migrações - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png migrações - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 A Igreja no Brasil abre suas portas para os novos migrantes https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-igreja-no-brasil-abre-suas-portas-para-os-novos-migrantes/ Fri, 09 Mar 2018 10:26:40 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51202 Restaurar a dignidade, inspirar a mudança: tema da Plenária da Comissão Internacional Católica para as Migrações (Icmc), cujos membros foram recebidos ontem em audiência pelo Papa Francisco.

O Brasil é membro dessa Comissão e está representado entre outros pela Ir. Rosita Milesi, que na tarde de ontem abordou o tema “A Igreja Católica no Brasil abre suas portas para os novos migrantes e refugiados”.

Em entrevista ao Vatican News, Ir. Rosita falou dos trabalhos da Comissão e do teor de seu pronunciamento:

“Estamos aqui na assembleia geral da Comissão Católica Internacional para as Migrações. Esta assembleia tem uma finalidade também eletiva do novo conselho diretor e evidentemente que o objetivo principal é refletir sobre as migrações. O Brasil além de estar aqui participando por ser membro da Comissão, terá também uma oportunidade de fazer um brevíssimo documentário sobre a ação da Igreja no Brasil na acolhida aos novos imigrantes. Fala-se sobre os novos fluxos, mas eu diria o seguinte, que precisamos acentuar os novos fluxos pensado nos últimos dez anos. Por exemplo, os imigrantes haitianos, que foram os grandes fluxos dos últimos tempos e também aos fluxos procedentes de outros países, como é o caso da Síria.”

Por Vatican News

]]>
51202
Cardeal Parolin: encontrar os migrantes e não ter medo deles https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-parolin-encontrar-os-migrantes-e-nao-ter-medo-deles/ Wed, 07 Mar 2018 09:24:33 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=51146 O Secretário de Estado vaticano, Cardeal Pietro Parolin, abriu na manhã de ontem (06/03), no Vaticano, o encontro da Comissão Internacional Católica para Migração (ICMC). O organismo reúne representantes das Conferências episcopais e das agências católicas que se ocupam de migrantes e refugiados e está presente em 50 países no mundo inteiro.

A Comissão

A ICMC foi criada após a II Guerra Mundial, quando houve um maciço movimento de refugiados no mundo e o Papa Pio XII a instituiu como representante católico de informação e coordenação. O objetivo era promover a aplicação dos princípios cristãos e políticas de proteção da família no campo das migrações.

Desde então, a ICMC tem tecido relações e colaborado com agências governamentais e não-governamentais em muitos países e promovido o diálogo entre atores de diferentes denominações cristãs. Além de parcerias com importantes instituições internacionais, a Comissão trabalha em contato direto, há pouco mais de um ano, com a Seção Migrantes e Refugiados do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral.

Pessoas e não números

Em seu discurso aos participantes do encontro, o Cardeal Parolin enalteceu a contribuição do ICMC na preparação dos Global Compacts (Pactos Globais) por uma migração segura, ordenada e regular e pelos refugiados.

“Esperamos que estes dois documentos possam responder às necessidades de maior proteção e tutela dos direitos humanos destas pessoas diante das reticências de vários países”, afirmou.

“Fala-se não de números mas de pessoas: homens, mulheres e crianças que têm um rosto, que muito sofrem e que são descartados”.

“Um rosto humano no qual vemos o rosto de Cristo, que queremos servir especialmente naqueles que são os menores e com mais necessidades ”

O Secretário de Estado ressaltou o apoio da ICMC em manter unidas as famílias, um aspecto que considera delicado e que requer maior atenção e acompanhamento. 

Outra ‘frente’ apresentada é a negação do acolhimento. “Embora muitas nações devam seu desenvolvimento aos migrantes e apesar de suas experiencias terríveis serem divulgadas, a migração é vista somente como emergência ou perigo, mesmo sendo um elemento comum em nossas sociedades”, destacou.

Difundir uma percepção equilibrada e positiva da migração

O Cardeal Parolin recordou as palavras do Papa em defesa da ‘cultura do encontro’, capaz de construir um mundo mais justo e fraterno e frisou que trabalhar por uma mudança de atitude neste sentido é um dos compromissos mais urgentes hoje.

E ainda mencionando palavras do Pontífice, o Cardeal encerrou:

“Levemos a todos, através do nosso amor concreto, o anúncio livre do amor de Deus que acolhe, protege, sabe valorizar e fazer sentir parte de Sua família”.

“ Deus, que sabe recompensar esforços e gestos de boa vontade, nos ajude a nos abrirmos sem medo e indecisões aos novos apelos do Espírito, pelo bem dos irmãos ”

No encontro atual, será escolhido o novo Presidente da ICMC. Os participantes serão recebidos pelo Papa Francisco dia 08/03.

Por Vatican News

]]>
51146
Cardeal Tagle: mudar de mentalidade para humanizar fenômeno das migrações https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/cardeal-tagle-mudar-de-mentalidade-para-humanizar-fenomeno-das-migracoes/ Mon, 25 Sep 2017 13:41:53 +0000 http://teste.toqueto.com/cardeal-tagle-mudar-de-mentalidade-para-humanizar-fenomeno-das-migracoes.html O Papa Francisco lançará durante a Audiência Geral da próxima quarta-feira a Campanha da Caritas Internationalis “Share the Journey”.

A iniciativa envolve todas as Caritas do mundo e tem por objetivo promover a acolhida dos migrantes e dos refugiados por meio da partilha das suas esperanças.

Para saber mais sobre a campanha, a Secretaria para a Comunicação (SPC) entrevistou o Presidente da Caritas Internationalis, cardeal Luis Antonio Tagle:

“Para a Igreja e especialmente para a Caritas Internationalis é um momento para recordar não somente aos cristãos, mas a todo o mundo, o mandamento do Senhor que sempre tem no coração as pessoas mais vulneráveis. Vemos isto também no Antigo Testamento: as viúvas, os órfãos, os estrangeiros. Jesus Cristo, no capítulo 25 do Evangelho de São Mateus diz: “Estou presente”. O Senhor está presente nos estrangeiros! Este é o objetivo mais profundo: obedecer ao mandamento do Senhor.  Este objetivo fundamental se expressa nas palavras do Papa Francisco quando fala de acolher, de proteger, de promover o desenvolvimento integral humanitário de cada imigrante e de integrar os migrantes em uma nova comunidade. Esta é uma abordagem a ser seguida: humanizar este fenômeno da migração. Os migrantes não são estatísticas, não são números, mas pessoas”.

SPC: Existem tantas crises humanitárias no mundo neste período. Por que “acolher os migrantes” é uma prioridade para o Papa Francisco, para o senhor Cardeal Tagle e para a Caritas Internationalis?

“A migração não é um fenômeno novo no mundo. Olhando para o mundo numa perspectiva verdadeira, a história da humanidade é uma história de migrações! Porém, agora, existem fatores e fenômenos que tornaram a migração “perturbadora”: as novas formas de escravidão, o uso das mídias sociais para sexo online, a venda de crianças… Nós queremos recordar ao mundo que existe uma humanidade que não é uma questão abstrata, mas uma questão que diz respeito à dignidade da pessoa. E o Papa Francisco, fiel à Doutrina Social da Igreja, coloca a dignidade da pessoa no centro. O mesmo vale para a Caritas Internationalis, a dignidade de cada pessoa”.

SPC: Nos últimos anos temos visto a construção de tantos muros em diversos países. O que se poderia fazer no sentido de construir pontes e não muros?

“Antes de construir muros físicos, existe um muro que já foi construído: o da mentalidade. Esta Campanha da Caritas é um apelo à conversão, à mudança de mentalidade por meio dos encontros pessoais, porque quando encontramos um migrante como pessoa, face a face, um na frente do outro, os meus olhos se abrem; não vejo somente uma estatística ou um número, mas uma pessoa verdadeira que é um irmão, uma irmã, alguém próximo. Vejo talvez o rostos de meus pais, de meu irmão, de minha tia, de meu tio. É desta forma que começa a mudança de mentalidade: cai o muro e se constrói a ponte!”.

Por Rádio Vaticano

]]>
48677
Em livro-entrevista, sociólogo francês traça perfil inédito do Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/em-livro-entrevista-sociologo-frances-traca-perfil-inedito-do-papa/ Mon, 04 Sep 2017 11:23:13 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48251 O sociólogo francês Dominique Wolton lançará um livro nesta quarta-feira, 6, cujo personagem principal é o Papa Francisco. No livro-entrevista, batizado “Papa Francisco: Encontros com Dominique Wolton, Política e Sociedade”, o Santo Padre discute temas como o aborto, casamento, abusos sexuais, migrações ou a influência das mulheres em sua vida.

Alguns trechos do livro, que foi composto ao longo de dois anos, foram publicados pelo jornal francês Le Figaro.

Com relação ao aborto, o Papa reforça que se trata de um pecado grave e que deve levar as pessoas a procurar pelo perdão.

Quanto ao casamento, Francisco afirma se tratar da união entre um homem e uma mulher apenas, e que a união entre pessoas do mesmo sexo sejam reconhecidas como “uniões civis”.

“Não brinquemos com a verdade”, advertiu o Papa com relação à ideologia de gêneros.

Com relação aos refugiados e migrantes, Francisco os compara a Jesus Cristo, que também fora perseguido, segundo relatos da Bíblia.

No livro, o Papa ainda se lembra de quando o Velho Continente explorou locais como a África, por exemplo, deixando-os à mercê de guerras e muitas pessoas sem trabalho. A este respeito, o Papa rejeita a expressão “guerra justa”, por considerar que a única solução justa é a paz.

Quando se trata dos abusos sexuais contra menores perpetrados pelo clero, o Papa é categórico em seu discurso: o padre abusador “está doente”. Francisco ainda tece elogios ao pontificado de Bento XVI, que teve coragem de “enfrentar o problema”.

Outro assunto tratado no livro é a influência das mulheres na vida do Santo Padre, desde sua avó até “pequenos namoros” que tivera em sua vida, bem como consultas a um psicoterapeuta entre 1978 e 1979, quando o então padre Jorge Mario Bergoglio tinha 42 anos. “Ela era muito boa, muito profissional e me ajudou muito”, revelou.

Com relação à sua formação política, Francisco revela que uma mulher foi a responsável por moldar suas visões e pensamentos políticos. “Foi uma mulher que me ensinou a pensar sobre a realidade política. E ela era comunista”, contou o Papa. A mulher atendia por Esther Balestrino de Careaga e “foi morta durante a ditadura quando foi capturada com duas freiras francesas”, reitera. 

“Ela era química, responsável pelo departamento em que trabalhava, no laboratório”, continua o Santo Padre. “Era uma comunista do Paraguai, do partido chamado Febrerista. Lembro que ela me fez ler a condenação de morte de Rosenberg! Me fez entender o que havia por trás daquela condenação. Me deu livros, todos comunistas, mas me ensinou na verdade a pensar sobre a política. Devo muito àquela mulher”, acrescentou.

Em outro trecho da obra, o Papa fala das críticas que recebe por tentar tornar a Igreja mais aberta e sonhar com uma sociedade mais equânime. “Uma vez, me falaram ‘você é comunista’. Não, os comunistas são os cristãos e foram os outros que roubaram a nossa bandeira”, disse ao escritor francês.

Francisco lamenta ainda a “rigidez” de alguns membros da Igreja, em particular aos que centram o discurso em questões de moralidade sexual, esquecendo questões sociais. Fala também numa “tentação” de uniformizar regras para situações diferentes e dá como exemplo o tema das famílias em dificuldade, abordado na sua exortação apostólica pós-sinodal ‘Amoris Laetitia’.

O pontífice sublinha que o discurso da proibição, do “não, não, não” é o mesmo que se encontra nos diálogos de Jesus com os fariseus, nos Evangelhos, deixando votos de que seja possível “ver mais além”.

Por Canção Nova, com Agências

]]>
48251
Pastorais se encontram no VII Encontro Nacional do Setor Mobilidade Humana https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/pastorais-se-encontram-no-vii-encontro-nacional-do-setor-mobilidade-humana/ Wed, 16 Aug 2017 10:26:46 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47965 Sob a expressão “mundo em movimento” se articulam e se abrigam o Apostolado do Mar, as pastorais dos Nômades, Refugiados, Rodoviária, Turismo, Migrantes, Nipo Brasileira, os Estudantes Internacionais e o trabalho pastoral na Tríplice Fronteira. Este grupo se reunirá no VII Encontro Nacional das Pastorais do Setor Mobilidade Humana, de 17 a 19 de agosto, no Recanto Assis, um centro de espiritualidade em Belo Horizonte (MG).

A atividade, organizada pela Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da qual o Setor Mobilidade Humana faz parte, tem como objetivo refletir sobre a conjuntura social, política e eclesial e sobre o tema da mobilidade humana para identificar os desafios e apontar as respostas para uma “Igreja em Saída”.

Haverá um momento previsto, na pauta do encontro, para que cada pastoral e atividade apresente uma experiência significativa do trabalho desenvolvido desde o último encontro. Os participantes buscarão analisar a realidade da mobilidade humana para pensar a atuação pastoral a partir dos desafios.

 “Igreja em saída”
Segundo o bispo de Pesqueira (PE), dom José Luiz Ferreira Salles [foto], bispo referencial do Setor de Mobilidade Humana da CNBB, este encontro vai buscar identificar os desafios e apontar respostas para uma Igreja em Saída, como pede o papa Francisco.

O bispo diz que as grandes preocupações que irão estar presentes nos debates são as violações aos direitos humanos, o tráfico de pessoas,  o contrabando de migrantes e o tema das políticas públicas. “Teremos que estar com o olhar atento, de modo especial, para a regulamentação da nova lei das migrações”, disse.

“Olhando para que o papa Francisco tem pedido à Igreja,  vamos vivenciar momentos de estudo e convivência fraterna para encontrar caminhos para, como Igreja no Brasil, realizar o sonho de Jesus: acolher, proteger, promover e integrar as pessoas em situação de migração”, disse.

Estão confirmados para participar deste encontro, além dos representantes das pastorais e ações do campo da mobilidade humana, os bispos dom Irineu Roman, auxiliar de Belém (PA) e referencial da Pastoral do Turismo; dom José Edson Santana Oliveira, bispo de Eunápolis (BA) e referencial da Pastoral dos Nômades; e dom José Luiz Ferreira Salles, bispo de Pesqueira (PE) e responsável pelo Setor Mobilidade Humana da CNBB.

Por CNBB

]]>
47965
Mensagem do Papa à assembleia latino-americana sobre migrações https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/mensagem-do-papa-a-assembleia-latino-americana-sobre-migracoes/ Mon, 12 Jun 2017 09:46:47 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46742 O Papa Francisco enviou uma Mensagem aos membros do Parlamento Latino-americano (PARLATINO), por ocasião da sua XXXIII Assembleia Plenária, que se teve início na sexta-feira (09/6), no Panamá, sobre as Migrações.

O objetivo do encontro do Parlatino é tomar algumas decisões para melhorar as condições das pessoas diante dos crescentes fluxos migratórios no Continente.

Os Parlamentares latino-americanos enfrentam os desafios das migrações mediante políticas públicas e leis que visam assegurar a segurança das pessoas e dos Estados.

Em sua Mensagem, o Papa parte do tema do encontro de alto nível sobre a Migração “Realidades e compromissos por um Pacto Mundial”, felicitando a escolha da iniciativa que tenta ajudar e dar uma vida mais digna para aqueles emigrantes, que esperam condições adequadas de segurança e subsistência para seus países.

Francisco destacou três aspectos importantes na sua Mensagem: realidade, diálogo, compromisso.

É importante conhecer a “realidade”, o contexto em que se realizam as migrações no Continente da América Latina e Caribe. Não se deve apenas analisar a situação, mas entrar em contato direto com os migrantes, que são seres humanos com sua história própria, cultura e ideais. A pessoa deve estar ao centro de qualquer projeto ou decisão.

Este trabalho de contato direto com os migrantes pressupõe um indispensável “diálogo”. É preciso passar da “cultura do descarte” à “cultura do encontro e do acolhimento”. É necessária uma colaboração conjunta para elaborar estratégias eficientes e equitativas em prol dos refugiados e dos que sofrem em regiões vulneráveis; O diálogo é importante para fomentar a solidariedade.

Mas, para dar uma resposta às necessidades dos emigrantes, explica o Papa, é preciso um “compromisso”, uma solução para esta problemática no Continente. Por isso, é preciso estabelecer projetos, a médio e longo prazo, prioridades na região para a integração do emigrantes, sobretudo das crianças e suas famílias. Os seres humanos não são objetos ou mercadorias.

Por fim, o Santo Padre chama a atenção dos Governos para que assumam suas responsabilidades e o sério compromisso para responder ao grito dos emigrantes; apela à Igreja Católica, para que renove seu compromisso para sarar esta ferida de tantos irmãos e irmãs.

Por Rádio Vaticano

]]>
46742
A presença brasileira no Fórum sobre Migrações e Paz https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-presenca-brasileira-no-forum-sobre-migracoes-e-paz/ Wed, 22 Feb 2017 14:22:39 +0000 http://teste.toqueto.com/a-presenca-brasileira-no-forum-sobre-migracoes-e-paz.html A edição desta quarta-feira (22/02) do Porta Aberta é inteiramente dedicada ao tema da migração. O motivo é a realização em Roma do VI Fórum Internacional sobre Migrações e Paz, promovido pela Santa Sé.

O evento, de dois dias de duração, começou na terça-feira com a audiência que o Papa Francisco concedeu aos participantes. Entre eles, há inúmeros brasileiros: o Padre Leonir Chiarello é o diretor da Rede Internacional Scalabriniana de Migração e comentou os pontos mais importantes abordados por Francisco.

O Programa Brasileiro entrevistou também a Diretora do Instituto Migrações e Direitos Humanos, Ir. Rosita Milesi, a Superiora das Scalabrinianas, Ir. Neusa de Fátima Mariano [na foto, com o Papa], que estava acompanhada da Ir. Rosa Martins.

Ouça o programa aqui.

Por Rádio Vaticano

]]>
44555