muçulmanos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png muçulmanos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Catequese e apelo à paz na Terra Santa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/catequese-e-apelo-a-paz-na-terra-santa/ Wed, 06 Dec 2017 12:53:23 +0000 http://teste.toqueto.com/catequese-e-apelo-a-paz-na-terra-santa.html A catequese do Papa Francisco na Audiência Geral na manhã de hoje, foi dedicada à sua recente viagem apostólica a Mianmar e Bangladesh, entre os dias 25 de novembro e 2 de dezembro.

Como de costume, depois de cada viagem internacional, o Pontífice fez um balanço da visita apostólica a estes dois países da Ásia e revisou os momentos mais importantes.

Mianmar

“Nos rostos daqueles jovens vi o futuro da Ásia: um futuro que não será de quem constrói armas, mas de quem semeia fraternidade”, disse o Papa ao falar do primeiro país que visitou.

Francisco recordou que esta foi a primeira vez que um Papa visitava Mianmar, algo possível graças “às relações diplomáticas estabelecidas entre este país e a Santa Sé”.

“Quis expressar a proximidade de Cristo e da Igreja a um povo que sofreu por causa de conflitos e repressões, e que agora está lentamente caminhando rumo a uma nova condição de paz e liberdade”.

O Papa também recordou que é um país no qual “a religião budista está fortemente enraizada, com seus princípios espirituais e éticos, os cristãos estão presentes como pequeno rebanho e fermento do Reino de Deus”, os quais ele “confirmou na fé”.

Francisco mencionou as duas Missas que presidiu em Mianmar. A primeira em Yangun, e a segunda dedicada aos jovens: “um sinal de esperança e um presente especial da Virgem Maria, na catedral dedicada a ela”.

Além disso, contou que naquele dia abençoou as primeiras pedras das 16 igrejas, do seminário e da nunciatura.

Também destacou a importância das suas reuniões com as autoridades políticas do país para “os esforços de pacificação e auspiciando que todos os membros da nação, ninguém excluído, possam cooperar neste processo no respeito recíproco”.

Sobre o seu encontro com comunidades religiosas, manifestou “a confiança de que cristãos e budistas possam juntos ajudar as pessoas a amar Deus e o próximo, rejeitando toda violência e opondo-se ao mal com o bem”.

Bangladesh

Depois de Mianmar, ele viajou a Bangladesh, cujo país tem uma população maiormente muçulmana, de modo que a sua visita “marcou um passo ulterior em favor do respeito e do diálogo entre o cristianismo e o islamismo”.

Francisco expressou em particular “a solidariedade ao país em seu empenho em socorrer os refugiados rohingya, que confluíram em massa ao território bengalês, onde a densidade da população já é uma das mais altas do mundo”.

O Bispo de Roma também mencionou a missa em Daca, na qual ordenou 16 sacerdotes, “um dos eventos mais significativos e alegres durante a sua viagem”.

Por outro lado, “incentivaram os bispos do país no seu trabalho generoso pelas famílias, pelos pobres, pela educação, o diálogo e a paz social”.

“Em Daca, vivemos um grande momento de diálogo inter-religioso e ecumênico no qual sublinhei a importância da abertura do coração como base para a cultura do encontro, da harmonia e da paz”.

Além disso, mencionou a sua visita à Casa Madre Teresa das Missionárias da Caridade, “onde a santa permaneceu quando estava em Daca e que acolhe inúmeros órfãos e pessoas com deficiência. Onde as irmãs vivem todos os dias a oração de adoração e o serviço a Cristo pobre e que sofre”.

Finalmente, o encontro com jovens “rico de testemunhos, cantos e danças”. “Uma celebração que manifestou a alegria do evangelho acolhido por essa cultura; uma alegria fecundada pelos sacrifícios de tantos missionários, de tantos catequistas e sacerdotes cristãos”.

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A situação que se vive na Terra Santa durante os últimos dias, fez com que o Papa Francisco fizesse um novo apelo à paz e ao respeito à Cidade Santa de Jerusalém.

“Não posso silenciar a minha profunda preocupação pela situação que se criou nos últimos dias e, ao mesmo tempo, dirigir um forte apelo para que seja compromisso de todos respeitarem o status quo da cidade, em conformidade com as pertinentes Resoluções das Nações Unidas”, disse o Pontífice no final da Audiência Geral.

O Pontífice também assinalou que “Jerusalém é uma cidade única, sagrada para os judeus, os cristãos e os muçulmanos, que nela veneram os Locais Santos das respectivas religiões, e tem uma vocação especial à paz”.

“Peço ao Senhor que esta identidade seja preservada e reforçada em benefício da Terra Santa, do Oriente Médio e do mundo inteiro e que prevaleçam sabedoria e prudência, para evitar acrescentar novos elementos de tensão num panorama mundial já turbulento e marcado por inúmeros e conflitos cruéis”.

Uma nova crise em Israel teve início nos últimos dias devido ao projeto do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que manifestou o desejo de transladar a embaixada do seu país de Tel Aviv a Jerusalém. Isso implica o reconhecimento americano da Cidade Santa como capital de Israel, o qual provoca grandes controvérsias.

O estatuto de Jerusalém é um tema fundamental no conflito entre Israel e Palestina, e ambos os lados reivindicam a cidade como sua capital.

Em outubro deste ano, o Papa Francisco defendeu o status quo de Jerusalém e afirmou que é uma “cidade santa onde todos devem poder viver em paz”.

Durante anos, os presidentes americanos deixaram a sede diplomática em Tel Aviv, como a maioria das nações do mundo, e não quiseram translada-la a Jerusalém.

A palestina e grande parte do mundo árabe e muçulmano não aceita que seja capital israelense porque, além do tema territorial que está sendo disputado, em Jerusalém também está o terceiro lugar mais sagrado do Islã, a Mesquita Al Aqsa.

Por Redação, com ACI Digital

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Bengaleses aguardam o Papa: sabemos alegrar-nos com o pouco que temos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/bengaleses-aguardam-o-papa-sabemos-alegrar-nos-com-o-pouco-que-temos/ Wed, 29 Nov 2017 10:09:25 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49651 Enquanto a visita do Papa Francisco acontece em Mianmar, nosso olhar se volta brevemente para a segunda etapa desta 21ª viagem apostólica internacional: Bangladesh, onde chegará na tarde de amanhã, 30 de novembro.

“A visita do Santo Padre é ocasião para mostrar ao mundo a riqueza de Bangladesh, onde diferentes comunidades por confissão religiosa e tradições sociais e culturais conseguem conviver.”

É o que afirma à agência missionária Fides o encarregado pelos bispos bengaleses do Comitê para a mídia criado para a visita pontifícia, Pe. Kamal Corraya.

Igreja do Santo Rosário, 1ª catedral de Bangladesh

Originário da cidade de Gazipur, onde é particularmente significativa a presença de católicos – num país onde os cristãos são exígua minoria –, Pe. Corraya encontra-se no complexo da Igreja do Santo Rosário de Daca, “a primeira catedral instituída em Bangladesh, um prédio do Séc. XVII, várias vezes reestruturado, que acolhe também as lápides dos missionários portugueses.

Na manhã de sábado, 2 de dezembro – após ter visitado a adjacente Casa Madre Teresa de Tejgon –, o Papa Francisco encontrará nesta Igreja “cerca de dois mil sacerdotes, religiosos, consagrados, seminaristas e noviças”, antes da visita ao cemitério paroquial e do encontro com os jovens no Colégio Notre Dame.

Riqueza do país do sudeste asiático: saber conviver com a diversidade

“Cerca dez mil estudantes provenientes de todos os cantos do país, de todas as culturas e religiões, estarão no Colégio. Essa é a riqueza de Bangladesh: a sua diversidade, a capacidade de saber conviver, apesar das dificuldades”, observa o sacerdote.

“O Santo Padre, com a sua mensagem de paz e harmonia, nos ajudará a fazer com que seja melhor conhecido o riquíssimo patrimônio cultural do nosso país, do qual somos orgulhosos, mas que muitas vezes é ofuscado pelos estereótipos sobre pobreza, extremismo, desastres ambientais”, explica o presbítero, enquanto alguns operários concluem a pavimentação e outros dão o acabamento nos canteiros.

Muitos na Comunidade islâmica apreciam mensagem do Papa

“São trabalhos que fazemos para acolher o Papa da melhor forma possível. A Igreja financia apenas uma parte. O restante provem de muitas doações privadas. Entre os benfeitores encontram-se também vários muçulmanos: na comunidade islâmica muitos reconhecem o papel da Igreja, sobretudo no campo da educação. E são ainda em maior quantidade os que apreciam a mensagem do Papa.”

Os católicos em Bangladesh são uma exígua minoria: são cerca de 370 mil segundo estimativas governamentais, numa população de quase 170 milhões de pessoas.

“O Santo Padre começou a ser conhecido e mais apreciado após a tragédia de Rana Plaza”, o edifício onde funcionavam empresas têxteis que desabou em 2013, causando a morte de mais de mil pessoas.

Naquela ocasião o “Papa Francisco condenou quem explorava os ‘novos escravos’, referindo-se aos trabalhadores, e isso impressionou muito as pessoas, que sentiram sua proximidade”, recorda Pe. Corraya.

Mensagem do Papa acessível a todos

Mesmo num país de maioria islâmica, há consonância entre as palavras do Papa e os sentimentos da população: “A mensagem do Papa é uma mensagem acessível a todos”.

“Simples, mas forte. Nós bengaleses somos assim. Simples, pobres, mas fortes. Porque sabemos alegrar-nos com o pouco que temos. É uma felicidade muitas vezes incompreensível para quem vem de países ricos. Mas temos essa capacidade. E com a visita do Papa Francisco conseguiremos consolidá-la e torná-la conhecida ao mundo”, acrescenta ele.

Por Rádio Vaticano

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Anunciada viagem do Papa a Mianmar e Bangladesh https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/anunciada-viagem-do-papa-a-mianmar-e-bangladesh/ Mon, 28 Aug 2017 11:49:47 +0000 http://teste.toqueto.com/anunciada-viagem-do-papa-a-mianmar-e-bangladesh.html A Sala de Imprensa da Santa Sé comunicou na manhã desta segunda-feira (28/09) que o Papa Francisco aceitou o convite dos Chefes de Estado e Bispos de Mianmar e Bangladesh e fará uma visita a ambos os países.

De 27 a 30 de novembro, o Papa estará em Mianmar e irá à capital, Yangon, e Nay Pyi Taw. Em seguida, de 30 de novembro a 2 de dezembro, visitará Daca, em Bangladesh.

O programa da viagem será publicado proximamente.

Em maio passado, Francisco recebeu no Vaticano a líder do governo de Mianmar e vencedora em 1991 do Prêmio Nobel da Paz, Aung San Suu Kyi, em um encontro que marcou o início das relações diplomáticas bilaterais. Mianmar tem maioria budista e os cristãos são uma pequena parte da população. Francisco será o primeiro Papa a tocar aquele solo.

De maioria muçulmana, Bangladesh, por sua vez, recebeu em 1986 o Papa João Paulo II.

Em seu projeto de ‘internacionalizar’ o colégio cardinalício, o Papa Francisco nomeou os primeiros cardeais na história destes dois países: o arcebispo de Daca, Patrick D’Rozario, e o arcebispo de Yangon, Charles Bo.

O lema da viagem em Bangladesh é “Harmonia e Paz” e o de Mianmar é “Amor e Paz”.

Além de promover o diálogo entre as religiões, com esta viagem Francisco chama a atenção para a perseguição que a minoria Rohingya sofre em Mianmar, denunciada e mencionada neste domingo (27/08) pelo Papa no encontro dominical para a oração do Angelus.

Mais de um milhão de Rohingya vivem em Rakhine, onde sofrem uma crescente discriminação desde o início da violência sectária de 2012 que deixou 160 mortos e cerca de 120 mil confinados em 67 campos de deslocados. O drama desta etnia impressionou a opinião pública em 2015, quando num êxodo maciço, velhas embarcações com centenas de pessoas sem alimentos não puderam atracar em nenhum país limítrofe, pois todos se recusavam em acolhê-los.

Por Rádio Vaticano

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Em videomensagem, Papa enfatiza cultura do encontro https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/em-videomensagem-papa-enfatiza-cultura-do-encontro/ Wed, 05 Jul 2017 15:13:49 +0000 http://teste.toqueto.com/em-videomensagem-papa-enfatiza-cultura-do-encontro.html Em videomensagem a estudantes israelenses e palestinos reunidos em um congresso da Scholas Occurrentes [foto], o Papa Francisco convidou viver a cultura do encontro.

A intervenção foi transmitida hoje, no final do Congresso das ‘Cátedras Escolas’, organizado pela fundação pontifícia ‘Scholas Occurrentes’, em Jerusalém. A iniciativa teve como tema ‘Entre a Universidade e a Escola, construindo a paz através da cultura do encontro’, com uma dimensão inter-religiosa.

Mais de 70 jovens israelenses, palestinos e de outros países estiveram presentes num encontro que contou com acadêmicos de 41 universidades e representantes da Santa Sé.

“Quero saudar estes dias vividos aí em Jerusalém, porque vós mesmos, a partir das vossas diferenças, chegastes à unidade”, disse o Papa, na videomensagem.

Francisco convidou a uma “abertura” dos olhares para que todos consigam “alargar a alma” ao outro. “A nossa utopia, a de todos nós que, de alguma forma, fazemos parte das Scholas, é criar com esta educação uma cultura do encontro”, precisou o Pontífice, que apoia este projeto desde o seu tempo como arcebispo de Buenos Aires, na Argentina.

O Papa alertou para esta necessidade de unidade e encontro num “mundo tão atomizado”. “Este mundo tem medo da diferença, que a partir deste medo constrói muros, às vezes, que acabam por tornar realidade o pior pesadelo, ou seja, viver como inimigos”, advertiu.

O encontro em Jerusalém concluiu-se com a plantação de uma oliveira, simbolizando o diálogo entre judeus, cristãos e muçulmanos.

Por Canção Nova, com Agência Ecclesia

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Muçulmanos mudam nome de mesquita para homenagear Maria https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/muculmanos-mudam-nome-de-mesquita-para-homenagear-maria/ Wed, 28 Jun 2017 10:28:50 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47019 As autoridades dos Emirados Árabes Unidos decidiram mudar o nome de uma de suas mesquitas, lugar de culto muçulmano, para que, de agora em diante, se chame “Maria, Mãe de Jesus”.

Segundo informa ‘Gulf News’, a mudança de nome a “Mariam Umm Eisa”, árabe para “Maria, Mãe de Jesus”, foi decidido pelo xeique Mohammad Bin Zayed Al Nahyan, príncipe de Abu Dhabi e Comandante Geral das Forças Armadas dos Emirados Árabes Unidos.

A poucos metros da mesquita está a igreja anglicana St. Andrew. Seu capelão, Andrew Thompson, disse a ‘Gulf News’: “Estamos muito felizes de que celebremos algo que temos em comum entre ambos os credos”.

Por outro lado, o Vigário Apostólico da Arábia do Sul, o Bispo católico Paul Hinder, também expressou sua satisfação pela mudança de nome da mesquita e disse que Maria “está de forma proeminente na Bíblia e no Corão (o livro sagrado muçulmano) e constitui um laço importante entre cristãos e islâmicos”.

Em sua opinião, esta mudança de nome da mesquita “contribuirá para a paz e o entendimento mútuo não só em nosso país, mas em toda a região”.

Por ACI Digital

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"Scholas" reunirá jovens cristãos, judeus e muçulmanos em Jerusalém https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/scholas-reunira-jovens-cristaos-judeus-e-muculmanos-em-jerusalem/ Fri, 17 Feb 2017 08:07:16 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44498 A Fundação pontifícia Scholas Occurrentes realizará seu próximo Congresso em Jerusalém, reunindo jovens muçulmanos, judeus e cristãos, antecipou na quarta-feira (15/02) seu Presidente, José María del Corral.

Em entrevista ao Notimex, Del Corral revelou que o Governo, as autoridades educativas de Israel e a Universidade Judaica de Jerusalém, entraram em contato com o Papa Francisco, pedindo a ele para que o próximo Congressos de Scholas, previsto para julho deste ano, se realizasse em Jerusalém.

“Depois de ter feito a experiência de integração de jovens nos Emirados Árabes, em Dubai, com jovens muçulmanos, é uma alegria para nós, com esta experiência que vimos fazendo, remando com um grande esforço, realizá-la agora em Jerusalém, com muçulmanos, judeus e muçulmanos”, afirmou.

Scholas Ocurrentes é um projeto impulsionado pelo Papa Francisco desde que era Arcebispo de Buenos Aires, para enfrentar o efeito da crise social que afetava os jovens.

No projeto, jovens provenientes de escolas públicas e privadas, de distintas Confissões religiosas e estratos sociais, “saem das salas de aula” para utilizar seu tempo baseado em três pilares: tecnologia, arte e esporte.

México

A Funcação Pontifícia implementará nos próximos dias no municipio de Metepec, no México um projeto piloto que permitirá aos jovens estudantes discutir seus problemas e buscar soluções para melhorar seu mundo. A experiência terá a duração de duas semanas.

“O Papa disse: “sim, queremos encontros, comecemos por mudar a educação”. A educação que estamos tendo, não somente não responde às necesidades dos jovens de hoje, assim como não estão dando respostas aos grandes problemas da humanidade”, assegurou Del Corral, que confidenciou que depois do projeto piloto, a iniciativa poderá se difundir por todo o México.

Scholas Ocurrentes está presente em 190 países, com a adesão de mais de 430 mil escolas, universidades e redes educativas, públicas, privadas, cristãs, judaicas e muçulmanas.

Por Rádio Vaticano

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Política migratória de Trump prejudicará a minoria cristã https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/politica-migratoria-de-trump-prejudicara-a-minoria-crista/ Fri, 03 Feb 2017 10:20:37 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44234 O Arcebispo caldeu de Bagdá (Iraque), Dom Louis Sako, alertou que a ordem executiva do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que busca restringir a entrada de muçulmanos de sete países, colocará em perigo os cristãos do Oriente Médio porque vai fortalecer a ideia dos terroristas islâmicos de que esta minoria religiosa está aliada com o Ocidente.

“Toda política de acolhimento que discrimina aqueles que são perseguidos e sofrem, com base na religião, prejudica os cristãos do Oriente, pois fornece argumentos a toda propaganda e preconceitos que atacam as comunidades cristãs autóctones do Oriente Médio como ‘corpos estranhos’, grupos mantidos e defendidos pelas potências ocidentais”, expressou o Prelado.

Em declarações difundidas pela agência vaticana Fides, Dom Louis Sako falou acerca da ordem executiva assinada por Trump no dia 27 de janeiro.

Esta ordem suspendeu nos Estados Unidos o Programa de Admissão de Refugiados durante 120 dias, a entrada de refugiados sírios de maneira indefinida, a entrada durante 90 dias de cidadãos do Iraque, Síria, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen – qualificadas como “áreas de preocupação” –; e prioriza solicitações de refugiados “com base na sua perseguição religiosa” se a pessoa pertence a uma minoria religiosa no seu país de origem.

Embora a ordem não mencione especificamente os cristãos sírios, antes de assiná-la o Presidente Trump disse a Christian Broadcasting News (CBN) que ele priorizaria os refugiados cristãos.

“Vamos ajudá-los”, disse Trump. “Eles foram terrivelmente maltratados. Sabia que, se você fosse cristão na Síria era impossível, ou pelo menos muito difícil, poder entrar nos Estados Unidos?”, acrescentou.

O Arcebispo caldeu, que desde 2014 denunciou a perseguição religiosa perpetrada pelo Estado Islâmico (ISIS) em países como Síria e Iraque, advertiu que esta ordem é “uma armadilha para os cristãos do Oriente Médio”.

Nesse sentido, indicou que separar os refugiados por causa da sua religião discrimina, cria e alimenta “tensões com os muçulmanos”. “As pessoas que pedem ajuda não precisam ser divididas baseadas em etiquetas religiosas. Não queremos privilégios”, expressou.

Dom Louis Sako recordou que isto “o Evangelho nos ensina e o Papa Francisco também nos mostrou, ao acolher refugiados do Oriente Médio cristãos e muçulmanos, sem fazer distinções”, concluiu.

Por ACI Digital

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Vaticano condena atentado contra muçulmanos no Canadá https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/vaticano-condena-atentado-contra-muculmanos-no-canada/ Tue, 31 Jan 2017 08:12:26 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44175 O Papa Francisco lamentou o atentado realizado na noite deste domingo, 29, em um centro cultural islâmico de Quebec, no Canadá, em que morreram seis pessoas e outras oito ficaram feridas. O Vaticano publicou um telegrama nesta segunda-feira, 30, com o pesar do Papa.

Na mensagem assinada pelo secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin, Francisco manifesta sua proximidade às vítimas e familiares e a todas as pessoas que ajudaram no socorro. O Santo Padre, novamente, condenou a violência que gera tanto sofrimento, implorando a Deus o dom do respeito recíproco e da paz.

O Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso manifestou, em comunicado também divulgado hoje, sua tristeza e indignação pelo atentado contra muçulmanos recolhidos em um momento de oração em seu lugar de culto.

“Com este gesto insensato foram violados a sacralidade da vida humana, o respeito devido a uma comunidade de oração e ao lugar de culto que a acolhia”, informa o comunicado.

O órgão condenou o atentado e manifestou sua solidariedade aos muçulmanos do Canadá, assegurando a sua férvida oração pelas vítimas e familiares.

Por Canção Nova, com Boletim da Santa Sé

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