Nossa Senhora Aparecida - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:04:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Nossa Senhora Aparecida - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Padre pede que Dia Oracional renove compromisso dos fiéis https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/padre-pede-que-dia-oracional-renove-compromisso-dos-fieis/ Mon, 12 Mar 2018 13:25:26 +0000 http://teste.toqueto.com/padre-pede-que-dia-oracional-renove-compromisso-dos-fieis.html O Santuário Nacional de Aparecida idealizou o Dia 12 de cada mês como Oracional. O dia remete a 12 de outubro, data dedicada à Padroeira dos Brasileiros, Nossa Senhora Aparecida. A Igreja espera que essa iniciativa leve os fiéis a reforçarem seu amor à santa e também a renovarem seus compromissos com a fé.

“O mundo em que estamos vivendo às vezes nos desvia a atenção de coisas que são fundamentais em nossas vidas. Uma delas é justamente a nossa prática de fé. Temos, por exemplo, alguns feriados que a Igreja chama de ‘dias santos’ e que agora são apenas feriados. Queremos chamar atenção para o dia 12 como se o dia 12 de outubro se prolongasse pelo ano todo”, explicou o padre e reitor do Santuário Nacional, João Batista de Almeida.

O dia de oração mariana não ignora o evento que movimentará a vida dos fiéis e de todos os brasileiros: as eleições presidenciais, em outubro. A Igreja confia no enorme poder de sensibilidade da oração, por isso considera importante dirigi-las aos governantes, a fim de que adquiram mais afeto pelos necessitados.

“Temos, como cristão, a obrigação de rezarmos pelos que governam, precisamos de governantes mais comprometidos com as necessidades do nosso povo. E a oração tem um poder muito grande de transformação nos corações. Por isso pedimos a Deus que todos eles tenham um coração voltado ao povo e se esforcem para atender às necessidades deles”, afirmou o reitor do Santuário. “Não só para aqueles que querem se eleger como presidentes, mas também para governadores, senadores, deputados, aqueles que forma o poder Legislativo e Judiciário, que decidem o destino do nosso país. Queremos que Deus olhe para cada um deles e, principalmente, para o nosso povo, que possa fazer uma boa escolha”, reiterou.

Nossa Senhora restaurada

Este ano será marcado por outro evento importante na trajetória de Nossa Senhora Aparecida: a celebração de quatro décadas de restauração da imagem da Padroeira do Brasil, após ter sido quebrada em maio de 78 e, posteriormente, reconstruída no Museu de Arte de São Paulo (MASP) pela artista plástica e chefe do Departamento de Restauração, Maria Helena Chartuni.

A data, porém, traz um simbolismo forte de restauração, sobretudo para o povo brasileiro, cuja dignidade é “quebrada” diariamente por inúmeros casos de corrupção e escárnio com dinheiro público.

“Se olharmos a palavra de Deus, ela sempre nos orienta à necessidade de cumprirmos aquilo que Ele pede de nós”, explica o reitor. “E quando nos lembramos da restauração da imagem de Nossa Senhora, também podemos enxergar neste fato a restauração da dignidade da nossa gente, que ao longo das décadas tem sido quebrada por pessoas e grupos que acabaram tirando do nosso povo aquilo que ele tem de melhor. O nosso povo, infelizmente, também acaba participando deste processo. E a restauração da imagem nos lembra também da necessidade de restaurarmos princípios e valores fundamentais à vida”, finaliza.

Por Canção Nova

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Imagem da Mãe Aparecida participa de encontro inter-religioso na China https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/imagem-da-mae-aparecida-participa-de-encontro-inter-religioso-na-china/ Fri, 22 Dec 2017 10:02:41 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50264 Neste mês de dezembro a imagem de Nossa Senhora Aparecida vai participar de um grande encontro inter-religioso na China (Taiwan), promovido pela Associação de Religiões Chinesas Tradicionais, o Monastério Budista e o Museu do Buda em Taiwan.

O ‘When Buddha Meets the Gods 2017’ acontece anualmente e reúne diversas representações religiosas, com o objetivo de unir as vozes em oração pela paz no mundo, o respeito e a igualdade. O evento promove ainda a cultura e a arte religiosa, com a presença dos símbolos de fé de cada representação.

O encontro será realizado no Museu do Buda no dia 25 de dezembro. O reitor do Santuário Nacional, padre João Batista de Almeida, será o responsável por levar a imagem da Padroeira do Brasil para a China.

“É algo totalmente novo na minha vida eu nunca participei até esse ano, de uma celebração onde várias religiões tenham ali a sua participação. A primeira vez aconteceu no dia 28 de outubro no templo Zu Lai na cidade de Cotia em São Paulo, e ali nós fomos convidados para participar desse evento em Taiwan. É algo que gera muita expectativa de como é estar ao lado de quem professa outras crenças, outra disciplina, então é algo muito novo”, contou o reitor.

A previsão para este ano de 2017 é de que 50 mil representações religiosas participem do evento na China.

Padre João Batista destacou que o diálogo inter-religioso tem sido uma bandeira da Igreja Católica, com constantes insistências do papa Francisco e da própria CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Por isso, o reitor destaca a importância de Nossa Senhora Aparecida, símbolo nacional do povo brasileiro, assumir o seu lugar nesse espaço de diálogo e interação religiosa que o mundo está fazendo.

“O surgimento da imagem de Nossa Senhora Aparecida já teve esse objetivo, surgindo para ser um símbolo religioso para unir as pessoas, unir o escravo na época, o caboclo, o minerador daquele tempo, o garimpeiro, e também a família real. Então podemos dizer que a imagem de Nossa Senhora Aparecida surgiu para unir todos os povos”, pontou padre João Batista.

Por A12/Santuário Nacional de Aparecida

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Brasil precisa que os seus padres sejam sinal de esperança https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/brasil-precisa-que-os-seus-padres-sejam-sinal-de-esperanca/ Mon, 23 Oct 2017 11:03:48 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49122 O Papa Francisco recebeu em audiência, neste sábado (21/10), na Sala do Consistório, no Vaticano, a comunidade do Pontifício Colégio Pio Brasileiro de Roma, por ocasião dos trezentos anos do aparecimento da imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba.

O Pontífice agradeceu as palavras do Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Sérgio da Rocha, em nome de toda a comunidade do Colégio Pio Brasileiro, das religiosas e funcionários que ali trabalham para fazer dessa estrutura “um pedacinho do Brasil em Roma”.

“Como é importante sentir-se num ambiente acolhedor, quando estamos longe e com saudades da nossa terra! Isso ajuda a superar as dificuldades para adaptar-se a uma realidade onde a atividade pastoral não é mais o centro do dia-a-dia. Vocês já não são mais párocos ou vigários, mas padres estudantes. E, essa nova condição pode trazer o perigo de gerar um desiquilíbrio entre os quatro pilares que sustentam a vida de um presbítero: a dimensão espiritual, a dimensão acadêmica, a dimensão humana e a dimensão pastoral.”

“Evidentemente, neste período concreto da vida de vocês, a dimensão acadêmica vem acentuada. Contudo, isso não pode significar um descuido das outras dimensões”, frisou ainda o Papa. “É preciso cuidar da vida espiritual: a Missa diária, a oração quotidiana, a lectio divina, a oração pessoal com o Senhor, a recitação do terço. Também a dimensão pastoral deve ser cuidada: na medida do possível, é saudável e recomendável desenvolver algum tipo de atividade apostólica. Pensando na dimensão humana, é preciso, acima de tudo, evitar que, diante de um certo vazio ligado à solidão, por não ter mais a consolação do povo de Deus, como quando estavam nas suas dioceses, acabe-se perdendo a perspectiva eclesial e missionária dos estudos.”

Segundo Francisco, “isso abre a porta para algumas “doenças” que podem afetar o sacerdote estudante, como por exemplo o “academicismo” e a tentação de fazer dos estudos um mero meio de engrandecimento pessoal. Em ambos os casos acaba-se por sufocar a fé que temos a missão de guardar, como pedia São Paulo à Timóteo: «Guarda o depósito que lhe foi confiado. Evita as conversas frívolas de coisas vãs e as contradições da falsa ciência. Alguns por segui-las, se transviaram da fé» (1Tm 6, 20-21). Por favor, não se esqueçam que antes de serem mestres e doutores, vocês são e devem permanecer padres, pastores do povo de Deus!”

E o Papa fez a seguinte pergunta: “mas como manter o equilíbrio entre esses quatro pilares fundamentais da vida sacerdotal? Eu diria que o remédio mais eficaz contra esse perigo é o da fraternidade sacerdotal”. Então, falando de improviso, acrescentou: 

Isto não estava escrito, mas me veio de dizer agora, porque Paulo (na passagem recém citada) falou das “conversas frívolas”: o que mais destrói a fraternidade sacerdotal são os mexericos. O mexerico é um “ato terrorista”, porque tu, com o mexerico colocas uma bomba, destrói o outro e vai embora tranquilo” Por isto, é necessário custodiar a fraternidade sacerdotal. Por favor, nada de fofocas. Seria bonito colocar um aviso na entrada: “Nada de fofocas”. Aqui (no Palácio Apostólico), tem a imagem de Nossa Senhora do Silêncio, no elevador do andar térreo; a Nossa Senhora que diz “Nada de fofocas”. Esta é a mensagem para a Cúria. Vocês podem fazer algo do gênero para vocês (risos).

Na verdade, a nova Ratio Fundamentalis para a formação sacerdotal, ao tratar do tema da formação permanente, afirma que «o primeiro âmbito em que se desenvolve a formação permanente é a fraternidade presbiteral» (n. 82). Essa é, portanto, como que o eixo da formação permanente. Isso se fundamenta no fato de que, pela Ordenação sacerdotal, participamos do único sacerdócio de Cristo e formamos uma verdadeira família. A graça do sacramento assume e eleva as nossas relações humanas, psicológicas e afetivas e «se revela e concretiza nas mais variadas formas de ajuda recíproca, não só espirituais mas também materiais» (João Paulo II, Pastores dabo vobis, 74).”

“Na prática, isso significa saber que o primeiro objeto da nossa caridade pastoral deve ser o nosso irmão no sacerdócio: «carreguem – nos exorta o Apóstolo – os fardos, uns dos outros; e assim vocês estarão cumprindo a lei de Cristo » (Gal 6,2). Rezar juntos, compartilhar as alegrias e desafios da vida acadêmica. Ajudar aqueles que sofrem mais com a saudade. Sair juntos para passear. Viver como família, como irmãos, sem deixar ninguém de lado, sobretudo aqueles que passam por alguma crise ou, quem sabe, têm comportamentos repreensíveis, pois «a fraternidade presbiteral não exclui ninguém» (Pastores dabo vobis, 74).”

“Queridos sacerdotes, o povo de Deus gosta e precisa ver que seus padres se amam e vivem como irmãos, ainda mais pensando no Brasil e nos desafios tanto de âmbito religioso quanto social que lhes esperam ao retorno. De fato, neste momento difícil da sua história, em que tantas pessoas parecem ter perdido a esperança num futuro melhor diante dos enormes problemas sociais e da escandalosa corrupção, o Brasil precisa que os seus padres sejam um sinal de esperança. Os brasileiros precisam ver um clero unido, fraterno e solidário, em que os sacerdotes enfrentam juntos os obstáculos, sem deixar-se levar pela tentação do protagonismo ou do carreirismo. Tenho a certeza de que o Brasil vai superar a sua crise, e confio que vocês serão protagonistas desta superação.”

“Para isso, contem sempre com uma ajuda particular: a ajuda de Nossa Mãe do Céu, a quem vocês brasileiros chamam de Nossa Senhora Aparecida. Vem a minha mente as palavras daquele canto com o qual vocês a saúdam: «Virgem santa, Virgem bela; Mãe amável, mãe querida; Amparai-nos, socorrei-nos; Ó Senhora Aparecida». Que essas palavras se confirmem na vida de cada um de vocês. Possa a Virgem Maria, amparando e socorrendo, ajudá-los a viver a fraternidade presbiteral, fazendo com que o período de estudos em Roma tenha muitos frutos, para além do título acadêmico.”

“Que Ela, Rainha do Colégio Pio Brasileiro, ajude a fazer desta comunidade uma escola de fraternidade, transformando cada um de vocês em um fermento de unidade para as suas Dioceses, pois a “diocesanidade” do sacerdote secular se alimenta diretamente da experiência da fraternidade entre os presbíteros. E, para confirmar esses votos, concedo de coração à direção, alunos, religiosas e aos funcionários juntamente com suas famílias, a Bênção Apostólica, pedindo também que, por favor, não deixem de rezar por mim. Obrigado.”

Por Rádio Vaticano

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Existem 38 santuários dedicados a Mãe Aparecida pelo Brasil, diz levantamento https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/existem-38-santuarios-dedicados-a-mae-aparecida-pelo-brasil-diz-levantamento/ Tue, 17 Oct 2017 09:37:28 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49021 De acordo com um levantamento feito pela redação do portal A12, existem 38 santuários – contando com a Basílica da Mãe Santíssima na cidade de Aparecida – dedicados a Padroeira do Brasil pelo país.

Na cidade de São Paulo, são diversos os santuários que homenageiam a Mãe Aparecida. A exemplo disso, está a igreja pertencente à Diocese de Jundiaí, que foi elevada a dignidade de templo diocesano no dia 22 de dezembro de 1992.

Desde aquela época, um extenso número de fiéis procurava diariamente a igreja de Jundiaí a fim de pedir a intercessão e agradecer as bênçãos recebidas pela Mãe Maria.

Já o Santuário Nossa Senhora Aparecida, no município paulista de São Manuel, localizado no Distrito de Aparecida de São Manuel, é considerado o segundo templo dedicado a Padroeira do Brasil. A história de devoção teve início por volta de 1840, sendo que em 1858 foi inaugurada no local a primeira capela dedica a Mãe Santíssima.

Com o aumento do número de fiéis que vinha procurar o lugar, houve a necessidade de se construir uma nova igreja, inaugurada em fevereiro de 1911 e elevada a Santuário em 15 de agosto de 1913. Neste ano, o espaço tornou-se também o primeiro santuário da Diocese de Botucatu.

Além desses exemplos citados pela A12, a Gaudium Press listou outro santuário em honra a Nossa Senhora Aparecida. Situado na cidade de Tambaú, foi criado através de um sonho do Padre Donizetti Tavares de Lima – que recentemente teve suas virtudes heroicas reconhecidas pelo Vaticano.

Naquele tempo, o sacerdote tinha o desejo de construir uma igreja que homenageasse a Padroeira do Brasil, entretanto, não pode concretizá-lo devido a sua morte. Mais tarde, uma comissão iniciou as providências para a construção do novo templo.

Antes, houve a criação da Paróquia de Tambaú, sob a invocação de Santo Antônio, no dia 14 de maio de 1902. Quando o Padre Donizetti assumiu a comunidade, encomendou a réplica da Imagem de Nossa Senhora Aparecida para colocar na Igreja Matriz.

Em 1929, um incêndio provocado por um curto circuito desmoronou as estruturas da igreja. Das 23 imagens que havia no local, restou apenas a imagem da Padroeira do Brasil, que estava intacta e foi retirada pelo sacerdote.

Diante daquele trágico episódio, o Padre Donizetti prometeu construir um santuário para a Virgem Santíssima. Mas seu desejo só foi concretizado após seu falecimento, aos 79 anos.

O lançamento da pedra fundamental do Santuário Nossa Senhora Aparecida ocorreu no dia 1º de novembro de 1961. O término foi no ano de 1966.

Nesta mesma igreja, que faz parte da Diocese de São João da Boa Vista, estão os restos mortais do Servo de Deus. 

Por Gaudium Press, com A12 e Santuário Nossa Senhora Aparecida de Tambaú

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Festival da Padroeira: o exemplo de Pe. Zezinho aos jovens https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/festival-da-padroeira-o-exemplo-de-pe-zezinho-aos-jovens/ Mon, 16 Oct 2017 14:44:35 +0000 http://teste.toqueto.com/festival-da-padroeira-o-exemplo-de-pe-zezinho-aos-jovens.html O Brasil vem de uma semana importante e festiva pelos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida. Se não com a oração, com a devoção e o testemunho, pode ser a música a elevar nossa proximidade com a Mãe, tocando o coração principalmente dos jovens, ao abraçar essa nova e estimulante experiência de fé.

Padre Zezinho e sua canção “Oração pela Família”, conhecida internacionalmente e que o ajudou a ganhar um Disco de Ouro em 1991, foi interpretada junto a um grupo de padres no palco do Santuário de Aparecida, em São Paulo. O show de 10 de outubro fez parte do Festival da Padroeira para as comemorações dos 300 anos.

Entre os padres cantores que se apresentaram com canções marianas para homenagear Nossa Senhora estavam: Fábio de Melo, Reginaldo Manzotti, Joãozinho, Juarez, Omar, Marcos, Antônio Maria e Pe. Periquito. O cantor Daniel e Ziza Fernandes também participaram do show. Padre Zezinho, desde os 9 anos frequentando o Santuário, sabe o que significam esses 300 anos de Aparecida e a força que os padres e pastores têm para interceder pelos fiéis.

Pe. Zezinho – “Num testemunho bonito de unidade, 15 padres e o cantor Daniel, apresentado também com o Pe. Fábio de Melo, cantaram para Maria, cada um do seu jeito. Pe. Zezinho esteve junto, falando de Maria – a Maria que acompanhou o Filho desde Belém até a cruz. E dizíamos para o povo presente, em multidão: ‘Perto de Maria, perto de Jesus. Longe de Maria, longe de Jesus’ porque Maria sempre peregrinou com o Filho. Nos 300 anos da festa e da presença de Maria em Aparecida, com os seus sinais, estamos lembrando a presença da Igreja também. Foi muito bonito, foi uma festa impressionante e foi um jeito nosso de dizer: ‘Com Maria, sempre com Maria’. E, por isso, ‘com Jesus e sempre com Jesus’.

No canal da TV Aparecida no YouTube você pode conferir a participação de Pe. Zezinho no Festival da Padroeira (https://goo.gl/udE3bf).

Por Rádio Vaticano

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Nossa Senhora Aparecida conduz o povo a Cristo https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/nossa-senhora-aparecida-conduz-o-povo-a-cristo/ Fri, 13 Oct 2017 10:20:13 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48986 Todo o Brasil se engalanou para a grande festa. São 300 anos de bênçãos concedidas por Deus através do singelo símbolo. Uma pequena e graciosa imagem traduz algo mais que a simples aparência. Assim falam os símbolos. Como a aliança na mão dos casais ou a bandeira nacional que tremula sobre um mastro ou uma pequena nota de dinheiro que vale o que nela está estampado, os símbolos nos falam muito além do que a simples vista humana pode alcançar. Para entender os símbolos é necessário mais que apenas visualizá-los, é preciso contemplá-los com a alma. Como num ditado chinês que diz que o sábio aponta para a lua e o tolo olha a ponta do dedo, podemos cair no equívoco de parar com nossos olhos onde o símbolo ainda não chegou com toda a sua mensagem.

A devoção mariana marca a alma do povo brasileiro desde seu início. Através de imagens, Maria de Nazaré vem conduzindo-o para Cristo, e repetindo a cada gesto, o que aconteceu em Caná da Galileia, conforme narrativa de João (cf. Jo 2,1-12). Eis aí a fundamentação bíblica que explica toda a confiança que nossa gente deposita em Nossa Senhora Aparecida.  Foi no momento de apuro em Caná, que ela interveio em favor da família, suplicando a seu Filho solução. E ele a atendeu. O milagre que Deus faz através da intercessão da Mãe de seu Filho, Verbo Encarnado, continua na história através das mais variadas formas, inclusive por meio da devoção popular, pois grande é sua misericórdia e seu amor não conhece limites.

Ao lançar o Ano Mariano preparatório para a festa que culminou no dia 12 passado, o Presidente da CNBB, Cardeal Sérgio da Rocha, afirmava que este seria “um ano para celebrar, para comemorar, para louvar a Deus, mas também para reaprender com Nossa Senhora como seguir Jesus Cristo, como ser cristão hoje”. E prosseguiu: “Nós esperamos muito que o Ano Mariano possa ser de intensa evangelização com Maria, contando com a sua proteção, seguindo os seus exemplos, mas sendo essa Igreja em saída, essa Igreja misericordiosa, que a exemplo de Nossa Senhora vai ao encontro dos irmãos para compartilhar a alegria do Evangelho de Jesus Cristo, alegria da fé em Cristo”.

Escrevendo aos Bispos reunidos na XXXVI Assembleia da Conferência Episcopal Latino Americana, em maio passado, o Papa Francisco afirmou: “Em Aparecida, encontramos a dinâmica do povo fiel que se confessa pecador e salvo (…), um povo consciente de que suas redes, sua vida, está cheia de uma presença que o anima a não perder a esperança; uma presença que se esconde no cotidiano do lugar e das famílias, nestes silenciosos espaços em que o Espírito Santo continua apontando ao nosso Continente. Tudo isto nos apresenta o formoso ícone que a nós pastores convida a contemplar”.

O Papa Francisco valorizou a celebração e o amor do povo brasileiro a Nossa Senhora, com outros expressivos gestos. Concedeu indulgência plenária, durante o Ano Mariano, aos peregrinos do Santuário Nacional e das Paróquias a ela dedicadas, mandou edificar, nos jardins do Vaticano, monumento à Padroeira do Brasil, enviou mensagens, escreveu linda oração, mandou seu Legado para as celebrações e, por fim, ofereceu a Rosa de Ouro ao Santuário de Aparecida, prêmio raro e singular que a Santa Sé reserva para ocasiões muito especiais, tendo afirmado anteriormente, que “Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe”.

Com olhos fixos na Mãe do Senhor, o povo brasileiro prossegue seu caminho na construção de uma sociedade justa e fraterna, ouvindo de seus lábios, outra vez: “Fazei tudo o que ele vos disser” (Jo 2, 5).

Por Dom Gil Antônio Moreira – Arcebispo de Juiz de Fora

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Presidente da CNBB na conclusão do Ano Mariano e nos festejos de Aparecida https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/presidente-da-cnbb-na-conclusao-do-ano-mariano-e-nos-festejos-de-aparecida/ Wed, 11 Oct 2017 13:01:30 +0000 http://teste.toqueto.com/presidente-da-cnbb-na-conclusao-do-ano-mariano-e-nos-festejos-de-aparecida.html Cardeal Sergio da Rocha, presidente da CNBB, está em Aparecida e participa de vários momentos da programação de festa de Nossa Senhora Aparecida que também inclui o encerramento do Ano Nacional Mariano instituído pela Conferência para preparar o jubileu dos 300 anos do encontro da imagem no Rio Paraíba do Sul, em São Paulo.

Na manhã desta quarta-feira, 11 de outubro, o presidente da CNBB participou de celebração no Santuário Nacional. Antes de participar das atividades, em Aparecida, O presidente da CNBB fez um balanço do Ano Mariano e destacou seis frutos principais colhidos durante a caminhada feita pelas comunidades em todo o Brasil que se mobilizaram para celebrar o tricentenário da Padroeira:

Primeiro: “Houve maior conhecimento e divulgação da história do encontro da imagem de N. Sra. Aparecida e as suas implicações para a nossa vida, hoje. A recordação dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida ajudou a refletir sobre os sinais de Deus na nossa vida. Num momento de aflição, em que três pescadores necessitavam conseguir rapidamente uma pesca abundante, eles foram surpreendidos pela manifestação do amor de Deus, através de um sinal aparentemente simples e pequeno, a imagem de Nossa Senhora da Conceição, que eles guardaram piedosamente e passaram a venerar“.

“A recordação dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida ajudou a refletir sobre os sinais de Deus na nossa vida” (Cardeal Sergio da Rocha)

Segundo: “O Ano Mariano foi um tempo forte de oração e celebração. As celebrações marianas, ao longo do ano litúrgico foram mais valorizadas. O Ano Mariano tornou-se ocasião especial de ação de graças a Deus por Maria, com Maria e como ela fez. É importante, prolongar a vivência do Ano Mariano: valorizando o Magnificat, rezando com coração e os lábios de Maria Imaculada, Senhora Aparecida; com o rosário, contemplando a Jesus com os olhos de Maria”.

Terceiro: “Aconteceram muitas iniciativas que possibilitaram conhecer melhor Nossa Senhora, redescobrindo o retrato de Maria que se encontra nos Evangelhos e no ensinamento da Igreja. Foram palestras, encontros, cursos, artigos, que muito têm ajudado a cultivar uma autêntica devoção mariana, segundo os ensinamentos da Igreja“.

“É importante, prolongar a vivência do Ano Mariano: valorizando o Magnificat, rezando com coração e os lábios de Maria Imaculada, Senhora Aparecida.” (Cardeal Sergio da Rocha)

Quarto: “Tiveram lugar especial no Ano Mariano as peregrinações ao Santuário Nacional de Aparecida ou às igrejas dedicadas a Nossa Senhora Aparecida; demonstraram a alegria dos filhos por visitar a própria Mãe. Além disso, a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida às Dioceses teve especial importância na animação da fé das pessoas e da vida das comunidades, mostrando a Mãe visitando os seus filhos. A visita da imagem às Dioceses mostrou o grande amor e devoção de nosso povo à Padroeira, trazendo esperança e paz para tanta gente sofrida“.

Quinto: “O fruto maior que esperamos que continue a se multiplicar tem sido aprender com Maria a seguir Jesus Cristo, a crescer na fé em Cristo, como verdadeiros discípulos missionários, participando da vida das nossas comunidades e servindo os irmãos mais sofredores. Assim como N. Sra. Aparecida veio ao encontro dos humildes pescadores, num momento de grande aflição, possamos sair ao encontro dos que mais sofrem para compartilhar com todos a alegria do Evangelho”.

Por CNBB

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Papa lembra N. Sra. de Aparecida e N. Sra. de Fátima https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-lembra-n-sra-de-aparecida-e-n-sra-de-fatima/ Wed, 11 Oct 2017 12:23:12 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-lembra-n-sra-de-aparecida-e-n-sra-de-fatima.html Ao saudar os peregrinos de língua portuguesa presentes na Praça São Pedro, o Papa Francisco recordou os 300 anos de Nossa Senhora Aparecida. O Papa interrompeu sua saudação para ouvir o cântico e a saudação dos brasileiros presentes em grande número na Audiência Geral desta quarta-feira:

“Saúdo todos os peregrinos do Brasil e de outros países de língua portuguesa, particularmente os diversos grupos de sacerdotes, religiosos e fiéis brasileiros residentes em Roma, que vieram a esta Audiência para dividir a alegria pelo jubileu dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida, cuja festa se celebra amanhã. A história dos pescadores que encontraram no Rio Paraíba do Sul o corpo e depois a cabeça da imagem de Nossa Senhora, e que foram em seguida unidos, nos lembra que neste momento difícil do Brasil, a Virgem Maria é um sinal que impulsiona para a unidade construída na solidariedade e na justiça. Que Deus lhes abençoe”.

100 anos das aparições em Fátima

Ao recordar que em 13 de outubro se conclui o centenário das últimas aparições marianas em Fátima, o Papa Francisco pediu que, especialmente neste mês de outubro, se reze o Santo Rosário pela paz no mundo:

“Na próxima sexta-feira, 13 de outubro, conclui-se o centenário das últimas aparições marianas em Fátima. Com o olhar voltado a Mãe do Senhor e Rainha das Missões, convido todos, especialmente neste mês de outubro, a rezar  o Santo Rosário pela intenção da paz no mundo. Possa a oração dissuadir os ânimos mais rebeldes, para que tirem a violência de seus corações, de suas palavras e de seus gestos, e construam comunidades não-violentas, que cuidem da casa comum. Nada é impossível se nos dirigimos a Deus na oração. Todos podemos ser construtores de paz”.

O Pontífice recordou que no mesmo dia recorre o Dia Internacional para a Redução dos Desastres Naturais:

“Renovo o meu premente apelo pela salvaguarda da criação, mediante uma sempre mais atenta tutela e cuidado pelo ambiente. Encorajo, neste sentido, as instituições e todos os que têm responsabilidade pública e social, a promover sempre mais uma cultura que tenha como objetivo a redução da exposição aos riscos e às calamidades naturais. As ações concretas, voltadas ao estudo e à defesa da casa comum, possam reduzir progressivamente os riscos para as populações mais vulneráveis”.

Por Redação, com Rádio Vaticano

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As lições de Aparecida https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/as-licoes-de-aparecida/ Wed, 11 Oct 2017 08:42:50 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48955 No dia 12 de outubro o povo católico do Brasil reverencia nossa padroeira, Nossa Senhora Aparecida. Este ano, com uma motivação especial, pois conclui-se o Ano Nacional Mariano, que recorda os 300 anos da devoção à Mãe Aparecida. Nossa Diocese, embora tenha como principal devoção mariana Nossa Senhora de Fátima, juntamente com todas as dioceses do Brasil, peregrinou com uma réplica da imagem da Aparecida, recebida pelo Santuário Nacional, por todas as mais de 600 comunidades que juntas formam nossa Igreja Particular. Esta missão foi confiada aos jovens das paróquias e foi um impulso na evangelização.

Quero relembrar alguns pensamentos da belíssima mensagem deixada pelo Papa Francisco aos bispos do Brasil, na Jornada Mundial da Juventude, dia 27 de julho de 2013, no Rio de Janeiro. De fato, “a Igreja tem sempre a necessidade urgente de não desaprender a lição de Aparecida; não a pode esquecer”, disse o Santo Padre.

A Mãe.Em primeiro lugar, nos recorda que “em Aparecida, Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe”. Sentimo-nos amados por ela. Em Aparecida, Maria não pronunciou palavras, mas pede para termos tempo para estar na sua companhia e contemplá-la, pois ela nos fala de Deus, da Igreja e de cada um de nós.

A pobreza. Aparecida revela a realidade do povo brasileiro de ontem e de hoje: a pobreza e os meios pobres para viver. Os pescadores são pobres. “Os homens partem sempre das suas carências, mesmo hoje.Possuem um barco frágil, inadequado; têm redes decadentes, talvez mesmo danificadas, insuficientes.Primeiro, há a labuta, talvez o cansaço, pela pesca, mas o resultado é escasso: um falimento, um insucesso. Apesar dos esforços, as redes estão vazias.”

A surpresa de Deus. Como em Aparecida, Deus nos surpreende sempre. “Ele chegou de surpresa, quem sabe quando já não o esperávamos. A paciência dos que esperam por Ele é sempre posta à prova. E Deus chegou de uma maneira nova, porque Deus é surpresa: uma imagem de barro frágil, escurecida pelas águas do rio, envelhecida também pelo tempo. Deus entra sempre nas vestes da pequenez.”

Instrumento de unidade. “O Brasil colonial estava dividido pelo muro vergonhoso da escravatura. Nossa Senhora Aparecida se apresenta com a face negra, primeiro dividida, mas depois unida, nas mãos dos pescadores. […] Muros, abismos, distâncias ainda hoje existentes estão destinados a desaparecer. A Igreja não pode descurar esta lição: ser instrumento de reconciliação.”

Acolhida em casa. “Depois, os pescadores trazem para casa o mistério. O povo simples tem sempre espaço para albergar o mistério. Talvez nós tenhamos reduzido a nossa exposição do mistério a uma explicação racional; no povo, pelo contrário, o mistério entra pelo coração. Na casa dos pobres, Deus encontra sempre lugar. […] Deus faz-se levar para casa. Ele desperta no homem o desejo de guardá-lo em sua própria vida, na própria casa, em seu coração.”

 Os meios pobres. “As redes da Igreja são frágeis, talvez remendadas; a barca da Igreja não tem a força dos grandes transatlânticos que cruzam os oceanos. E, contudo, Deus quer se manifestar justamente através dos nossos meios, meios pobres, porque é sempre Ele que está agindo.”

Parabéns a todas as crianças pela passagem do vosso dia! Nossa Senhora Aparecida, olha para nosso povo brasileiro!

Por Dom Adelar Baruffi – Bispo de Cruz Alta

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Enviado do Papa para os 300 anos de Nossa Senhora em Aparecida https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/enviado-do-papa-para-os-300-anos-de-nossa-senhora-em-aparecida/ Tue, 10 Oct 2017 14:37:17 +0000 http://teste.toqueto.com/enviado-do-papa-para-os-300-anos-de-nossa-senhora-em-aparecida.html O Prefeito emérito da Congregação para os Bispos e Presidente emérito da Pontifícia Comissão para a América Latina, Cardeal italiano Giovanni Battista Re, chegou a Aparecida na manhã de segunda-feira, 9 de outubro. O Cardeal é Legado Pontifício, representante da Santa Sé enviado pelo Papa Francisco, para as festividades do Jubileu dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida.

Dom Giovanni Battista Re foi recepcionado pelo Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, pelo Arcebispo de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Scherer, pelo reitor do Santuário, padre João Batista de Almeida, pelo ecônomo, padre Daniel Antônio, pelo prefeito de Igreja, padre Rodrigo Arnoso e diversos Missionários Redentoristas do convento do Santuário Nacional.

Essa será a segunda vez que o cardeal visita a cidade de Aparecida, em 2007, Dom Giovanni Battista Re foi o Presidente da V Conferência do Episcopado Latino-Americano.

“Com grande alegria estou retornando a Aparecida. Já estive aqui por ocasião da V Conferência do Episcopado Latino Americano. O que mais me impressionou foi a grande quantidade de peregrinos que vem ao Santuário. Retorno com particular alegria, pois vou representar o Papa Francisco. O Santo Padre que envia uma Rosa de Ouro como símbolo de seu amor a Nossa Senhora, assim como seu afeto ao povo brasileiro”, afirmou Cardeal Giovanni Battista Re.

Dom Giovanni Battista fez questão de passar pelo Nicho que abriga a imagem de Nossa Senhora Aparecida e rezar aos pés da Padroeira do Brasil.

O Cardeal participou da Novena Solene, na noite desta segunda-feira, em que apresentou a Rosa de Rosa de Ouro, presente do Papa Francisco ao Santuário Nacional, pelas comemorações dos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida.

O Legado Pontifício ainda presidirá a missa das 9h, no dia 11 de outubro, e a Missa Solene, às 9h30, no dia 12 de outubro.

Cardeal Giovanni Battista Re

No Brasil a sua representação também aconteceu em 27 de fevereiro de 2011 na Dedicação solene da Catedral de Santa Maria Mãe de Deus em Castanhal, no Pará, enviado pelo papa Bento XVI.

Cardeal desde 2001, Dom Giovanni Battista Re renunciou em 2010, após alcançar o limite de idade previsto de 75 anos, aos cargos de Prefeito da Congregação para os Bispos e de Presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina, que ocupava desde 2000.

Em 2013, presidiu o Conclave que elegeu o Papa Francisco e atualmente, é o vice-Decano do Colégio de Cardeais.

Por CNBB, com A12

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