medo - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png medo - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 A Missa nos liberta da morte, do pecado e do medo, afirma o Papa Francisco https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-missa-nos-liberta-da-morte-do-pecado-e-do-medo-afirma-o-papa-francisco/ Wed, 22 Nov 2017 13:07:44 +0000 http://teste.toqueto.com/a-missa-nos-liberta-da-morte-do-pecado-e-do-medo-afirma-o-papa-francisco.html Em uma nova catequese na qual refletiu sobre a Missa, o Papa Francisco se perguntou: “Essencialmente, o que é a Missa? A Missa é o memorial do Mistério pascal de Cristo. Ela nos torna partícipes na sua vitória sobre o pecado e a morte e dá significado pleno a nossa vida”.

Como Israel celebra a Páscoa de sua libertação do Egito, de seu êxodo, “Jesus Cristo, com sua paixão, morte, ressurreição e ascensão ao céu, levou a Páscoa ao seu cumprimento. E a Missa é o memorial da sua Páscoa, de seu ‘êxodo’, que realizou por nós, para nos fazer sair da escravidão e nos introduzir na terra prometida da vida eterna”.

“A Eucaristia não é uma recordação, é fazer presente aquilo que aconteceu há 20 séculos”, destacou. “A Eucaristia – continuou – nos leva sempre ao ápice da ação de salvação de Deus: o Senhor Jesus, fazendo-se pão partido por nós, derrama sobre nós toda a sua misericórdia e o seu amor, como fez na cruz, renovando o nosso coração, a nossa existência e o nosso modo de nos relacionarmos com Ele e com os irmãos”.

Em sua catequese, o Santo Padre indicou que “cada celebração da Eucaristia é um raio daquele sol sem ocaso que é Jesus ressuscitado. Participar da Missa, em particular no domingo, significa entrar na vitória do Ressuscitado, ser iluminados pela sua luz, aquecidos pelo seu calor”.

Enfatizou que, “por meio da celebração eucarística, o Espírito Santo nos torna partícipes da vida divina que é capaz de transfigurar todo o nosso ser mortal. Na sua passagem da morte à vida, do tempo à eternidade, o Senhor Jesus nos leva com Ele para fazer a Páscoa. Na Missa se faz Páscoa. Nós, na Missa, estamos com Jesus, morto e ressuscitado e Ele nos leva para frente, para a vida eterna. Na Missa nos unimos a Ele. Antes ainda, Cristo vive em nós e nós vivemos nele”.

“Seu Sangue nos liberta da morte e do medo da morte. Liberta-nos não dó do domínio da morte física, mas também da morte espiritual que é o mal, o pecado, que toma conta de nós cada vez que caímos vítima do pecado nosso ou dos outros. E então a nossa vida é sujada, perde a beleza, perde o significado, esmorece. Pelo contrário, Cristo é a plenitude da vida”.

Nesse sentido, Francisco explicou como deve ser a atitude de um cristão na Eucaristia: “Isso é a Missa, é entrar nessa paixão e ressurreição de Jesus. E quando vamos à Missa é como se fôssemos a um Calvário, é a mesma coisa”.

“Mas pensem: se vamos ao Calvário – pensemos usando a imaginação – naquele momento, nós sabemos que aquele homem ali é Jesus. Mas, nós nos permitiremos ficar conversando, tirar fotografias, fazer um pouco o espetáculo? Não! Porque é Jesus! Nós, certamente estaremos em silêncio, no choro, e também na alegria de sermos salvos. Quando nós entramos na Igreja para celebrar a Missa, pensemos isto: entro no Calvário, onde Jesus dá a sua vida por mim”.

Finalmente, o Pontífice concluiu seu ensinamento recordando como os mártires foram capazes de doar-se precisamente por sua fé em que a vitória de Cristo já é real. “Se o amor de Cristo está em mim, posso doar-me plenamente ao outro, na certeza interior de que mesmo que o outro me fira, eu não morrerei. Caso contrário, deverei defender-me. Os mártires deram a sua vida justamente por esta certeza da vitória de Cristo sobre a morte. Somente se experimentamos este poder de Cristo, o poder de seu amor, somos realmente livres para nos doar sem medo”.

Por ACI Digital

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Papa incentiva a não temer a morte: “Jesus manterá a chama da nossa fé” https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-incentiva-a-nao-temer-a-morte-jesus-mantera-a-chama-da-nossa-fe/ Wed, 18 Oct 2017 12:17:32 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-incentiva-a-nao-temer-a-morte-jesus-mantera-a-chama-da-nossa-fe.html Durante sua catequese pronunciada na Audiência Geral desta quarta-feira, na Praça de São Pedro, o Papa Francisco incentivou a ter esperança diante da morte, a confiar em Jesus, porque Ele é “a ressurreição e a vida” e manterá viva a chama da fé nos últimos momentos de vida, “nos tomará pela mão e ordenar á: ‘Levanta-te, ressuscita’”.

O Santo Padre falou em sua catequese sobre a esperança cristã com a realidade da morte, “uma realidade que a nossa civilização moderna tende cada vez mais a cancelar. Assim, quando a morte chega para alguém que nos é querido, ou a nossa própria morte, nos encontramos despreparados”.

Apesar disso, o Pontífice recordou que a natureza humana está muito vinculada à morte e a prova disso é que “os primeiros sinais de civilização humana transitam por meio deste enigma. Poderíamos dizer que a civilização humana nasceu com o culto aos mortos”.

“A morte desnuda nossa vida”, indicou. “Faz-nos descobrir que nossos atos de orgulho, de ira, de ódio, eram vaidade. Arrependemo-nos de não ter amado o suficiente e de não ter buscado o essencial. E, ao contrário, vemos aquilo realmente bom que semeamos”.

Francisco assinalou que Jesus iluminou o mistério de nossa morte. “Com seu comportamento nos autoriza a nos sentirmos tristes quando uma pessoa se vai. Ele ficou profundamente triste diante do túmulo de seu amigo Lázaro e chorou. Nesse comportamento, sentimos Jesus muito próximo, o sentimos como nosso irmão”.

Então, Jesus rezou ao Pai, fonte de vida, e ordenou que Lázaro saísse do sepulcro. “E, então, ressuscita! A esperança cristã se apoia nesse comportamento que Jesus assume contra a morte humana”.

O Papa se referiu a outro episódio evangélico que reforça a esperança cristã diante da morte. “Em outro trecho do Evangelho se conta de um pai cuja filha estava muito doente, e se dirige com fé a Jesus para que a salve. Não há figura mais comovente do que a de um pai ou uma mãe com um filho doente. Imediatamente, Jesus se encaminha com aquele homem, que se chamava Jairo, junto a sua filha. Em certo momento, chegou alguém da casa de Jairo e lhe diz que a menina morreu e que já não é necessário chamar o Mestre”.

Entretanto, Francisco sublinhou a enorme fé de Jairo. “Jesus lhe disse: ‘Não temas, somente tenha fé’. Jesus sabe que o homem é tentado a reagir com raiva e desespero, e lhe pede que preserve a pequena chama que permanece acesa em seu coração: a fé. Em seguida, chega à sua cassa e desperta a menina da morte e a devolve viva a seus entes queridos”.

Além disso, em sua catequese, o Santo Padre recordou as próprias palavras de Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim, mesmo se morre, viverá. Crês nisto?”. “Isso é o que Jesus repete a cada um de nós sempre que a morte vem arrancar do tecido da vida e dos afetos”.

“Toda a nossa existência se joga aqui entre a fé e o precipício do medo”. “Somos todos pequenos e indefesos diante do mistério da morte”, assegurou. Entretanto, “que graça se naquele momento preservamos no coração a pequena chama da fé”.

No momento da morte, concluiu o Papa, “Jesus nos tomará pela mão, como fez com a filha de Jairo, e ordenará: ‘Levanta-te, ressuscita’”.

Por ACI Digital

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Papa: não ter medo da cruz de Cristo, verdadeiro amor é sacrifício https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-nao-ter-medo-da-cruz-de-cristo-verdadeiro-amor-e-sacrificio/ Mon, 04 Sep 2017 07:48:25 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=48243 O Papa Francisco rezou a oração mariana do Angelus, neste domingo (03/09), com os fiéis e peregrinos de várias partes do mundo, presentes na Praça São Pedro.

Na alocução que precedeu a oração, Francisco disse que “o Evangelho de hoje é a continuação do de domingo passado, que ressaltava a profissão de fé de Pedro, ‘rocha’ sobre a qual Jesus quer construir a sua Igreja. Hoje, em contraste estridente, Mateus, nos mostra a reação do próprio Pedro quando Jesus revela aos discípulos que em Jerusalém deverá sofrer, ser morto e ressurgir”, disse o Papa.

“Pedro leva o Mestre para um lado e o repreende, porque isso, lhe diz, não pode acontecer a Ele, a Cristo. Mas Jesus, por sua vez, repreende Pedro com palavras duras: «Fique longe de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, porque não pensa as coisas de Deus, mas as coisas dos homens!» Pouco antes, o apóstolo era abençoado pelo Pai, porque tinha recebido Dele esta revelação, era uma ‘pedra’ sólida para que Jesus pudesse construir a sua comunidade, e logo depois se torna um obstáculo, uma pedra não para construir, uma pedra de tropeço no caminho do Messias. Jesus sabe muito bem que Pedro e os outros ainda têm muita estrada para percorrer para se tornarem seus apóstolos!”

A esse ponto, o Mestre se dirige a todos aqueles que o seguiam, apresentando-lhes claramente o caminho a ser percorrido: 

“«Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz, e me siga». Sempre, e também hoje, a tentação é a de querer seguir um Cristo sem cruz, aliás, de ensinar a Deus a estrada certa; como Pedro: ‘Não, não Senhor, isso nunca acontecerá!’ Mas Jesus nos recorda que a sua estrada é a estrada do amor, e não há verdadeiro amor sem o sacrifício de si. Somos chamados a não nos deixar absorver pela visão deste mundo, mas a ser cada vez mais conscientes da necessidade e da fadiga para nós cristãos de caminhar contracorrente e em subida.” 

O Papa ressaltou que “Jesus completa a sua proposta com palavras que expressam uma grande sabedoria sempre válida, porque desafiam a mente e os comportamentos egocêntricos. Ele exorta: «Quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perde a sua vida por causa de mim, vai encontrá-la».” 

“Neste paradoxo esta contida a regra de ouro que Deus inscreveu na natureza humana criada em Cristo: a regra de que só o amor dá sentido e felicidade à vida. Gastar os próprios talentos, as próprias energias e o próprio tempo somente para salvar, proteger e realizar-se, conduz na verdade a se perder, ou seja, a uma existência triste e estéril. Se, ao invés, vivemos para o Senhor e estabelecemos a nossa vida no amor, como Jesus fez, poderemos saborear a verdadeira alegria, e a nossa vida não será estéril, será fecunda.”

O Santo Padre frisou que “na celebração da Eucaristia revivemos o mistério da cruz; não somente recordamos, mas fazemos o memorial do Sacrifício redentor, no qual o Filho de Deus perde completamente Si mesmo para ser recebido novamente pelo Pai e assim nos reencontrar, pois estávamos perdidos, juntamente com todas as criaturas. Toda vez que participamos da Santa Missa, o amor de Cristo crucificado e ressuscitado se comunica a nós como alimento e bebida, para que possamos segui-Lo no caminho de todos os dias, no serviço concreto aos irmãos.”

“Maria Santíssima, que seguiu Jesus até o Calvário, também nos acompanhe e nos ajude a não ter medo da cruz com Jesus crucificado, não uma cruz sem Jesus, a cruz com Jesus, ou seja, a cruz de sofrer por amor a Deus e aos irmãos, pois esse sofrimento, pela graça de Cristo, é fruto de  ressurreição”, concluiu o Papa.

Por Rádio Vaticano

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Superar o medo https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/superar-o-medo/ Mon, 26 Jun 2017 09:07:18 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46969 Muitas vezes temos que assumir falhas e enfrentar dificuldades em várias circunstâncias da vida e por vários motivos. Isso nos traz sensação de insegurança. Ficamos perplexos e até não sabemos o que fazer. Há quem fuja de tomar decisão, compromisso ou responder a convites ou mesmo responsabilizar-se por atitudes ou falhas, partindo para válvulas de escape. Surgem daí atitudes irresponsáveis, não se assumindo obrigações de ofício ou responsabilidades devidas, como o pagamento de dívidas e outras vicissitudes.

A precaução e a defesa pessoal são próprias de quem se coloca em proteção de sua pessoa. Mas, a defesa pessoal deve ser proporcional aos valores vivenciados da ética e da responsabilidade moral perante os fatos e até os delitos, mesmo não sendo dolosos. A melhor forma de defesa é a que promove a verdade e a honra pessoal, que não pode estar sediada na falsidade. Mesmo com o receio da punição, quem tem altivez moral supera o medo e mostra a grandeza de caráter, sabendo rever-se para melhorar a própria conduta, com a humildade de assumir o passado com vontade de acertar melhor o próprio comportamento. Então se  convive com mais dignidade em relação aos outros. Trabalhar para diminuir a pena em relação aos erros não significa falsear a verdade dos mesmos. Até a ação advocatícia não pode ser a de inocentar quem é delituoso e sim de  proteger seus direitos e diminuir sua  pena dentro da ética e da lei.

Quem não teme nem falseia a verdade supera o medo do castigo com a atitude e coerência de se apresentar como pessoa de bem e de convivência na honestidade. A falta de penalização promove a delituosidade de modo progressivo. A correção da pena é pedagógica e necessária, mesmo para pequenos delitos.

Apesar de o medo ser próprio de quem vive o fator emocional humano, a fé ajuda até o equilíbrio emocional diante de fatores de risco e insegurança. O profeta Jeremias lembra que os perseguidores enganosos não terão vez diante de Deus, que “salvou a vida de um pobre homem das mãos dos maus” (Jeremias20,13). Mesmo se o ser humano não tem misericórdia, Deus, no entanto, mostra porque veio, assumindo nossa natureza humana, justamente para nos dar vida nova. Mesmo nas maiores falhas Ele mostra a necessidade de mudança. Basta assumirmos nossos erros, querendo colocar todo o esforço para superá-los. Assim Ele está disposto a nos perdoar. A parábola do filho pródigo é de grande ensinamento sobre isso.

O maior medo que devemos ter é o de quem  possa nos roubar o que nos leva ao objetivo maior da vida, que é a da salvação eterna. Mas a vida presente é muito importante para isso. Se quisermos misericórdia, temos também de ser misericordiosos e lutarmos para superar todo mecanismo de morte e agressão à vida. Quando damos de nós pela promoção da vida na convivência humana e com a natureza, superamos qualquer medo, pois ninguém vai nos roubar ou impedir a vida de doação, que é base para a consecução da vida eterna prometida por Aquele que ressuscitou dentro os mortos!

Por Dom José Alberto Moura – Arcebispo de Montes Claros (MG)

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Papa: ter medo de tudo é pecado que paralisa o cristão https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-ter-medo-de-tudo-e-pecado-que-paralisa-o-cristao/ Fri, 27 Jan 2017 14:25:37 +0000 http://teste.toqueto.com/papa-ter-medo-de-tudo-e-pecado-que-paralisa-o-cristao.html Deus livre o homem do pecado que paralisa os cristãos: a pusilanimidade, ou seja, o medo de tudo, pediu o Papa Francisco na Missa desta sexta-feira, 27, na Casa Santa Marta. Francisco destacou que ter medo de tudo faz o cristão não ter memória, esperança, paciência nem coragem.

A Carta aos Hebreus proposta pela liturgia do dia, segundo Francisco, convida a viver a vida cristã com três pontos de referência: o passado, o presente e o futuro. Antes de tudo, convida a fazer memória, porque a vida cristã não começa hoje, continua hoje. Fazer memória é recordar tudo: as coisas boas e as menos boas, é cada um colocar a sua história diante de Deus sem escondê-la.

“’Irmãos, sois chamados à memória daqueles primeiros dias’: os dias do entusiasmo, de seguir adiante na fé, quando se começou a viver a fé, as provações sofridas…Não se entende a vida cristã, também a vida espiritual de cada dia, sem memória. Não somente não se entende: não se pode viver cristianamente sem memória. A memória da salvação de Deus na minha vida, a memória dos problemas da minha vida; mas como o Senhor me salvou destes problemas? A memória é uma graça: uma graça a pedir. ‘Senhor, que eu não me esqueça do seu passado na minha vida, que eu não esqueça os bons momentos, também os ruins; as alegrias e as cruzes’. O cristão é um homem de memória”.

Viver na esperança de encontrar Jesus

Francisco destacou ainda que o autor da Carta faz entender que os homens estão em caminho à espera de alguma coisa, à espera de chegar a um ponto: um encontro com o Senhor. Trata-se da esperança, de olhar para o futuro.

“A vida é um sopro, passa. Quando alguém é jovem, pensa que tem tanto tempo adiante, mas depois a vida nos ensina que aquela palavra que dizemos todos ‘mas como o tempo passa! Esse aqui conheci criança, agora se casa! Como o tempo passa!’. Logo vem. Mas a esperança de encontrá-lo é uma vida em tensão, entre a memória e a esperança, o passado e o futuro”.

Viver o presente com coragem e esperança

O terceiro ponto de referência é o presente, tantas vezes dolorido e triste. O Papa recordou que todos são pecadores, mas devem seguir adiante com coragem e paciência, sem ficar parados, porque isso não levará a crescimento.

Por fim, a liturgia do dia convida ainda a não cometer o pecado de não fazer memória, esperança, coragem e paciência: a pusilanimidade. É um pecado, segundo o Papa, que não deixa seguir adiante por medo. Pusilânimes são aqueles que vão sempre atrás, que protegem muito a si mesmos, que têm medo de tudo.

“O Senhor nos faça crescer na memória, na esperança, nos dê todos os dias coragem e esperança e nos livre da pusilanimidade, ter medo de tudo…Almas restritas para se preservarem. E Jesus diz: ‘quem quer preservar a própria vida, a perde’”.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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