sep 2017 10:04:58 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48411 Ao convidar seus discípulos para o seguimento, Jesus lhes disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará” (Lc 9,23-24). A fé cristã, compreendida como discipulado missionário de Jesus Cristo, concebe a vida com grandes ideais pelos quais vale a pena total doação. Porém, o modo corrente de viver não prima por esta profundidade e totalidade, mas apresenta-se marcado pela superficialidade.

As modernas tecnologias possibilitam que tenhamos muitas informações, mas pouco aprofundamento. Lê-se pouco, prefere-se imagens. No máximo, alguns pequenos textos. Tudo já vem pronto. É só procurar. Vale o útil e imediato. Temos dificuldade de viver a espera das etapas da vida. Uma característica desta superficialidade é o bombardeio de solicitações de consumo a que somos submetidos todos os dias. A lógica do consumo desenfreado deixa a pessoa eternamente insatisfeita, sempre à procura de novidades. Na ilusão de querer ter tudo o que deseja, não consegue dar a devida importância a cada coisa, a cada momento. Os tentáculos deste modo de viver superficial atinge também a fé. No nível religioso se manifesta na busca e consumo simultâneo de muitas expressões de fé, sem peso na consciência, colocando-as todas juntas e não se firmando em nenhuma delas. Também no catolicismo, basta alguém anunciar uma novidade, uma cura, um show, um lugar em que se proclamam milagres, para que haja uma grande concentração de pessoas. Com certeza, nem todas são expressões da fé cristã.

A vida cristã, porém, se constrói num caminho, na continuidade, nos processos, no empenho cotidiano para ser fiel e fazer o bem, na repetição das mesmas verdades fundamentais do Evangelho. Ela toca o profundo da pessoa humana, envolvida e acolhida por um amor incondicional de Deus, manifestado no Filho Jesus Cristo.Diante da certeza do Deus vivo, o cristão faz uma entrega de si, como resposta de gratidão a Deus que manifesta sua bondade. Nunca pode ser um comércio, uma troca de favores.Vai além da própria razão, para buscar identificar o nível dos “sentimentos”, como nos pede S. Paulo: “Tende em vós os mesmo sentimentos que havia em Cristo Jesus” (Fl 2,5).Também extrapola o nível pessoal, pois somente se realiza nas relações interpessoais, que se configuram a partir do encontro com Jesus Cristo. É comunitária e move a ir ao encontro para construir fraternidade.

Assim, como nos diz nosso Papa Francisco: “Os jovens têm o desejo de uma vida grande; o encontro com Cristo, o deixar-se conquistar e guiar pelo seu amor alarga o horizonte da existência, dá-lhe uma esperança firme que não desilude. A fé não é um refúgio para gente sem coragem, mas a dilatação da vida: faz descobrir uma grande chamada — a vocação ao amor — e assegura que este amor é fiável, que vale a pena entregar-se a ele, porque o seu fundamento se encontra na fidelidade de Deus, que é mais forte do que toda a nossa fragilidade” (LumenFidei, n. 53).

Com certeza, a fé cristã é “um caminho para superar a ansiedade doentia que nos torna superficiais, agressivos e consumistas desenfreados” (Laudato Si, n. 226). O olhar da fé nos faz viver com serenidade, dando atenção a cada pessoa, coisa eatividade. Cada momento é um dom divino, que deve ser vivido intensamente. Aceitemos o convite de Jesus: “olhai as aves do céu” […] “olhai os lírios do campo” (Mt 6, 26.28).

Por Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta (RS)

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Uso das novas tecnologias e formação para senso crítico das mensagens https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/uso-das-novas-tecnologias-e-formacao-para-senso-critico-das-mensagens/ Mon, 29 May 2017 10:14:53 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46490 No contexto do 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais, a ser celebrado em todo o mundo no dia 28 de maio, o regional Sul 4 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) por meio da diocese de Joinville (SC), se prepara para acolher o 10º Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom), entre os dias 16 e 20 de agosto.

Com o tema “Educar para Comunicação”, o evento tem como objetivo ajudar na compreensão da comunicação como instrumento de comunhão e progresso humano, assim como auxiliar e aprimorar a leitura de conteúdos disponibilizados pelas diversas mídias. É o que explica o coordenador do Muticom, padre Ivanor Macieski.

De acordo com ele, a temática deseja ajudar no bom uso das novas tecnologias e também na formação do senso crítico, auxiliando na compreensão do verdadeiro potencial da comunicação e de cada meio de comunicação como um novo “aerópogo” para a proclamação do Evangelho.

Ele esclarece que uma das metodologias a serem abordadas no encontro é a ‘Edocomunicação’, que reúne os conceitos de educação e de comunicação embasados nos valores humanos e cidadãos. “Ela recupera os valores da comunicação com base no diálogo e na participação das pessoas e sua ação no mundo. “Desejamos que este tema seja amplamente apresentado, seja nas palestras, oficinas, cases e workshops”.

Questionado sobre a mensagem do Dia Mundial das Comunicações, que este ano enfatiza o processo tecnológico, o padre garante que o Muticom está inserido nesse processo e traz o estímulo ao uso das novas tecnologias. “A mensagem é bem direta, devemos sim usar das novas tecnologias para comunicar a confiança e a esperança em nosso tempo, como nos diz o papa Francisco na mensagem”, finaliza.

Em sua programação, o 10º Muticom contará com uma gama de palestrantes, mestres e doutores na área de comunicação. O prefeito da Secretaria para a Comunicação da Santa Sé, monsenhor Dario Viganó também estará presente. Além das palestras, o evento contará com apresentações culturais, oficinas, cases e visitas externas.

As inscrições para participar do evento ainda podem ser feitas pelo site do Muticom. “Desta forma desejamos convidar a todos que desejarem e puderem a participarem do 10º Muticom. Será com certeza um momento especial de partilha, troca de saberes e crescimento no uso da comunicação e dos modernos meios de comunicação para a evangelização e o anuncio de boas notícias que gerem mais comunhão e progresso ao ser humano. Devemos fazer logo nossa inscrição e garantir a participação neste evento tão importante da comunicação na vida da Igreja”, exorta padre Ivanor.

Por CNBB

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