Luto - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:03:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png Luto - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 Nota de falecimento https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-diocesana/nota-de-falecimento-4/ Tue, 16 Apr 2019 14:43:32 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=54510 Com pesar comunicamos o falecimento da senhora Vorilda Freitas, mãe do Padre Valdevi Augusto Freitas da Silva, vigário da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Goianésia. O corpo está sendo velado no cemitério de Rialma. A missa de corpo presente será realizada amanhã (17) às 11h, na Capela São José, na mesma cidade.

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Nota de Falecimento https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-diocesana/nota-de-falecimento-3/ Fri, 28 Dec 2018 12:08:26 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=52546
Pe. José Francisco com seu pai, Sr. Agostinho (à esquerda)

A Diocese de Uruaçu na pessoa de seu Administrador Apostólico manifesta o seu pesar pelo falecimento do Sr. Agostinho, pai do Pe. José Francisco. Nesta ocasião a Diocese externa solidariedade ao padre e a todos os seus familiares. Estamos unidos em oração pedindo a Jesus o Bom Pastor para que conforte com sua presença e graça a todos que sofrem neste momento de despedida. O velório será amanhã (29) a partir das 8h na capela 2 do Cemitério Campo da Esperança, em Brasília, e o sepultamento às 10h.

Dom Messias dos Reis Silveira
Administrador Apostólico de Uruaçu-GO

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CNBB manifesta solidariedade com a arquidiocese de Campinas e familiares das vítimas https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/igreja-no-brasil/cnbb-manifesta-solidariedade-com-a-arquidiocese-de-campinas-e-familiares-das-vitimas/ Wed, 12 Dec 2018 16:18:45 +0000 https://diocesedeuruacu.com.br/?p=16097 A Presidência da CNBB enviou, na quarta-feira, 11 de dezembro, uma mensagem de solidariedade ao Mons. José Eduardo Meschiatt, administrador da arquidiocese de Campinas (SP). O atentado deixou pelo menos cinco pessoas mortas, inclusive o atirador, e outras quatro feridas.

Regionais

Dom Pedro Luiz Stringhini, presidente do regional Sul 1 da CNBB, emitiu nota de solidariedade: “Em nome dos senhores arcebispos e bispos do Regional Sul 1 da CNBB, apresentamos ao sr. Administrador Diocesano de Campinas, Revdo. Mons. José Eduardo Meschiatti, ao Revdo. Pároco da Catedral, ao Clero e fiéis da Arquidiocese de Campinas, sentimentos de solidariedade e orações, por ocasião do ataque, ocorrido na Catedral, e que vitimou diversas pessoas. Nesse tempo santo do Advento, preparando o Natal de Jesus Cristo, Príncipe da Paz, é necessário que os cristãos intensifiquem a oração pela Paz, com gestos concretos de Fraternidade, reconciliação e amor ao próximo, depondo as armas da violência seja das mãos, seja dos corações. Como discípulos de Cristo e membros do Seu Corpo, a Igreja, sofremos com os que sofrem, sempre movidos pela esperança que não decepciona (Rm 5,5). Rezemos pelas vítimas e pelo consolo de suas famílias. Rezemos pelo agressor, pela Arquidiocese de Campinas e pela Paz“.

Dom Jaime Spengler, presidente do regional Sul 3, acompanhado por dom José Gislon e dom Zeno Hastenteufel, vice-presidente e secretário, respectivamente, assinam a nota de solidariedade à arquidiocese de Campinas: “O Regional Sul 3 da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil se solidariza com a Arquidiocese de Campinas/SP, diante do ataque sofrido na tarde desta terça-feira, dia 11 de dezembro, no interior de sua Catedral Metropolitana, deixando vítimas. Rezamos pelos familiares das vítimas e pelos feridos. Rezamos também pela Arquidiocese de Campinas, pedindo ao Príncipe da Paz, em favor da superação da violência, que marca a vida do nosso povo, que juntos possamos cooperar para construir dias melhores para as futuras gerações“.

Cardeal João Orani Tempesta, presidente do regional Leste 1, também assina nota: “O regional Leste 1 da CNBB e Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro se solidarizam diante do ocorrido aos fiéis na catedral metropolitana da arquidiocese de Campinas (SP), na tarde desta terça-feira, 11 de dezembro de 2018. Em unidade e comunhão com toda a Igreja, nos unimos com a dor e em oração dos familiares das vítimas, e pedimos pela recuperação dos feridos. Rezamos também pela arquidiocese de Campinas, suplicando a Deus, que apesar deste tempo de violência que marca nossa história, não deixemos de ser instrumentos de paz. Que as vítimas descansem em paz e que seus familiares encontrem em Deus a paz tão necessária para este momento!”.

Confira a Nota da Presidência.

Mensagem da CNBB ao Administrador da Arquidiocese de Campinas

Ao Revmo. Sr.
Mons. José Eduardo Meschiatt
Administrador Diocesano

Caro irmão,

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB oferece a sua solidariedade e oração à Arquidiocese de Campinas, especialmente às famílias atingidas pelo trágico acontecimento da morte violenta de seus entes queridos, durante a celebração da Eucaristia na Catedral Metropolitana. Solidariedade e preces extensivas aos irmãos que foram internadas devido aos ferimentos.

A violência não faz parte da vida de quem segue Jesus Cristo. Vemos, mais uma vez, como as armas podem ser usadas para tirar a vida de outras pessoas e de quem as usa. A Campanha da Fraternidade deste ano foi uma longa e profunda meditação a partir da necessidade de superar a violência. Temos diante de nós mais uma demonstração de que há necessidade de buscarmos incessantemente a superação da violência para vivermos na fraternidade, com direito e a justiça.

O senhor, por favor, transmita a proximidade da Presidência da CNBB a todas as pessoas que estão sofrendo, inclusive aos familiares do irmão que provocou essa dor. Deus, na sua misericórdia, o perdoe e conceda aos falecidos o descanso eterno. Continuamos unidos pela oração e pelo desejo de servir.

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

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O desafio de pessoas que passam pela experiência da perda https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/o-desafio-de-pessoas-que-passam-pela-experiencia-da-perda/ Fri, 02 Mar 2018 14:34:57 +0000 http://teste.toqueto.com/o-desafio-de-pessoas-que-passam-pela-experiencia-da-perda.html Cuidar das necessidades espirituais de pessoas que passam pela experiência da perda – viúvas e viúvos, separados e separadas e quem está em luto – foi tema de uma reunião da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) com o grupo “Fica Conosco Senhor” (Lc 24, 29), de Guarulhos (SP), que desenvolve um trabalho de apoio a homens e mulheres que vivem essa realidade.

O movimento nasceu da união de agentes da Pastoral Familiar que passaram pelo estresse emocional causado pela dor da separação ou pela dor morte e que não sabiam como lidar. Uma das coordenadoras, Célia Silva, diz que o grupo nasceu para que os integrantes se ajudassem dede forma reciproca, dividindo experiências e vivência de fé.

“É uma necessidade fazer o acompanhamento dessas pessoas”, explicou o assessor da Comissão, padre Jorge Alves Filho.

A partir dessa reunião, a Comissão, que possui um setor de Casos Especiais da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), começa a trabalhar na realização um Encontro Nacional sobre a temática e o grupo “Fica Conosco Senhor” passa a ter o apoio da CNPF.

Na reunião, estiveram presentes o assessor da Comissão, padre Jorge Alves Filho; o casal coordenador nacional da Pastoral Familiar, Khátia e Luiz Stolf; o casal coordenador do Regional Sul 1, Osmarina e Benedito Antonio Baldon (Toninho); e os assessores eclesiásticos dos regionais Sul 1, padre Pedro Luís da Silva Rúbio, e Sul 3, padre Edson Pereira, este que acompanhará o grupo. Além da Célia, Ângela e Cerci, que já desenvolvem o trabalho em São Paulo.

Por CNBB

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Fomos criados no tempo para sermos eternos https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/fomos-criados-no-tempo-para-sermos-eternos/ Mon, 30 Oct 2017 10:17:58 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49284 O feriado de 2 de novembro chama a atenção de todos para algumas realidades nem sempre presentes em nosso cotidiano: a saudade de quem partiu, a consciência de nossa finitude, a elaboração do luto. Enfim, o tema da morte e do morrer emergem do calendário para uma retomada de consciência sobre a vida.

Nós humanos temos uma única certeza sobre o futuro: sabemos que iremos morrer. Viver e morrer estão intimamente conectados. Presente e futuro nos fascinam, porque queremos vislumbrar as conquistas e realizações, tanto quanto nos atemorizam a frustração, o limite e o fim. Em nossos dias muitos tabus, preconceitos e mitos foram vencidos. Infelizmente, porém, cresceu o tabu a respeito do morrer. Esse assunto é indesejado e até camuflado nas conversas diárias.

A morte traz consigo novas interrogações e discussões. Cada área do conhecimento humano tem sua percepção sobre essa dimensão. Algumas respostas são mais positivas que outras. Biologicamente estamos sempre findando: células morrem, são eliminadas e outras surgem. A morte não é um instante, mas um processo biológico e espiritual. O ser humano é essencialmente um ser para a morte: aprender a viver é aprender a morrer.

As religiões são depositárias dessa sabedoria. Não é possível perceber a morte apenas como uma finitude fisiológica, como se fosse a negação da vida ou o fim do sujeito que vive no tempo e no espaço. O ser humano, diferente dos demais seres, sabe que vai morrer, tem consciência dessa limitação e por isso não nasce determinado e nem se move apenas por impulsos biológicos, mas vai construindo sua vida e se construindo. É morrendo que se vive para o eterno.

Toda pessoa que morre é parte deste mundo visível. A história, as experiências, as alegrias e os sofrimentos marcam definitivamente cada um de nós. O que mais determina nosso ser, entretanto, são as relações. Durante a vida conhecemos uma família, crescemos entre amigos, temos colegas de trabalho, escolhemos pessoas mais íntimas, formamos nova família e experimentamos a amizade, o amor e a comunhão. Dificilmente alguém é feliz na solidão e no isolamento. Somos seres essencialmente relacionáveis.  O tempo passa e com ele passamos também nós. Nascemos, crescemos, amadurecemos, envelhecemos e morremos. Este percurso da existência humana é uma realidade fascinante. Há quem sofra o horror desse princípio de impermanência de tudo o que vive. Há, contudo, quem encontre a razão de ser neste movimento de nascer, viver e morrer.

Os cristãos definem a morte como páscoa, isso é, passagem. Não passagem de uma realidade para outra totalmente diferente, mas de uma situação limitada para outra, continuada, mas descontínua. O morrer é um adormecer para este mundo limitado pelo tempo e pelo espaço e acordar nas potências infinitas do Criador. Trata-se do encontro que dá significado a toda experiência humana. Ensina o cristianismo que em Jesus Cristo, apesar de vivermos na contingência do tempo, já somos eternos, porque somos filhos da Luz. É por isso que os cristãos já sabem ser ressuscitados e a morte não pode lhes separar de Cristo, como escreve Paulo Apóstolo.

Oxalá todos pudessem perceber, além das crenças e religiões, esse elemento comum a todo ser humano: há algo em nós que não morre. Quem consegue fazer essa experiência durante a vida, percebe a morte de outra forma. O melhor sinalizador de tudo isso é que homens e mulheres edificaram crenças e religiões que afirmaram essa realidade profunda: fomos criados no tempo para sermos eternos.

Por Dom Leomar Antônio Brustolin – Bispo auxiliar de Porto Alegre

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Aprender a encerrar para poder começar de novo https://old.diocesedeuruacu.com.br/artigos/aprender-a-encerrar-para-poder-comecar-de-novo/ Fri, 11 Aug 2017 08:42:41 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=47808 Quando terminamos um capítulo, se encerra uma pequena história; quando dizemos adeus, escrevemos um pequeno final. Tudo aquilo que não encerramos continuará nos perseguindo e continuará sendo repetido, até que sejamos capazes de escrever um ponto final, através de um processo de luto, para começar de novo em outra página.

O luto se define como o processo de adaptação emocional que se segue a qualquer perda. Uma perda não indica necessariamente uma morte. Apesar dessa ser a relação mais forte feita pelo inconsciente coletivo, uma perda também se refere a separações, trocas de emprego, mudanças…

Etapas do processo de luto

As diferentes etapas existentes no luto que foram propostas pela doutora E. Kluber Ross são:

– Fase de negação: a pessoa se nega a aceitar a perda. Ela também pode estar imersa em um estado de choque que a impede de aceitar o início do caminho que inevitavelmente vai ter que percorrer.

– Fase de ira: nessa etapa, a pessoa mostra frustração e raiva. Pode ser relativa às circunstâncias nas quais ocorreu a perda, relativa a si mesmo, a outras pessoas, etc.

– Fase de negociação: a pessoa tenta buscar soluções para a perda. Se falamos da perda de um ente querido, essa fase de negociação pode incluir o fato de retomar algumas atividades que fazia na companhia do falecido.

– Fase de tristeza: nessa etapa, a perda é experimentada através da dor e se lida com a tristeza que surge. É uma fase de recolhimento sobre si mesmo.

– Fase de aceitação: nessa etapa, a pessoa toma consciência do momento em que se encontra e da perda. Ela aceita e tenta se adaptar ao ambiente fazendo o melhor com o que tem naquele momento.

Essas fases não são iguais para todos. Tampouco ocorrem nessa mesma ordem, nem têm uma duração específica; elas são meramente indicativas. O importante dessa divisão para lidar com uma pessoa que está em pleno processo de luto é saber que em cada etapa vamos encontrar alguém com uma disposição distinta face a este luto. Essa disposição vai definir as ferramentas e as tarefas que podemos propor para essa pessoa.

Todo processo que não se encerra adequadamente tende a se repetir, a se estagnar ou a regredir. Todas as falhas que vemos nos outros e ignoramos ou encerramos sem lidar com as mesmas, nos levam à mesma direção. Porque precisamos experimentar a dor da perda, porque precisamos ver como nos sentimos, precisamos extrair a energia que envolve a raiva para depois integrar essa tristeza como uma parte aceitável de nós mesmos.

Se não realizarmos esse processo de encerramento, a única coisa que estaremos fazendo é um curativo, sem realmente curar a ferida que sangra. Assim, só vamos conseguir tapar superficialmente aquilo que nos machuca, apenas até tocarmos novamente nessa ferida.

Lidar com a dor renunciando ao sofrimento

No livro “O Caminho das Lágrimas”, Jorge Bucay nos explica esta frase: “Sofrer é transformar a dor em algo crônico. É transformar um momento em um estado, é se apegar à lembrança daquilo que me faz chorar, o que não me permite deixar de chorar, esquecer, renunciar ou me livrar desse pensamento, mesmo que o preço seja meu sofrimento, uma lealdade misteriosa aos ausentes.”

A dor que precisamos experimentar é uma emoção saudável, é uma sensação de que está nos curando, nos conecta com o nosso interior e nos ajuda a processar a perda. Ela também acrescenta algo, pois nos dá um tempo para nós mesmos.

Nenhuma emoção na medida certa é disfuncional e, portanto, as perdas provocam tristeza, dor, distanciamento, ira, etc. São etapas e, quando duram mais que o necessário ou quando machucam ou impossibilitam de continuar a vida por muito tempo, é esse o momento de pedir ajuda. Quando a tristeza se transforma em depressão, a ira em agressões injustificadas, o distanciamento em desleixo pessoal ou a dor em dilaceração, então sim: algo está falhando nesse processo de cura, não estamos no caminho certo das lágrimas e precisamos pedir ajuda.

Que papel eu tenho no processo de luto?

“O processo de luto permite buscar o lugar que o seu ente querido merece entre os tesouros do seu coração. É lembrar dele com ternura e sentir que o tempo que você passou com ele foi um grande presente. É entender com o coração na mão que o amor não acaba com a morte.” (Jorge Bucay)

Saber por que uma etapa terminou e que pensamento positivo eu posso tirar disso, o que deu errado, o que eu poderia ter feito melhor, me ajuda a me conhecer e a saber o que posso fazer para melhorar. O que eu quero mudar, o que eu quero manter ou o que eu teria feito melhor.

O processo de luto me leva a uma reticências especial, porque marca o final de uma história. Não é um processo passivo, exige de cada um de nós, de nossas emoções e de nossas ações, da nossa vontade e da nossa força para seguir em frente e começar de novo. Exige um trabalho pessoal para saber escrever um bom final e começar o próximo capítulo com o que você aprendeu e desfrutou.

Por A Mente é Maravilhosa via Aleteia

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