notícias falsas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:04:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png notícias falsas - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Fake news são replicadas 6 vezes mais que notícias reais, afirma pesquisa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/fake-news-sao-replicadas-6-vezes-mais-que-noticias-reais-afirma-pesquisa/ Mon, 12 Mar 2018 09:26:39 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51218 Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) mostrou que as “fake news” circulam com uma velocidade seis vezes maior que as notícias verdadeiras. O estudo também revelou que 70% das notícias falsas têm mais probabilidade de serem replicadas.

A análise, coordenada por Soroush Vosoughi, foi feita através de sites de checagem de informações dos Estados Unidos, como o “Snopes” e o “Truth or Fiction”. Com a colaboração do Twitter, foram verificadas 126 mil postagens na rede social, compartilhadas por 3 milhões de pessoas e replicadas por outras 4,5 milhões.

A pesquisa revelou que as informações falsas que correm mais rapidamente são sobre política, além de terrorismo, desastres naturais, finanças e ciência. Outro dado do estudo é que quem compartilha esse tipo de conteúdo são, em sua maioria, pessoas e não programas de computador.

De acordo com Sinan Aral, um dos autores, isso acontece porque “as pessoas podem alcançar maior atenção se são as primeiras a publicar informações até então desconhecidas”, pois “aqueles que compartilham notícias novas são vistos como mais informados”.

A análise também mostra que “o ser humano responde às fake news com surpresa e desgosto”, como explicou Vosoughi. Enquanto que as notícias verdadeiras produzem respostas “geralmente caracterizadas por tristeza e esperança”. A pesquisa também demonstra que aqueles que compartilham notícias falsas tendem a ser pessoas mais “solitárias”, com menos seguidores nas redes sociais.

Por ANSA via Canção Nova

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Este é o antídoto proposto pelo Papa Francisco para combater as fake news https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/este-e-o-antidoto-proposto-pelo-papa-francisco-para-combater-as-fake-news/ Wed, 24 Jan 2018 14:47:46 +0000 http://teste.toqueto.com/este-e-o-antidoto-proposto-pelo-papa-francisco-para-combater-as-fake-news.html Na mensagem para o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que será celebrado em 13 de maio, com o lema “A verdade vos tornará livres. Fake news e jornalismo de paz”, o Papa Francisco pediu um jornalismo que sirva de remédio contra as notícias falsas e o mau uso da faculdade de comunicar e propôs este antídoto: jornalistas educados na verdade.

O Santo Padre assinalou na mensagem, divulgada pela Santa Sé nesta quarta-feira, 24 de janeiro, que “no projeto de Deus, a comunicação humana é uma modalidade essencial para viver a comunhão”. “Mas, se orgulhosamente seguir o seu egoísmo, o homem pode usar de modo distorcido a própria faculdade de comunicar”, advertiu.

“Sintoma típico de tal distorção é a alteração da verdade, tanto no plano individual como no coletivo. Se, pelo contrário, se mantiver fiel ao projeto de Deus, a comunicação torna-se lugar para exprimir a própria responsabilidade na busca da verdade e na construção do bem”.

Nesse sentido, lamentou que, “hoje, no contexto de uma comunicação cada vez mais rápida e dentro de um sistema digital, assistimos ao fenômeno das ‘notícias falsas’, as chamadas fake news: isto convida-nos a refletir”.

Por isso, Francisco propôs 4 pontos de reflexão a fim de “contribuir para o esforço comum de prevenir a difusão das notícias falsas e para redescobrir o valor da profissão jornalística e a responsabilidade pessoal de cada um na comunicação da verdade”.

1. O que há de falso nas ‘notícias falsas’?

O termo fake News, explicou o Papa, “geralmente diz respeito à desinformação transmitida on-line ou nos mass-media tradicionais”. “A eficácia das fake news fica-se a dever, em primeiro lugar, à sua natureza mimética, ou seja, à capacidade de se apresentar como plausíveis”.

Em segundo lugar, “falsas mas verosímeis, tais notícias são capciosas, no sentido que se mostram hábeis a capturar a atenção dos destinatários, apoiando-se sobre estereótipos e preconceitos generalizados no seio de certo tecido social, explorando emoções imediatas e fáceis de suscitar como a ansiedade, o desprezo, a ira e a frustração”.

A difusão dessas notícias falsas “pode contar com um uso manipulador das redes sociais e das lógicas que subjazem ao seu funcionamento: assim os conteúdos, embora desprovidos de fundamento, ganham tal visibilidade que os próprios desmentidos categorizados dificilmente conseguem circunscrever os seus danos”.

Além disso, o Pontífice reconheceu a dificuldade que existe “desvendar e erradicar as fake News”, se deve “também ao fato de as pessoas interagirem muitas vezes dentro de ambientes digitais homogêneos e impermeáveis a perspectivas e opiniões divergentes”.

“Esta lógica da desinformação tem êxito, porque, em vez de haver um confronto sadio com outras fontes de informação (que poderia colocar positivamente em discussão os preconceitos e abrir para um diálogo construtivo), corre-se o risco de se tornar atores involuntários na difusão de opiniões tendenciosas e infundadas”.

Isso leva ao prejuízo ao bem comum e a pessoas concretas: “O drama da desinformação é o descrédito do outro, a sua representação como inimigo, chegando-se a uma demonização que pode fomentar conflitos. Deste modo, as notícias falsas revelam a presença de atitudes simultaneamente intolerantes e hipersensíveis, cujo único resultado é o risco de se dilatar a arrogância e o ódio. É a isto que leva, em última análise, a falsidade”.

2. Como podemos reconhecê-las?

O Pontífice enfatizou a responsabilidade que todos têm diante da desinformação e das notícias falsas. “Nenhum de nós se pode eximir da responsabilidade de contrastar estas falsidades”.

Também afirmou que o egoísmo e a ganância estão por trás deste fenômeno. “As fake news tornam-se frequentemente virais, ou seja, propagam-se com grande rapidez e de forma dificilmente controlável, não tanto pela lógica de partilha que caracteriza os meios de comunicação social como sobretudo pelo fascínio que detêm sobre a avidez insaciável que facilmente se acende no ser humano”.

“As próprias motivações econômicas e oportunistas da desinformação têm a sua raiz na sede de poder, ter e gozar, que, em última instância, nos torna vítimas de um embuste muito mais trágico do que cada uma das suas manifestações: o embuste do mal, que se move de falsidade em falsidade para nos roubar a liberdade do coração”.

Por isso, assegurou que a educação é a melhor forma de reconhecer as notícias falsas. “Educar para a verdade significa ensinar a discernir, a avaliar e ponderar os desejos e as inclinações que se movem dentro de nós, para não nos encontrarmos despojados do bem ‘mordendo a isca’ em cada tentação”.

3. “A verdade vos tornará livres”

Pelo contrário, se há carência dessa formação para fazer frente à desinformação, a exposição a notícias manipuladas deforma a pessoa. “A contaminação contínua por uma linguagem enganadora acaba por ofuscar o íntimo da pessoa”.

Frente a isso, “o antídoto mais radical ao vírus da falsidade é deixar-se purificar pela verdade”.

“Para discernir a verdade, é preciso examinar aquilo que favorece a comunhão e promove o bem e aquilo que, ao invés, tende a isolar, dividir e contrapor. Por isso, a verdade não se alcança autenticamente quando é imposta como algo de extrínseco e impessoal; mas brota de relações livres entre as pessoas, na escuta recíproca”.

Além disso, “não se acaba jamais de procurar a verdade, porque algo de falso sempre se pode insinuar, mesmo ao dizer coisas verdadeiras. De fato, uma argumentação impecável pode basear-se em fatos inegáveis, mas, se for usada para ferir o outro e desacreditá-lo à vista alheia, por mais justa que apareça, não é habitada pela verdade”.

“A partir dos frutos, podemos distinguir a verdade dos vários enunciados: se suscitam polêmica, fomentam divisões, infundem resignação ou se, em vez disso, levam a uma reflexão consciente e madura, ao diálogo construtivo, a uma profícua atividade”, assegurou.

4. A paz é a verdadeira notícia

O Papa insistiu: “O melhor antídoto contra as falsidades não são as estratégias, mas as pessoas: pessoas que, livres da ambição, estão prontas a ouvir e, através da fadiga de um diálogo sincero, deixam emergir a verdade; pessoas que, atraídas pelo bem, se mostram responsáveis no uso da linguagem”.

Por esse motivo, “se a via de saída da difusão da desinformação é a responsabilidade, particularmente envolvido está quem, por profissão, é obrigado a ser responsável ao informar, ou seja, o jornalista, guardião das notícias”.

O jornalista, “no mundo atual”, “não desempenha apenas uma profissão, mas uma verdadeira e própria missão. No meio do frenesim das notícias e na voragem dos scoop, tem o dever de lembrar que, no centro da notícia, não estão a velocidade em comunicá-la nem o impacto sobre a audiência, mas as pessoas”.

“Informar é formar, é lidar com a vida das pessoas. Por isso, a precisão das fontes e a custódia da comunicação são verdadeiros e próprios processos de desenvolvimento do bem, que geram confiança e abrem vias de comunhão e de paz”, concluiu.

Por ACI Digital

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Divulgado o tema do 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/divulgado-o-tema-do-52o-dia-mundial-das-comunicacoes-sociais/ Fri, 29 Sep 2017 16:24:18 +0000 http://teste.toqueto.com/divulgado-o-tema-do-52o-dia-mundial-das-comunicacoes-sociais.html “A verdade vos tornará livres” (Jo 8, 32). Notícias falsas e jornalismo de paz, será o tema do 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais, celebrado em 2018.

O tema escolhido pelo Santo Padre e divulgado esta sexta-feira, 29, faz referência às “notícias falsas” ou “fake news”, ou seja, as informações infundadas que contribuem para gerar e alimentar uma forte polarização das opiniões.

Trata-se de uma distorção muitas vezes instrumental dos fatos, com possíveis repercussões sobre comportamentos individuais ou coletivos.

No contexto em que as empresas de referência das redes sociais e o mundo das instituições e da política iniciaram a combater este fenômeno, também a Igreja quer oferecer uma contribuição, propondo uma reflexão sobre as causas, as lógicas e as consequências da desinformação na mídia e auxiliando na promoção de um jornalismo profissional, que busca sempre a verdade, e por isto um jornalismo de paz, que promova a compreensão entre as pessoas.

O Dia Mundial das Comunicações Sociais – único dia mundial estabelecido pelo Concílio Vaticano II (“Inter Mirifica”, 1963) – é celebrado em muitos países, por recomendação dos bispos, no Domingo sucessivo à Solenidade de Pentecostes (em 2018, será em 13 de maio).

O texto da Mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial das Comunicações Sociais é tradicionalmente no dia em que a Igreja recorda a memória de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas (24 de janeiro).

Por Rádio Vaticano

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Monsenhor Viganò: "Rádio, meio essencial no combate às 'fake news'" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/monsenhor-vigano-radio-meio-essencial-no-combate-as-fake-news/ Fri, 29 Sep 2017 09:02:25 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48756 “O rádio ocupa um papel importante no combate às ‘fake news’ [notícias falsas]: é o que pensa Mons. Dario Edoardo Viganò, Prefeito da Secretaria para a Comunicação da Santa Sé. E o afirmou palestrando em um encontro sobre jornalismo paralelo ao ‘Prix Itália‘, evento em andamento em Milão.

“O meio radiofônico – explicou – possui uma agilidade que lhe permite uma extraordinária rapidez narrativa: basta um microfone ou um telefone para veicular a notícia no ar. Além disso, o rádio tem uma consistente credibilidade junto aos jovens e é constantemente cortejado pelo mercado publicitário”.

Rádio x ‘fake news’

É, portanto, um potencial estratégico para conter a difusão de notícias falsas no atual ambiente digital. Segundo Viganó, para combater o fenômeno das fake news, é fundamental verificar as fontes, mecanismo basilar para jornalistas: os únicos que são capazes de agir neste sentido.

Para o Prefeito da SPC, os usuários das redes sociais também devem mudar sua abordagem ao meio: “recuperar o senso crítico evitando clicar ou compartilhar conteúdos sem antes os ler com atenção”.

Ainda sobre o rádio, ‘Don’ Dario Viganò enalteceu a boa qualidade do sistema informativo do Vaticano: “Tradicionalmente, os jornalistas da mídia vaticana estão acostumados a verificar escrupulosamente as fontes e o objetivo agora é projetar esta abordagem no âmbito da reforma das comunicações promovida pelo Papa Francisco, aplicando-a aos novos modelos multimídia que estamos implementando”.

Por Rádio Vaticano

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