mês vocacional - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:01:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png mês vocacional - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 O sacerdote é a vida ofertada a Deus a fim de que Deus a tenha para ofertá-la aos homens https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/o-sacerdote-e-a-vida-ofertada-a-deus-a-fim-de-que-deus-a-tenha-para-oferta-la-aos-homens/ Tue, 08 Aug 2023 19:05:35 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=66756 No início da década de 70, atendendo ao apelo do Papa Paulo VI: “O dever de fomentar as vocações sacerdotais pertence a toda a comunidade cristã, que, em primeiro lugar, deverá cumpri-lo por meio de uma vida plenamente cristã” , acontece no Brasil o primeiro mês vocacional. Especificamente no ano de 1971, na Diocese de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, o mês de agosto passou a ter, pela primeira vez, essa intenção particular para a Igreja : intensificação das orações pelas vocações sacerdotais e religiosas; e encontros vocacionais com o objetivo de promover o discernimento vocacional e encorajar os fiéis a rezarem pelas vocações.

Quantos frutos as orações e encontros vocacionais, ao longo destes 50 anos, renderam para as dioceses de nosso País. Na diocese de Uruaçu é notório o apreço enorme que padres e fiéis têm por este mês e, em todas as Paróquias da Diocese, se busca dar ênfase ao tema das vocações e promover momentos para oração e discernimento dos que se inquietam com a Voz do Senhor.

Além do inevitável foco nas vocações consagradas e religiosas, que é um elemento presente desde a definição do mês agosto como mês vocacional, tem-se também, ao longo do mês, uma apreciação pelo tema vocação em sua concepção mais ampla: como marca do sentido primeiro e última da existência humana. Neste ano, em particular, a temática vocacional do mês de agosto, ganha ainda mais relevância, por se tratar do terceiro ano vocacional no Brasil.

Este terceiro Ano Nacional das Vocações traz como lema: “corações ardentes e pés a caminho” , apontando a íntima relação entre o chamado que Deus faz a todos, acendendo neles a chama que faz arder o coração, e a Missão inerente a esse dom de si que é a resposta vocacional. O ano vocacional alerta para a tomada de consciência de que na Igreja todos são vocacionados, o batismo é a marca que distingue os que foram chamados por Deus a serem filhos e herdeiros dos bens eternos.

A igreja é uma comunidade de vocacionados . É preciso pensar seriamente sobre isso! Todos na Igreja são vocacionados, ninguém é Igreja por movimento unilateral de querer ser Igreja, todos que são Igreja o são porque foram chamados e aceitos por Deus. Qualquer um que seja Igreja, o é porque responde “sim” ao chamado de Deus e, qualquer missão que a pessoa abrace enquanto Igreja, é marca da sua essência vocacional. Ninguém deve sentir-se funcionário da Igreja na obra da evangelização, nem deve definir-se como voluntário ou mesmo um quebra-galho pastoral, pois o “ser Igreja” é essencialmente vocacional. A proposta do Ano Vocacional é, portanto, reacender em cada cristão a consciência da essência vocacional de nossa pertença à Igreja. Somos uma comunidade de vocacionados e todos os batizados são, por vocação, membros do Corpo de Cristo e constituem, vocacionalmente, a comunidade Igreja. Nossa comunhão eclesial revela nosso ser vocacionado: que é ser chamado, ser sustentado e ser enviado. Ninguém é Igreja por voluntarismo ou por funcionalismo, o espírito que deve reinar no coração de cada cristão é o de ser Igreja porque Deus o chamou e de ser membro de pastorais ou movimentos porque Deus mesmo o enviou, pois, antepondo a qualquer vocação específica, está a vocação por excelência que é o chamado que Deus faz atraindo para Si e que só pode ser respondido quando se compõe a sua Igreja, tornando-se família de Deus e herdeira dos bens eternos.

A primeira semana do mês vocacional é um chamado a contemplar, na sua particularidade, a vocação ao ministério ordenado, um convite a voltar a atenção para os que foram, são e serão chamados ao ministério ordenado: o Papa, os bispos, os padres e os diáconos. Portanto, aqui, faz-se importante tecer algumas palavras sobre esta vocação tão sublime que implica uma entrega total, com um coração indiviso e amor sobrenatural.

Que sacerdote, ao longo de suas idas e vindas da lida ministerial, nunca ouviu de alguma criancinha um: “Mamãe, olha o padre!”? Qual padre nunca se deparou com uma criança que ao vê-lo, enroupado em sua vesta talar, ficara tomada de encantamento e, de modo eufórico, anunciara a quem está em sua tutela: “…olha o padre!”!? Essa manifestação tão natural e simples revela algo que precisa ser recolocado em sua centralidade na compreensão do Sacerdócio Ministerial. A criança, nesse contexto apresentado, parece anular a particularidade da pessoa do padre ao vêr-se no encanto do sacerdócio que ele traz consigo… ela, com toda sua inocência, ao reconhecer, pelas vestes sacerdotais, o padre, se dá conta naturalmente de que não se trata de alguém como o tio, o avô, o pai ou qualquer pessoa que faça parte da sua vida. A criança transcende qualquer elemento particular da pessoa do padre, para ela é como se o sacerdócio que ele traz consigo lhe houvesse extraído toda sua particularidade como pessoa. É o padre, só isso. Não precisaria nem ter um nome, é suficiente que seja o padre.

Ao trazer esse exemplo, quero chamar a atenção para a especificidade da vocação do ministro ordenado, enquanto vimos na proposta do Ano Vocacional o chamado divino como algo feito a todos, também é verdade que ele é um chamado único para cada um e específico para cada missão. O chamado ao ministério ordenado, o chamado a ser padre, é um chamado que pede mais que uma tarefa, mais que uma missão, pede uma entrega total e totalizante de vida. É uma vocação que só pode ser concretizada quando a pessoa chamada aceita ser toda de Deus e, por Deus, ser entregue sem reservas ao povo. O padre não se dá ao povo, ele se dá a Deus e, por essa entrega total, ele permite que Deus o entregue ao povo para que seja o sinal visível da presença invisível de Cristo em sua Igreja.

Neste primeiro fim de semana de agosto, de modo muito especial, se pede a oração pelo Papa, pelo Bispo e pelos sacerdotes. É significativo recardar nas orações o padre que o batizou, lhe deu a primeira comunhão, lhe assistiu com os sacramentos e oração e que se entrega em sua comunidade com o zelo e o amor do Bom Pastor; rezar igualmente pela juventude diocesana, pelos jovens da Paróquia, os da própria família, para que se deixem tocar pelo chamado Divino e não tenham medo de darem o passo de amor e entrega da própria vida a Deus; rezar pelos seminaristas que estão iniciando sua etapa formativa, pelos que estão no caminho do discipulado e da configuração ao Cristo autor de toda vocação. Que a Igreja seja cada vez mais uma comunidade dos chamados por Deus e que não temem responder o sim generoso ao seu apelo.

Pe. Edval Rodrigues Camelo

 

1     Documentos do Concílio Ecumênico Vaticano II, Decreto Optatam Totius, n.2, Editora Paulus, São Paulo, 2014

2     Cf. https://www.diocesedesantoangelo.org/single-post/2020/08/02/como-surgiu-o-m%C3%AAs-vocacional-no-brasil

3     Texto Base do 3º Ano Vocacional, Edições CNBB, 1ª edição, Brasília – DF, 2022

4          Cf. Texto Base do 3º Ano Vocacional, n.10

5     Cf. Texto Base do 3º Ano Vocacional, n.84

6          Em alguns casos, essa entrega total, que é um completo esvaziamento de si mesmo, vem traduzida ritualmente no momento dos votos ou ordenação, quando o vocacionado perde até o seu nome batismal.

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Mês de Agosto: Primeira Semana – Vocação Sacerdotal https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/mes-de-agosto-primeira-semana-vocacao-sacerdotal/ Tue, 08 Aug 2023 18:56:40 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=66753 O Papa Francisco define a vocação sacerdotal da seguinte maneira: “Ser sacerdote significa arriscar a vida pelo Senhor e pelos irmãos, carregando na própria carne as alegrias e angústias do povo, dedicando tempo e escuta para curar as feridas dos outros, oferecendo a todos a ternura do Pai”.

Ser padre é estar entregue ao próximo, à serviço do povo de Deus, a vocação para sacerdote não é mérito pessoal, mas um chamado de Cristo. É Ele quem escolhe os vocacionados e que os envia em missão. Pelo Nome de Deus, o sacerdote se coloca a serviço da comunidade cristã, na missão de acolher, perdoar, unir e motivar a vivência da fé. Essa definição não é feita por acaso, Jesus disse: “Quem quiser me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga” (Lc 9,23).

A vida sacerdotal não é uma escolha, é antes um chamado. A vocação sacerdotal é uma graça divina destinada a alguns pelo próprio Deus. Deus, em Sua misericórdia, escolhe alguns homens para servi-Lo em meio ao Seu povo como pastores. Desse modo, eles devem guiar e orientar os filhos de Deus à luz do Evangelho e na vivência dos sacramentos. “Deus vive, e precisa de homens que vivam para Ele e O levem aos outros”, assim se expressou o Papa emérito Bento XVI numa carta dirigida aos seminaristas, em 2010.

Existem alguns sinais em seu interior que te ajudam a discernir a vocação sacerdotal. Por isso, uma observação de si mesmo pode ser de grande ajuda nesse processo.

Mas, o que devo observar? Quais são esses sinais?
Primeiramente, você precisa pedir ao Espírito Santo que te ajude a descobrir a verdade sobre si mesmo. Portanto, é necessário buscar se conhecer como Deus te conhece. Então, olhe para si mesmo a partir dos olhos de Deus.

Vamos então aos sinais que podem indicar a vocação sacerdotal e te ajudar a discernir.

Primeiro, faça alguns questionamentos para si mesmo:
• Tenho aprofundado minha espiritualidade?
• Gosto de me dedicar à oração?
• Procuro instruir-me acerca das questões da fé?
• Tenho amor pelos sacramentos?
• Procuro vivê-los com intensidade?
• Tenho aproveitado as graças que posso alcançar com o sacramento da confissão e da sagrada Eucaristia?
• Carrego dentro de mim o desejo de servir?
• Preocupo-me mais com as necessidades do outro do que com as minhas próprias?
• Dedico-me mais à Igreja do que aos meus compromissos pessoais?
• Sou chamado à vida celibatária?
Como discernir a vocação sacerdotal em 4 passos:
Discernir a vocação sacerdotal é um processo demorado. Logo, não adianta ter pressa e querer uma confirmação de maneira instantânea. O caminho é longo, exige paciência e confiança na Providência Divina.

1. Vida de Oração (intimidade com Deus)
Procure se aproximar cada vez mais de Deus por meio desse diálogo, colocando a sua vida à disposição do Senhor.
Santo Afonso Ligório já dizia: “Devemos rezar para saber o que Deus quer de nós e lhe pedir sua ajuda para cumprir a Sua vontade”.

2. Direção Espiritual
Inicialmente, procure o auxílio de um padre para discernir a vocação sacerdotal. Ele será para você a voz do próprio Deus a te orientar.

3. Conviva com os sacerdotes
Aproxime-se mais do sacerdote da sua paróquia.
Se um amigo pode nos ajudar a enxergar mais claramente os fatos, um amigo sacerdote muito mais poderá clarear a visão sobre a vocação sacerdotal.

4. Sirva aos necessitados
No serviço ao próximo nos assemelhamos a Deus. O próprio Cristo nos indicou que assim devemos agir quando disse: “Sede misericordiosos para com os outros, assim como vosso Pai é misericordioso para convosco” (Lc 6,36).
Por fim, a vocação ao sacerdócio é um mistério de amor entre Deus que, por amor, chama o homem que, também por amor, responde-lhe livremente. Um chamado para ser a ponte entre Deus e os homens, um chamado a continuar no mundo e salvá-lo, mas não ser mais do mundo. É a decisão de um jovem que quer dedicar a vida para ajudar aos irmãos a salvarem suas almas e a tornar este mundo mais conforme com o que Deus pensou. Reze pela sua vocação e não tenha medo de dar a sua resposta, Cristo te chama, qual a sua resposta? Nesta semana em que somos convidados a Rezar pelos Sacerdotes, intensifiquemos nossas orações e supliquemos ao Senhor que envie operários.

Rezemos Juntos:
Oração do Ano Vocacional
Senhor Jesus,
enviado do Pai e Ungido do Espírito Santo,
que fazeis os corações arderem e os
pés se colocarem a caminho,
ajudai-nos a discernir a graça do vosso
chamado e a urgência da missão.
Continuai a encantar famílias, crianças,
adolescentes, jovens e adultos,
para que sejam capazes de sonhar e se entregar,
com generosidade e vigor,
a serviço do Reino,
em vossa Igreja e no mundo.
Despertai as novas gerações para a
vocação aos Ministérios Leigos,
ao Matrimônio, à Vida Consagrada
e aos Ministérios Ordenados.
Maria, Mãe, Mestra e Discípula Missionária,
ensinai-nos a ouvir o Evangelho da Vocação
e a responder com alegria.

Amém!

Pe. Ricardo Henrique Silva
Reitor Menor e Propedêutico
Promotor Vocacional Diocesano

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Mês Vocacional é aberto na Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/mes-vocacional-e-aberto-na-diocese-de-uruacu/ Mon, 31 Jul 2023 17:12:45 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=66670 A Pastoral Vocacional na Diocese de Uruaçu realizou algumas iniciativas por ocasião da abertura do Mês Vocacional de agosto. Nos dias 26 a 29 de julho, aconteceu o Retiro dos Seminaristas, no Seminário São José, em Uruaçu. O tema de reflexão foi “Vida seminarística e a Palavra de Deus”. O Pe. Fábio Pereira participou. Durante esses dias houve momentos de oração, celebração penitencial, reflexões e partilha.

Outra atividade realizada neste dia 30 de julho foi o Encontro Diocesano para Acólitos e Cerimoniários, iniciativa da Pastoral Litúrgica da Diocese, nas pessoas do Pe. Valdecir e Pe. Wolney, juntamente com a Pastoral Vocacional. O evento, que teve como tema “A vida litúrgica e a vida do acólito”, reuniu 321 acólitos e teve a presença do nosso bispo diocesano, Dom Giovani Carlos, de alguns padres da diocese; das Irmãs Dominicanas e das Comunidades Maria de Nazaré e Coração Fiel.

O encontro marcou a abertura oficial do Mês Vocacional na diocese. Na ocasião, aconteceu a vestição dos seminaristas propedeutas: Jean Carlos, da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, de Goianésia; Luís Miguel, da Paróquia Imaculado Coração de Maria, de Itapaci; e Victor Gabriel, da Paróquia Nossa Senhora da Guia, de Campinorte. “Este encontro foi realizado com o objetivo de cultivar no coração dos acólitos a vida de oração e a espiritualidade litúrgica; tivemos ainda a procissão da Catedral até o Seminário com a imagem de Nossa Senhora Mãe e Rainha das Vocações”, destacou Pe. Ricardo Henrique, promotor vocacional diocesano.

Novos seminaristas

Neste segundo semestre, mais quatro jovens ingressam no Seminário São José, em Uruaçu: Luís Gustavo, da Paróquia Imaculado Coração de Maria, de Itapaci; Víctor Andrez De La Cruz, da Paróquia Nossa Senhora da Graças, em Rialma; Igor Natan, da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, de Goianésia; e Lucas Gabriel, da Paróquia Nossa Senhora d’Abadia, de Niquelândia. Deus abençoe essas vocações e a caminhada de cada um.

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Deus nos convida a servir de diferentes maneiras https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/deus-nos-convida-a-servir-de-diferentes-maneiras/ Wed, 31 Aug 2022 19:59:54 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=64541 Não é novidade que em um determinado tempo de nossas vidas, surja a pergunta sobre onde e como doaremos nossas vidas por amor ao Reino de Deus. E é aqui que entra a grande alegria, Deus, o nosso Pai amoroso, não nos abandona neste discernimento, mas traçou um caminho para cada um de nós, um plano de vida. Sabemos também que se a vocação é um mistério, como há de revelar-nos, como compreenderemos este chamado? Através das inspirações que iluminam o nosso interior ou mesmo os conselhos que recebemos de alguém que Ele colocar em nosso caminho, arredando os obstáculos, preparando os auxílios.

Por ocasião deste Mês Vocacional, é uma boa oportunidade para escrevermos sobre o mistério da eleição divina que toca a todos, ou seja, os estados de vida em que uma pessoa poderá corresponder aos desígnios de Deus, como um autêntico operário de sua vinha, uma vez que ele “[…] nos salvou e nos chamou com uma vocação santa, não em virtude de nossas obras, mas em virtude de sua própria vontade e graça […]” (2 Tm 1, 9). Dito isso, falaremos brevemente sobre os estados de vida que abraçamos ou que um dia abraçaremos, seja o matrimônio, seja a vida religiosa ou consagrada, ou mesmo a vocação sacerdotal.

Aos que Deus destina à vocação matrimonial, este estado santo de vida em que os esposos são convidados por Deus a se doarem mutuamente. Estes irão caminhar juntos dirigindo-se ao mesmo ponto, a santidade conjugal, uma vez que falamos aqui de uma instituição sagrada elevada a dignidade de sacramento. Além disso há também o grande tesouro da vida matrimonial, gerar novos filhos para Deus. vale dizer também, que este sacramento é um mistério sagrado; por vezes a Sagradas Escrituras o compara com a própria união e entrega de Cristo à sua Igreja, como afirma o apóstolo Paulo “[…] Este mistério é grande […] (Ef. 5, 32)”. Por isso reiteramos, a santificação mútua é um dos fins do matrimônio.

Agora no que tange a vida religiosa ou consagrada, é um estado, que caracteriza pela separação do mundo, no sentido de renúncia às honras, aos bens da terra, sendo exclusivamente de Deus através da castidade consagrada, que vivida de modo perfeito, ilumina esta vereda com um esplendor celestial, dado que estas almas esquecendo de si próprias se doam inteiramente a Deus, seja mediante o esplendor recluso escondido da vida contemplativa, seja por aquelas, que prestam também serviços à comunidade, seja como educadores, seja auxiliando nas Dioceses, seja cuidando dos doentes, estes de fato, como diz o apóstolo Paulo irão “[…] brilhar como luzeiros no mundo […]”, e mais acrescenta, “[…] terão a glória de não ter corrido em vão, nem trabalhado inutilmente. (Fl 2, 12)”.

Por fim, a vocação sacerdotal, um dom particular de ordem exclusivamente sobrenatural, em que o Padre poderá renovar todos os mistérios e virtudes da vida do Salvador. Um dom recebido gratuitamente pela bondade do Cristo, em que o ministro ordenado participa portanto, do sacerdócio real do Redentor e cumprindo na terra a idêntica missão do mesmo, aliviar as misérias humanas pelo perdão dos pecados e salvando as almas por intermédio dos sacramentos, sobretudo pelo Santo Sacrifício da Missa. É bem verdade que aqueles que são chamados a tão grande missão sintam-se incapazes, no entanto, é preciso considerar com grande espírito de fé pedindo a graça de abraçar e permanecer em uma fidelidade constante, que desembocará num ardente desejo, num amor generoso, na certeza de que trata-se de algo sublime e sobrenatural e de eleição divina, como disse o Divino Mestre: “Não fostes vós que me escolhestes; fui eu que vos escolhi […] (Jo 15, 16)”. Por isso quem recebeu tal chamado, que não sepulte em seu coração tão sublime chamado, ao contrário, anseie os desígnios divinos clamando ao Divino Paráclito que ilumine sua inteligência e direcione seu coração aos suaves atrativos de sua graça, a fim de que possa responder com generosidade e alegria.

Gabriel Novais Silva
1º Ano da Configuração (Teologia)
Agosto de 2022

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Encontro Vocacional IDE reuniu 41 moças e rapazes, no CTL, em Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/encontro-vocacional-ide-reuniu-41-mocas-e-rapazes-no-ctl-em-uruacu/ Tue, 23 Aug 2022 14:31:48 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=64491 Com o tema “Vocação e discernimento”, aconteceu nos dias 20 e 21 de agosto, no CTL, em Uruaçu, o Encontro Vocacional IDE. O evento teve a presença de 41 jovens de nossa Diocese que desejam ouvir a voz de Deus e abraçar uma Vocação. Participaram também algumas congregações religiosas e sacerdotes da diocese. “Faço um convite para que todos nós nos empenhemos na promoção vocacional em nossa diocese a partir da Oração e do Testemunho”, convoca o padre Ricardo Henrique, promotor vocacional diocesano.

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Pastoral Vocacional Regional realiza ciclo de formações para agentes das Equipes Vocacionais Paroquiais https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/pastoral-vocacional-regional-realiza-ciclo-de-formacoes-para-agentes-das-equipes-vocacionais-paroquiais/ Tue, 10 Aug 2021 19:08:42 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=60980 Durante este mês de agosto, a Pastoral Vocacional do Regional Centro-Oeste da CNBB divulga série de vídeos formativos para agentes das Equipes Vocacionais Paroquiais (EVP). Ao todo, serão 12 vídeos formativos. A abertura da série foi feita pelo bispo auxiliar de Brasília e referencial para a Pastoral Vocacional Regional, Dom José Aparecido Gonçalves, que destacou que o material é feito com muito carinho com o objetivo de atingir o público das EVPs. “É um trabalho feito com grande profundidade e zelo para que as vocações sejam colhidas em nosso regional porque Deus não para de chamar e enviar e a nossa Igreja precisa estar atenta para discernir as vocações para acolher, integrar na vida ministerial das nossas comunidades”, afirmou.

Assista ao vídeo de abertura

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Oração do Terço Vocacional marcará celebração de abertura do Mês Vocacional na Igreja do Brasil https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/oracao-do-terco-vocacional-marcara-celebracao-de-abertura-do-mes-vocacional-na-igreja-do-brasil/ Fri, 30 Jul 2021 20:37:22 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=60959 Para dar início as comemorações do Mês Vocacional, a Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, juntamente com o Serviço de Animação Vocacional/Pastoral Vocacional do Brasil, realizará uma celebração de abertura com um terço vocacional. A transmissão será feita no dia 31 de julho, às 17h, por meio das redes sociais da CNBB (@cnbbnacional) e Edições CNBB (@cnbbedicoes).

O momento terá uma acolhida e motivação inicial que será feita pelo bispo auxiliar de Manaus e referencial da Pastoral Vocacional, dom José Albuquerque. O início do terço vocacional e o anúncio de cada ministério será feito pelo assessor da Comissão, o padre João Cândido Neto.

Os demais mistérios serão rezados por membros do Serviço de Animação Vocacional/Pastoral Vocacional do Brasil. E dom João Francisco Salm, presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, encerrará o momento.

“Vamos rezar o terço vocacional e faremos a abertura, em nível nacional do Mês Vocacional de 2021. Será um momento importante para a Igreja no Brasil, das diversas comunidades estarem juntas, rezando e pedindo a graça das mais diversas vocações para a nossa igreja” afirma o padre João Cândido Neto, assessor da Comissão.

Padre João Cândido Neto explica que o momento será oportuno para rezar pelas vocações. “O melhor modo de promovermos a cultura vocacional e o incentivo para a realização do Mês Vocacional em todo o Brasil é através da oração e faremos isso rezando o terço, confiando todo o nosso trabalho ao coração imaculado da Virgem Maria, contando com a sua intercessão”, finaliza.

Mês Vocacional
Com os corações sensíveis à escuta do chamado e a certeza vocacional de que “Cristo nos salva e nos envia”, a Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil apresentou o tema do Mês Vocacional 2021, a ser celebrado em agosto.

A temática vem da Exortação Apostólica Pós-Sinodal, Christus Vivit, dentro do projeto do Serviço de Animação Vocacional/Pastoral Vocacional do Brasil (ChV 118-123). O lema é “Quem escuta a minha palavra possui a vida eterna” (cf. Jo 5,24).

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O Papa no Angelus: a lógica de Deus é cuidar do outro e não lavar as mãos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/o-papa-no-angelus-a-logica-de-deus-e-cuidar-do-outro-e-nao-lavar-as-maos/ Sun, 02 Aug 2020 14:36:55 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58866 “Compaixão” pelas necessidades dos outros, confiança no amor “providente” do Pai e “corajosa” partilha. No Angelus de um domingo muito quente de agosto na Praça São Pedro, com a presença de muitos fiéis, entre os quais um grupo de religiosas brasileiras com bandeiras do Brasil, o Papa Francisco recorda as atitudes de Jesus com a multidão da passagem evangélica deste domingo, dedicada ao “prodígio da multiplicação dos pães”, e exorta a seguir a lógica de Deus, que nos leva a “cuidar do outro”. O convite é a “fraternidade”, aproximando-se do Sacramento da Eucaristia sem esquecer os irmãos e irmãs “privados do necessário” e usando precisamente a “compaixão” e a “ternura” de Jesus: Ele – para aqueles que o seguem e que, “para estar com ele”, se esqueceram de fazer provisões – não demonstrou “sentimentalismo” mas sim, explica, a manifestação “concreta” do amor que “assume” as necessidades das pessoas.

A lógica de Deus
O Papa recordou que a cena descrita pelo evangelista Mateus se desenvolve em um lugar deserto onde Jesus, tendo se retirado ali com seus discípulos, é alcançado por pessoas que querem “ouvi-lo e serem curados”: “suas palavras e seus gestos – acrescenta – curam e dão esperança”.

Ao entardecer, a multidão ainda estão lá, e os discípulos, homens práticos, convidam Jesus a se despedir deles para que possam ir procurar o que comer. Mas Ele responde: “Vocês mesmos dêem-lhes de comer”. Imaginemos os rostos dos discípulos! Jesus sabe muito bem o que está prestes a fazer, mas quer mudar a atitude deles: não diz “deixem que se arranjem”, mas “o que a Providência nos oferece para compartilhar? Duas atitudes opostas. E Jesus quer levá-los à segunda atitude, porque na primeira proposta, é uma proposta de um homem prático, mas não generoso: “deixem-os ir, que vão procurar, que se arranjem. E Jesus pensa de outra forma.

Jesus, através desta situação, quer educar seus amigos de ontem e de hoje para a lógica de Deus: a lógica de cuidar do outro.

E qual é a lógica de Deus que vemos aqui? A lógica de cuidar do outro. A lógica de não lavar as mãos, a lógica de não olhar para o outro lado. Não. A lógica de cuidar do outro. Eles que se arranjem não faz parte do vocabulário cristão.

Jesus nutre com Sua Palavra
Jesus toma os cinco pães e os dois peixes “em suas mãos”, “levanta os olhos para o céu, recita a bênção e começa a dividir e dá as porções aos discípulos para distribuir”: esses pães e esses peixes – recorda Francisco – não terminam, são suficientes e sobram para milhares de pessoas”.

“Com este gesto Jesus manifesta seu poder, não de forma espetacular, mas como sinal de caridade, da generosidade de Deus Pai para com seus filhos cansados e necessitados. Ele é imerso na vida de seu povo, ele compreende seu cansaço e suas limitações, mas não deixa que ninguém se perca ou seja excluído: nutre com sua Palavra e dá alimento abundante para o sustento”.

O pão cotidiano
No relato evangélico o Pontífice observa a evidente referência à Eucaristia, “especialmente onde ele descreve a bênção, o partir do pão, a entrega aos discípulos, a distribuição ao povo”.

“Deve-se notar quão estreita é a ligação entre o pão eucarístico, alimento para a vida eterna, e o pão cotidiano, necessário para a vida terrena. Antes de oferecer-se como Pão da salvação, Jesus cuida do alimento para aqueles que O seguem e que, para estar com Ele, se esqueceram de fazer provisões. Às vezes se contrapõem espírito e a matéria, mas na realidade o espiritualismo, como o materialismo, é alheio à Bíblia. Não é uma linguagem da Bíblia”.

A compaixão
A compaixão, a ternura que Jesus demonstrou para com a multidão – continuou o Papa – não é sentimentalismo, mas a manifestação concreta do amor que cuida das necessidades das pessoas. Somos chamados a nos aproximar da mesa eucarística com estas mesmas atitudes de Jesus: compaixão pelas necessidades dos outros…esta palavra que se repete no Evangelho quando Jesus vê um problema, uma doença ou estas pessoas sem alimento… “Ele teve compaixão”. A compaixão não é um sentimento puramente material; a verdadeira compaixão é partire con, assumir as dores dos outros. Talvez nos faça bem – disse Francisco – nos perguntar hoje: tenho compaixão quando leio as notícias de guerras, fome, pandemias? Tantas coisas… Tenho compaixão daquelas pessoas? Tenho compaixão das pessoas que estão próximas de mim? Sou capaz de sofrer com eles ou dirijo o meu olhar para o outro lado, ou digo “que eles se arranjem”? Não se esqueça desta palavra “compaixão”, que é confiança no amor providente do Pai e significa corajosa partilha.

Fraternidades para enfrentar a pobreza e o sofrimento
Antes das saudações, Francisco invocou Maria Santíssima para que “nos ajude a percorrer o caminho” que nos foi indicado pelo Senhor.

“É o caminho da fraternidade, que é essencial para enfrentar as pobrezas e os sofrimentos deste mundo, e que nos projeta para além do próprio mundo, especialmente neste grave momento, porque é um caminho que começa com Deus e retorna a Deus”.

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Mês Vocacional 2020: Comissão propõe oração pelas vocações a partir do tema “Amados e chamados por Deus” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/mes-vocacional-2020-comissao-propoe-oracao-pelas-vocacoes-a-partir-do-tema-amados-e-chamados-por-deus/ Sun, 02 Aug 2020 13:32:51 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=58856 A Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em parceria com a Edições CNBB, a Pastoral Vocacional, a Pastoral Familiar e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) preparou uma programação especial durante o mês de agosto para juntos, toda Igreja no Brasil, rezar pelo despertar das vocações.

“Amados e chamados por Deus” (Chv, 112) é o tema que inspira e faz reconhecer que cada ser humano é amado por Deus, chamado pelo Pai e enviado a viver de forma plena a sua vocação, como cristãos, de diferentes maneiras, na própria Igreja e na sociedade. O lema escolhido para a vivência do mês é “És precioso aos meus olhos. Eu te amo” (Is 43,1-5). Clique (aqui) e baixe o cartaz do Mês Vocacional 2020.

“Neste ano de 2020, a primeira verdade é que Deus nos ama, então isso está muito presente no tema e no lema. O tema “Amados e chamados por Deus” e o lema inspirado em Isaías “És precioso aos meus olhos. Eu te amo”, é uma citação bíblica que consta no documento do Papa, na Exortação Apostólica Christus Vivit, então a primeira verdade é que Deus nos ama e que nunca deveremos duvidar disso, apesar de que possa nos acontecer na vida momentos difíceis. Em qualquer circunstância somos amados infinitamente, então o mês vocacional quer de algum modo enfatizar esta vocação: fomos chamados a amar, porque fomos antes de tudo amados”, afirma dom José Alburquerque, bispo referencial da Pastoral Vocacional.

Programação
A programação do mês é variada e conta com a realização de lives em parceria com a Editora da CNBB, a Edições CNBB, e também com a oração do terço vocacional que será transmitido, ao vivo, às quartas-feiras, pelas emissoras de inspiração católica. Todas as lives poderão ser acompanhados nas redes sociais da Conferência (@cnbbnacional) e da Edições CNBB (@edicoescnbb). O terço também poderá ser acompanhado pelas redes da CNBB.

1ª Semana
A primeira semana do mês, de 2 a 8 de agosto, é dedicada às vocações dos diáconos, presbíteros e bispos (ministérios ordenados).

Na ocasião, no dia 03 de agosto, às 15h, haverá uma live em parceria com a Editora da CNBB, a Edições CNBB, com o tema “Amados e chamados por Deus”. A iniciativa buscará abordar a importância do Mês Vocacional, e contará com a participação de dom José Albuquerque de Araújo, padre José Alir Moreira e padre Juarez Albino Destro.

Já no dia 05 de agosto, às 15h30, haverá o terço vocacional dedicado às vocações dos diáconos, presbíteros e bispos. A iniciativa será transmitida, ao vivo, pela TV Aparecida e demais emissoras católicas.

2ª Semana
A segunda semana do mês de agosto, de 9 a 15, é dedicada à vocação do pai, mãe e filhos e a viver em família. Para esta ocasião, há a Celebração da Semana Nacional da Família, com subsídios específicos, organizada pela Pastoral Familiar.

No dia 10 de agosto, às 15h, haverá uma live em parceria com a Edições CNBB sobre a “Vocação matrimonial e do diácono permanente”, com a participação do dom João Francisco Salm, diácono Francisco Salvador Pontes Filho e padre João Candido da Silva Neto.

Já no dia 12 de agosto, às 15h30, o terço vocacional será em prol das famílias e poderá ser acompanhado, ao vivo, pela TV Horizonte e emissoras católicas.

3ª Semana
A terceira semana do mês, de 16 a 22, é dedicada à vocação das pessoas de vida consagrada, os que fazem os votos de Castidade, Pobreza e Obediência. Este ano, pela primeira vez, será realizada a Semana Nacional da Vida Consagrada motivada pela Conferência dos Religiosos do Brasil. A programação pode ser acessada no site oficial da CRB (clique aqui).

No dia 17 de agosto, às 15h, haverá a live em parceria com a Edições CNBB, com o tema “Vocação e Institutos Seculares”, com a participação de dom João Inácio Müller, Aparecida de Guadalupe Cafaro, padre Juarez Albino Destro.

E no dia 19 de agosto, às 15h30, o terço vocacional é dedicado à vocação à vida consagrada e será transmitido, ao vivo, pela TV Evangelizar e demais emissoras católicas.

4ª semana
A quarta e última semana, de 23 a 29, é dedicada à vocação dos cristãos leigos e leigas e seus diversos serviços na comunidade.

Por isso, no dia 24 de agosto, às 15h, será realizada uma live em parceria com a Edições CNBB sobre o tema da vocação dos cristãos leigos e leigas e a paróquia vocacional, com dom João Francisco Salm, Sônia Gomes de Oliveira, padre João Cândido da Silva Neto.

No dia 26 de agosto, às 15h30, o terço é dedicado à vocação dos cristãos leigos e leigas e será transmitido, ao vivo, pela TV Pai Eterno.

E no dia 31 de agosto, às 15h, a live em parceria com a Edições CNBB será sobre a vocação sacerdotal, com a participação de dom André Vital Félix da Silva, padre José Adelson da Silva Rodrigues e padre João Cândido da Silva Neto.

Hora Vocacional
Aos sábados, das 10 às 11h, a Revista Vocacional (Rogate) organiza lives próprias também para a ocasião.

A programação pode ser acessada no site oficial da revista (clique aqui).

 

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Vocação e Discernimento são palavras-chave neste mês de agosto https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/destaque/vocacao-e-discernimento-sao-palavras-chave-neste-mes-de-agosto/ Thu, 08 Aug 2019 19:54:34 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=56418 Dedicado especialmente às vocações, o mês de agosto deste ano se reveste de uma atenção especial, isto porque a Igreja também se prepara para celebrar o 4º Congresso Vocacional do Brasil, que será realizado nos dias 05 a 08 de setembro, em Aparecida (SP). Segundo a equipe organizadora do evento, a reflexão e o estudo do tema “Vocação e Discernimento” deseja refletir sobre a necessidade da oração em prol das vocações e acima de tudo expandir a temática para todos os âmbitos eclesiais e sociais.

É neste contexto que o padre Elias Silva, coordenador nacional da Pastoral Vocacional faz um convite a todos os religiosos, leigos e consagrados a rezarem juntos pelas vocações no Brasil. “O mês de agosto é dedicado especialmente às vocações. Neste momento, claro, a Igreja para e convida a todas as comunidades, a todas as pessoas a rezarem pelas vocações”, diz.

Confira, abaixo, a entrevista com o padre Elias na íntegra:

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