luteranos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br Site oficial da Diocese de Uruaçu - GO Sat, 28 Sep 2024 04:09:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://old.diocesedeuruacu.com.br/wp-content/uploads/2018/12/cropped-favicon-32x32.png luteranos - Diocese de Uruaçu https://old.diocesedeuruacu.com.br 32 32 170539269 A oração é como combustível rumo à plena unidade, diz Papa a luteranos https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/a-oracao-e-como-combustivel-rumo-a-plena-unidade-diz-papa-a-luteranos/ Thu, 07 Dec 2017 13:09:14 +0000 http://teste.toqueto.com/a-oracao-e-como-combustivel-rumo-a-plena-unidade-diz-papa-a-luteranos.html O Papa Francisco recebeu em audiência nesta quinta-feira, 7, no Vaticano a presidência da Federação Luterana Mundial. À delegação, liderada pelo secretário-geral, Dr. Musa Filibus, o Santo Padre dirigiu um discurso ressaltando os momentos que marcaram ecumenicamente o Ano da Comemoração da Reforma, que acaba de ser concluído.

De modo especial, Francisco recordou sua visita a Lund, na Suécia, em outubro de 2016, quando se rezou juntos para que da graça de Deus brote e floresça o dom da unidade entre os fiéis. “Somente rezando podemos custodiar uns aos outros. A oração purifica, fortifica, ilumina o caminho, faz ir avante. A oração é como o combustível da nossa viagem rumo à plena unidade”.

O Pontífice destacou ainda o caminho de comunhão suscitado pelo Espírito Santo, considerando que este caminho levou a abandonar antigos preconceitos, como aqueles sobre Lutero e a situação da Igreja naquele período. Nesse sentido, ele enalteceu o diálogo entre a Federação Luterana Mundial e o Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

“Com a memória purificada, hoje podemos olhar com confiança para o futuro. Nunca mais poderemos nos permitir ser adversários ou rivais. Se o passado não pode ser mudado, o futuro nos interpela: não podemos nos subtrair, agora, da busca e da promoção de uma maior comunhão na caridade e na fé”. 

Francisco pediu ainda vigilância diante da tentação de parar no meio do caminho. O impulso para prosseguir pode vir de duas frentes: a caridade e o martírio. Os pobres são “indicadores preciosos” do caminho, que chama a tocar suas feridas com a força restauradora da presença de Jesus. Já quem sofre de modo heroico para testemunhar Cristo impele a uma fraternidade sempre mais real.

“Querido irmão, invoco de coração todas as bençãos de Deus e peço ao Espírito Santo, que une aquilo que está dividido, de efundir sobre nós a sua sabedoria mansa e corajosa”.

Por Canção Nova, com Rádio Vaticano 

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Católicos e luteranos: prosseguir no caminho rumo à unidade https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/catolicos-e-luteranos-prosseguir-no-caminho-rumo-a-unidade/ Wed, 01 Nov 2017 13:01:34 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=49301 O caminho ecumênico trilhado juntos nos últimos cinquenta anos – apoiado pela oração comum, pelo culto divino e pelo diálogo ecumênico – levou “à superação de preconceitos, à intensificação da compreensão recíproca” e à assinatura “de acordos teológicos decisivos”.

É o que diz o comunicado conjunto da Federação Luterana Mundial (FLM) e do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização divulgado este 31 de outubro, data que conclui o ano de celebrações ecumênicas dos 500 anos da Reforma Protestante.

De fato, os eventos tiveram início em 31 de outubro de 2016 com a oração luterano-católica na Catedral de Lund, na Suécia, ocasião em que o Papa Francisco e o então Presidente da FLM Bispo Munib A. Younan, assinaram uma Declaração Conjunta, onde se comprometiam a prosseguir juntos o caminho ecumênico rumo à unidade pela qual Cristo rezou (João 17,21).

No texto, é reconhecida a “comum responsabilidade pastoral de responder à sede e à fome espiritual de nosso povo de sermos “um” em Cristo. Desejamos ardentemente que esta ferida no corpo de Cristo seja curada. Este é o objetivo dos nossos esforços ecumênicos, que queremos fazer progredir, também renovando o nosso compromisso pelo diálogo teológico”.

A declaração ressalta, outrossim, que “pela primeira vez, luteranos e católicos viram a Reforma de uma perspectiva ecumênica”, “o que tornou possível uma nova compreensão daqueles eventos do século XVIque levaram à nossa separação”.

“Se é verdade que o passado não pode ser mudado, é também verdade que o seu impacto atual sobre nós pode ser transformado em modo que se torne um impulso para o crescimento da comunhão e um sinal de esperança para o mundo: a esperança de superar divisões e fragmentações”.

O que emergiu mais uma vez com clareza, é “que aquilo que nos une é bem superior ao que nos divide”.

Um passo decisivo no caminho rumo à unidade, foi a assinatura da Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação em 1999, gesto repetido pelo Conselho Metodista Mundial em 2006 e pela Comunhão Mundial das Igrejas Reformadas durante este ano das celebrações dos 500 anos da Reforma.

E neste 31 de outubro de 2017, a mesma Declaração será acolhida pela Comunhão Anglicana no decorrer de uma Solene cerimônia na Abadia de Westminster.

“Sobre esta base, as nossas comunidades cristãs podem construir sempre mais estreita ligação de consenso espiritual e de testemunho comum a serviço do Evangelho”.

São destacadas no documento, ademais, as inúmeras iniciativas de oração comum e de culto divino entre luteranos e católicos e demais parceiros ecumênicos em várias partes do mundo, assim como os encontros teológicos e as importantes publicações que ofereceram subsídios para este ano de celebrações.

A Declaração conclui reafirmando o compromisso de avançar neste “caminho comum, guiados pelo Espírito Santo, rumo a uma crescente unidade”, buscando discernir a “interpretação de Igreja, Eucaristia e Ministério, esforçando-nos para chegar a um consenso substancial com o objetivo de superar as diferenças que são até hoje fonte de divisão entre nós”. 

Por Rádio Vaticano

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Reconciliação entre cristãos é dom de Deus, diz Papa https://old.diocesedeuruacu.com.br/noticias/reconciliacao-entre-cristaos-e-dom-de-deus-diz-papa/ Thu, 26 Jan 2017 09:39:46 +0000 http://teste.toqueto.com/?p=44130 O Papa Francisco presidiu nesta quarta-feira, 25, a celebração das Segundas Vésperas na Solenidade da Conversão de São Paulo, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, no Vaticano. A celebração conclui a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, em curso desde o último dia 18 em países do hemisfério norte.

Foi propriamente a unidade dos cristãos o tema que perpassou a homilia de Francisco. Ele lembrou que São Paulo teve a vida transformada radicalmente após o encontro com Jesus e foi impelido, a partir de então, a proclamar o amor e a reconciliação que Deus oferece em Cristo à humanidade. E essa reconciliação é um dom que vem de Cristo, da mesma forma que acontece com a reconciliação entre os cristãos.

“A reconciliação para a qual somos impelidos não é simplesmente iniciativa nossa: é primariamente a reconciliação que Deus nos oferece em Cristo. Antes de ser esforço humano de crentes que procuram superar as suas divisões, é um dom gratuito de Deus. Como resultado deste dom, a pessoa perdoada e amada é chamada, por sua vez, a proclamar o evangelho da reconciliação em palavras e obras, a viver e dar testemunho duma existência reconciliada”, afirmou.

Considerando, como destacou São Paulo, que a reconciliação em Cristo não pode ser realizada sem sacrifício, o Papa afirmou que os embaixadores da reconciliação são chamados a dar a vida, ou seja, deixar de viver para si mesmo e buscar reproduzir a imagem de Cristo, vivendo para Ele.

Assim também, cada confissão cristã é chamada a buscar um caminho com o olhar fixo na Cruz de Jesus, saindo do isolamento, superando a tentação da autorreferência. “Poderá realizar-se uma autêntica reconciliação entre os cristãos quando soubermos reconhecer os dons uns dos outros e formos capazes, com humildade e docilidade, de aprender uns dos outros, sem esperar que primeiro sejam os outros a aprender de nós”.

O Santo Padre recordou o marco significativo que é para católicos e luteranos poder recordar, juntos, os 500 anos da Reforma Protestante, evento que dividiu os cristãos. Esse foi um dom conquistado em cinquenta anos de mútuo conhecimento e diálogo ecumênico.

Saudando os representantes das diversas Igrejas e Comunidades eclesiais reunidos na celebração, o Papa enfatizou, por fim, que a oração pela unidade dos cristãos é uma participação na oração do próprio Jesus antes da Paixão: “para que todos sejam um só” (Jo 17, 21).

“Nunca nos cansemos de pedir a Deus este dom. Na expectativa paciente e confiada de que o Pai conceda a todos os crentes o bem da plena comunhão visível, prossigamos o nosso caminho de reconciliação e diálogo, encorajados pelo testemunho heroico de tantos irmãos e irmãs, de ontem e de hoje, unidos no sofrimento pelo nome de Jesus”.

Por Canção Nova

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