missa diária - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png missa diária - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Papa chama a fazer-se pequeno e humilde para conhecer o mistério de Jesus https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-chama-a-fazer-se-pequeno-e-humilde-para-conhecer-o-misterio-de-jesus/ Fri, 23 Jun 2017 12:19:30 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-chama-a-fazer-se-pequeno-e-humilde-para-conhecer-o-misterio-de-jesus.html Na Missa celebrada na manhã de hoje na Casa Santa Marta, no Vaticano, o Papa Francisco incentivou a fazer-se pequenos, “a reconhecer que não somos nada”, para conhecer o mistério de Jesus.

O Senhor nos escolheu para ser seu próprio povo, sublinhou, ele se “misturou conosco no caminho da vida” e nos deu “Seu Filho, e a vida de Seu Filho, por amor nosso”. “No coração de Jesus, dá-nos a graça de celebrar com alegria os grandes mistérios da nossa salvação, de Seu amor por nós”, celebrando assim “a nossa fé”.

O Papa insistiu em dois conceitos, “escolha” e “pequenez”. Em relação ao primeiro, assinalou, que “não somos nós que o escolhemos”, mas é Deus que se fez “nosso prisioneiro”.

Deus “se prendeu à nossa vida, não pode se distanciar. Jogou forte! Ele permanece fiel nessa atitude. Fomos escolhidos por amor e esta é a nossa identidade”.

O Pontífice advertiu contra a tentação de dizer: “Eu escolhi esta religião, eu escolhi…”. “Não, você não escolheu. É Ele que escolheu você, chamou você e se prendeu. E esta é a nossa fé. Se não acreditamos nisso, não entendemos a mensagem de Cristo, não entendemos o Evangelho”.

Sobre a “pequenez”, o Papa afirmou que Deus “se apaixonou pela nossa pequenez e por isso ele nos escolheu. E ele escolhe os pequenos: não os grandes, os pequenos. E Ele se revela aos pequenos: ‘Escondestes essas coisas aos grandes e poderosos e as revelastes aos pequeninos!’. Ele se revela aos pequenos: se você quer entender algo do mistério de Jesus, abaixe-se: faça-se pequeno. Reconheça que você não é nada”.

Em seguida, Francisco disse que Deus “não só escolhe e se revela aos pequenos, mas chama os pequenos: ‘Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei’. Vós que sois os menores – pelos sofrimentos, cansaço… Ele escolhe os pequenos, revela-se aos pequenos e chama os pequenos”.

Então perguntou: “Mas os grande Ele não os chama?”. O Papa explicou que “o Seu coração está aberto, mas a voz os grande não conseguem ouvi-la porque eles estão cheios de si mesmos. Para ouvir a voz de Deus, é preciso se fazer pequeno”.

Desse modo, descobre-se como o coração traspassado de Cristo é “o coração da revelação, o coração da nossa fé, porque ele se fez pequeno, ele escolheu este caminho”. O caminho de humilhar-se e aniquilar-se “até a morte” na cruz. O coração de Cristo é um “coração que ama, que escolhe, que é fiel, que se une a nós, revela-se aos pequenos, chama os pequenos, e se faz pequeno”.

“O problema da fé é o núcleo da nossa vida: podemos ser muito virtuosos, mas sem ou pouca fé; devemos começar a partir daqui, a partir do mistério de Jesus Cristo que nos salvou com a sua fidelidade”, concluiu.

Por ACI Digital

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A mulher é harmonia, poesia e beleza, diz Papa Francisco https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-mulher-e-harmonia-poesia-e-beleza-diz-papa-francisco/ Thu, 09 Feb 2017 16:09:18 +0000 http://teste.toqueto.com/a-mulher-e-harmonia-poesia-e-beleza-diz-papa-francisco.html Nesta quinta-feira, 9, o Papa Francisco iniciou suas atividades celebrando a Missa na capela da Casa Marta. “Sem a mulher não há harmonia no mundo”, disse durante a reflexão que foi centralizada na figura da mulher a partir da Criação narrada no Livro do Gênesis.

O homem estava só, então o Senhor lhe tirou uma costela e fez a mulher, que o homem reconheceu como carne de sua carne. “Mas antes de vê-la, a sonhou. Para entender uma mulher é necessário antes sonhá-la”, explicou Francisco.

“Muitas vezes, quando nós falamos das mulheres falamos de modo funcional: mas a mulher é para fazer isto, quando, ao invés, a mulher traz uma riqueza que o homem, toda a criação e todos os animais não têm: a mulher traz harmonia à Criação, somente com a mulher Adão podia ser uma única carne”.

O Santo Padre prosseguiu afirmando que quando não há mulher, falta a harmonia. “Nós dizemos que esta é uma sociedade com uma forte atitude masculina e que a mulher é para lavar a louça. Não. A mulher é para trazer harmonia. Sem a mulher não há harmonia. Não são iguais, não são um superior ao outro. Só que o homem não traz harmonia. É ela que traz a harmonia, que nos ensina a acariciar, a amar com ternura e que faz do mundo uma coisa bela”.

A homilia de Francisco se desenvolveu em três temas: a solidão do homem, o sonho, porque não se entende uma mulher sem sonhá-la antes, e o terceiro, o destino de ambos: ser uma só carne. O Pontífice citou um exemplo concreto, recordando que em uma audiência, enquanto saudava as pessoas, perguntou a um casal que celebrava 60 anos de matrimônio: “Qual de vocês teve mais paciência?”

“Eles que me olhavam, se olharam nos olhos, não me esqueço nunca daqueles olhos. Depois voltaram e me disseram os dois juntos: Somos apaixonados! Depois de 60 anos, isto significa uma só carne. Isso é o que traz a mulher: a capacidade de se apaixonar. A harmonia ao mundo. Muitas vezes, ouvimos: ‘É necessário que nesta sociedade, nesta instituição, tenha uma mulher para que faça isso ou aquilo’. Não! A funcionalidade não é o objetivo da mulher. É verdade que a mulher deve fazer coisas e faz coisas, como todos nós fazemos. O objetivo da mulher é criar harmonia e sem a mulher não há harmonia no mundo. Explorar as pessoas é um crime que lesa a humanidade”.

Mas explorar uma mulher é algo ainda pior, prossegue Francisco, é destruir a harmonia que Deus quis dar ao mundo.

“Explorar uma mulher não é somente um crime, mas é destruir a harmonia”, reiterou, e fez referência também ao Evangelho de hoje onde se fala da mulher sírio-fenícia.

O Santo Padre concluiu sua reflexão com uma observação pessoa. “Este é o grande dom de Deus: nos deu a mulher. No Evangelho, ouvimos do que é capaz uma mulher. Aquela é corajosa! Foi adiante com coragem. Mas é algo mais: a mulher é a harmonia, é a poesia, é a beleza. Sem ela o mundo não seria bonito, não seria harmônico. Isso é algo pessoal, mas gosto de pensar que Deus criou a mulher para que todos nós tivéssemos uma mãe.”

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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A maior força da Igreja está nas pequenas igrejas perseguidas https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-maior-forca-da-igreja-esta-nas-pequenas-igrejas-perseguidas/ Mon, 30 Jan 2017 13:44:10 +0000 http://teste.toqueto.com/a-maior-forca-da-igreja-esta-nas-pequenas-igrejas-perseguidas.html A maior força da Igreja hoje está nas pequenas Igrejas perseguidas. Foi o que disse o Papa na missa celebrada na manhã desta segunda-feira (30/01) na Casa Santa Marta. A homilia do Pontífice foi dedicada aos mártires.

“Sem memória não há esperança”, afirmou o Papa comentando a Carta aos Hebreus, na qual se exorta a recordar toda a história do povo do Senhor. Antes de tudo, uma “memória de docilidade”, “a memória da docilidade de tantas pessoas, começando por Abrãao que, obediente, saiu de sua terra sem saber onde ia. Em especial, no 11º capítulo da primeira leitura, se fala de outras duas memórias. A memoria dos grandes gestos do Senhor, realizado por Gedeão, Barac, Sansão, Davi “tantas pessoas – disse o Papa – que fizeram grandes gestos na história de Israel”.

A mídia não fala dos mártires de hoje

E depois há um terceiro grupo do qual fazer memória, a “memória dos mártires”: “os que sofreram e deram a vida como Jesus”, que “foram lapidados, torturados, mortos na espada”. De fato, a Igreja é “este povo de Deus”, “pecador, mas dócil”, “que faz grandes coisas e testemunha também Jesus Cristo até o martírio”:

“Os mártires são aqueles que levam avante a Igreja, são os que a amparam, que a ampararam no passado e a ampararam hoje. E hoje existem mais mártires do que nos primeiros séculos. A mídia não fala porque não faz notícia, mas muitos cristãos no mundo hoje são bem-aventurados porque perseguidos, insultados, presos. Há muitos nas prisões, somente por carregar uma cruz ou por confessar Jesus Cristo! Esta è a gloria da Igreja e o nosso amparo e também a nossa humilhação: nós que temos tudo, tudo parece fácil para nós e se nos falta alguma coisa reclamamos… Mas pensemos nesses irmãos e irmãs que hoje, num número maior do que nos primeiros séculos, sofrem o martírio!”. 

“Não me esqueço”, prosseguiu Francisco, “o testemunho daquele sacerdote e daquela religiosa na catedral de Tirana: anos e anos de prisão, trabalho forçado e humilhação”, para os quais não existiam os direitos humanos.

A força da Igreja são as pequenas Igrejas perseguidas

O Papa recordou que a maior força da Igreja hoje está nas “pequenas Igrejas perseguidas”:

“Também nós, é verdade e também justo, ficamos satisfeitos quando vemos uma ação eclesial grande, que teve muito sucesso, os cristãos que se manifestam. Isso é bonito! Esta é a força? Sim, é força, mas a força maior da Igreja hoje está nas pequenas Igrejas, pequeninas, com pouca gente, Igrejas perseguidas, com os seus bispos no cárcere. Esta é a nossa glória hoje. Esta é a nossa glória e a nossa força hoje.”

Sangue dos mártires é semente de cristãos

“Ousaria dizer: Uma Igreja sem mártires é uma Igreja sem Jesus”, afirmou e na conclusão o Papa convidou a rezar “pelos nossos mártires que sofrem muito”, “por aquelas Igrejas que não são livres de se expressar”. “Elas são a nossa esperança”. O Papa recordou que nos primeiros séculos da Igreja um antigo escritor dizia: “O sangue dos cristãos, o sangue dos mártires, é semente dos cristãos.”

“Eles com o seu martírio, o seu testemunho, com o seu sofrimento, doando a vida, oferecendo a vida, semeiam cristãos para o futuro e em outras Igrejas. Ofereçamos esta missa pelos nossos mártires, por aqueles que agora sofrem, pelas Igrejas que sofrem, que não têm liberdade, e agradeçamos ao Senhor por Ele estar presente com a força de seu Espírito nesses nossos irmãos e irmãs que hoje dão testemunho D’Ele.”

Por Rádio Vaticano

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Papa: ter medo de tudo é pecado que paralisa o cristão https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-ter-medo-de-tudo-e-pecado-que-paralisa-o-cristao/ Fri, 27 Jan 2017 14:25:37 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-ter-medo-de-tudo-e-pecado-que-paralisa-o-cristao.html Deus livre o homem do pecado que paralisa os cristãos: a pusilanimidade, ou seja, o medo de tudo, pediu o Papa Francisco na Missa desta sexta-feira, 27, na Casa Santa Marta. Francisco destacou que ter medo de tudo faz o cristão não ter memória, esperança, paciência nem coragem.

A Carta aos Hebreus proposta pela liturgia do dia, segundo Francisco, convida a viver a vida cristã com três pontos de referência: o passado, o presente e o futuro. Antes de tudo, convida a fazer memória, porque a vida cristã não começa hoje, continua hoje. Fazer memória é recordar tudo: as coisas boas e as menos boas, é cada um colocar a sua história diante de Deus sem escondê-la.

“’Irmãos, sois chamados à memória daqueles primeiros dias’: os dias do entusiasmo, de seguir adiante na fé, quando se começou a viver a fé, as provações sofridas…Não se entende a vida cristã, também a vida espiritual de cada dia, sem memória. Não somente não se entende: não se pode viver cristianamente sem memória. A memória da salvação de Deus na minha vida, a memória dos problemas da minha vida; mas como o Senhor me salvou destes problemas? A memória é uma graça: uma graça a pedir. ‘Senhor, que eu não me esqueça do seu passado na minha vida, que eu não esqueça os bons momentos, também os ruins; as alegrias e as cruzes’. O cristão é um homem de memória”.

Viver na esperança de encontrar Jesus

Francisco destacou ainda que o autor da Carta faz entender que os homens estão em caminho à espera de alguma coisa, à espera de chegar a um ponto: um encontro com o Senhor. Trata-se da esperança, de olhar para o futuro.

“A vida é um sopro, passa. Quando alguém é jovem, pensa que tem tanto tempo adiante, mas depois a vida nos ensina que aquela palavra que dizemos todos ‘mas como o tempo passa! Esse aqui conheci criança, agora se casa! Como o tempo passa!’. Logo vem. Mas a esperança de encontrá-lo é uma vida em tensão, entre a memória e a esperança, o passado e o futuro”.

Viver o presente com coragem e esperança

O terceiro ponto de referência é o presente, tantas vezes dolorido e triste. O Papa recordou que todos são pecadores, mas devem seguir adiante com coragem e paciência, sem ficar parados, porque isso não levará a crescimento.

Por fim, a liturgia do dia convida ainda a não cometer o pecado de não fazer memória, esperança, coragem e paciência: a pusilanimidade. É um pecado, segundo o Papa, que não deixa seguir adiante por medo. Pusilânimes são aqueles que vão sempre atrás, que protegem muito a si mesmos, que têm medo de tudo.

“O Senhor nos faça crescer na memória, na esperança, nos dê todos os dias coragem e esperança e nos livre da pusilanimidade, ter medo de tudo…Almas restritas para se preservarem. E Jesus diz: ‘quem quer preservar a própria vida, a perde’”.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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