Medjugorje - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Medjugorje - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 No voo de retorno a Roma, Papa falou sobre encontro com Trump e paz https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/no-voo-de-retorno-a-roma-papa-falou-sobre-encontro-com-trump-e-paz/ Mon, 15 May 2017 14:16:57 +0000 http://teste.toqueto.com/no-voo-de-retorno-a-roma-papa-falou-sobre-encontro-com-trump-e-paz.html A iminente audiência ao Presidente dos EUA, Donald Trump, o modo como o Vaticano enfrenta o combate à pedofilia na Igreja e as aparições em Medjugorie foram os principais temas questionados pelos jornalistas ao Papa Francisco, no voo de retorno de Fátima a Roma, no sábado, 13.

Audiência com Donald Trump em 24 de maio

Em relação ao encontro com o Presidente estadunidense, previsto para 24 de maio no Vaticano, um jornalista lhe pediu uma consideração sobre a política de Trump e as evidentes diferenças com algumas de suas mensagens em matéria de imigração e defesa do meio ambiente. Francisco respondeu que “não costuma julgar as pessoas sem ouvi-las antes”:

“Existem sempre portas não-fechadas. Vou procurar as portas semiabertas, entrar e falar sobre coisas comuns e prosseguir, passo após passo. A paz é artesanal, se faz todos os dias; e também a amizade entre as pessoas… o conhecimento mútuo, o respeito… se fazem todos os dias. É preciso ser muito sincero com o que cada um pensa”.

Mensagem de paz, sempre e com qualquer um

Sobre o que dirá ao Presidente, o Papa se comprometeu a repetir a mensagem de paz de Fátima “com quem quer que fale”:

“Paz. De que vou falar eu, daqui para a frente, seja com quem for? Paz”, afirmou. E relatou que, antes de viajar para Portugal, recebeu um grupo de cientistas de diferentes religiões, mas também ateus e agnósticos e, um deles, ateu, disse algo que lhe “tocou o coração”.

“Peço-lhe um favor: diga aos cristãos que amem mais aos muçulmanos. Esta é uma mensagem de paz”, citou.

Aparições em Medjugorie? Continuar indagando!

Em seguida, um dos 70 jornalistas que estavam a bordo lhe perguntou sobre o que pensa das aparições de Nossa Senhora no Santuário mariano de Medjugorie, que desde 1981 despertam tanto fervor religioso.

O Papa questionou a repetição sistemática de relatos de aparições, defendendo a necessidade de aprofundar a situação desta localidade na Bósnia meta de peregrinações de centenas de milhares de católicos todos os anos.

Sendo ou não julgada “digna de fé” pela Igreja, toda aparição “pertence à esfera privada” e cada fiel é livre para acreditar nela ou não, lembrou o Pontífice.

Existe uma Comissão, criada pelo Papa emérito Bento XVI e encabeçada pelo Cardeal Camillo Ruini, que investiga os casos desde 2010 e entregou ao Papa Francisco um relatório em 2014.

“Quanto às aparições atuais, o relatório apresenta dúvidas. Eu pessoalmente sou mais duro, prefiro Nossa Senhora Mãe, nossa Mãe, e não Nossa Senhora chefe de uma repartição, que todos os dias manda uma mensagem a determinada hora. Esta não é a Mãe de Jesus”.

O Papa acrescentou ainda que “estas alegadas aparições não têm tanto valor. Digo-o a título pessoal, mas é claro. Quem é que pode pensar que Nossa Senhora venha dizer: amanhã, à hora tal, direi uma mensagem a tal vidente… Não”, respondeu.

À parte isso, há “o acontecimento espiritual, o acontecimento pastoral, pessoas que vão lá e se convertem, que encontram Deus e mudam de vida… Não há ali uma varinha mágica. Este acontecimento espiritual, pastoral e não se pode negar”, constatou.

Renúncia de Collins e combate à pedofilia

Os abusos sexuais cometidos por membros da Igreja também foram pauta da coletiva aos jornalistas. O Papa voltou a mostrar a sua determinação em combatê-los, afirmando que não perdoa estes crimes a nenhum sacerdote.

“Nunca assinei um indulto”, disse aos jornalistas. A afirmação respondeu à questão relativa à demissão da irlandesa Marie Collins da Comissão Pontifícia para a Tutela de Menores.

Em sua carta de demissão, dirigida ao Papa Francisco, a leiga católica, que foi vítima de abusos, expressou sua “frustração pela falta de cooperação de alguns departamentos da Cúria Romana com a Comissão”.

Segundo o Papa, que conversou pessoalmente com Collins, “ela fez acusações e tem alguma razão, porque há muitos casos atrasados; porque estavam acumulados lá”. Francisco revelou que há um total de 2 mil processos à espera de decisão.

Progressos

“Neste período, foi preciso fazer a legislação e hoje, em quase todas as dioceses, há um protocolo para estes casos: é um grande avanço”, acrescentou, informando que mais funcionários estão sendo adicionados e que o Vaticano está “no caminho certo”.

“Quando um sacerdote é demitido do estado clerical pode recorrer da decisão, mas agora o recurso é estudado por outro tribunal, dirigido pelo Arcebispo de Malta, Dom Scicluna. Quem recorre, tem direito a ter um defensor, mas se se aprovar a primeira sentença, acaba o caso”.

Sem mais instâncias de recurso, ao condenado resta escrever uma carta de clemência ao Papa que, como afirmou, “nunca assinou uma”.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano

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Papa expressa pela primeira vez sua opinião sobre aparições de Medjugorje https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/papa-expressa-pela-primeira-vez-sua-opiniao-sobre-aparicoes-de-medjugorje/ Mon, 15 May 2017 08:43:43 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=46237 No marco dos 100 anos das aparições da Virgem de Fátima, durante seu voo de regresso a Roma, o Papa Francisco expressou pela primeira vez sua opinião pessoal sobre as presuntas aparições marianas do Medjugorje, na Bósnia-Herzegovina.

O Santo Padre explicou que “todas as aparições ou as supostas aparições pertencem à esfera privada, não são parte do magistério público ordinário da Igreja”.

No caso de Medjugorje, recordou, Bento XVI estabeleceu uma comissão “de bons teólogos, bispos,  e cardeais, dos bons, dos bons”, presidida pelo Cardeal Camillo Ruini.

“Ao final de 2013 ou ao início de 2014 recebi do Cardeal Ruini o resultado”, disse.

“O relatório Ruini é muito, muito bom”, destacou.

O Papa precisou que no caso de Medjugorje “deve-se distinguir 3 coisas: as primeiras aparições, quando eram crianças. O relatório mais ou menos diz que se deve continuar investigando isso”.

Sobre as “supostas aparições atuais”, disse Francisco, “o relatório tem suas dúvidas”.

“Eu pessoalmente sou mais malvado, eu prefiro a Virgem Mãe, nossa Mãe e não a Virgem Chefe do Escritório Telegráfico, que todos os dias envia uma mensagem a tal hora. Esta não é a Mãe de Jesus”.

“Estas supostas aparições não têm tanto valor, e isto o digo como opinião pessoal, mas está claro”, assinalou.

“Quem pensa que a Virgem dizia: ‘venham que amanhã a esta hora direi uma mensagem a essa gente’? Não, distingue-se 2 aparições”.

O Papa precisou ainda que “o centro do relatório Ruini é o fato espiritual, pastoral, pessoas que vão ali e se convertem, gente que encontra a Deus, que muda de vida, mas para isto não há uma varinha mágica ali”.

“E este fato espiritual, pastoral, não se pode negar”, asseverou.

“Agora para ver as coisas com todos estes dados, com as respostas que me enviaram os teólogos, nomeou-se este bispo bom, bom porque tem experiência, para ver como vai a parte pastoral. E ao final se dirá algo”, assinalou referindo-se a Dom Henryk Hoser, nomeado este 11 de fevereiro como “enviado especial” a Medjugorje.

Por ACI Digital

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Sobre Mejugorje: é preciso tempo. Futuro da Igreja não depende disto https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/sobre-mejugorje-e-preciso-tempo-futuro-da-igreja-nao-depende-disto/ Mon, 06 Mar 2017 11:11:57 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44688 “Alguns exageram a importância destes fenômenos, quase como se fosse um dogma. Mesmo quando a Igreja declara-se a favor de acontecimentos deste gênero, nenhum católico é obrigado a ir até lá ou a acreditar nele”.

Foi o que afirmou o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Gerhard Müller, ao comentar os fenômenos ocorridos em Medjugorje desde a década de 80 e que já atraíram 40 milhões de peregrinos.

Para um pronunciamento oficial do Vaticano sobre a veracidade das aparições – observou o Cardeal – “é necessário tempo. Neste momento, é mais importante se dedicar à pastoral e as confissões”.

Ao comentar as declarações do Bispo de Mostar, Dom Ratko Peric, que afirmou esta semana não reconhecer o fenômeno das aparições, o Cardeal Müller afirmou: “Sei que a Igreja local tomou esta decisão. Devemos no entanto dizer, que o futuro da Igreja não depende” nem de Medjugorje, nem “de conhecidos Santuários como Fátima e Lourdes: ajudam, podem ajudar a fazer mais presente a mensagem da penitência para o mundo de hoje”, mas a fé, é aquela que se vive na vida do dia-a-dia “na família, no trabalho, na paróquia”.

Sobre “o papel dos videntes devo dizer, como católico, que devemos concentrar-nos em Jesus cristo. Existe a sã mariologia, a veneração da Mãe de Deus, a veneração dos Santos. Existem possivelmente também algumas revelações privadas, mas estas não substituem a única revelação de Deus em Jesus Cristo”.

O teólogo explica que estes fenômenos das aparições reais estão ligadas “à fé humana”. “Deus é sempre livre em conceder a nós alguns carismas, mesmo especiais, mas nós devemos concentrar-nos na presença de Deus”, que revelou-se em Jesus Cristo.

“Temos os sete Sacramentos, a vida cristã cotidiana na família, a vida na paróquia, e sobretudo devemos responder aos grandes desafios da humanidade hoje. Devemos trabalhar pela paz e a justiça social para que todos encontrem um sentido profundo da existência”.

Ao ser interpelado por jornalistas sobre os tempos para um eventual  pronunciamento do Vaticano sobre as aparições em Medjugorje, o Cardeal respondeu sorrindo: “Temos todos o tempo, até a segunda vinda de Jesus Cristo”.

O enviado do Papa Francisco à Bósnia-Herzegovina, o Arcebispo da Diocese de Varsóvia-Praga, Dom Henryk Hoser está para chegar a Medjugorje, onde deverá permanecer até o início do verão europeu, com a missão de “consulta” e “observação”, e não de “investigação”.

Por Rádio Vaticano

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