misericórdia de Deus - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:08:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png misericórdia de Deus - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 No Angelus, Papa recorda beatificação de Pe. João Schiavo https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/no-angelus-papa-recorda-beatificacao-de-pe-joao-schiavo/ Mon, 30 Oct 2017 08:02:49 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49280 Na manhã deste domingo, 29, em sua reflexão do Ângelus, na Praça São Pedro, o Papa Francisco recordou a beatificação do padre brasileiro João Schiavo — beatificado neste sábado, 28, em Caxias do Sul (RS).

“Ele trabalhou com zelo a serviço do povo de Deus”, disse o Sucessor de Pedro. “Que seu exemplo nos ajude a viver em plenitude à nossa adesão a Cristo e ao Evangelho”, reiterou.

O Pontífice ainda recordou a misericórdia de Deus mesmo diante do arrependimento tardio, lembrando a parábola do filho pródigo. “Cada vez que um homem faz um último exame de consciência de sua vida descobre que as faltas superam em muito as obras de bem, não deve se desencorajar, mas confiar na misericórdia de Deus, pois Ele é Pai e espera até o fim o nosso retorno”, disse.

Durante a liturgia, Francisco citou uma passagem em que os fariseus tentam colocar  Jesus à prova. Um deles pergunta: “Mestre, na lei, qual é o maior mandamento”. No que é prontamente respondido pelo Filho de Deus: “Amarás ao Senhor teu Deus de toda sua alma e amará ao teu próximo como a ti mesmo”.

Esta resposta de Jesus, segundo o Pontífice, não é uma resposta que se deduz de forma automática, pois entre os múltiplos preceitos de lei judaica os mais importantes eram os Dez Mandamentos, comunicados diretamente por Deus a Moisés como forma de aliança com o povo. “Jesus quer fazer entender que sem amor por Deus e pelo próximo, não existe aliança com o Senhor, mesmo que muitas coisas boas, muitas orações sejam feitas, mas se Tu não tens amor, não serve”, ponderou Francisco.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Papa: "Um coração rígido não entende a misericórdia de Deus" https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-um-coracao-rigido-nao-entende-a-misericordia-de-deus/ Tue, 10 Oct 2017 15:11:51 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-um-coracao-rigido-nao-entende-a-misericordia-de-deus.html Pelo segundo dia consecutivo, a Liturgia nos faz refletir sobre o Livro de Jonas e a misericórdia de Deus que abre nossos corações, saindo vitoriosa. Assim o Papa resumiu a leitura do dia na homilia da missa celebrada na Casa Santa Marta, nesta terça-feira (10/10).

Francisco definiu o profeta “um teimoso que queria ensinar a Deus como se fazem as coisas”.

O Senhor pede a Jonas que converta a cidade de Nínive: na primeira vez, o profeta foge, se recusando a fazê-lo; na segunda o faz, com sucesso, mas – observou Francisco – fica “indignado”, “enraivado” diante do perdão que o Senhor concede às pessoas que abriram o coração e se mostraram arrependidas. Jonas – disse o Papa – era um “teimoso, intransigente”, tinha a alma “rígida”:

“Os teimosos de alma, rígidos, não entendem o que é a misericórdia de Deus. São como Jonas: ‘Devemos pregar isso, estes devem ser punidos porque fizeram o mal e que vão para o inferno…’. Os rígidos não sabem abrir o coração como o Senhor. Os rígidos são covardes, têm um coração fechado, apegados à justiça pura. E se esquecem que a justiça de Deus se fez carne em seu filho; se fez misericórdia, se fez perdão; que o coração de Deus está sempre aberto ao perdão”.

E o que os teimosos se esquecem – acrescentou Francisco – é precisamente que “a onipotência de Deus se expressa principalmente em sua misericórdia e no perdão”.

“Não é fácil entender a misericórdia de Deus, não é fácil. É preciso tanta oração para compreendê-la porque é uma graça; nós estamos acostumados com a justiça: ‘você me fez isso, agora paga’; mas Jesus pagou por nós e continua a pagar”.

Deus – voltou a repetir o Papa referindo-se ao episódio de Jonas – poderia ter abandonado o profeta à sua teimosia e à sua rigidez, mas foi conversar com ele e convencê-lo, o salvou como o fez com o povo de Nínive: é o “Deus da paciência, o Deus que sabe acariciar, que sabe abrir os corações”.

“Esta é a mensagem deste livro profético”, sublinhou ainda o Papa, concluindo: “Um diálogo entre a profecia, a penitência, a misericórdia e a covardia, ou teimosia, onde vence sempre a misericórdia de Deus, porque a sua onipotência se manifesta precisamente na misericórdia. Hoje, permito-me de aconselhá-los a pegar a Bíblia e ler o Livro de Jonas: é minúsculo, são três páginas. Vocês verão como age o Senhor, como é a misericórdia do Senhor, como o Senhor transforma nossos corações, e agradecerão ao Senhor por ser tão misericordioso”.

Por Rádio Vaticano

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O exercício do perdão https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/o-exercicio-do-perdao/ Fri, 15 Sep 2017 13:23:31 +0000 http://teste.toqueto.com/o-exercicio-do-perdao.html O rancor, a vingança, a denúncia agressiva, a delação e todo tipo de acusações, as guerras, a violência urbana e rural, tudo se espalha pela terra até os nossos dias. É impressionante como a maldade mostra suas garras, até em nome da defesa de valores morais e sociais, mas sempre usando as armas erradas que, ao pretenderem vencer o mal, destroem as pessoas, sua fama e dignidade. Parece que as lições do Evangelho, assim como outras magníficas indicações vindas inclusive de outras tradições religiosas encontram ouvido de mercador, aquele que não presta atenção em nada além dos próprios interesses, no coração da humanidade. Trata-se de uma luta renhida em que o egoísmo domina as relações entre as pessoas, as comunidades e as nações. Pensemos em nosso país e na verdadeira luta livre entre grupos e tendências, com a torcida de tantos que se alegram ao ver a queda dos adversários! Ao mesmo tempo, espalha-se um relaxamento moral, com afrouxamento das consciências e a inversão de uma adequada ordem de valores, capaz de organizar a convivência humana.

Não se trata de uma descrição pessimista da realidade, mas quer ser uma chamada de atenção a todos nós, esquecidos que estamos de alguns princípios básicos e restauradores dos laços entre as pessoas. Justamente neste período a Liturgia da Igreja oferece aos fiéis o discurso de Jesus a respeito da vida Comunitária (Mt 18, 1-35), estabelecendo os parâmetros para a convivência decorrente da nova Aliança, que se realiza em seu Mistério Pascal de Morte e Ressurreição.

Para ajudar nossa memória, já no final do primeiro século, os cristãos vindos do judaísmo, após o grande desastre da destruição de Jerusalém pelos romanos, tiveram vários problemas para a reconciliação entre pessoas da mesma raça na Síria e na Palestina, áreas que até hoje vivem focos de incompreensão e dificuldades para a convivência. O texto do Evangelho de São Mateus foi escrito com este pano de fundo, ajudando no processo de aproximação entre as pessoas, superando preconceitos e encaminhando a prática de um segredo próprio dos cristãos, o perdão.

Nosso amigo Simão Pedro apresenta a Jesus uma pergunta a respeito do perdão. Sete vezes já era muito, um número que significa perfeição. A resposta de Jesus mostra que não existe proporção entre o perdão que recebemos de Deus e o nosso perdão ao próximo. E Jesus conta a parábola do perdão sem limites! (Mt 18, 21-35)

Quando Jesus fala do rei, pensa no Pai do Céu. A dívida era incomensurável, absurda. O servo promete pagar, mas nunca seria capaz de recolher cento e sessenta e quatro toneladas de ouro. É verdade, olhando para Deus, nunca seremos capazes de acertar o nosso débito! Depois o mesmo servo não é capaz de perdoar uma ínfima dívida correspondente a trinta gramas de ouro. É como comparar um grão de areia com uma montanha! O contraste fala por si. A parábola continua, com a moral da história: “É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão” (Mt 18,35). De fato, o único limite à gratuidade da misericórdia de Deus que nos perdoa sempre, é nossa recusa de perdoar os irmãos.

A avalanche de maldade e agressão que nos referimos pode e deve encontrar uma saída. A reconciliação entre pessoas e povos precisa urgentemente encontrar um lugar no coração humano. Começa com uma purificação interior, desarmamento moral de quem escolhe o caminho do bem e não a maldade. Só escolhendo Deus como Senhor de nossas vidas pode acontecer esta mudança, pois só Ele nos habilita, com sua graça, no caminho da reconciliação. Depois, faz-se necessário acreditar que existe o bem nas outras pessoas que agem ou pensam de modo diferente do nosso. Quem se considera dono da verdade e vê os outros como inimigos ou adversários não empreenderá o caminho da reconciliação e da paz. Em seguida, o perdão sem limites começa nos pequenos gestos de perdão e de superação de resistências e antipatias, que bloqueiam nosso contato com os outros. Se o perdão foi feito para a gente pedir, tomar a iniciativa, indo ao encontro dos outros, milhares de vezes, sempre. Pedir perdão desmonta toda cara feia, toda maldade enrustida no coração. Mas é fundamental saber dar este perdão aos outros, não se fechar nos próprios sentimentos feridos pela maldade reinante no coração dos outros e no nosso. Para perdoar sempre e sem limites, será necessário construir pontes entre os diferentes, feitas de gestos e palavras.

Há poucos dias, assim se expressou o Papa Francisco, na visita à Colômbia: “Jesus pede-nos para rezarmos juntos; que a nossa oração seja sinfônica, com matizes pessoais, acentuações diferentes, mas que se erga de maneira concorde num único grito. Estou certo de que hoje rezamos juntos pelo resgate daqueles que erraram e não pela sua destruição, pela justiça e não pela vingança, pela reparação na verdade e não no seu esquecimento. Rezamos para cumprir o lema desta visita: ‘Demos o primeiro passo’, e que este primeiro passo seja numa direção comum… Ele sempre nos pede para darmos um passo decidido e seguro rumo aos irmãos, renunciando à pretensão de sermos perdoados sem perdoar, de sermos amados sem amar. Dar um passo nesta direção, que é a do bem comum, da equidade, da justiça, do respeito pela natureza humana e as suas exigências. Só se ajudarmos a desatar os nós da violência, é que desmontaremos a complexa teia dos conflitos: é-nos pedido para darmos o passo do encontro com os irmãos, tendo a coragem duma correção que não quer expulsar mas integrar; é-nos pedido para sermos caridosamente firmes naquilo que não é negociável; em suma, a exigência é construir a paz ‘falando, não com a língua, mas com as mãos e as obras’ (São Pedro Claver), e juntos erguermos os olhos ao céu: Jesus Cristo é capaz de desatar aquilo que nos parecia impossível; Ele prometeu acompanhar-nos até ao fim dos tempos, e não deixará estéril um esforço tão grande” (Homilia do Papa Francisco em Cartagena, Colômbia).

Por Dom Alberto Taveira Corrêa – Arcebispo Metropolitano de Belém do Pará

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Católicos do mundo inteiro unidos em 24 horas de oração https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/catolicos-do-mundo-inteiro-unidos-em-24-horas-de-oracao/ Fri, 24 Mar 2017 15:30:19 +0000 http://teste.toqueto.com/catolicos-do-mundo-inteiro-unidos-em-24-horas-de-oracao.html A iniciativa das “24 horas com o Senhor”, criada pela Santa Sé, é um convite para que católicos do mundo inteiro promovam momentos de oração e de confissão a partir desta sexta-feira (24). A proposta é que as igrejas fiquem abertas durante 24h para que os fiéis possam participar do Sacramento da Reconciliação, ajudando a viver a Quaresma, em preparação à Páscoa.

Com o convite reforçado pelo Papa Francisco na Audiência Geral de quarta-feira (22), a jornada de oração será realizada em muitas dioceses no Brasil, como na Catedral Metropolitana de Brasília. Trata-se de um dia inteiro de louvor, adoração e atendimento de confissão, que deve ser realizado dentro do período de dois dias que antecedem o quarto domingo da Quaresma, em que celebramos a misericórdia de Deus Pai.

Na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, as atividades tiveram início na sexta-feira (24), ao meio-dia com a Via Sacra, seguida de Santa Missa. Após a celebração, voluntários das paróquias, comunidades e movimentos religiosos irão se revezar para as horas de adoração. No sábado (25), às 12h15, está marcada a Santa Missa para finalizar a jornada de 24 horas com o Senhor.

Por Rádio Vaticano

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