Missa - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:03:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Missa - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Missa Solene pelos 17 anos da Dedicação da Catedral Imaculado Coração de Maria https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/missa-solene-pelos-17-anos-da-dedicacao-da-catedral-imaculado-coracao-de-maria/ Thu, 18 Jul 2019 12:18:59 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=57208 [cws_gpp_images_by_albumid_gp id=’AKNac_lLn_l_y4tu5hkUks-sJXIFtWQhxCG2cM8m3v-_Vo-pCl6mc483UnRq0Vvb1DdMRVtBFpOz’ theme=projig show_details=0 row_height=200]

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“O Senhor não se esquece de nós e nos ama com amor visceral”, afirma Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/o-senhor-nao-se-esquece-de-nos-e-nos-ama-com-amor-visceral-afirma-papa/ Thu, 22 Mar 2018 14:27:25 +0000 http://teste.toqueto.com/o-senhor-nao-se-esquece-de-nos-e-nos-ama-com-amor-visceral-afirma-papa.html A homilia do Papa Francisco durante a Santa Missa celebrada na Capela da Casa Santa Marta foi inspirada no Salmo responsorial e na Primeira Leitura propostas pela liturgia do dia. Elas são tiradas do Livro do Gênesis, quando é narrado o episódio da aliança que Deus fez com Abraão.

Ali compreende-se que o Senhor é fiel e jamais se esquece de nós. Uma aliança que se prolongará na história do povo, não obstante os pecados e a idolatria dos homens.

Isso nos leva a exultar na esperança, mostra o Papa em sua reflexão.

Um amor de pai e mãe

Para Francisco, Deus tem um amor entranhado, um “amor visceral” que não esquece:

“Este é o amor de Deus, como o de uma mãe. Deus não se esquece de nós. Nunca. Não pode, é fiel à Sua aliança. Isso nos dá segurança. De nós podemos dizer: “Mas a minha vida é tão ruim… Tenho esta dificuldade, sou um pecador, uma pecadora…” 

Ele não se esquece de você, porque tem este amor visceral, e é pai e mãe.

Amor fiel que alegra

A fidelidade que Deus tem para com os homens, não se esquecendo nunca da aliança, conduz à alegria, destacou Francisco.

Ele afirmou que, assim como para Abraão, a nossa alegria é exultar na esperança, porque “cada um de nós sabe que não é fiel”, mas Deus sim: o Senhor é fiel.

Sacramento da Penitência: abraço de Deus

Em meio às suas palavras, o Papa quis relembrar algo muito importante e alentador, cheio de esperança:

“O Deus fiel não pode renegar a si mesmo, não pode nos renegar, não pode renegar o seu amor, não pode renegar o seu povo, não pode renegar porque nos ama. Esta é a fidelidade de Deus. Quando nos aproximamos do sacramento da penitência, por favor: não pensar que vamos à lavanderia para tirar as sujeiras. Não. Vamos para receber um abraço de amor deste Deus fiel que nos espera sempre. Sempre.”

Exulta na esperança: o Senhor te ama

Para concluir, Francisco voltou ao tema central da homilia exortando a exultarmos na Esperança pois, “o Senhor nos ama como Pai e como Mãe”:

“Ele é fiel, ele me conhece, me ama, jamais me deixará só. Ele me leva pela mão. Que mais posso querer? Que mais? Que devo fazer? Exulta na esperança, porque o Senhor ama você como pai e como mãe”, conclui o Santo Padre. (JSG)

Por Gaudium Press, com Vatican News

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Francisco: receber a comunhão na Missa ajuda a nos separarmos do egoísmo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/francisco-receber-a-comunhao-na-missa-ajuda-a-nos-separarmos-do-egoismo/ Wed, 21 Mar 2018 13:51:26 +0000 http://teste.toqueto.com/francisco-receber-a-comunhao-na-missa-ajuda-a-nos-separarmos-do-egoismo.html O Papa Francisco ofereceu uma nova Catequese sobre a Missa na Audiência geral desta quarta-feira e falou da Oração Eucarística IV e da comunhão e recordou que ao recebê-la também se deixam para trás os egoísmos.

O Bispo de Roma lembrou que, “enquanto nos une a Cristo, separando-nos de nossos egoísmos, a Comunhão nos abre e une a todos aqueles que são um só nele. Eis o prodígio da Comunhão: tornamo-nos aquilo que recebemos!”.

“Celebramos a Eucaristia para nos nutrirmos de Cristo, que doa a si mesmo quer na Palavra como no Sacramento do altar”, assinalou.

O Papa assegurou que se trata de um convite “a experimentar a íntima união com Cristo, fonte de alegria e de santidade”. “É um convite que alegra e ao mesmo tempo impele a um exame de consciência iluminado pela fé”.

Depois da Fração do Pão, o sacerdote nos convida a olhar “o Cordeiro que tira o pecado do mundo”, reconhecendo a distância que nos separa da santidade de Deus e de sua bondade ao nos dar como remédio seu precioso Sangue, derramada para o perdão dos pecados. Somos, portanto, convocados “ao banquete nupcial do Cordeiro”, reconhecendo-nos indignos de que entre em nossa morada, mas confiantes na força de sua Palavra salvadora.

Francisco explicou que, embora sejamos nós que “vamos em direção ao altar em procissão para fazer a comunhão, na realidade é Cristo que vem em nosso encontro para assemelharmo-nos a Ele”.

“Nutrir-se da Eucaristia, significa deixar-se transformar enquanto recebemos”, acrescentou. Nesse sentido, “como o pão e o vinho são convertidos no Corpo e Sangue do Senhor, assim aqueles que os recebem com fé são transformados em Eucaristia viva”.

Por outro lado, disse que “a Igreja deseja vivamente que também os fiéis recebam o Corpo do Senhor com hóstias consagradas na mesma Missa; e o sinal do banquete eucarístico se expressa com maior plenitude se a santa Comunhão é feita sob duas espécies, ainda que a doutrina católica ensine que sob uma só espécie se recebe o Cristo inteiro”.

O Papa também mencionou que a comunhão se recebe na boca ou, onde é permitido, na mão, e depois se convida a “custodiar no coração o dom recebido” e para isso ajuda “a oração silenciosa, um salmo ou um hino de louvor”.

Por ACI Digital

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Papa recomenda olhar Cristo ensanguentado para superar momentos escuros https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-recomenda-olhar-cristo-ensanguentado-para-superar-momentos-escuros/ Tue, 20 Mar 2018 12:26:45 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-recomenda-olhar-cristo-ensanguentado-para-superar-momentos-escuros.html A partir da primeira leitura desta terça-feira, 20 de março, na qual são narradas as penúrias do povo de Israel após a fuga do Egito, o Papa Francisco explicou na Missa celebrada na Casa Santa Marta como olhar para Cristo ensanguentado na cruz pode ajudar a superar os momentos de desilusão no caminho de conversão que, inclusive, podem incitar na lama sentimentos de rejeição a Deus.

O povo de Israel, apesar de tudo o que tinham recebido de Deus, o maná quando lhes faltava o que comer, a água quando lhes faltava o que beber, mostrou sua rejeição a Moisés e a Deus quando chegaram à fronteira com a terra de Caná e comprovaram que estava habitada por um povo poderoso fortemente armado.

O Santo Padre explicou que “o povo não suportou a viagem”, assim como as pessoas “iniciam uma vida para seguir o Senhor, para estar perto do Senhor, mas chegam a certo ponto em que as provações parecem superá-las”.

Chega-se, então, a um momento em que a pessoa diz “chega! Eu paro e volto para trás”. E pensa no passado com remorso: “Quanta carne, quantas cebolas, quantas coisas boas comiam ali”, em referência à nostalgia que, em um momento concreto, alguns israelitas sentiram da escravidão no Egito.

“Essas são as ilusões que o diabo traz: mostra o lado bom de algo que você deixou, do qual você se converteu no momento da desolação do caminho, quando você ainda não chegou à promessa do Senhor”.

O Bispo de Roma comparou esta situação com o caminho da Quaresma. “Sim, podemos pensar assim; conceber a vida como uma Quaresma: sempre existem as provações e as consolações do Senhor, tem o maná, a água, existem os pássaros que nos dão de comer… mas aquela comida era melhor. Mas não se esqueça de que comia à mesa da escravidão”.

Essa tentação que os israelitas experimentaram no deserto é a mesma que afeta qualquer pessoa quando se quer seguir o Senhor, mas fica preso. O erro, quando isso acontece, é “criticar Deus e envenenar a alma” porque acha que Deus não quer ajudar.

O Papa seguiu explicando o significado da primeira leitura e, especificamente, da cena em que Deus envia serpentes que começam a morder os israelitas que tinham murmurado contra Ele. Então, Moisés intercede por eles e o Senhor ordena que faça uma serpente de bronze e que a coloque no alto de uma haste. Todo aquele que tivesse sido mordido e olhasse para a serpente de bronze, ficaria curado.

Longe de ser um elemento de idolatria, o Santo Padre assinalou que a serpente de bronze sobre a haste é um elemento profético: “É a figura de Cristo sobre a cruz”.

“Está aqui a chave da nossa salvação, a chave da nossa paciência no caminho da vida, a chave para superar os nossos desertos: olhar o crucifixo. Olhar Cristo crucificado”.

Por isso, o Pontífice convidou a, nos momentos de dificuldade no caminho, “olhar o crucifixo”, “olhar as chagas”. Em concreto, convidou a olhar os crucifixos “feios”, mas “realistas”. “Porque os artistas fizeram crucifixos bonitos, artísticos”, ao que “nem sempre é mundanidade”, porque assim o artista pretende mostrar “a glória da cruz, a glória da ressurreição”.

Mas, para os momentos em que se sente desfalecer no caminho, o Papa recomendou olhar os crucifixos que mostram Cristo coberto de sangue, em vez daqueles em que se mostra a glória. E, depois, contemplar a glória da ressurreição.

O Bispo de Roma finalizou a homilia fazendo uma recomendação: “Ensinem seus filhos a olhar para o crucifixo e para a glória de Cristo. Mas nós, nos maus momentos, em momentos difíceis, envenenados um pouco por ter dito em nossos corações qualquer desilusão contra Deus, olhemos para as feridas”.

Leitura comentada pelo Papa Francisco:

Nm 21,4-9

Naqueles dias, 4os filhos de Israel partiram do monte Hor, pelo caminho que leva ao mar Vermelho, para contornarem o país de Edom.

Durante a viagem, o povo começou a impacientar-se, 5e se pôs a falar contra Deus e contra Moisés, dizendo: “Por que nos fizestes sair do Egito para morrermos no deserto? Não há pão, falta água, e já estamos com nojo desse alimento miserável”.

6Então o Senhor mandou contra o povo serpentes venenosas, que os mordiam; e morreu muita gente em Israel. 7O povo foi ter com Moisés e disse: “Pecamos, falando contra o Senhor e contra ti. Roga ao Senhor que afaste de nós as serpentes”.

Moisés intercedeu pelo povo, 8e o Senhor respondeu: “Faze uma serpente abrasadora e coloca-a como sinal sobre uma haste; aquele que for mordido e olhar para ela viverá”. 9Moisés fez, pois, uma serpente de bronze e colocou-a como sinal sobre uma haste. Quando alguém era mordido por uma serpente, e olhava para a serpente de bronze, ficava curado.

Por ACI Digital

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Papa: nada de propina, para rezar é preciso coragem e paciência https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-nada-de-propina-para-rezar-e-preciso-coragem-e-paciencia/ Thu, 15 Mar 2018 13:48:45 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-nada-de-propina-para-rezar-e-preciso-coragem-e-paciencia.html “Coragem e paciência”: estas são as peculiaridades da oração, que deve ser elevada a Deus “com liberdade, como filhos”. Foi o que destacou o Papa Francisco na homilia da Missa celebrada na Casa Santa Marta. O ponto de partida foi a primeira leitura, extraída do livro do Êxodo, com o diálogo entre o Senhor e Moisés sobre a apostasia do seu povo.

Moisés não cedeu à lógica da propina

O profeta tenta dissuadir o Senhor dos seus propósitos irascíveis contra o povo que “deixou a glória do Deus vivente para adorar um bezerro de ouro”. No diálogo audaz que leva avante, Moisés “se aproxima com as argumentações” e recorda ao Pai o que fez por se povo, salvo da escravidão no Egito, e a fidelidade de Abraão, de Isaac. Nas suas palavras, neste “face a face”, transparece o envolvimento do profeta, o seu amor pelo povo. Moisés não teme dizer a verdade, não “entra em jogos de propina”, não cede diante da possibilidade “de vender a sua consciência”. “E Deus gosta disto”, precisou o Pontífice, “quando Deus vê uma alma, uma pessoa que reza e reza por algo, Ele se comove”.

“Nada de propina. Eu estou com o povo. E estou Contigo. Esta é a oração de intercessão: uma oração que argumenta, que tem a coragem de dizer na cara ao Senhor, que é paciente. É preciso paciência na oração de intercessão: nós não podemos prometer a alguém de rezar por ele e depois concluir a coisa com um Pai-Nosso e uma Ave Maria e ir embora. Não. Se você diz rezar por outra pessoa, tem que ir por este caminho. E para isso é preciso paciência”.

Paciência e constância da oração

Na vida cotidiana, infelizmente, não são raros os casos de empresários dispostos a sacrificar a empresa para salvar os próprios interesses, obter uma vantagem pessoal. Mas Moisés não entra na “lógica da propina”, ele está com o povo e luta pelo povo. As Sagradas Escrituras são repletas de exemplos de “constância”, da capacidade de “ir avante com paciência”: a cananea, o “cego na saída de Jericó”.

“Para a oração de intercessão, são necessárias duas coisas: coragem, isto é parresia, coragem e paciência. Se eu quero que o Senhor ouça algo que eu peço, devo ir e bater à porta e bato no coração de Deus, e bato ali… mas porque o meu coração está envolvido com isso! Mas se o meu coração não se envolve com aquela necessidade, com aquela pessoa pela qual devo rezar, não será capaz nem mesmo da coragem e da paciência”.

Ter um coração envolvido

Papa Francisco indicou, por fim, o “caminho da oração de intercessão”: estar envolvidos, lutar, ir avante, jejuar.

“Que o Senhor nos dê esta graça. A graça de rezar diante de Deus com liberdade, como filhos; de rezar com insistência, de rezar com paciência. Mas, sobretudo, rezar sabendo que eu falo com meu Pai, e meu Pai me ouvirá. Que o Senhor nos ajude a progredir nesta oração de intercessão”.

Por Vatican News

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Papa: a fé não é espetáculo, é preciso pensar com espírito de Deus https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-a-fe-nao-e-espetaculo-e-preciso-pensar-com-espirito-de-deus/ Mon, 05 Mar 2018 14:51:52 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-a-fe-nao-e-espetaculo-e-preciso-pensar-com-espirito-de-deus.html A religião e a fé não são “um espetáculo”. O Papa começou a semana celebrando a missa na capela da Casa Santa Marta.

Na homilia, comentou as leituras do dia: a Primeira dedicada a Naamã o Sírio e o Evangelho de Lucas, em que Jesus explica que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. O Pontífice explicou que neste tempo da Quaresma a Igreja nos faz refletir hoje sobre a conversão do pensamento, das obras e dos sentimentos.

A conversão do pensamento

“A Igreja nos diz que as nossas obras devem se converter, e nos fala do jejum, da esmola, da penitência: é uma conversão das obras. Fazer obras novas, obras com estilo cristão, o estilo que vem das Bem-aventuranças, em Mateus 25: fazer isto. Também a Igreja nos fala da conversão dos sentimentos: também os sentimentos devem se converter. Pensemos por exemplo na Parábola do Bom Samaritano: converter-se à compaixão. Sentimentos cristãos. Conversão das obras; conversão dos sentimentos; mas, hoje, nos fala da ‘conversão do pensamento’: não daquilo que pensamos, mas também de como pensamos, do estilo do pensamento. Eu penso com um estilo cristão ou com um estilo pagão? Esta é a mensagem que hoje a Igreja nos dá”.

Deus não faz espetáculo

A propósito do episódio de Naamã o Sírio, doente de lepra, o Papa lembra que ele “vai até Eliseu para ser curado” e é aconselhado a se banhar sete vezes no Jordão. Ao contrário, ele pensa que os rios de Damasco são melhores do que as águas de Israel, “fica irritado e vai embora sem fazê-lo”, recorda Francisco, porque “este homem queria o espetáculo”.

“Pensava que Deus vinha somente no espetáculo. E, dentro do espetáculo, a cura. ‘Eu pensava que ele sairia para me receber e que, de pé, invocaria o nome do Senhor, seu Deus, e que tocaria com sua mão o lugar da lepra e me curaria’, esperava o espetáculo. E o estilo de Deus é outro: cura de outro modo. Ele deve aprender a pensar num estilo novo, deve converter o modo de pensar”.

O Pontífice notou que o mesmo acontece com Jesus que volta a Nazaré e vai até Sinagoga. Inicialmente “as pessoas o olhavam”, “estavam impressionadas”, “contentes”.

“Mas sempre tem um falador que começou a dizer: Mas este, este é o filho do carpinteiro. O que nos ensina? Em que universidade ele estudou? Sim! É o filho de José. Começam a cruzar opiniões, muda o comportamento das pessoas e querem matá-lo.  Da admiração e surpresa ao desejo de matá-lo. Eles também queriam espetáculo. Dizem que fez milagres na Galileia e nós acreditamos. Jesus explica: “Eu garanto a vocês: nenhum profeta é bem recebido em sua pátria”. Isso porque nós resistimos em dizer que alguns de nós podem nos corrigir. Deve vir alguém com o espetáculo a nos corrigir. A religião não é um espetáculo. A fé não é um espetáculo: é a Palavra de Deus e o Espírito Santo que age nos corações.”

A graça da conversão

“A Igreja”, sublinhou Francisco, “nos convida a mudar a maneira de pensar, o estilo de pensar. Podemos recitar o Credo e todos os dogmas da Igreja”, mas:

“A conversão do pensamento. Não é usual que pensemos desse modo. Não é usual. Também a maneira de pensar, a maneira de crer deve ser convertida. Podemos nos fazer uma pergunta: com que espírito eu penso? Com o espírito do Senhor ou com o próprio espírito, com o espírito da comunidade à qual pertenço ou do grupinho ou da classe social da qual faço parte, com o do partido político ao qual pertenço? Com que espírito eu penso? E procurar saber se penso realmente com o espírito de Deus. Pedir a graça de discernir quando penso com o espírito do mundo e quando penso com o espírito de Deus. Pedir a graça da conversão do pensamento.”

Por Vatican News

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Catequeses sobre a Missa: Papa reflete sobre a liturgia eucarística https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/catequeses-sobre-a-missa-papa-reflete-sobre-a-liturgia-eucaristica/ Wed, 28 Feb 2018 12:49:10 +0000 http://teste.toqueto.com/catequeses-sobre-a-missa-papa-reflete-sobre-a-liturgia-eucaristica.html A Liturgia Eucarística, outra parte da Santa Missa, foi o tema da catequese do Papa Francisco nesta quarta-feira, 28. Francisco explicou aos fiéis o significado dessa parte da celebração, a começar pela apresentação das ofertas. O Papa deu ênfase para a necessidade de sempre olhar para o altar que é Cristo, o centro da Missa.

“Quando nós nos aproximamos do altar para celebrar a Missa, a nossa memória vai ao altar da Cruz, onde foi feito o primeiro sacrifício”, destacou o Papa, explicando que, na oração eucarística, dá-se graças a Deus pela obra da redenção e as ofertas se transformam no Corpo e no Sangue de Cristo.

Um gesto significativo é que seja o povo a levar ao padre o pão e o vinho, observou o Papa, uma vez que estes significam a oferta espiritual da Igreja ali reunida para a Eucaristia. “O povo de Deus que leva a oferta, o pão e o vinho, a grande oferta para a Missa! Portanto, nos sinais do pão e do vinho o povo fiel coloca a própria oferta nas mãos do sacerdote, que a coloca sobre o altar ou banquete do Senhor, que é o centro de toda a Liturgia eucarística. Isso é, o centro da Missa é o altar, e o altar é Cristo, sempre é preciso olhar para o altar que é o centro da Missa” enfatizou.

Francisco considerou que essa oferta dos fiéis é pouca, mas ressaltou que Cristo precisa desse pouco. “O Senhor nos pede pouco, e nos dá tanto. Pede-nos, na vida ordinária, boa vontade; pede-nos coração aberto; pede-nos vontade de sermos melhores para acolhê-Lo, Ele que oferece a si mesmo a nós na Eucaristia; pede-nos estas ofertas simbólicas que depois se tornarão o Seu corpo e o seu Sangue”.

Na oração sobre as ofertas, explicou o Papa, o sacerdote pede a Deus para aceitar os dons que a Igreja lhe oferece. “A espiritualidade do dom de si, que este momento da Missa nos ensina, possa iluminar os nossos dias, as relações com os outros, as coisas que fazemos, os sofrimentos que encontramos, ajudando-nos a construir a cidade terrena à luz do Evangelho”, concluiu o Pontífice.

A catequese de hoje foi realizada na Sala Paulo VI devido ao frio intenso no Vaticano. Nesses dias, uma forte nevasca atingiu Roma, deixando a cidade coberta de neve.

Por Canção Nova, com Boletim da Santa Sé

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Papa: nada de ameaças no confessionário, mas o perdão do Pai https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/papa-nada-de-ameacas-no-confessionario-mas-o-perdao-do-pai/ Tue, 27 Feb 2018 13:28:47 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-nada-de-ameacas-no-confessionario-mas-o-perdao-do-pai.html Quaresma é um tempo que ajuda à conversão, à reaproximação a Deus, à mudança de nossa vida e esta é uma graça a ser pedida ao Senhor. Este foi o tema da homilia do Papa Francisco na Missa celebrada na manhã desta terça-feira na capela da Casa Santa Marta.

Jesus Chama com doçura e confiança de pai

Inspirando-se no primeiro livro do Profeta Isaías – um verdadeiro “chamado à conversão” – o Papa Francisco mostra qual é a atitude “especial” de Jesus diante de nossos pecados: “não ameaça, mas chama com doçura, dando confiança”.

“Venha, conversemos” são as palavras do Senhor aos chefes de Sodoma e ao povo de Gomorra, a quem – explica o Papa – já indicou “o mal” a ser evitado e o “bem” a ser seguido. Assim faz conosco:

“O Senhor diz: “Venha, Venha e debatamos. Falemos um pouco”. Não nos assusta. É como o pai do filho adolescente que fez uma bobagem e deve repreendê-lo. E sabe que se vai com o bastão a coisa não acabará bem, deve então agir com confiança. O Senhor, nesta passagem, nos chama assim: “Venha. Tomemos um café juntos. Debatamos, discutamos. Não tenha medo, não quero agredi-lo”. E como sabe que o filho pensa: “Mas eu fiz coisas…” – Imediatamente: “Ainda que os seus pecados fossem como escarlate, tornar-se-ão brancos como a neve. Se fossem vermelhos como púrpura, tornar-se-ão como lã”.

Também na confissão nada de ameaças

Como o pai em relação ao filho adolescente, Jesus então, com “um gesto de confiança, aproxima ao perdão e muda o coração”.

Assim fez – recorda Francisco – chamando Zaqueu ou Mateus, e assim faz em nossa vida, nos faz ver “como dar um passo em frente no caminho da conversão”:

“Agradeçamos ao Senhor pela sua bondade. Ele não quer nos agredir e nos condenar. Deu a sua vida por nós e esta é a sua bondade. E sempre busca o modo de chegar ao coração. E quando nós sacerdotes, no lugar do Senhor, devemos ouvir as confissões, também nós devemos ter esta atitude de bondade, como diz o Senhor: “Venham, debatamos, não há problema, o perdão existe”, e não a ameaça, desde o início”.

Ir ao Senhor de coração aberto: é o pai que espera

O Papa conta a este propósito a experiência de um cardeal confessor, que justamente diante do pecado que intui ser “grande”, não se detém muito e segue em frente, continua o diálogo: “E isto abre o coração” – sublinhou o Papa – “e a outra pessoa se sente em paz”.

Assim faz o Senhor conosco. Diz: “venham, debatamos, falemos. Pegue o recibo do perdão, perdão existe”:

“Ajuda-me ver esta atitude do Senhor: o pai com o filho que se acha grande, que se acha crescido e ainda está no meio do caminho. E o Senhor sabe que todos nós estamos na metade do caminho e tantas vezes temos necessidade disto, de ouvir esta palavra: “Mas venha, não se assustes, vem. O perdão existe”. E isto nos encoraja. Ir ao Senhor com o coração aberto: é o pai que nos espera”.

Por Vatican News

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Papa: pedir a graça da vergonha e jamais julgar os outros https://old.diocesedeuruacu.com.br/sem-categoria/papa-pedir-a-graca-da-vergonha-e-jamais-julgar-os-outros/ Mon, 26 Feb 2018 14:16:41 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-pedir-a-graca-da-vergonha-e-jamais-julgar-os-outros.html Não julgueis e não sereis julgados. Na homilia da Missa celebrada na segunda-feira (26/02) na Casa Santa Marta, o Papa Francisco repete com força este convite de Jesus no Evangelho do dia (Lc 6,36-38).
Ninguém, de fato, poderá fugir do juízo universal: todos seremos julgados. Nesta ótica, a Igreja faz refletir justamente sobre a atitude que temos com o próximo e com Deus.
Em relação ao próximo, nos convida a não julgar, mas a perdoar. “Cada um de nós pode pensar: ‘Mas nunca julgo, eu não faço o juiz”, notou Francisco que convidou, ao invés, a examinar as nossas atitudes: “quantas vezes o argumento das nossas conversas é julgar os outros!”, dizendo “isto não está correto”. “Mas quem o nomeou juiz”, advertiu o Papa: “julgar os outros é algo feio – afirmou – porque o único juiz é o Senhor” que conhece a tendência do homem a julgar os outros:
Nas reuniões que nós temos, um almoço, o que quer que seja, pensemos em duas horas de duração: dessas duas horas, quanto minutos foram usados para julgar os outros? Este é o ‘não’. E qual é o ‘sim’? Sejam misericordiosos. Sejam misericordiosos como o Pai é misericordioso. E mais: sejam generosos. Dai e vos será dado. O que me será dado? Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante. A abundância da generosidade do Senhor, quando nós seremos plenos da abundância da nossa misericórdia em não julgar.
O convite, portanto, é ser misericordiosos com os outros porque do mesmo modo o Senhor será misericordioso conosco. A segunda parte da mensagem da Igreja, hoje, é o convite a ter uma atitude de humildade com Deus, reconhecendo-se pecadores.
E nós sabemos que a justiça de Deus é misericordia. Mas è preciso dizê-lo: “A Ti convém a justiça; a nós, a vergonha”. E quando se encontra a justiça de Deus com a nossa vergonha, ali está o perdão. Eu creio que pequei contra o Senhor? Eu acredito que o Senhor é justo? Eu acredito que é misericordioso? Eu me vergonho diante de Deus, de ser pecador? Tão simples: a Ti a justiça, a mim a vergonha. E pedir a graça da vergonha.
Por fim, o Papa recordou que na sua língua materna, das pessoas que fazem mal aos outros se diz “sem vergonha”, e reiterou o convite a pedir a graça “de que jamais nos falte a vergonha diante de Deus”.
É uma grande graça, a vergonha. Assim recordamos: a atitude em relação ao próximo, recordar que com a medida com a qual julgo serei julgado. E se digo algo sobre o outro, que seja generosamente, com muita misericórdia. A atitude diante de Deus, este diálogo essencial: “A Ti a justiça, a mim a vergonha”.
Por Vatican News

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"A paz é um dom de Deus", afirma dom Sergio sobre o Dia de Jejum e Paz https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-paz-e-um-dom-de-deus-afirma-dom-sergio-sobre-o-dia-de-jejum-e-paz/ Mon, 26 Feb 2018 09:06:23 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=50971 Em celebração ao Dia de Jejum e Oração pela Paz, o Arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Sergio da Rocha, celebrou uma missa na sexta-feira, 23, acompanhado por centenas de fiéis na Catedral Metropolitana de Brasília. Na homilia, dom Sergio falou sobre o sentido da paz, que vem de Deus.

“Hoje somos convidados a rezar pela paz. Pedir a Deus o dom da paz significa reconhecer que a paz é, acima de tudo, um dom de Deus. Nós, por contra própria, com nossas forças não somos capazes de conseguir a paz. Conseguimos porque recebemos de Deus”, disse o arcebispo.

O evento teve início às 8h com a oração das Laudes e a exposição do Santíssimo Sacramento. Durante toda a manhã os fiéis puderam adorar Jesus Sacramentado e vivenciar momentos de interiorização espiritual, realizar meditações sobre a paz e a quaresma, além de momentos de oração.

Dom Sergio pedi que os fiéis cultivem a paz em seu cotidiano e partilhem esta qualidade com o próximo. “Devemos partilhar esse dom. Não deve ser menosprezado para que a paz aconteça em diversos ambientes em que vivemos. Nós recebemos de Deus um dom que não pode ser simplesmente guardado pra si, mas deve ser compartilhado e cultivado para que ele se multiplique e produza frutos”, afirmou.

O cardeal ainda reforçou o quão significante é o jejum durante a Quaresma que, a seu ver, “renuncia a agressividade, a violência, ao desamor, a vingança e ao ódio”. “Esse é o jejum que mais agrada a Deus. Somos chamados a viver da graça de Deus do amor de Deus e pra isso é preciso jejuar de qualquer manifestação violenta. Jamais reproduzir em nossa vida a violência que nós condenamos na sociedade”, finalizou.

Convocação papal

O dia de Oração e Jejum pela Paz foi convocado pelo papa Francisco na oração do Ângelus do dia 4 de fevereiro. A motivação para o convite é a “trágica continuação de situações de conflito em diversas partes do mundo”.

Na ocasião, o Pontífice exortou que “as vitórias obtidas com a violência são falsas vitórias” e lembrou dos conflitos no Sudão do Sul e na República Democrática do Congo.

Por Canção Nova, com Arquidiocese de Brasília

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